Dra Karine Koller

Dra Karine Koller Saúde integrativa. MEDICINA PREVENTIVA, PERFORMANCE EM SAÚDE CRM: 101900/SP

22/05/2026

Matthew Walker, neurocientista de Berkeley, escreveu uma frase que assusta quando lida com calma, quanto mais curto o seu sono, mais curta a sua vida.

“Sono não é pausa, é processo ativo. É quando o corpo limpa o cérebro, regula hormônios, consolida memória, repara o que se desgastou no dia.”

Dormir mal não é só cansaço no dia seguinte, é uma conta que o corpo cobra silenciosamente ao longo dos anos.

Esse é o terceiro episódio da série Pilares da Saúde.

Segue o perfil para não perder o último, e compartilha com alguém que precisa parar de tratar o sono como tempo perdido.

Dra. Karine Koller | Médica
CRM 101900/RS · RQE 39948 | RQE 112259
Oftalmologia · Nutrologia · Investigação de Causas

Durante anos, a vitamina D foi tratada quase como uma solução isolada para sintomas muito diferentes entre si. Cansaço, ...
20/05/2026

Durante anos, a vitamina D foi tratada quase como uma solução isolada para sintomas muito diferentes entre si.

Cansaço, baixa imunidade, dores no corpo, alterações de humor, perda óssea, inflamação… bastava o exame vir baixo para que toda a atenção fosse direcionada apenas à suplementação.

Mas depois de mais de vinte anos estudando vitamina D e acompanhando pacientes na prática clínica, uma coisa ficou muito clara para mim: o resultado do exame raramente explica a história inteira.

Existem pessoas com níveis baixos e poucos sintomas, enquanto outras apresentam fadiga intensa, dores persistentes, alterações metabólicas e processos inflamatórios importantes mesmo suplementando há meses.

Isso acontece porque a vitamina D não atua sozinha. Existem vários fatores que interferem na forma como o organismo utiliza esse pró-hormônio, como:

🔻magnésio
🔻sono
🔻composição corporal
🔻 inflamação silenciosa
🔻saúde intestinal
🔻resistência insulínica
🔻excesso de gordura corporal

É por isso que, muitas vezes, investigar o contexto muda mais do que simplesmente aumentar a dose.

Me conta, você já repôs vitamina D? Teve resultados satisfatórios?

Dra. Karine Koller | Médica
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Durante muito tempo, a menopausa foi tratada como uma fase que a mulher simplesmente precisava suportar. Fogacho, insôni...
18/05/2026

Durante muito tempo, a menopausa foi tratada como uma fase que a mulher simplesmente precisava suportar.

Fogacho, insônia, alteração de humor, ganho de peso, cansaço constante, perda de libido… tudo parecia ser resumido a “isso é da idade”.

Mas o que vejo no consultório é que muitas mulheres chegam sem reconhecer o próprio corpo, e pior: sem conseguir entender por que continuam se sentindo mal mesmo fazendo acompanhamento médico.

A minha menopausa precoce me fez perceber algo importante na prática clínica: quase nunca existe apenas uma alteração isolada.

Hormônios, inflamação, metabolismo, sono, composição corporal e deficiência de nutrientes costumam conversar entre si, e quando ninguém conecta essas peças, a mulher continua tratando sintomas sem recuperar vitalidade de verdade.

Eu posso te ajudar porque ja vivi isso na pele.

Agendamentos pelo link da bio.

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15/05/2026

Platão dizia: “A falta de atividade destrói a boa condição de qualquer ser humano, enquanto o movimento e o exercício metódico a salvam e a preservam”.

A medicina moderna passou décadas tratando o exercício como complemento, e só recentemente voltou a colocar ele onde sempre deveria ter estado, no centro da prevenção.

Antes de pensar em estética, vale lembrar que o movimento é o que preserva o corpo que você ainda vai precisar daqui a vinte, trinta, quarenta anos.

Esse é o segundo episódio da série Pilares da Saúde.

Segue o perfil para acompanhar os próximos, e compartilha com alguém que precisa lembrar que mover o corpo é cuidar do futuro dele.

Segue o perfil para acompanhar os próximos, e compartilha com alguém que precisa lembrar que mover o corpo é cuidar do futuro dele.

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Glaucoma é tradicionalmente apresentado como uma doença de pressão intraocular elevada, e por décadas o tratamento se co...
13/05/2026

Glaucoma é tradicionalmente apresentado como uma doença de pressão intraocular elevada, e por décadas o tratamento se concentrou em reduzir essa pressão.

