Vera Vaccari - Psicoterapia e Sexualidade

Vera Vaccari - Psicoterapia e Sexualidade Acredito num mundo onde as pessoas possam decidir suas próprias vidas, definir seus destinos e serem felizes.

30/11/2023

O CRP SP apoia os estudantes do Conservatório Dramático e Musical de Tatuí pela manutenção do alojamento da instituição

O CRP SP vem a público manifestar seu apoio às estudantes e aos estudantes do alojamento do Conservatório de Tatuí por entender que estamos diante de um ataque a uma Política Pública Estadual de relevante formação cultural no Estado de São Paulo e no país.

O desmonte desta Política Pública se dá com a decisão do Governador do Estado de suspender o direito dessas e desses estudantes à moradia estudantil, fechando o alojamento em troca de uma bolsa divulgada no valor de $450,00, incompatível com os acessos mais básicos que uma política de assistência estudantil deveria garantir.

A extinção do Alojamento do Conservatório de Tatuí tem o potencial de aprofundar os cenários de vulnerabilidade vividos pelas e pelos estudantes, agudizando contextos de falta de acessos a direitos sociais, fragilização de sua saúde física e emocional e atacando diretamente contra o princípio de democratização do acesso a instituições públicas de formação como é o Conservatório de Tatuí.

É necessário entender uma moradia estudantil como um espaço complexo, de potência, não sendo apenas a estrutura física em que se alojam estudantes, mas antes de tudo um espaço de convívio, de troca, de encontro entre pares, de construção de cidadania.

A moradia estudantil cumpre o papel fundamental de lembrar e relembrar à instituição e ao Estado sobre a relação inegociável entre a educação, a saúde, a cultura, as Políticas Públicas e o compromisso ético e político com os direitos de acesso e de permanência e, principalmente, com as condições dignas de viver.

Leia a nota na íntegra: https://bit.ly/40QGvOj

19/11/2022

A primeira pessoa a obter um Ph.D. em ciência da computação nos Estados Unidos foi uma freira chamada Mary Keller.

Ela é considerada uma das mães da tecnologia, pois fez parte da equipe que desenvolveu a linguagem de programação BASIC.

Ela foi a primeira mulher a entrar na prestigiosa Universidade de Dartmouth, onde apenas homens eram admitidos. Além disso, ele recebeu um diploma de bacharel em matemática pela DePaul University em Chicago para depois fazer um mestrado em matemática e física no mesmo centro.

Ela combinou sua vida religiosa com sua paixão pela computação e trabalhou para aproximar a computação das escolas e abrir as portas da ciência para as mulheres.

19/11/2022
18/11/2022

PRÁTICAS INOVADORAS NA PSICOLOGIA

O Conselho Federal de Psicologia orgulhosamente anuncia as(os) vencedoras(es) do 1º Prêmio Práticas Inovadoras no Exercício da Psicologia. A premiação foi realizada no último final de semana, durante o 6º Congresso Brasileiro Psicologia: Ciência e Profissão (CBP), e você pode conferir tudo nesta matéria especial.

Acesse aqui: http://bit.ly/3AodHAO

Card com fundo nas cores branca, rosa e laranja. Logomarcas do CFP e dos 60 anos da Psicologia. Texto da imagem: Prêmio Práticas Inovadoras no Exercício da Psicologia. Texto 2: Confira a lista de experiências vencedoras.

16/11/2022

PSICOLOGIA E SERVIÇO SOCIAL NA EDUCAÇÃO BÁSICA

Hoje, às 15h30, a coordenação nacional criada para manter ativa a mobilização em torno da Lei nº 13.935/2019 (que prevê a presença de profissionais da Psicologia e do Serviço Social na rede pública de educação básica) irá lançar um site para registrar toda a luta ao longo dos últimos 20 anos.

Além de notícias, vídeos, podcasts e legislação sobre o tema, a página virtual agrega materiais diversos e apresenta dez pontos sobre a importância de psicólogos e assistentes sociais na busca por uma educação de qualidade, plural e emancipadora. http://bit.ly/3Eshobe

Você pode acompanhar ao vivo pelas nossas redes sociais.

Card com fundo amarelo, marca do 6º CBP e as logomarcas das entidades envolvidas no lançamento. Texto da imagem: Lançamento do Site. Lei 13.935/2019: Psicologia e Serviço Social na Educação Básica. 14 de novembro - 15h30. Ao vivo nas redes sociais do CFP.

Ψ Terapia on-line pode ser uma opção? Você sabia que a terapia à distância é permitida pelo Conselho Federal de Psicolog...
28/10/2020

Ψ Terapia on-line pode ser uma opção? Você sabia que a terapia à distância é permitida pelo Conselho Federal de Psicologia? A utilização de tecnologia no tratamento de saúde mental é importante, principalmente para ampliar o acesso ao tratamento.

