Dr. Rodrigo Fernandes - Cirurgias Ginecológicas Minimamente Invasivas

Dr. Rodrigo Fernandes - Cirurgias Ginecológicas Minimamente Invasivas Dr. Rodrigo Fernandes é médico ginecologista, especializado em cirurgias ginecológicas minimamente invasivas, endometriose e oncologia pélvica. Arnaud Wattiez.

Embaixador da Sociedade Mundial de Endometriose e professor no IRCAD. Especializado em laparoscopia, histeroscopia e cirurgia robótica, Dr. Rodrigo Fernandes tem grande experiência no tratamento de endometriose, câncer ginecológico e outras doenças ginecológicas benignas como miomas, adenomiose, cistos e disfunções que necessitem de cirurgia. Fez sua formação ginecológica na Santa Casa de São Paul

o com especialização em Laparoscopia e Histeroscopia. Especialização em Strasbourg, na França, onde morou e atuou por aproximadamente dois anos com o maior nome da cirurgia minimamente invasiva da atualidade, Prof. Junto ao Prof. Wattiez, ministra cursos e opera pacientes todos os anos ao redor do mundo. Atualmente Assistente do ICESP - Instituto do Cancer do Estado de São Paulo da Faculdade de Medicina da USP, um dos institutos de maior reconhecimento internacional voltado para o tratamento do câncer. Atua na equipe de Endometriose do Hospital Samaritano de São Paulo e Oncologia Pélvica do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

Abril Roxo é sobre dar nome ao que, por muito tempo, foi ignorado. A adenomiose é mais comum do que se imagina, estudos ...
24/04/2026

Abril Roxo é sobre dar nome ao que, por muito tempo, foi ignorado. A adenomiose é mais comum do que se imagina, estudos sugerem prevalência que pode chegar a 1 em cada 3 mulheres, dependendo do método diagnóstico.

E ainda assim, segue sendo uma doença frequentemente subdiagnosticada.

Hoje, entendemos que a adenomiose envolve muito mais do que anatomia. Ela impacta função, fertilidade e qualidade de vida.

E reconhecer isso muda completamente a forma de conduzir cada caso.

RODRIGO FERNANDES M.D. Ph.D. | CRM-SP 130.684 | RQE 72.944

22/04/2026

Hoje quero falar para você quais são os 6 principais, dos muitos, sintomas que a endometriose causa. Assista ao vídeo e me conta nos comentários se você convive com algum desses👇

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Quando falamos em cirurgia para endometriose, muitas pessoas associam o sucesso exclusivamente ao alívio da dor. Mas, na...
20/04/2026

Quando falamos em cirurgia para endometriose, muitas pessoas associam o sucesso exclusivamente ao alívio da dor. Mas, na prática médica, o sucesso cirúrgico vai muito além disso.

Uma cirurgia bem indicada começa antes mesmo do centro cirúrgico. Ela envolve diagnóstico correto, compreensão da origem real dos sintomas, avaliação criteriosa dos exames e, principalmente, definição clara de objetivos terapêuticos.

Reduzir a dor é importante, mas não é o único parâmetro. Também consideramos como sucesso:
- Melhora da função intestinal e urinária;
- Preservação da fertilidade quando desejada;
- Recuperação da vida sexual;
- Retorno às atividades diárias;
- Menor necessidade de reintervenções futuras;
- Segurança oncológica e funcional;
- Qualidade da cicatrização e do pós-operatório.

Outro ponto fundamental é alinhar expectativas. Nem toda cirurgia tem como objetivo “resolver tudo”, e isso precisa ser discutido com clareza antes do procedimento.

Cirurgia não é fim em si mesma. Ela faz parte de um plano de cuidado contínuo, que pode incluir acompanhamento clínico, ajustes hormonais, fisioterapia pélvica e manejo da dor.

Por isso, mais do que operar bem, é preciso operar quando faz sentido, com indicação precisa, técnica adequada e acompanhamento responsável.

É assim que definimos sucesso, não apenas pela ausência de dor, mas pela recuperação da qualidade de vida de forma sustentável.