Mas a ciência atual mostra um cenário mais amplo, e essa é a parte que raramente chega até o paciente.

Em uma parcela significativa dos casos, a pressão está dentro do normal e o nervo óptico continua sendo lesado, o que aponta para causas que não estão apenas dentro do olho.

🟣 Microcirculação prejudicada.
🟣 Pressão arterial mal controlada.
🟣 Apneia do sono não diagnosticada.
🟣 Resistência à insulina.
🟣 Inflamação sistêmica crônica.
🟣 Estresse oxidativo.
🟣 Deficiência de vitaminas e minerais essenciais.

Tudo isso interfere na perfusão sanguínea da cabeça do nervo óptico, na capacidade do tecido neural de se proteger, e no processo silencioso que leva à perda de visão.

Por isso, em uma consulta verdadeiramente integrada, glaucoma não é avaliado só pelo tonômetro.

Ele é avaliado pela história inteira do paciente, pela pressão arterial, pelo sono, pelo metabolismo, pela inflamação, pelos hábitos de vida, pelo conjunto de fatores que mantêm o nervo óptico saudável ao longo do tempo.

Tratar pressão intraocular continua sendo essencial, mas tratar só pressão intraocular pode não ser suficiente.

Se você convive com glaucoma, ou já recebeu o diagnóstico de pressão limítrofe, talvez seja hora de uma avaliação que olhe o olho dentro do contexto do corpo todo.

Atendimento presencial em São Paulo e online com a mesma profundidade.

O link de agendamento está na bio.

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O caso dessa paciente não é exceção, é mais comum do que parece, e mostra uma coisa que a clínica ensina todos os dias, ...
11/05/2026

O caso dessa paciente não é exceção, é mais comum do que parece, e mostra uma coisa que a clínica ensina todos os dias, o corpo avisa muito antes de gritar, e o aviso quase nunca chega rotulado com o nome da doença.

Por isso, vale ter no radar alguns sintomas que parecem isolados, mas que com frequência são porta de entrada para investigações mais amplas.

🟣 Olho seco persistente, autoimunidade.
🟣 Queda de cabelo difusa, tireoide, ferro.
🟣 Boca seca crônica, Sjögren.
🟣 Dor articular sem trauma, inflamação.
🟣 Cansaço que não passa, tireoide, metabolismo.
🟣 Formigamento de extremidades, B12, neuropatia.
🟣 Manchas escuras novas, resistência à insulina.
🟣 Ciclo que mudou, hormônios, tireoide.

Cada um desses sintomas pode ter uma explicação simples, e cada um deles também pode ser o primeiro sinal de algo maior.

A diferença entre tratar a queixa e investigar a causa quase sempre está no tempo que se dá para escutar a história inteira.

Salva esse post como referência, e manda para alguém que convive com algum desses sintomas há tempo demais sem investigar.

Esse conteúdo tem finalidade exclusivamente educativa. Os sintomas citados não definem diagnóstico e a presença deles não significa, isoladamente, a existência de qualquer doença específica. Toda investigação clínica depende de avaliação médica individualizada, conforme as normas do CFM.

Dra. Karine Koller | Médica
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A mulher que leva o filho ao pediatra a cada espirro é a mesma que convive com cansaço crônico há cinco anos sem investi...
10/05/2026

A mulher que leva o filho ao pediatra a cada espirro é a mesma que convive com cansaço crônico há cinco anos sem investigar.

A mesma que cuida da alimentação da casa toda é a que come em pé, depois de todo mundo, o que sobrou.

A mesma que marca o dentista, o oftalmo e o reforço escolar é a que adia, há três anos, a própria consulta com a ginecologista.

E ainda assim, é ela que repete para os filhos, o corpo avisa, escuta o seu corpo, não deixa para depois.

🟣 Cansaço que não passa com o final de semana.
🟣 Ganho de peso sem mudar nada na rotina.
🟣 Queda de cabelo persistente.
🟣 Ciclo que mudou e ninguém investigou.
🟣 Memória mais lenta, irritabilidade nova.
🟣 Sono que parou de restaurar.

Quase nenhum desses sinais é parte da rotina de ser mãe, mesmo que tantas mães carreguem todos eles ao mesmo tempo, em silêncio, achando que vai passar.

E a verdade clínica é simples, esses sinais quase sempre estão conectados, falam de tireoide, hormônios, vitamina D, ferritina, resistência à insulina, inflamação, e tudo isso pode ser investigado, entendido e cuidado, antes de virar diagnóstico maior.

Cuidar de quem ama começa por estar inteira para amar.

