Instituto Camila Ghezzani

Instituto Camila Ghezzani O Instituto é um espaço de muito acolhimento.

Fazemos do Centro de psicologia infantil um ambiente acolhedor e seguro para todos que precisam de nossos cuidados.

27/02/2026

Brinquedos estimulam a imaginação, desenvolvem habilidades motoras e podem, sim, contribuir para o aprendizado. Mas nenhum objeto substitui a presença emocional de um adulto disponível.

Quando falamos em desenvolvimento infantil, não estamos falando apenas de estímulos externos, e sim, falando de vínculo, apego seguro e construção de memória afetiva. É na interação diária, nas conversas simples, no olhar atento e no tempo de qualidade que a criança estrutura sua base emocional.
Brinquedos distraem. Pais constroem memórias.

A neurociência já demonstra que experiências relacionais positivas fortalecem conexões neurais ligadas à segurança, autoestima e regulação emocional.

Ou seja: presença não é detalhe, é fundamento.

Antes de oferecer mais um presente, vale a reflexão: quanto do seu tempo tem sido verdadeiramente disponível?
Porque no futuro, o que permanece não é o brinquedo da moda, é a sensação de ter sido visto, ouvido e amado.

Desenvolvimento infantil • vínculo afetivo • apego seguro • presença parental • educação emocional • tempo de qualidade • primeira infância • parentalidade consciente • Instituto Camila Ghezzani

27/02/2026

desenvolvimento infantil não acontece apenas quando a criança aprende letras, números ou regras…
nem somente quando ela br**ca, imagina e cria histórias.

Ele acontece no equilíbrio.

O hemisfério lógico ajuda a organizar, compreender, sequenciar e resolver problemas.
O hemisfério criativo permite imaginar, interpretar emoções, adaptar-se e se expressar.

Quando oferecemos experiências variadas — br**car, conversar, questionar, desenhar, contar histórias, explorar e participar das decisões — fortalecemos conexões cerebrais que acompanham a criança por toda a vida.

Educar não é escolher um lado.
É integrar razão e emoção para formar autonomia, segurança e capacidade de lidar com o mundo real.

A criança que aprende a pensar e sentir cresce mais preparada para viver.

26/02/2026

Você sabia que estimular os dois hemisférios cerebrais de forma integrada potencializa significativamente o aprendizado?
Enquanto o hemisfério esquerdo está mais relacionado à lógica, linguagem, análise e sequenciamento, o hemisfério direito atua com criatividade, percepção espacial, imaginação, emoções e visão global. Quando propomos atividades que conectam esses dois lados, promovemos novas conexões neurais, fortalecemos a neuroplasticidade e ampliamos a capacidade cognitiva da criança.

Compreender o funcionamento do cérebro é o primeiro passo para transformar a educação. Estratégias pedagógicas baseadas em evidências neurocientíficas tornam o processo de aprendizagem mais eficiente, significativo e duradouro.

Atividades que envolvem coordenação motora bilateral, desafios cognitivos, resolução de problemas, expressão artística e estímulos sensoriais não são apenas “br**cadeiras”, são ferramentas poderosas de desenvolvimento cerebral.

Educar com consciência é respeitar o funcionamento do cérebro e utilizar isso a favor do aprendizado.

Palavras-chave
Desenvolvimento cognitivo • neuroeducação • integração hemisférica • neuroplasticidade • aprendizagem significativa • estimulação cerebral • coordenação motora • educação baseada em evidências • desenvolvimento infantil • Instituto Camila Ghezzani

Toda criança quer crescer, mas só consegue quando sente que pode tentar sem perder o apoio.Fazer pela criança resolve o ...
25/02/2026

Toda criança quer crescer, mas só consegue quando sente que pode tentar sem perder o apoio.
Fazer pela criança resolve o momento.
Ensinar a criança resolve a vida.

Errar faz parte do processo, demorar também.
Quando o adulto orienta, espera, incentiva e não toma o lugar dela, a criança aprende competência e não só obediência.

Ser autônomo não nasce do “se vira”, nasce do “eu estou aqui enquanto você aprende”.