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17/04/2026

Trazendo para vocês um caso muito especial de paciente com endometriose para que vocês percebam como o tratamento personalizado para cada caso faz toda diferença.

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Estudos recentes em Fertility and Sterility Reports (2025) trazem avanços importantes sobre opções terapêuticas na endom...
15/04/2026

Estudos recentes em Fertility and Sterility Reports (2025) trazem avanços importantes sobre opções terapêuticas na endometriose, especificamente o uso combinado de estetrol e drospirenona e seu impacto na redução da dor e melhora da qualidade de vida.

Esse tipo de evidência amplia nosso repertório clínico e reforça que o tratamento da endometriose deve ser individualizado, baseado em dados científicos sólidos e alinhado aos objetivos da paciente.

Embora terapias hormonais não substituam o manejo cirúrgico quando indicado, estudos como este mostram que combiná-las com outras estratégias pode melhorar desfechos clínicos importantes.

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Na cirurgia, o resultado não termina quando o paciente sai do centro cirúrgico.Os verdadeiros desfechos aparecem com o t...
13/04/2026

Na cirurgia, o resultado não termina quando o paciente sai do centro cirúrgico.

Os verdadeiros desfechos aparecem com o tempo: controle duradouro da dor, recuperação funcional, preservação de órgãos, retorno à vida cotidiana e menor necessidade de novas intervenções. E é justamente nesse horizonte de longo prazo que a experiência do cirurgião se torna um dos fatores mais determinantes.

Em condições complexas como a endometriose profunda, por exemplo, operar não é apenas remover lesões visíveis. É compreender a anatomia distorcida, reconhecer planos corretos de dissecção, proteger estruturas nobres como ureteres e nervos, decidir quando avançar e quando preservar, e antecipar complicações antes que elas aconteçam. Essas decisões não vêm apenas dos livros ou dos protocolos, elas são construídas ao longo de centenas de casos, revisões constantes da própria prática e formação continuada.

Estudos mostram que equipes com maior volume cirúrgico apresentam menores taxas de complicações, menor necessidade de reoperações e melhores resultados funcionais a longo prazo em cirurgias ginecológicas complexas. Isso acontece porque a experiência permite identificar variações anatômicas, escolher a técnica mais adequada para cada cenário e executar procedimentos com maior precisão e previsibilidade.

Outro aspecto fundamental é o julgamento clínico. Saber quando operar é tão importante quanto saber operar. A indicação correta evita cirurgias desnecessárias, reduz frustrações pós-operatórias e melhora a satisfação das pacientes.

Por isso, quando falamos em sucesso cirúrgico, é sobre um processo que envolve avaliação criteriosa, planejamento, execução segura e acompanhamento responsável.

A experiência não se traduz apenas em tempo de carreira, mas em exposição contínua a casos complexos, atualização científica constante e compromisso com uma medicina baseada em evidências. É isso que impacta diretamente os resultados de longo prazo e, principalmente, a qualidade de vida das pacientes.

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10/04/2026

A dor não é “normal” e quando ela é ignorada, o diagnóstico também é atrasado.

Eu vejo isso todos os dias: mulheres que aprenderam a conviver com uma dor que nunca deveria ter sido aceita.

Se dói, precisa ser investigado. E você merece ser ouvida.

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Se a sua dor voltou, eu entendo o medo. Mas recidiva não é a primeira conclusa.Dor pélvica persistente após uma cirurgia...
09/04/2026

Se a sua dor voltou, eu entendo o medo. Mas recidiva não é a primeira conclusa.

Dor pélvica persistente após uma cirurgia para endometriose é uma queixa relativamente comum e uma das principais dúvidas das pacientes, mas é importante esclarecer: dor após cirurgia não significa, necessariamente, recidiva da doença.

A recidiva verdadeira da endometriose existe, mas não é a causa mais frequente de dor no pós-operatório, especialmente nos primeiros meses ou mesmo anos após uma cirurgia bem indicada e tecnicamente adequada.

