Terapia Holística Viviane Kao

Terapia Holística Viviane Kao Healing through being. Mind, Body & Soul,
Chinese philosophy - German approach. English - Portuguese - Chinese - Spanish

Sessions & workshops

⚛ Viva todo seu potencial ⚛ Seja sua cura ⚛ Elo mente & corpo ⚛

⚛ Live up to your full potential ⚛ Be your cure ⚛ Mind & Body Bonding ⚛

O toque é a forma mais antiga de comunicação, que antecede a própria linguagem. É possível ler toda intenção por meio de...
03/04/2020

O toque é a forma mais antiga de comunicação, que antecede a própria linguagem. É possível ler toda intenção por meio de um simples toque, e impossível escapar da honestidade bruta que acontece no encontro (d)entre corpos. Em tempos de distanciamento, quem sente falta de tocar?

À convite do coletivo de mulheres fantásticas e cheias de propósitos, venho honrar meus 15% de genética coreana participando da Rede Ativa do Sábado. Numa conversa de 1 hora, vou dividir como trabalho com o toque na terapia holística como forma de auto conhecimento e conexão. Ampliar a compreensão do que chamamos genericamente de massagem para entendê-la como um instrumento primordial de comunicação entre dois corpos, cheio de poderes: tanto de cura como de dor.

Espero que saiam desse encontro (re)conectados com toda potência natural com a qual nascemos, mais conscientes da capacidade de comunicação que temos nas nossas mãos e presentes para fazer uso desse poder como forma de cura, começando sempre com nós mesmos.

Sábado, às 16hrs. Gratuito. Inscrições no link da bio

Na minha ida ao mercado ontem, percebi um movimento diferente já nas ruas vazias. Tinha uma fileira de motos paradas em ...
29/03/2020

Na minha ida ao mercado ontem, percebi um movimento diferente já nas ruas vazias. Tinha uma fileira de motos paradas em frente ao mercado, e mais chegando. Ao entrar, era impossível ignorar o aumento significativo de motoboys fazendo compras, cada um olhando listas no celular, com suas mochilas em forma de caixas nas costas, imóveis sem saber para onde se deslocarem primeiro. Como estava em um mercado que não era popular, só imaginava os itens que estariam naquelas listas: pasta de amendoim com açúcar de côco, couve orgânica, Spaghettini no.5 da Barilla, pão com fermentação natural... Naquele momento desejei ser documentarista para registrar aquela situação que me remetia a uma tela azul no computador: deu pau no sistema.

Realizo que aquela não era uma realidade surreal apenas para mim quando anunciam aos berros que o caixa 1 e 2 eram apenas para o “Rappi”. Junto com os velhinhos e os “outros” clientes, nos deslocamos para os caixas 3 e 4 que nos restavam. Era inevitável ouvir naquele momento o quanto a sociedade ainda berrava que existem, sim, vidas que valem mais do que outras. Pessoas que são categorizadas em “elas podem ir ao mercado pois eu nao quero me expor à isso.” Mas é inevitável também entender que para isso existir, é preciso uma outra parte consentir, aceitar o “por esse valor eu vou lá na linha de frente por você.” É um acordo entre quem paga para um outro se expor àquilo que ameaça a sua existência, e a do outro em aceitar o valor para se expor por ele. Não deve ser dificil entender a perpetuação dessa mentalidade pois cada um de nós já nos encontramos nos dois lados: o que nega a viver aquilo pedindo para outro fazê-lo por nós, e o que aceita fazer pelo outro aquilo que cabe ao outro.

No caminho de volta para casa, escuto a TV ligada nas portarias dos prédios, todas sintonizados no que parecia ser o mesmo canal. A voz de um narrador dramático era a mesma, cantando números atrás de nomes de cidades e países. Ao encerrar a minha jornada matinal pelo que parecia ser um conto do Saramago, espero o elevador vendo o porteiro sentado com a cabeça apoiada nas mãos em desânimo, ouvindo a voz do narrador na TV do seu celular dizer: “... e os profissionais da saúde! O que seria da nossa vida sem os médicos e enfermeiros que arriscam a sua vida por nós. Não saiam de casa...”

