Federação Nacional dos Farmacêuticos

Federação Nacional dos Farmacêuticos Olá! Aqui é um ponto de encontro com você, farmacêutico. Nós atuamos na valorização, inovaç?
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A Fenafar é uma federação que atua na defesa da categoria farmacêutico. Ao longo de nossa história, travamos batalhas importantes para valorizar o profissional, como a aprovação do projeto "farmácia, estabelecimento de saúde". Se você é farmacêutico, esteja conectado a Fenafar através de nossos sindicatos filiados por todo Brasil. Sindicatos filiados:

Sindicato dos Farmacêuticos/AC

Sindicato do

s Farmacêuticos/AL

Sindicato dos Farmacêuticos/AP

Sindicato dos Farmacêuticos/AM

Sindicato dos Farmacêuticos/BA

Sindicato dos Farmacêuticos/CE

Sindicato dos Farmacêuticos/ES

Sindicato dos Farmacêuticos/GO

Sindicato dos Farmacêuticos/MA

Sindicato dos Farmacêuticos/MT

Sindicato dos Farmacêuticos/MG

Sindicato dos Farmacêuticos/PA

Sindicato dos Farmacêuticos/PB

Sindicato dos Farmacêuticos/PR

Sindicato dos Farmacêuticos/PE

Sindicato dos Farmacêuticos/PI

Sindicato dos Farmacêuticos/RJ

Sindicato dos Farmacêuticos/RR

Sindicato dos Farmacêuticos/RN

Sindicato dos Farmacêuticos/RS

Sindicato dos Farmacêuticos/SC

Sindicato dos Farmacêuticos/SP

Sindicato dos Farmacêuticos/SE

05/05/2026

No Dia do Uso Racional de Medicamentos, farmacêuticos e farmacêuticas de todos os estados invadiram a Câmara dos Deputados, durante Audiência Pública, para exigir a aprovação do Piso Nacional da categoria.

Durante a sua fala, o presidente da Fenafar, Fábio Basílio, apresentou dados que demonstram que existe viabilidade econômica para pagar o piso que vai trazer dignidade para os profissionais que sustentam o setor.

05/05/2026

Piso Salarial ganha força na Câmara: Fenafar destaca viabilidade durante audiência pública

Durante a audiência pública na Comissão de Finanças e Tributação (CFT), que discutiu o Piso Salarial Nacional dos Farmacêutico(a)s, o presidente da Fenafar, Fábio Basílio, apresentou argumentos firmes que reforçam a viabilidade econômica do projeto e a urgência da valorização da categoria.

A fala destacou que os dados apresentados ao longo do debate desmontam a principal resistência ao projeto: o suposto impacto financeiro. Segundo ele, informações do próprio Ministério da Saúde indicam que parte significativa dos estados já paga valores próximos ou superiores ao piso, enquanto o impacto para os municípios é baixo e plenamente absorvível.

🗣️ “Está demonstrado que o piso é factível, que o piso é possível. O impacto é residual e não vai pressionar o orçamento dos gestores”, afirmou.

Outro ponto central foi o enfrentamento de argumentos utilizados por setores do mercado. Basílio ressaltou que dificuldades pontuais de estabelecimentos não podem ser usadas para justificar a manutenção de baixos salários, destacando que o problema não é o piso, mas distorções estruturais do próprio mercado farmacêutico.

🗣️ “Não podemos permitir que a competitividade do setor seja sustentada à custa do salário do farmacêutico”, pontuou.

O presidente da Fenafar também reforçou o papel essencial desses profissionais na sustentação do próprio funcionamento das farmácias e no cuidado em saúde, defendendo que o piso representa dignidade, reconhecimento e fortalecimento do sistema de saúde.

🗣️ “O piso vai trazer dignidade para um profissional fundamental, ainda subutilizado, mas com enorme potencial de contribuição para a saúde pública.”