Existem diversas outras explicações possíveis para a dor pélvica crônica após a cirurgia, entre elas:

- Processo inflamatório residual – a inflamação pode persistir mesmo após a retirada completa das lesões.
- Fibrose e cicatrização – cicatrizes cirúrgicas podem gerar dor mecânica ou neural, frequentemente confundida com recidiva.
- Sensibilização central – o sistema nervoso pode permanecer “hipersensibilizado” após anos de dor crônica.
- Disfunções musculoesqueléticas e do assoalho pélvico – muito frequentes e subdiagnosticadas.
- Outras condições associadas – como síndrome do intestino irritável, cistite intersticial ou alterações neuropáticas.

Outro ponto fundamental é que exames de imagem no pós-operatório podem confundir. Achados como espessamentos, fibroses ou alterações cicatriciais podem ser interpretados como novos focos, quando na verdade não representam atividade da doença.

Por isso, o diagnóstico de recidiva não deve ser baseado apenas em sintomas ou imagens isoladas. Ele exige correlação clínica cuidadosa, histórico cirúrgico detalhado e, principalmente, experiência na interpretação desses achados.

O manejo adequado da dor pélvica crônica após cirurgia passa por uma abordagem integrada, que pode incluir tratamento clínico, fisioterapia pélvica, manejo da dor, acompanhamento psicológico e, em casos selecionados, reavaliação cirúrgica.

A condução correta começa com informação, análise individualizada e acompanhamento especializado.

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Estudos recentes em Fertility and Sterility Reports (2025) trazem avanços importantes sobre opções terapêuticas na endom...
08/04/2026

Estudos recentes em Fertility and Sterility Reports (2025) trazem avanços importantes sobre opções terapêuticas na endometriose, especificamente o uso combinado de estetrol e drospirenona e seu impacto na redução da dor e melhora da qualidade de vida.

Esse tipo de evidência amplia nosso repertório clínico e reforça que o tratamento da endometriose deve ser individualizado, baseado em dados científicos sólidos e alinhado aos objetivos da paciente.

Embora terapias hormonais não substituam o manejo cirúrgico quando indicado, estudos como este mostram que combiná-las com outras estratégias pode melhorar desfechos clínicos importantes.

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06/04/2026

Dor durante a relação não deve ser considerada normal, especialmente quando é recorrente ou progressiva. Pode estar relacionada a condições como endometriose, adenomiose ou alterações do assoalho pélvico.

Se isso acontece com você, procure avaliação e salve este vídeo.

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A endometriose profunda não deve ser encarada como uma condição única e padronizada. Trata-se de um conjunto de apresent...
01/04/2026

A endometriose profunda não deve ser encarada como uma condição única e padronizada. Trata-se de um conjunto de apresentações diferentes, com comportamentos clínicos distintos e impactos variados na qualidade de vida da paciente.

Localização das lesões, grau de infiltração, resposta inflamatória e envolvimento de outros órgãos fazem com que cada caso seja único e, por isso, o tratamento não pode ser automático ou igual para todas.

Entender essa complexidade é fundamental para indicar o melhor caminho terapêutico, evitar intervenções desnecessárias e garantir segurança nos casos que realmente exigem cirurgia.

Endometriose profunda exige análise individualizada, planejamento cuidadoso e atuação especializada.

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A endometriose em mulheres acima dos 40 anos exige uma abordagem diferente — não porque a doença “desaparece”, mas porqu...
31/03/2026

A endometriose em mulheres acima dos 40 anos exige uma abordagem diferente — não porque a doença “desaparece”, mas porque o contexto clínico muda.

Nessa fase, os sintomas podem ser mais silenciosos, menos cíclicos e mais persistentes. Além disso, é comum a associação com outras condições ginecológicas e com as alterações hormonais da transição menopausal.

Por isso, decisões sobre tratamento — clínico ou cirúrgico — devem ser feitas com ainda mais critério, sempre ponderando riscos, benefícios e impacto real na qualidade de vida.

Não existe conduta padrão.
Existe avaliação individual, baseada em evidências e experiência.

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