Instituto de Infectologia Emílio Ribas

Instituto de Infectologia Emílio Ribas Hospital do SUS referência em doenças infectocontagiosas como aids, hepatites, meningite, malária, dengue, tuberculose, chikungunya, leptospirose, etc.
(660)

-100% SUS
- Especializado em Atendimento, Ensino e Pesquisa de doenças infectocontagiosas
- Linha de frente no combate às epidemias
Desde 1880

ENSINO | 🎓 Na última quinta (26), aconteceu a formatura da 1ª Turma Multiprofissional em Assistência Hospitalar e da 3ª ...
28/02/2026

ENSINO | 🎓 Na última quinta (26), aconteceu a formatura da 1ª Turma Multiprofissional em Assistência Hospitalar e da 3ª Turma da Residência Uniprofissional de Nutrição e Epidemiologia do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Os profissionais se especializaram nas áreas de enfermagem (3), fonoaudiologia (2), biomedicina (2), fisioterapia (2), nutrição (1) e epidemiologia (1).

👩🏻‍⚕️Os formandos receberam os certif**ados das mãos do coordenador da Comissão de Residência Multiprofissional (Coremu), Ricardo Bamman, e de Marina de Fátima Rossi Paiva, da Divisão Científ**a.

👨🏻‍⚕️Além de pais e amigos dos formandos, a cerimônia, que aconteceu no Auditório do Emílio Ribas, foi prestigiada pelos preceptores, profissionais experientes da instituição que têm o papel de acompanhar o aluno no dia a dia, garantindo que que ele aprenda a trabalhar com segurança, ética e responsabilidade. O diretor da Divisão Científ**a, José Ângelo Lauletta Lindoso, também marcou presença no evento.

🏥 Durante seu discurso, Bamman lembrou a história do hospital, que foi fundado em 1880, e a antiga presença da equipe multiprofissional na instituição, com médicos e profissionais de enfermagem atuando juntos, antes mesmo da virada do século XX para o XXI, conforme mostram as fotos mais antigas e numa época em que o Instituto Emílio Ribas ainda era o Hospital de Isolamento.

👨🏼‍⚕️Ele explicou ainda que o estabelecimento recente da Residência Multiprofissional no Emílio Ribas foi algo bastante desafiador para a instituição, apesar da larga experiência com o Programa de Residência Médica em Infectologia, que existe desde 1971 (é o maior e mais antigo do Brasil) e com o antigo Programa de Aprimoramento Profissional, que havia sido criado em 1981 para promover o ensino além da área médica. As novas demandas do trabalho levaram o Ensino a implantar há dois anos, por exemplo, um Programa de Aprimoramento para os preceptores.

🫠 Em clima de bastante emoção, os formandos homenagearam três preceptoras, representando a equipe multiprofissional: a fisioterapeuta Lucilene Farias de Sousa, a fonoaudióloga Mariana Saconato, e a enfermeira Eliane Celestino de Souza.

ENFERMAGEM  | 🏥 O Instituto de Infectologia Emílio Ribas recebeu na manhã da última quarta (25), o projeto Júri Simulado...
27/02/2026

ENFERMAGEM | 🏥 O Instituto de Infectologia Emílio Ribas recebeu na manhã da última quarta (25), o projeto Júri Simulado do Conselho Regional de Enfermagem (Coren-SP). A atividade promove encenações que permitem aos profissionais de saúde terem uma melhor compreensão dos procedimentos previstos no Código de Ética e as responsabilidades do exercício profissional.

🔊 “O Júri Simulado permite que o profissional saia da teoria e visualize a dinâmica real de um processo ético”, afirmou o conselheiro do Coren-SP Valdenir Mariano, um dos responsáveis pela realização da atividade no Emílio Ribas.

👩🏻‍⚕️A ação também visa desmistif**ar a atuação do Coren e promover a consciência sobre os direitos e deveres dos enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, priorizando a prevenção de falhas e a proteção dos pacientes.

👨🏻‍⚕️No Emílio Ribas, a iniciativa foi direcionada aos profissionais de enfermagem, mas abrangeu também outros profissionais de saúde com interesse pelo tema. O diretor de enfermagem do Instituto, Jurini Valdisi, considerou o evento “um sucesso” e disse que o simulado teve resultados muito além das expectativas.

👉🏽 Em fevereiro, o Júri Simulado do Coren-SP há havia sido realizado no Senac em Araçatuba e na Santa Casa de Presidente Prudente.

🔊 “Queremos que a enfermagem compreenda que o conselho atua preventivamente, fornecendo as bases para que o exercício profissional seja sempre pautado pela responsabilidade e pela legalidade”, afirmou Marcus Vinícius de Oliveira, outro conselheiro do Coren-SP que levou o Júri Simulado ao Emílio Ribas.