A audiência consolidou um avanço importante no debate, com base técnica, dados concretos e mobilização da categoria.

A Fenafar segue acompanhando de perto a tramitação e reforça que a participação dos farmacêuticos continua sendo decisiva para transformar o piso em lei,

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É HOJE!!Audiência Pública sobre o Piso Salarial Nacional dos FarmacêuticosHoje (5/5), às 14h, a Comissão de Finanças e T...
05/05/2026

É HOJE!!

Audiência Pública sobre o Piso Salarial Nacional dos Farmacêuticos

Hoje (5/5), às 14h, a Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados realiza uma audiência pública decisiva para o avanço do PL 1559/2021, que propõe o piso salarial de R$ 6.500 para farmacêuticos e farmacêuticas em todo o país.

Este é um momento estratégico. Realizada no Dia Nacional do Uso Racional de Medicamentos, a audiência reforça o reconhecimento de uma categoria essencial, que está na linha de frente do cuidado, garantindo o uso seguro de medicamentos e contribuindo diretamente para a saúde da população, funções que exigem valorização, reconhecimento e condições dignas de trabalho.

Mas nenhum avanço acontece sem pressão.

📢 É a nossa participação que move o projeto.
👉 Acompanhe a audiência
👉 Mobilize seus colegas
👉 Pressione parlamentares nas redes
👉 Mostre que os farmacêuticos estão atentos e organizados

🗣 O Piso não é promessa, é conquista. E depende da nossa mobilização hoje.

✊💚 Participe. Pressione. Faça parte dessa luta.

CNS lança Documento Orientador da 18ª Conferência Nacional de SaúdeO Conselho Nacional de Saúde (CNS) lançou nesta quart...
19/03/2026

CNS lança Documento Orientador da 18ª Conferência Nacional de Saúde

O Conselho Nacional de Saúde (CNS) lançou nesta quarta-feira (11) o Documento Orientador da 18ª Conferência Nacional de Saúde (18ª CNS) , que vai servir de base para os debates e deliberações em todo o país.

A apresentação aconteceu durante a 376ª Reunião Ordinária do CNS, em Brasília, e marca mais um passo no processo de mobilização nacional para a conferência, considerada um dos maiores e mais democráticos espaços de participação social em defesa da saúde pública no Brasil.

A etapa municipal começa em 16 de março e segue até 4 de julho, mobilizando conselhos de saúde, gestores, trabalhadores e usuários do SUS nos 5.570 municípios brasileiros.

Também foram apresentados informes sobre a divulgação da logomarca oficial, alinhada ao tema central do processo. O regimento da 18ª Conferência Nacional de Saúde será divulgado após publicação da resolução.

A conferência é um momento fundamental para fortalecer a participação social e construir coletivamente propostas para o SUS.

Visite a página da 18º CNS no site do CNS: https://www.gov.br/conselho-nacional-de-saude

Fonte: CNS

O Ministério do Trabalho e Emprego publicou, em 13 de março de 2026, despacho com a suspensão do registro sindical da FE...
19/03/2026

O Ministério do Trabalho e Emprego publicou, em 13 de março de 2026, despacho com a suspensão do registro sindical da FEIFAR – Federação Interestadual dos Farmacêuticos.

A decisão foi tomada pelo Diretor do Departamento de Relações do Trabalho com base na Análise Técnica nº 4625 e no que determina a legislação sindical brasileira.

De acordo com o despacho, a entidade deixou de cumprir um requisito fundamental previsto no artigo 534 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT): o número mínimo de cinco sindicatos filiados para a constituição e manutenção de uma federação sindical. Mesmo após notificação do Ministério para regularizar a situação, a federação permaneceu sem atender à exigência legal, o que levou à suspensão do registro.

A decisão reafirma um princípio histórico da organização sindical brasileira: a unicidade sindical, que busca evitar a fragmentação da representação dos trabalhadores e fortalecer a capacidade de organização coletiva.

