Pâmella Lima - Psicóloga

Pâmella Lima - Psicóloga Bem-vindo á página! Espaço dedicado à saúde emocional. Pâmella Lima
Psicóloga e terapeuta sexual

Planejar 2026 não é prever o futuro.É cuidar do caminho.No individual e no “nós”, planejar é abrir conversas que muitas ...
26/12/2025

Planejar 2026 não é prever o futuro.
É cuidar do caminho.

No individual e no “nós”, planejar é abrir conversas que muitas vezes ficam adiadas:
• sobre o que sustenta o vínculo
• sobre o que pesa
• sobre o que precisa de ajuste, pausa ou fôlego

Fazer planos juntos não é controle — é direção compartilhada.
É alinhar expectativas, revisar acordos, reconhecer gestos de cuidado e estabelecer limites que protegem a relação e as individualidades.

Acordos são vivos.
Limites não afastam: organizam.
Gratidão não apaga conflitos, mas ilumina o que ainda faz sentido permanecer.

Que 2026 possa ser construído com mais presença do que promessa.
Com mais escuta do que cobrança.
Com espaço para o “eu” existir sem que o “nós” se perca.

E você:
o que quer planejar para si — e para suas relações — no próximo ano?

Cão-Terapeuta passando por aqui para dar um recadinho:Pausa para recarregar. O ano de 2025 foi intenso e transformador. ...
24/12/2025

Cão-Terapeuta passando por aqui para dar um recadinho:

Pausa para recarregar.

O ano de 2025 foi intenso e transformador. Agora, é o momento de praticar o que tanto falamos em sessão: o autocuidado e o respeito pelo nosso tempo de descanso.

📅 Aviso de Recesso:
Estarei ausente a partir de 23/12/25 e retorno aos atendimentos no dia 12/01/2026.

Agradeço a cada paciente que dividiu sua história comigo este ano. O vínculo que construímos é o que dá sentido à minha profissão.

Desejo a todos um ótimo Natal e um 2026 perfeito! Que o novo ano venha com a certeza de que priorizar a sua saúde mental é o maior presente que você pode se dar.
Nos vemos em breve!

Boas festas! ❤️

BemEstar2026

Muitos conflitos na vida sexual dos casais não nascem da falta de desejo, mas da falta de compreensão sobre como o desej...
22/12/2025

Muitos conflitos na vida sexual dos casais não nascem da falta de desejo, mas da falta de compreensão sobre como o desejo funciona em cada corpo.

Desejo não é obrigação.
Não é desempenho.
Não é prova de amor.

Falar sobre isso é cuidado.
Explicar sem culpar é libertador.


O desejo não morre.Ele se esconde quando a vida vira função, quando o cotidiano pesa mais do que o encontro.O erotismo r...
18/12/2025

O desejo não morre.
Ele se esconde quando a vida vira função, quando o cotidiano pesa mais do que o encontro.

O erotismo responde ao contexto.
Ambientes rígidos, excesso de rotina, cansaço emocional e falta de espaço sufocam o desejo — não porque ele falhou, mas porque perdeu ar.

Como nos lembra Esther Perel, o desejo nasce no espaço entre duas pessoas.
Intimidade é proximidade.
Desejo é proximidade com respiração.

Quando tudo vira previsível, quando o casal se funde sem espaço individual, quando só restam conversas práticas e mágoas não reparadas, o eros adormece.
Mas ele não se foi.
Está esperando curiosidade, presença, brincadeira e um pouco menos de medo.

Talvez a pergunta não seja
“o que está errado com o desejo?”
mas,
“o que o cotidiano tem feito com ele?”

Se esse texto ressoou com o que você está vivendo, saiba que a Terapia Sexual é um espaço seguro e livre de julgamentos para trabalharmos isso. Vamos conversar?
O link para agendamento está na minha Bio.