Agende seu horário: (11) 99612-9960 ou pelo link na bio.

Vera Vaccari
CRP 06-8915/6

💬 𝐍𝐨𝐢𝐭𝐞 𝐄𝐬𝐜𝐮𝐫𝐚 𝐝𝐚 𝐀𝐥𝐦𝐚Os místicos da Idade Média, como São João da Cruz, abordavam em suas poesias o que chamavam de "no...
21/08/2020

💬 𝐍𝐨𝐢𝐭𝐞 𝐄𝐬𝐜𝐮𝐫𝐚 𝐝𝐚 𝐀𝐥𝐦𝐚
Os místicos da Idade Média, como São João da Cruz, abordavam em suas poesias o que chamavam de "noite escura da alma", aquele momento em que a alma submerge no desespero, na dor, antes de vislumbrar a luz da fé na Ressurreição.

Versos de São João me vem à mente ao ouvir, em consultório ou em notícias, pessoas falarem sobre o medo e a angústia decorrentes da pandemia de coronavírus, com tudo aquilo que traz, em especial em um País à deriva.

São muitos os medos. A própria ou a morte de alguém amado, em uma situação de dor indescritível; o desemprego, com tudo de ruim que pode trazer; a miséria à volta... parecem aguardar à porta por um momento de guarda baixa, para atacar, como feras diante das quais não temos defesas.

Ao lado desse medo, dessa angústia, outro perigo parece ser o de "Se há perigo, não estou sabendo".

O vírus e a doença são realidades, que, com alguns cuidados, como o isolamento social e o uso de máscaras e álcool em gel, e outros, especialmente para quem usa transporte público, podem ser ao menos controlados.

O medo, raiando o desespero, exigem grande esforço emocional. O mesmo vale para uma indiferença que, em muitos casos, é apenas aparente e pode ser o lado visível de uma negação, uma fuga, de um medo que chega ao pânico.

Como os místicos, aceitar o medo, o desespero, a angústia, pode abrir caminho para aquele momento em que o fim de qualquer certeza abre caminho para o novo: para aquele momento que contém a religiosidade, como sentimento, de se saber humano entre os humanos e, assim, partícipe de todas as vicissitudes que assolam o humano.

E, também, da força que leva à fruição da vida, que não pode ficar restrita aos que "têm" e que deve se abrir para todos, pois na mesa todos devem ter acesso ao alimento necessário.

Vera Vaccari
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💬 Antonio Canuto, da Comissão Pastoral da Terra e historiador das lutas pela terra no Norte do Mato Grosso, lembra que d...
23/07/2020

💬 Antonio Canuto, da Comissão Pastoral da Terra e historiador das lutas pela terra no Norte do Mato Grosso, lembra que dia 25 de julho a Prelazia de São Félix do Araguaia completa 50 anos.

Há 50 anos, o então padre, hoje bispo emérito, Pedro Casaldáliga, assumiu como Administrador Apostólico e - muito mais - como o profeta denunciando as injustiças sofridas por índios e posseiros naquela imensa área.

Se me lembro algo do hino, abrange do Araguaia até o Xingu,
do Pará ao Travessão,
Prelazia de São Felix,
povo de Deus no sertão...

Neste momento de comemoração, de festa, é também de tristeza, ao lembrar que os sofrimentos continuam. Terras indígenas não demarcadas, invasão de garimpeiros, destruição de rios e matas...

E tristeza também pelas vozes que foram se calando ou sendo caladas nessa caminhada. Mas profetas não fazem sozinhos. O convite para a luta está sempre em aberto. Depende de que País queremos para nós é para os que nos seguirão.

Na imagem, foto da primeira página do jornal Alvorada, em julho de 1970, que anunciou um novo tempo e acompanhou décadas do trabalho da Prelazia, enviado por Antonio Canuto.

💬 El Banderillero, chamava o restaurante. Entrada linda, um pátio andaluz. Flores, fotos, cartazes, fonte. Uma delícia, ...
17/07/2020

💬 El Banderillero, chamava o restaurante. Entrada linda, um pátio andaluz. Flores, fotos, cartazes, fonte. Uma delícia, naquele calor sufocante do verão em Córdoba.

Valeriano Martin Casillas segurou-me pelo braço, impedindo-me de entrar.
- Você tem certeza?, perguntou.
- Claro!, respondi. Lugar lindo e fresco. O que poderia querer mais?