No caso da categoria farmacêutica, o despacho tem grande relevância porque reforça a unidade nacional da representação dos profissionais. Hoje, a entidade que reúne e articula os sindicatos de farmacêuticos e farmacêuticas em todo o país é a nossa Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), reconhecida por sua trajetória de defesa dos direitos da categoria, da valorização profissional e do fortalecimento da saúde pública.

Ao longo de décadas, a Fenafar tem desempenhado papel central na organização sindical dos farmacêuticos, na articulação nacional das lutas da categoria e na defesa de políticas públicas que garantam assistência farmacêutica de qualidade para a população.

A suspensão do registro da Feifar, portanto, reafirma a importância de uma representação sindical sólida, legítima e com base real nos sindicatos da categoria. Em um momento em que os farmacêuticos e farmacêuticas enfrentam desafios relacionados às condições de trabalho, valorização profissional e defesa do SUS, fortalecer a unidade da organização sindical é fundamental para avançar nas conquistas da profissão.

O presidente da Fenafar, Fábio Basílio, participou nesta quarta-feira (18) de uma reunião com o deputado federal Ismael ...
19/03/2026

O presidente da Fenafar, Fábio Basílio, participou nesta quarta-feira (18) de uma reunião com o deputado federal Ismael Alexandrino, relator do PL 5.478/2025, que propõe a criação da Política Nacional de Diagnóstico Laboratorial no Brasil.

Durante o encontro, o parlamentar manifestou posição favorável ao projeto e informou que deve apresentar um relatório com sugestões, dialogadas com as do setor.

Para a Fenafar, a medida representa uma oportunidade estratégica para garantir o reconhecimento do papel dos farmacêuticos no diagnóstico laboratorial, assegurar condições adequadas de trabalho e consolidar diretrizes que combatam a precarização no setor.

De acordo com o presidente da Fenafar, "a entidade também defende que a política nacional esteja alinhada com os princípios do SUS, priorizando o acesso universal, a qualidade dos serviços e a valorização dos profissionais de saúde."

Além da Fenafar, a reunião contou com a presença de representantes de diferentes áreas das análises clínicas, incluindo a SBAC, o CFF, a Abramed SBPC-ML, CBDL e o Conselho Federal de Biomedicina, além de outras lideranças.

O debate sobre o fim da escala 6x1 e a redução da jornada de trabalho ganhou força no Brasil e está em discussão no Cong...
10/03/2026

O debate sobre o fim da escala 6x1 e a redução da jornada de trabalho ganhou força no Brasil e está em discussão no Congresso Nacional. Os dados mostram que essa mudança não é apenas possível, mas necessária.

Estudo coordenado por pesquisadores da Unicamp aponta que reduzir a jornada pode gerar até 4,5 milhões de empregos e aumentar a produtividade do país. Experiências já aplicadas demonstram que jornadas menores podem trazer ganhos para trabalhadores, empresas e para a economia.

Ao mesmo tempo, a realidade do mundo do trabalho revela jornadas excessivas e impactos diretos na saúde dos trabalhadores.

Hoje, mais de 76% das pessoas ocupadas no Brasil trabalham mais de 40 horas por semana, e apenas em 2024 foram registrados 500 mil afastamentos por doenças psicossociais relacionadas ao trabalho.

É nesse contexto que avançam no Congresso Nacional a PEC 8/25, que prevê o fim da escala 6x1 e a PEC 221/19 que abre caminho para a redução da jornada de trabalho no Brasi sem redução de saláriosl. As duas proposições estão apensada.

Para os farmacêuticos, e para milhões de trabalhadores, essa discussão significa mais tempo de vida, mais saúde e mais dignidade.

A conquista de novos direitos nunca acontece sem mobilização. Por isso, é fundamental que sindicatos, entidades representativas e a sociedade se somem a essa luta.