Educar é preparar para a ausência sem abandonar na presença. 💛

25/02/2026

Autonomia não é ausência de pais.
É a presença bem ensinada que continua existindo mesmo quando você não está ali.

Ensinar a criança a fazer sozinha não significa largar, significa acompanhar até que ela consiga.
Amarrar o próprio tênis, organizar o material, resolver pequenos conflitos, tentar antes de pedir… tudo isso constrói segurança interna.

A função do adulto não é substituir a criança, nem antecipar todas as dificuldades.
É orientar, demonstrar, repetir e depois permitir que ela experimente.

Porque um dia você não estará ao lado…
e será o seu exemplo que vai orientar as escolhas dela.

A verdadeira independência nasce do vínculo seguro. 💛

Hoje, muitos perigos não têm rosto, não fazem barulho e não passam pelo portão…eles entram silenciosamente pela tela.A c...
24/02/2026

Hoje, muitos perigos não têm rosto, não fazem barulho e não passam pelo portão…
eles entram silenciosamente pela tela.

A criança ainda não possui maturidade cognitiva para interpretar ironia, manipulação, mentira ou segundas intenções.
Ela entende o mundo de forma literal — se alguém conversa, ela acredita.
Se aparece várias vezes, ela normaliza.
Se diverte, ela confia.

Por isso o risco não está apenas no conteúdo explícito.
Está no contato, na repetição e na construção de referência.

A internet não é perigosa por existir.
Ela se torna perigosa quando substitui o olhar do adulto.

Supervisão não é vigilância exagerada.
É mediação, explicação e presença ativa.

A mesma criança que você segura para atravessar a rua…
precisa da sua mão também no ambiente digital.

💛 Segurança emocional também se aprende.

salve para lembrar • compartilhe com outros pais • converse sobre isso hoje em casa

📵 A maior ilusão da tecnologia é parecer segura porque está dentro de casa.Hoje, muitos perigos não têm rosto, não fazem...
24/02/2026

📵 A maior ilusão da tecnologia é parecer segura porque está dentro de casa.

Hoje, muitos perigos não têm rosto, não fazem barulho e não passam pelo portão…
eles entram silenciosamente pela tela.

A criança ainda não possui maturidade cognitiva para interpretar ironia, manipulação, mentira ou segundas intenções.
Ela entende o mundo de forma literal — se alguém conversa, ela acredita.
Se aparece várias vezes, ela normaliza.
Se diverte, ela confia.

Por isso o risco não está apenas no conteúdo explícito.
Está no contato, na repetição e na construção de referência.

A internet não é perigosa por existir.
Ela se torna perigosa quando substitui o olhar do adulto.

Supervisão não é vigilância exagerada.
É mediação, explicação e presença ativa.

A mesma criança que você segura para atravessar a rua…
precisa da sua mão também no ambiente digital.

💛 Segurança emocional também se aprende.

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A desatenção nem sempre está relacionada à falta de interesse, motivação ou limites. Em muitos casos, estamos falando de...
23/02/2026

A desatenção nem sempre está relacionada à falta de interesse, motivação ou limites. Em muitos casos, estamos falando de diferenças no processamento neurocognitivo — especialmente nas funções executivas, como atenção sustentada, controle inibitório, memória de trabalho e autorregulação.
Crianças com perfis neurodivergentes, como no TDAH ou em outros quadros do neurodesenvolvimento, podem apresentar variações na forma como filtram estímulos, organizam prioridades e mantêm foco em tarefas pouco estimulantes. Isso não significa incapacidade. Significa que o cérebro responde melhor a contextos com maior previsibilidade, estímulos adequados, objetivos claros e mediação consistente do adulto.
É fundamental diferenciar: • Desatenção situacional (cansaço, privação de sono, excesso de estímulos);
* Dificuldades emocionais (ansiedade infantil, insegurança, sobrecarga sensorial);
* Alterações persistentes nas funções executivas.
Quando rotulamos como “desinteresse”, perdemos a oportunidade de investigar a causa real. E, sem compreensão, não há intervenção eficaz.