Ao ouvir essa declaração do narrador da voz dramática ecoar pela cidade, subo o elevador lembrando de uma entrevista de 2017, quando o John Oliver pergunta ao Dalai Lama porque é tão dificil para ele se declarar sobre a auto imolação dos Tibetanos que se queimavam em protesto à opressão do governo chinês. “Porque você não se declara a respeito do assunto?”

“Essa é uma situação muito dificil de se posicionar. Quando escutei isso pela primeira vez, expressei a minha tristeza. Mas se eu condenasse a ação como errada, eu deshonraria a familia daqueles que lutaram. Eles se perguntariam “Porque meu familiar faria algo contra os pedidos do Dalai Lama?” Eu nao quero que isso aconteça. Mas eu também não posso apoiar essa ação, porque do ponto de vista budista, se matar não é bom.

Como a minha decisão é muito dificil, desde então escolhi ficar em silêncio.”

Desenho Fotos Yuri Botelho

A transformação é uma força da natureza. Toda força da natureza atua apenas em uma função: manter a vida. A vida é a lei...
25/03/2020

A transformação é uma força da natureza. Toda força da natureza atua apenas em uma função: manter a vida. A vida é a lei, e a transformação a forma pela qual a vida se expressa.

Em meio ao movimento que é a natureza, o Homem é o único ser que busca a constância. Queremos os “para sempres” e as “certezas”, alimentadas pela necessidade de controle: a grande ilusão criada pela mente de que podemos dominar o mistério que é viver. Dominar nos dá a sensação de superioridade às oscilações externas, de poder em meio ao caos. Está tudo bem quando está tudo sob controle.

Todo ato de controle se baseia na razão, no excesso mental que busca por justificativas e explicações para saciar o vazio temido do não se saber. Fazemos de tudo para fugir do imprevisível, inesperado e oculto que vem com o apenas sentir. Sentir e não entender é assustador. Enquanto éramos frágeis, animais buscando sobreviver, tudo que era novo era uma ameaça à vida, e a emoção que nos regia então era o medo. Mesmo tendo evoluído para além das preocupações primitivas de sobrevivência, deixar de existir segue sendo o nosso maior medo.

Encontramos no acúmulo a nossa forma de controle. No começo, aprendemos a estocar para sobreviver aos invernos rigorosos e às incerteza das caças. Daí em diante aprendemos a guardar tudo aquilo que desejamos: a ouro, as mulheres, as terras. Junto vieram as armas, a tecnologia, o dinheiro, o poder. Hoje acumulamos informações, para ter acesso à tudo que acontece nos quatro cantos do mundo, na vida alheia, nos conhecimentos, na razão. Assim nos tornamos donos da verdade, aqueles que sabem discernir o bom do ruim, o certo do errado, a direita da esquerda, o fracasso do sucesso.

Mas de tempos em tempos, a natureza vem quebrar nossas zonas de comforto para nos lembrar que não existe certezas nem controle, e que o acúmulo é apenas energia estagnada. Energia parada bloqueia o fluxo, e se preciso for chacoalhá-lo para desobstruir, assim será. Pois a lei é a vida, e a vida requer movimento. Estagnação é morte; vida é transformação.

Que na nossa jornada eterna de transformação, estejamos sempre um passo mais próximo de quem viemos ser, honrando a sabedoria da natureza de que ser não é ter.

Eu nunca irei... Quantas promessas fizemos de não repetir algo marcante que vivenciamos em algum momento da vida?“Eu nun...
04/03/2020

Eu nunca irei...

Quantas promessas fizemos de não repetir algo marcante que vivenciamos em algum momento da vida?

“Eu nunca vou [agir assim]”
“Eu nunca vou deixar que [isso aconteça]”
“Eu nunca vou me sentir [desse jeito]”
“Eu nunca vou deixar que me vejam [assim]”

Nos tornamos tão fiéis a nossa própria promessa, que revisitá-las muitas vezes soa à traição. Auto-traição. Mas de tempos em tempos, nos encontramos frente a frente à nossa promessa, sendo convidados a olhar fundo para aquilo que jurávamos não mais termos que reviver, nem reencontrar. Essas são as estagnações que criamos em vida, ao negarmos fluir em determinado sentido. Mas se tivermos coragem de realmente olhar, temos uma oportunidade de aprofundar o autoconhecimento, e de enxergar como a nossa condenação revela mais sobre nós mesmos do que sobre a situação. Quando expandimos nosso olhar para ver novas possibilidades, nos tornamos mais livres pra navegarmos o mundo e suas questões simplesmente conhecendo melhor quem somos.