Você é a favor do fim da escala 6x1? Participe! Vote na enquete no site da câmara (link na BIO no link da Instagram) e divulgue essa mobilização

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados realiza nesta terça-feira (10), às 14h, uma ...
09/03/2026

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados realiza nesta terça-feira (10), às 14h, uma audiência pública para discutir o fim da escala 6x1 e a redução da jornada de trabalho no Brasil. O debate contará com a participação do ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho.

Estarão em debate a PEC 8/2025, da deputada Erika Hilton (PSOL/SP), que prevê o fim da escala 6x1, e a PEC 221/2019, do deputado do Deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) que busca reduzir a jornada semanal para 36 horas, sem redução de salário. As duas proposta foram apensadas.

A iniciativa responde a um debate histórico no país sobre melhores condições de trabalho, equilíbrio entre vida profissional e pessoal e enfrentamento do adoecimento provocado por jornadas prolongadas.

Para o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a proposta é prioridade na agenda trabalhista. A expectativa é que o tema avance no Congresso nos próximos meses, com possibilidade de votação no plenário da Câmara até maio de 2026.

O debate ganha força diante do crescente apoio social à redução da jornada e à superação da escala 6x1, considerada por muitos trabalhadores um modelo ultrapassado e incompatível com melhores condições de vida e saúde.

A Fenafar vem a público refutar informações distorcidas publicadas pelo site Panorama Farmacêutico. A matéria apresenta ...
07/03/2026

A Fenafar vem a público refutar informações distorcidas publicadas pelo site Panorama Farmacêutico. A matéria apresenta uma visão unilateral do debate sobre a redução da jornada de trabalho, ouvindo exclusivamente representantes patronais, executivos de redes e consultorias empresariais. Não há contraponto de entidades representativas dos trabalhadores ou de pesquisadores independentes.

Ainda mais grave é a afirmação de que o site teria procurado a Fenafar, o Sinfar-SP e o Sinfarmig e não obteve retorno. Trata-se de uma mentira. Contestamos a informação e exigimos retratação, pois não recebemos solicitação de entrevista como afirmado.

O debate sobre a redução da jornada possui respaldo em pesquisas. Uma nota técnica publicada pelo IPEA demonstra que a redução da jornada para 40 horas semanais teria impacto inferior a 1% no custo operacional total em setores com grande geração de empregos, como comércio e indústria.

Pesquisas acadêmicas apontam ainda efeitos positivos da redução da jornada. Levantamento do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (Cesit/Unicamp), indica que a redução de 44 para 36 horas semanais pode gerar até 4,5 milhões de empregos no país e elevar a produtividade em cerca de 4%.

Os argumentos alarmistas apresentados por representantes patronais repetem uma lógica histórica. Os mesmos discursos foram utilizados no passado para tentar impedir conquistas, como férias remuneradas, 13º salário e a própria redução da jornada para 44 horas semanais.

A redução da jornada de trabalho é uma discussão civilizatória, alinhada às transformações tecnológicas e às mudanças no mundo do trabalho. O objetivo é garantir melhor qualidade de vida, mais equilíbrio entre trabalho e vida pessoal, redução do adoecimento e geração de empregos, sem prejuízo à atividade econômica.

Nosso compromisso é com um debate público qualificado, baseado em dados e evidências, e não em opiniões interessadas de executivos do setor.

Por respeito ao direito à informação e ao equilíbrio jornalístico, a Federação exige que o Panorama Farmacêutico publique retratação e assegure espaço para a posição das entidades representativas dos trabalhadores farmacêuticos.

O 8 de Março é um dia de luta, memória e organização coletiva. O Dia Internacional da Mulher nasce das mobilizações das ...
06/03/2026

O 8 de Março é um dia de luta, memória e organização coletiva. O Dia Internacional da Mulher nasce das mobilizações das trabalhadoras por direitos, dignidade e igualdade, nunca foi uma concessão, sempre foi conquista.