A escuta qualificada, a observação clínica e a parceria entre família, escola e profissionais da saúde são essenciais para oferecer suporte individualizado — respeitando o ritmo, as necessidades e as potencialidades de cada criança.

Antes de concluir que falta vontade, vale perguntar:
Esse cérebro está sendo compreendido ou apenas cobrado?

Palavras-chave:
Psicologia infantil • Neurodesenvolvimento • Neurodivergência • TDAH • Funções executivas • Autorregulação • Atenção infantil • Parentalidade consciente • Avaliação neuropsicológica • Intervenção precoce •

20/02/2026

O KidZania é uma cidade cenográfica 100% planejada para crianças de 4 a 14 anos, onde elas aprendem sobre profissões de forma lúdica e prática. Lá, os pequenos podem “trabalhar” em diversas atividades — como médico, bombeiro, chef, piloto, jornalista, entre muitas outras — desenvolvendo autonomia, responsabilidade, educação financeira e trabalho em equipe.
Enquanto as crianças exploram esse universo interativo, os adultos podem acompanhar ou aguardar nas áreas destinadas aos responsáveis.

📍 Endereço completo:
Shopping Eldorado
Avenida Rebouças, 3970 – Pinheiros
São Paulo – SP – CEP 05402-600

💰 Valores:
Os ingressos variam conforme idade, dia da semana e temporada.
Em média:
* Crianças: a partir de aproximadamente R$ 120 a R$ 240
* Adultos: valor reduzido
* Crianças menores de 4 anos não pagam (conforme política vigente)

⚠️ Importante: Os valores podem sofrer alteração. Sempre consulte o site oficial antes da visita.

⏰ Duração da experiência:
A permanência é por turno (geralmente cerca de 5 horas).

📋 Regras importantes:
* Crianças menores de 8 anos devem estar acompanhadas por um adulto dentro da cidade.
* Crianças a partir de 8 anos podem permanecer desacompanhadas (conforme regras da unidade).
* Não é permitida a entrada com alimentos e bebidas.
* É obrigatório o uso da pulseira de identificação durante toda a permanência.
* Chegue com antecedência para organização da entrada.

✨ É uma experiência educativa que une diversão e aprendizado, perfeita para estimular independência, habilidades sociais e noções de responsabilidade desde cedo.
Instagram OFICIAL:

Se você busca um passeio diferente, seguro e com propósito em São Paulo, vale muito a pena colocar na lista 💛

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TDAH x Autismo: embora possam compartilhar alguns sinais comportamentais, são condições diferentes em sua origem, funcio...
19/02/2026

TDAH x Autismo: embora possam compartilhar alguns sinais comportamentais, são condições diferentes em sua origem, funcionamento neurológico e manifestações clínicas.

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é um transtorno do neurodesenvolvimento caracterizado principalmente por desatenção persistente, impulsividade e/ou hiperatividade. Está relacionado a alterações nos circuitos cerebrais ligados às funções executivas como planejamento, organização, controle inibitório e regulação da atenção. Pessoas com TDAH podem apresentar dificuldade em manter o foco, concluir tarefas, gerenciar o tempo e controlar impulsos, mas, em geral, compreendem regras sociais, mesmo que tenham dificuldade em segui-las de forma consistente.

Já o Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição do neurodesenvolvimento marcada por prejuízos na comunicação social e por padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades. No autismo, observam-se diferenças qualitativas na interação social, na leitura de pistas sociais, na reciprocidade emocional e, em muitos casos, presença de hipersensibilidades sensoriais.

O foco intenso em temas específicos e a necessidade de previsibilidade também são características frequentes.

Embora existam pontos de interseção, como dificuldade de atenção, inquietação ou desafios sociais, a natureza dessas dificuldades é distinta.

No TDAH, a distração costuma ocorrer por busca de estímulos e dificuldade de autorregulação. No autismo, pode estar relacionada a hiperfoco em interesses específicos ou sobrecarga sensorial. Além disso, é possível que ambas as condições coexistam, o que exige avaliação clínica criteriosa e individualizada.

Diagnóstico não é rótulo. É compreensão, direcionamento e estratégia de cuidado.