Finalmente bem instalada, fiz o meu pedido e só aí parei para admirar o local. Ergui os olhos e me vi diante da foto imensa do banderillero exercendo seu trabalho. Remeti-me à minha primeira viagem à Espanha, recém-casada.

Recebida de braços abertos pela família, tentaram mostrar-me de tudo um pouco. Um dos meus sobrinhos espanhóis ficou dois dias ao telefone, tentando conseguir ingressos para uma corrida de touros muito concorrida. Ok. Interessante. Touro, toureiro, capavermelha, música, olé...

Começou então o show. De repente, silêncio total. Um toureiro, com uma flecha de ponta longa de um lado e bandeira colorida na outra praticamente se colocou no caminho do touro e, num rápido movimento, enterrou aquela faca na carne viva e pulsante.

Como assim? Ninguém me contou que era assim. E o homem tinha várias bandeiras coloridas nas mãos. Explicaram-me que, se não fosse sangrado, seria impossível matar o touro.

Resumo: Eu em lágrimas, Valeriano me consolando, família desconcertada, sobrinho ofendido, pois tinha conseguido ingressos a preço de viagem aérea.

Então, décadas depois, no restaurante, o fotógrafo capturou o exato momento em que o banderillero erguia o braço armado diante de sua presa.

Olhei em volta, até encontrar um espaço em que não veria as fotos. Sentei-me num cantinho, como menina de castigo.

Depois, pensei como é fácil deixar de avaliar as situações como um todo, levando em consideração apenas alguns elementos. Vale para todos os aspectos da vida.

A foto é de bandeirinhas do bem. Uma gravura de Volpi. Já pensei em vender a casa e comprar - se o dinheiro der - um quadro dele. Desisti da ideia porque entendo que debaixo da ponte não haveria parede para pendurá-lo. Pena.

Foto do meu quadro do Volpi.

Vera Vaccari
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💬 Um cartaz com essas palavras, também manuscrito, sem ilustrações, estava, há poucos anos, afixado no saguão da faculda...
13/07/2020

💬 Um cartaz com essas palavras, também manuscrito, sem ilustrações, estava, há poucos anos, afixado no saguão da faculdade de filosofia da Universidade de Córdoba, na Espanha.

Parei diante dele, que, na sua simplicidade, abordava uma verdade dos nossos tempos: a da banalização das palavras.

Um autor, importante na década de 1970, falava sobre isso. Christopher Lasch, no livro A cultura do narcisismo, tratava, entre outros temas, sobre as palavras em princípio impactantes, que, pela repetição e uso em situações menos significativas, perdem sua força. Dava como exemplos genocídio e holocausto, que naquele tempo passavam a ser usadas em diferentes situações.

O mesmo processo vale, no cotidiano, pelas palavras que perdem seu valor, pelo uso dissociado do sentimento. Depressão, por exemplo, saiu da clínica, onde se referia a uma situação patológica, com diferentes graus de gravidade, para substituir palavras que descreveriam melhor estados de espírito como tristeza, tédio, irritação...

O mesmo ocorre com inveja, que, pior ainda, chega a assumir feições racistas, pois é até mesmo chamada de “branca”, quando não é supostamente “maldosa”.

Raiva é outra, tão mal falada, que se chega a ter medo dela. Não há mais irritação, má educação... é raiva, que, segundo muitos parecem crer, leva a atos ou palavras destrutivas.
Perdão, então, esvaziou-se, ao deixar para trás um sentido de liberação emocional, de aceitação de ocorrências absurdas da vida humana, para se transformar em um pálido retrato, pela repetição sem sentimento.

Daí a importância de recuperar a força das palavras, de aceitar os sentimentos, para, como dizem psicoterapeutas, poder elaborá-los e assim buscar agir da melhor forma possível para si mesmo, para o outro e para o mundo.

Tudo isso faz parte do processo de psicoterapia. Reconhecer, elaborar, aceitar sentimentos, para se tornar mais livre. Para viver melhor, em poucas palavras.

Vera Vaccari
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💬 Maricota, de Porto Alegre, ao se aposentar deixou o trabalho em saúde junto a aldeias e assumiu seu lado artístico. Eu...
09/07/2020

💬 Maricota, de Porto Alegre, ao se aposentar deixou o trabalho em saúde junto a aldeias e assumiu seu lado artístico.

Eu a conheci quando ela acompanhava uma aldeia Carajá, no Mato Grosso. Nas raras vezes em que conseguia carona de ida e volta, ia dormir na casa dela, que vivia como qualquer outro morador da aldeia. Mas era muito bom estar ali, dormindo em rede e tomando banho no rio. Só estranhava que as índias achassem engraçadas algumas características do corpo da branca. Mas isso é outro causo.