Salva esse post para reler em um dia que você esqueceu de si mesma, e manda para aquela mulher que cuida de todo mundo e há tempos não cuida dela.

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08/05/2026

Hipócrates já dizia: "Que o teu alimento seja o teu remédio, e que o teu remédio seja o teu alimento”.

Ele entendeu há dois mil e quinhentos anos o que a ciência hoje confirma todos os dias, o que entra no seu corpo é informação, e o seu corpo responde a essa informação a vida inteira.

Alimentação não é castigo, não é estética, não é moda, é a forma mais antiga de cuidar de quem você está se tornando.

Esse é o primeiro de quatro episódios da série Pilares da Saúde.

Segue o perfil para não perder os próximos, e compartilhe com alguém que precisa repensar a relação com a comida antes de mudar de dieta de novo.

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Eu uso tecnologia, eu gosto de tecnologia, e acho que a inteligência artificial vai mudar a medicina para melhor de muit...
07/05/2026

Eu uso tecnologia, eu gosto de tecnologia, e acho que a inteligência artificial vai mudar a medicina para melhor de muitas formas que ainda nem conseguimos enxergar.

Mas existe uma coisa que precisa ser dita com calma.

Um exame, sozinho, é só um retrato de um momento, e ele não conta o que veio antes, não conta o seu sono, o seu ciclo, a sua rotina, a sua história.

Ele não sabe que aquela ferritina dentro do intervalo, em você, com queda de cabelo há seis meses, é um sinal.

Ele não sabe que o seu TSH em 4 não é igual ao TSH em 4 da sua amiga, porque você tem anticorpos elevados e ela não.

Ele não sabe, porque ele não te conhece.

Antes de pedir uma segunda opinião para um algoritmo, vale lembrar que a sua história não cabe em prompt nenhum.

Se você quer uma leitura que considere ela inteira, o link de agendamento está na bio.

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Toda vez que um paciente novo chega ao consultório, eu peço para ele me contar a história dele, não só o sintoma.E quase...
06/05/2026

Toda vez que um paciente novo chega ao consultório, eu peço para ele me contar a história dele, não só o sintoma.

E quase sempre acontece a mesma coisa, ele começa pelo motivo aparente da consulta, e em algum momento aparece a frase que muda tudo, ah, mas isso eu acho que não tem a ver.

E é exatamente ali que tem.

🟣 O corpo não funciona em departamentos.
🟣 O sintoma é só a ponta.
🟣 A causa quase nunca está sozinha.

Porque o que motiva a consulta raramente é o que está no centro do problema, ele é a parte visível de uma cadeia mais antiga, que envolve sono, alimentação, ciclo, inflamação, estresse e histórico.

Vinte minutos cabem para tratar um sintoma, mas não cabem para entender uma pessoa, e tratamento sem entendimento vira tentativa, e tentativa repetida vira a frustração que muitos pacientes já carregam há anos antes de chegar até mim.

Se você sente que tem coisas demais acontecendo no seu corpo ao mesmo tempo, talvez seja hora de uma consulta que comece pela sua história.

O link de agendamento está na bio.

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A frase que eu mais escuto no consultório é uma variação dessa: “eu já tentei de tudo e nada funciona mais comigo”.E qua...
04/05/2026

A frase que eu mais escuto no consultório é uma variação dessa: “eu já tentei de tudo e nada funciona mais comigo”.

E quase sempre, quando eu olho com calma o histórico desses pacientes, não falta esforço, não falta dedicação, falta uma etapa anterior, falta o entendimento do terreno, e terreno é o conjunto de fatores que define como o seu corpo, especificamente o seu, responde ao que entra nele.

Quando uma dieta funciona por um tempo e depois para de funcionar, raramente é a dieta que ficou ruim, é o terreno que mudou e ninguém leu de novo, porque resistência à insulina muda, inflamação muda, status hormonal muda, microbiota muda, e o corpo aos 35 não responde como o corpo aos 25, e o corpo na perimenopausa não responde como o corpo antes dela.

Quando esse terreno é lido com cuidado, a estratégia alimentar deixa de ser palpite e passa a ser decisão clínica, personalizada, sustentável, e o corpo finalmente para de reagir e começa a responder, porque está sendo cuidado a partir da realidade dele, não a partir de um modelo genérico que serviu para outra pessoa.

Salva esse post para reler antes de começar a próxima dieta, e manda para aquela amiga que vive dizendo que já tentou de tudo, porque talvez o que esteja faltando para ela não seja mais uma tentativa, seja uma investigação.

Dra. Karine Koller | Médica
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