15 de dezembro — Dia do Sexólogo Hoje é dia de celebrar quem cuida da sexualidade com sensibilidade, ciência e ética.Ser...
16/12/2025

15 de dezembro — Dia do Sexólogo

Hoje é dia de celebrar quem cuida da sexualidade com sensibilidade, ciência e ética.

Ser sexóloga vai muito além de “falar sobre s**o”.
É escutar histórias marcadas por tabus, vergonha, medo e silêncios;
é acolher o desejo e a dor com equidade;
é acompanhar processos de autocuidado e autoconhecimento;
e é promover uma sexualidade mais saudável, consensual e integrada à vida emocional e relacional de cada pessoa.

A sexualidade humana é ampla, plural e complexa — e merece um olhar clínico que respeite diferenças, desconstrua mitos e amplie possibilidades de viver prazer com responsabilidade. 

Sou sexóloga e me dedico a isso:
- descomplicar o que foi feito tabu,
- legitimar experiências singulares,
- colocar consciência onde havia silêncio.

Hoje eu convido você a olhar para a sua própria sexualidade com curiosidade e gentileza.

Feliz Dia do Sexólogo(a)!

**ologia **osemtabu

Dezembro Vermelho é sobre informação, prevenção e cuidado.PrEP e PEP são estratégias eficazes de prevenção ao HIV, dispo...
14/12/2025

Dezembro Vermelho é sobre informação, prevenção e cuidado.
PrEP e PEP são estratégias eficazes de prevenção ao HIV, disponíveis gratuitamente pelo SUS, mas ainda atravessadas por muito estigma.

Quando o cuidado é confundido com imprudência, o que se produz é silêncio, medo e afastamento da saúde.
Usar PrEP ou PEP não fala sobre moral — fala sobre acesso à informação, autonomia e responsabilidade com o próprio corpo e com o outro.

Combater o estigma também é uma forma de prevenção.

Quando a escuta se amplia, o cuidado chega.
Informação protege.
Prevenção acolhe. ❤️

Um agradecimento especial aos mais novos superfãs! 💎Efigenia SilvaDeixe um comentário para dar a eles as boas-vindas à n...
10/12/2025

Um agradecimento especial aos mais novos superfãs! 💎

Efigenia Silva

Deixe um comentário para dar a eles as boas-vindas à nossa comunidade,

Quando falamos em amor romântico, não estamos falando apenas de sentimentos, mas de um modelo cultural que organiza expe...
10/12/2025

Quando falamos em amor romântico, não estamos falando apenas de sentimentos, mas de um modelo cultural que organiza expectativas, limita possibilidades e define o que “deveria” ser um vínculo. Por muito tempo, essa narrativa foi tratada como natural, universal e inevitável — e é justamente isso que começa a ruir.

O movimento que vemos hoje não é um ataque ao amor, mas ao formato engessado que o acompanhou por décadas. As pessoas estão percebendo que o roteiro tradicional cobra demais de um único vínculo, centraliza excessivamente a vida na relação e muitas vezes produz silêncio, sacrifício e frustração.

É nesse espaço de desconforto que surgem novas perguntas:
Como amar sem desaparecer de si?
Como construir vínculos que não dependam de idealização?
Como cultivar intimidade sem aprisionamento?

No campo clínico, isso abre uma demanda essencial: deixar de ver alternativas ao amor romântico como desvio ou risco. Acolher pluralidades afetivas é reconhecer que o sofrimento muitas vezes nasce mais do modelo imposto do que do desejo singular de cada pessoa.

Questionar o amor romântico não destrói o amor.
Amplia. Respira. Cria espaço para autonomia, nuances e novas formas de estar com o outro.

Aftercare é o lembrete de que o s**o não termina no orgasmo — termina quando o corpo se sente novamente seguro.É o cuida...
09/12/2025

Aftercare é o lembrete de que o s**o não termina no orgasmo — termina quando o corpo se sente novamente seguro.
É o cuidado que acontece no depois: quando a intensidade baixa, a vulnerabilidade aparece e o vínculo pode, enfim, respirar.