TDAH • Autismo • TEA • Neurodesenvolvimento • Funções Executivas • Saúde Mental • Avaliação Neuropsicológica • Desenvolvimento Infantil • Psicologia • Intervenção • Instituto Camila Ghezzani

17/02/2026

Crianças com TDAH apresentam necessidades específicas relacionadas à atenção sustentada, autorregulação, impulsividade e organização. O br**car, quando estruturado de forma estratégica, torna-se uma ferramenta terapêutica poderosa para estimular funções executivas, coordenação motora e habilidades socioemocionais.
Confira 5 propostas eficazes:
1️⃣ Caça ao Tesouro com Pistas Sequenciais
Estimula planejamento, memória de trabalho e atenção focada. Utilize instruções curtas e objetivas, aumentando gradualmente o nível de complexidade.
2️⃣ Circuito Motor Funcional
Percursos com obstáculos, equilíbrio e comandos específicos ajudam na autorregulação, gasto energético saudável e melhora da coordenação motora global.
3️⃣ Jogo da Estátua com Comandos Variáveis
Trabalha controle inibitório, escuta ativa e resposta a estímulos auditivos. Excelente para treino de autocontrole de forma dinâmica.
4️⃣ Atividades de Construção (blocos ou encaixes)
Desenvolvem organização espacial, planejamento e persistência em tarefas, fortalecendo habilidades executivas.
5️⃣ Brincadeiras com Tempo Estruturado (cronômetro visual)
Atividades curtas e objetivas favorecem foco e conclusão de tarefas, reduzindo frustração e dispersão.
O br**car não é apenas recreação — é intervenção, desenvolvimento e construção de autonomia quando aplicado com intencionalidade.

No Instituto Multidisciplinar Camila Ghezzani, realizamos avaliações completas e multidisciplinares para identificar o que está por trás das dificuldades e construir o melhor caminho de tratamento.

📍 Freguesia do Ó – São Paulo
📲 Agendamentos no direct ou WhatsApp

TDAH infantil • desenvolvimento infantil • funções executivas • estimulação cognitiva • psicopedagogia • autorregulação • coordenação motora • atenção e foco • intervenção lúdica • neurodesenvolvimento

16/02/2026

A percepção de valor próprio não nasce pronta. Ela é construída, dia após dia, a partir das experiências emocionais que a criança vive com seus adultos de referência.

Quando uma criança escuta repetidamente que “nunca faz direito”, que “é muito difícil”, ou que “o irmão consegue e você não”, ela não entende isso apenas como uma correção de comportamento. Ela começa a organizar uma ideia sobre si mesma. E essa ideia, quando reforçada, pode se transformar em crença: “eu não sou capaz”, “eu sempre erro”, “eu não sou bom o suficiente”.

Na infância, a identidade ainda está em formação. A criança depende do olhar do outro para compreender quem é. Por isso, críticas constantes, comparações e validação condicionada ao desempenho impactam diretamente na construção da autoestima.

Isso não significa ausência de limites. Significa responsabilidade na forma de orientar.
Existe uma diferença importante entre: “Esse comportamento não foi adequado.”
e “Você é impossível.”
O primeiro corrige a atitude. O segundo atinge a identidade.
Fortalecer a autoestima infantil envolve vínculo seguro, validação emocional, previsibilidade e reconhecimento de esforço, não apenas de resultados.

Quando a criança se sente vista, escutada e aceita, ela desenvolve maior segurança interna, tolerância à frustração e confiança para enfrentar desafios.

A maneira como nos relacionamos hoje pode se tornar a forma como ela irá se relacionar consigo mesma no futuro.

Se houver sinais de insegurança persistente, medo intenso de errar ou necessidade constante de aprovação, a avaliação psicológica auxilia na compreensão e no direcionamento adequado.

Desenvolvimento emocional é cuidado preventivo.

autoestima infantil • desenvolvimento emocional • vínculo seguro • parentalidade consciente • validação emocional • psicologia infantil • construção da identidade • segurança emocional

Endereço

R. Jesuíno De Brito, 51/Freguesia Do Ó
São Paulo, SP
02925-140

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