Assim é a lei da atração, que nos conecta com tudo aquilo que mexe com a nossa essência, seja pelo desejo ou pela re-volta. A revolta cria um padrão de repetição, onde nos encontramos em situações parecidas repetidamente, pelo qual não desejamos, até que ela se torne compreensão, nos permitindo seguir sem estagnar na raiva. Fluir. Gerar movimentos, e infinitas possibilidades. Pois na natureza não há constantes, mas o homem é o único ser que busca os “para sempre” e os “nuncas”.

Estamos entrando no último semestre da primeira década deste século. Neste momento de encerramento de um ciclo, que dá c...
31/07/2019

Estamos entrando no último semestre da primeira década deste século. Neste momento de encerramento de um ciclo, que dá caminhos para abrir um novo tempo, é hora de aprofundarmos naquilo que nos é essencial.

A sociedade expressa apenas os sintomas que carregamos internamente como indivíduos. E é apenas neste nível que nos cabe trabalhar: em ser humano. Em nos conhecer como seres únicos e indivíduos fundamentais que compõem o todo. Cada um com o seu papel, insubstituível e imprescindível.

Para isso, precisamos aprofundar em nós mesmos para honrarmos e respeitarmos quem viemos ser. Explorando toda a abrangência das nossas , junto com a evolução do nosso raciocinar. Entendendo toda a complexidade da nossa capacidade de (auto)cura desafiando o . Expandindo o nosso potencial de superação enfrentando as dores, e escolhendo novas possibilidades além do e estagnação.

Só assim transformaremos a nossa sociedade. É tempo de .

22/05/2019

Enraizado no pensar e sentir da cultura chinesa está o princípio da polaridade, complementar e cíclica, para não ser confundido com o conceito de oposição nem de conflito. São concebidas como as energias inseparáveis YinYang, em equilibrio e mutualmente se apoiando e se gerindo. É como a eletricidade que precisa da polaridade + e -, aspectos diferentes do mesmo sistema, onde o desaparecimento de qualquer um seria o desaparecimento de todo o sistema.

Para aqueles que cresceram no ocidente, onde o progresso é pautado na evolução linear do prazer sem dor, riqueza sem pobreza, saúde sem doença, compreender que não existe melhor nem pior, bom ou ruim, certo ou errado, é frustrante. Por isso, todos os esforços de erradicar o mal com penicilina, energia nuclear, tecnologia, e dinheiro tem criado mais problemas do que resolvido eles. É a tentativa de interferir em um sistema complexo que não entendemos, mas queremos controlar e dominar.

Idealistas enxergam a vida separando o mundo de si mesmo: eu não sou eles. Um mundo com objetos externos a si que precisam ser subjulgados. A filosofia Taoista compreende o universo como um todo, onde somos inseparáveis “deles”. Então, é possível “Sem sair de casa, conheçer todo o universo”. A arte da vida é mais como uma navegação do que uma tática de guerra, pois o importante é compreender o vento, a maré, as correntes, as estações, os ciclos de criação e destruição para que as nossas ações se utilizem deles ao invés de lutarmos contra eles.

A Terapia Holística com base na Medicina Chinesa busca compreender o ser na sua dualidade para equilibrar suas características únicas que o tornam um indivíduo, sem padrões nas quais precisam caber nem expectativas de quem precisam ser. Essa conexão consigo passa pela integração do corpo e a mente, da força e a suavidade, do feminino e o masculino, da luz e a sombra, e de tudo aquilo que te tira e te dá energia. É um aprender a fluir com as estagnações, do sentir junto com a razão e expandir com todas as dores de se conhecer.

A women with a message, the author Riane Eisler shows that within our history, there has been periods when cultures func...
19/03/2019

A women with a message, the author Riane Eisler shows that within our history, there has been periods when cultures functioned as a partnership of members with an ethic of cooperation, nurturing, and support; cultures of the chalice. Over a period of several millenia, these cultures were replaced by invading tribes that operated on the basis of male dominance, power and fear; cultures of the blade.