À noite, sentávamo-nos à beira do fogo, com Luis Paiva e Eunice Dias de Paula, que viviam junto aos Tapirapé, em aldeia próxima. Jogávamos conversa fora tomando chá de brasa. Para quem nunca tomou, é chá mate feito com açúcar derretido com brasa. Delícia.

Outra atividade era inventar histórias de amor, como as vendidas em banca.

Dado nosso perfil, era difícil imaginar mocinhas carentes e submissas. As nossas eram fortes, nadando no rio Tapirapé ou remando canoa pelo Araguaia. Às vezes, as histórias eram temperadas por cenas mais fortes, cortesia de Luis Paiva, com uma perna atacada por jacaré aqui, luta com sucuri ali, ataque de onça acolá.

Para não ficar no idílico, lembro-me sem saudade das muriçocas, ou dos mucuins que se espalhavam pelo corpo, causando coceiras e feridas.

O causo mais importante é que, com o apoio do bispo Pedro Casaldáliga, das Irmãzinhas de Jesus e de leigos como Luis, Eunice, Maricota e outros, o grupo Tapirapé, que beirou a extinção, recuperou-se a ponto de uma parte dele ter voltado para a aldeia ancestral, enfrentando renhida luta contra as fazendas que os haviam expulsado.

A história é contada no livro Parteiras de um povo, das Irmãzinhas de Jesus.

Às vezes, precisamos de leituras assim para encher a alma e recuperar a fé no trabalho de formiga da educação buscando que todas as pessoas possam usufruir de seus direitos de cidadania, ao mesmo tempo valorizando-se cor da pele, etnia, gênero, faixa etária, diferenças individuais...

Na foto, três vilas imaginadas e criadas por Maricota, que tira da arte satisfação e sobrevivência fazendo coisas maravilhosas.

Vera Vaccari
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💬 O condor veio, circulou a montanha à minha frente, e refez o trajeto.Fiquei apenas parada, admirando. Tão perto e tão ...
26/06/2020

💬 O condor veio, circulou a montanha à minha frente, e refez o trajeto.
Fiquei apenas parada, admirando. Tão perto e tão longe.
O grupo dos que queriam avistar condores saiu no frio da madrugada de Águas Calientes, horas antes do meu, que ia para Machu Picchu (píquixu, por favor; pixu é p***s sem enrijecimento).
Que um tivesse aparecido ali, onde eram vistos raramente, era algo surpreendente. E, quando algo fora do comum, um presente da vida, ocorre, aprendi a guardá-lo no coração. Ali encontra sempre um sentido.
Querer entender seria como dissecar uma borboleta e, depois, esperar que ela voasse.
Então, saindo daquele templo dedicado à Mãe Terra, vazio àquela hora da tarde, deixei que meus olhos e meu coração se enchessem de alegria.
Como criança, apenas abanei a mão, deixando as lágrimas correrem.
Tchau, condor, bom te encontrar aqui!

Vera Vaccari
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Endereço

Rua Padre Chico, 789/Pompéia
São Paulo, SP

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Categoria

Biografia

Sou psicoterapeuta, individual e de casais, e terapeuta sexual há mais de 20 anos. Atuo na área de psicoterapia e de educação, como docente em faculdade de Psicologia e em cursos de especialização. Acredito num mundo onde as pessoas possam decidir suas próprias vidas, definir seus destinos e ser felizes. Creio num momento em que a sexualidade deixará de ser tabu e objeto de manipulação e onde o prazer estará acima da culpa e da punição. Acredito, principalmente, na liberdade, na ousadia, no sonho e no respeito entre as pessoas.

Formação

Tenho um longo percurso pessoal e profissional, desde que terminei a faculdade de psicologia, na Universidade Metodista de São Paulo, em 1979. Cursei o Mestrado na Faculdade de Saúde Pública, da USP, estudando a educação sexual escolar.

Foram muitos os cursos de especialização, dos quais destaco: Psicoterapia Psicodinâmica (Instituto Sedes Sapientiae), Estudos de gênero (St. Mary’s University, Canadá), Educação Sexual (SBRASH/Faculdade de Medicina do ABC), Atendimento a Vítimas de Abuso Sexual (FSP/USP); Terapia Sexual (Instituto Paulista de Sexualidade), Psicoterapia de Casais (Instituto Sedes Sapientiae). Além disso, são também muitos os cursos de aperfeiçoamento e atualização. O último (2018) foi do Centro de Família de Milão, sobre psicoterapia sistêmica. Faço agora um de Atendimento em caso de desastres, no Depto de Psicodinâmica do Instituto Sedes Sapientiae.