Na clínica, vejo o quanto esse momento muda tudo: diminui a ansiedade sexual, aprofunda a intimidade, reorganiza tensões e aquece o vínculo.
Porque depois de se abrir, o corpo precisa ser acolhido.

Aftercare não é “excesso”, não é “drama” e não é “frescura”.
É presença.
É reparação.
É vínculo.

E quando existe, o depois do prazer deixa de ser um vazio — e se torna encontro.

**ologia

Por que não uma retrospectiva no estilo Spotify, porém sexual?2025 deixou claro que a intimidade também merecia um “Wrap...
04/12/2025

Por que não uma retrospectiva no estilo Spotify, porém sexual?

2025 deixou claro que a intimidade também merecia um “Wrapped”: aqueles momentos quase sensuais interrompidos pela vida adulta, as conversas que finalmente afinaram o clima, os dias em que o desejo sumiu do ranking e os dias em que voltou como um hit inesperado.

No fundo, as relações viveram o mesmo padrão das playlists: quando há cuidado, comunicação e espaço para experimentar, a sexualidade encontra um ritmo próprio — e rende um álbum muito mais interessante do que qualquer roteiro pronto.

Quando olhamos para os números, o que eles contam sobre nós?O IBGE (2023) mostra que 81 milhões de pessoas no Brasil est...
03/12/2025

Quando olhamos para os números, o que eles contam sobre nós?
O IBGE (2023) mostra que 81 milhões de pessoas no Brasil estão solteiras, enquanto 63 milhões estão casadas.
Um dado que, mais do que estatística, revela transformações silenciosas na forma como nos relacionamos.

Esse movimento tem sido chamado de agamia — do grego a (sem) + gamos (união ou casamento).
Mas, talvez, antes de ser um conceito, seja um convite a pensar:

- O que significa desejar — ou não desejar — um relacionamento hoje?
- Quais projetos de vida deixamos de viver quando estamos tentando caber em roteiros que não são nossos?
- Por que ainda associamos estar solteira(o) a falta, fracasso ou imaturidade?
- O que muda quando pensamos o amor para além do par, da fusão e dos modelos prontos?

A agamia não é ausência de afeto.
É outra forma de construir presença, autonomia e intimidade com o mundo.
É reconhecer que um vínculo não precisa, necessariamente, seguir a lógica do casal para ser profundo, ético e significativo.

Num país onde tantos escolhem não casar e, muitas vezes, não ter filhos, talvez a pergunta seja:
estamos abrindo espaço para vidas que não seguem o roteiro romântico tradicional?

Ou ainda:
o que podemos aprender sobre liberdade, cuidado e autenticidade quando olhamos para quem decide caminhar fora da rota esperada?

Talvez o aumento de pessoas solteiras não fale de solidão, mas de novas possibilidades de existir, amar e relacionar-se consigo e com o outro, sem precisar caber no mesmo molde de sempre.

6/9 Hoje é o Dia do Sex0Uma data que, para além da curiosidade e do tabu que muitas vezes a cercam, pode ser um convite ...
06/09/2025

6/9 Hoje é o Dia do Sex0

Uma data que, para além da curiosidade e do tabu que muitas vezes a cercam, pode ser um convite ao autoconhecimento.

Sex0 não é apenas uma prática física: é também sobre presença, cuidado e a forma como nos conectamos com nossos desejos e limites. É um espaço em que podemos explorar o corpo, a intimidade e a comunicação — seja a dois, a três ou consigo mesma(o).

Falar de sex0 também é falar de saúde, de prazer, de respeito e de liberdade. É lembrar que não existe um jeito único ou ideal de viver a sexualidade, mas sim caminhos possíveis, que se constroem com consentimento, escuta e afeto.

Que este dia nos inspire a olhar para a nossa sexu.alldade com menos culpa e mais curiosidade, com menos cobrança e mais liberdade. Porque viver o s**o de forma saudável é também viver a vida com mais autenticidade. 💚

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