Through pages that run through history, religion and archeology to show that we have in our genetic memory lived through partnership societies in the past and that the attempts to return to them have been systematically and sometimes invisibly surpressed, she also provides hope that the return to them requires our active decision making for a better future.

Exercitamos o corpo na academia, no esporte e arte marciais. Exercitamos a mente com estudos e leitura. O que fazemos pa...
19/03/2019

Exercitamos o corpo na academia, no esporte e arte marciais. Exercitamos a mente com estudos e leitura. O que fazemos para exercitar as emoções?

A arte é o maior exercício de fluidez das emoções, onde o abstrato, o simbolismo e o inconsciente do lado direito do cérebro podem criar suas expressões. Não existe a polaridade, tudo conflui em unicidade. E o movimento de quebra da dominação do controle do lado esquerdo do cérebro é um dos desafios da arte. Mas são as emoções que regem o nosso equilíbrio e desequilíbrio, e o contato com elas é o maior processo de autoconhecimento.

Paola Sansão :: Arte & Design me toca, junto com sua história inspiradora de retorno ao chamado da arte. é o conjunto de obras de expressões de energias femininas, fruto de um processo profundo de autoconhecimento e autodescoberta da artista. As obras refletem a artista, e ela reflete todas nós. O se conhecer de um é o se conhecer de muitos.

Como você exercita suas emoções?

19/03/2019

As part of nature, we all have rhythm and cycles. From macro to micro, the pace of how we function is an individual and personal observation process. Each of us finds our affinity with different aspects and tools. We can guide ourselves by the motion of the planets, the change in weather, and even the seasons of food.

Our body is our guide, the one that perceives and reacts to changes, and it is through the body that we sense the world. Creating your own tool of selfawareness is honoring our cyclic nature and bringing to consciousness how you, as an unique individual, perceive and shift with the movements of life. It is only then that you’ll find your patterns, understand how to distinguish what is you from what is not, and take a step into being a fuller self.

My tool of recording my learnings and observations is through Mandala Lunar. What is yours?

At every turn of the cycle, I create a personal passage ritual. My favorite one is the cleansing ritual, where I look ba...
10/03/2019

At every turn of the cycle, I create a personal passage ritual. My favorite one is the cleansing ritual, where I look back at eveything that served me throughout my last cycle to choose what I want to carry into my next one and what I want to leave behind.

To materialize this, I clean out my closet once every year. It is such a fascinating process, where I grow into learning more about myself and my changes. With every passing year, I realize that I only use a small percentage of what I own. It has made me more aware on what I buy, and what I favor for when I choose what to put on everyday. It has made me pay attention to how I change throughout time, where something that I love won’t always be a constant that fits my expanding personality along time: sizes that change, shifts in taste of colors or the simple maturing of age that brings on different preferences like comfort over style.

Sometimes I get to practice the art of letting go, where I understand that in order to open space for the new to come in, I need to let the old out. And sometimes I observe my attachment to a piece that all though I haven’t worn it in the last 365 days, letting go scares me because thoughts like “what if an opportunity to wear it comes up?” makes me repeatedly put it back and save it for another cycle. What does my fear touch in these moments that makes me hold on to something I never use?

Cleaning up is one of those things that only we can do for ourselves. No one else can decide for us what serves us and what no longer does. It is within our personal growth challenge to observe what we choose to put on what we do, and why we hold on to what we know no longer fit us any more. And to allow the answers to change with every movement of our life.

Cleaning up is a major part of understanding ourselves, and growing into a fuller being. That is also part of the process of change I work with in sessions. What do you need help cleaning up with?

In judging people, judge a common man by where he stands in the important things, but judge a great man by watching what...
24/01/2019

In judging people, judge a common man by where he stands in the important things, but judge a great man by watching what he does in the little things.

Sit quietly for a moment and you realize how you have been foolishly running about. Learn to keep your mouth shut and you realize how you have talked too much. Avoid getting involved in too many things and you realize that you have been wasting your time in unnecessary things. Close your door and you realize that you have been mixed up with too many kinds of people. Have few desires and you realize why you have had so many misfortunes. Be human and you realize that you have been too critical of others.

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Al Campinas, 880
São Paulo, SP
04002-031

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