No mundo do trabalho, onde as mulheres são maioria em diversas categorias, as desigualdades persistem. Assédio moral e sexual, violência institucional, jornadas exaustivas, acúmulo de funções e desvalorização salarial fazem parte da realidade de milhões de trabalhadoras, e também das farmacêuticas. A violência contra a mulher também se expressa no ambiente de trabalho e precisa ser enfrentada com medidas concretas.

Por isso, a ratificação da Convenção 190 da Organização Internacional do Trabalho é uma pauta estratégica. A norma reconhece a violência e o assédio no trabalho como violações de direitos humanos e estabelece a responsabilidade dos Estados em preveni-los e combatê-los. O Brasil ainda não ratificou esse instrumento internacional. Ratificar a C190 é garantir proteção real às trabalhadoras.

Defendemos o fim da escala 6x1, com redução da jornada sem redução de salários. Não é possível falar em saúde, cuidado e qualidade de vida impondo rotinas que adoecem quem cuida. A luta por jornadas mais humanas é parte da defesa da vida das mulheres.

Defendemos também a instituição de um piso salarial nacional digno para farmacêuticas e farmacêuticos. A ausência de um piso nacional aprofunda desigualdades regionais e impacta especialmente as mulheres, que historicamente recebem menos e enfrentam maior precarização. Valorizar o trabalho farmacêutico é garantir remuneração justa em todo o país.

Essas bandeiras foram reafirmadas no 11º Congresso da Fenafar e integram o planejamento de 2026. Essas proposições só avançam em um ambiente democrático. Sem democracia, não há direitos; sem organização coletiva, não há conquistas. Nós, mulheres da Fenafar, sabemos que a nossa luta é central para a construção de um Brasil soberano, justo e com trabalho digno. Seguimos!

A Fenafar e o Sinfar/SP manifestam profundo pesar e revolta diante da morte de mais uma farmacêutica em seu local de tra...
28/02/2026

A Fenafar e o Sinfar/SP manifestam profundo pesar e revolta diante da morte de mais uma farmacêutica em seu local de trabalho, vítima da violência que atinge as redes de farmácia do Estado de São Paulo.

A trabalhadora da Drogaria São Paulo foi morta numa troca de tiros durante um assalto. Criminosos invadiram a farmácia na madrugada deste sábado (28), fizeram funcionários e clientes reféns para roubar medicamentos de alto custo. Durante a ação, houve confronto armado e a farmacêutica foi atingida, morrendo no local.

Fenafar e Sindicato já denunciaram, já cobraram providências. Há anos alertamos que a comercialização de medicamentos de alto custo em drogarias, sem protocolos rígidos de segurança, tem atraído a ação de quadrilhas, colocado trabalhadores e usuários em risco permanente. Ainda assim, as grandes redes de farmácias seguem ignorando medidas efetivas de proteção.

Também é inadmissível que a segurança pública se mostre incapaz de coibir esse tipo de crime, que vem se repetindo com crescente gravidade. Profissiojnais farmacêuticos e demais trabalhadores não podem continuar submetidos à negligência das empresas e à ineficiência do poder público.

A Fenafar e o Sinfar/SP exigem providências imediatas das redes farmacêuticas e do governo estadual: implantação de protocolos rígidos de segurança, revisão da política de comercialização de medicamentos de alto custo nas lojas de rua, investimentos concretos em proteção aos trabalhadores e reforço efetivo da segurança pública.

Nenhum medicamento vale uma vida. Nenhuma meta de lucro pode se sobrepor à segurança e à vida de quem trabalha.

À família, amigos e colegas da trabalhadora, nossa solidariedade e compromisso de luta.

Endereço

Rua Barão De Itapetininga, 255 Cj 302
São Paulo, SP
01042001

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 14:00 - 19:00
Terça-feira 14:00 - 19:00
Quarta-feira 14:00 - 19:00
Quinta-feira 14:00 - 19:00
Sexta-feira 14:00 - 19:00

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