🗞 Com informações da comunicação do Coren-SP

📸 Cedida pela Equipe de Enfermagem

HTLV | 🩺 A médica neurologista do Ambulatório do Instituto de Infectologia Emílio Ribas Flavia Esper Dahy e o professor ...
26/02/2026

HTLV | 🩺 A médica neurologista do Ambulatório do Instituto de Infectologia Emílio Ribas Flavia Esper Dahy e o professor da USP Jorge Casseb, que é ex-residente e atua com pesquisas no Ambulatório de HTLV do Emílio, apresentaram na tarde desta quarta (25), três trabalhos científicos selecionados para a 33ª Croi (Conference on Retroviruses and Opportunistic Infections), um dos mais relevantes congressos internacionais dedicados à pesquisa em retrovírus, HIV e infecções associadas.

✍️🏽 Os trabalhos foram selecionados no quesito inovação científ**a e potencial de impacto clínico e são fruto da parceria entre o Emílio Ribas e o Núcleo de Apoio à Pesquisa da Universidade de São Paulo (NAP-USP), do qual os médicos também fazem parte.

👨🏻‍⚕️A Croi-2026 aconteceu em Denver (EUA) esta semana, entre os dias 23 e 25 de fevereiro, e reuniu especialistas do mundo todo. O aluno de doutorado da USP Victor Folgosi também participou das apresentações (📸 na foto acima)

📚 Parte dos estudos do grupo deriva da coorte clínica (grupo de pacientes acompanhados) de HTLV, criada em 1997 por Casseb e pelo médico neurologista do Emílio Ribas Augusto Penalva. Hoje o grupo é reconhecido internacionalmente como uma das principais iniciativas de acompanhamento longitudinal (ou seja, da linha do tempo) de pessoas vivendo com HTLV e de investigação das manifestações neurológicas associadas ao vírus.

🇧🇷 Na avaliação dos médicos, a participação em sessões de destaque da Croi reforça o papel do Instituto Emílio Ribas e do NAP-Retrovírus como centros de excelência em pesquisa clínica e translacional (da bancada do laboratório ao leito no hospital) em retrovirologia e neuroinfecções.

Os três trabalhos selecionados e apresentados na Croi-2026 pelos pesquisadores foram:

👉🏽 “Terapia gênica e novas perspectivas de cura para retrovírus”

👉🏽 “Metabolismo e neuroinflamação na mielopatia associada ao HTLV-1”

👉🏽“Sequelas cognitivas e neuropsiquiátricas após a covid-19”

VACINAS | 👨🏻‍⚕️ O médico infectologista Bernardo Porto Maia, diretor do Pronto-Socorro e da UTI do Instituto Emílio Riba...
25/02/2026

VACINAS | 👨🏻‍⚕️ O médico infectologista Bernardo Porto Maia, diretor do Pronto-Socorro e da UTI do Instituto Emílio Ribas, explica que, tecnicamente e do ponto de vista científico, a decisão dos EUA de retirar de sua lista de recomendações seis vacinas indicadas para crianças pode fazer com que doenças já erradicadas ressurjam, causando impactos que extrapolam as fronteiras do país. Desde o anúncio da mudança no calendário vacinal norte-americano, organizações médicas afirmam que as alterações vão reduzir as taxas de imunização no país e aumentar a incidência de doenças evitáveis.

💉 O assunto tem gerado alerta na comunidade médica desde janeiro, quando o governo dos Estados Unidos anunciou uma mudança inédita no calendário de imunização infantil, excluindo das recomendações de rotina seis vacinas. Saíram da lista as vacinas contra gripe, hepatites A e B, meningococo (bactéria que causa meningite), rotavírus (responsável por casos de gastroenterite) e vírus sincicial respiratório (associado à bronquiolite em bebês). No ano passado, a vacina contra a covid-19 já havia sido removida da lista.

🩺 Com a mudança, essas vacinas passaram a ser indicadas apenas para crianças de alto risco ou para casos com recomendação médica individual, dentro da chamada “decisão compartilhada”, que envolve os profissionais de saúde e a família.

🔊 “O perigo dessa medida é a reemergência de algumas doenças imunopreveníveis já erradicadas e o aumento no número de casos de algumas potencialmente letais, como as meningites e a própria gripe”, explica o médico do Instituto Emílio Ribas.

⚖️ Nesta terça-feira (24), 14 estados americanos entraram com uma ação judicial contra a decisão. Outra ação já havia sido impetrada pela Academia Americana de Pediatria em conjunto com outras entidades médicas.

🔊 “Há uma repercussão possível e catastróf**a não só para os EUA e sua população, mas para, sim, para a saúde mundial. Quando a gente fala de um mundo globalizado, onde temos as distâncias muito mais curtas, experimentar uma reemergência de doenças imunopreveníveis em um país é imediatamente um fator de risco para que essa reemergência também aconteça nos países vizinhos."

HTLV | 📘 A ativista e universitária paulistana Erika Piva Archanjo, que mora no Rio Grande do Sul, lança no próximo dia ...
24/02/2026

HTLV | 📘 A ativista e universitária paulistana Erika Piva Archanjo, que mora no Rio Grande do Sul, lança no próximo dia 23 de março, em São Paulo, o livro “Pulsante”, publicado pela editora Voz no Papel.

👱‍♀️ Erika, que vive com HTLV e é paciente do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, explica que seu livro “é uma ponte entre ciência e humanidade”, compilando relatos de Pessoas Vivendo com HTLV e dados científicos. A obra propõe ainda reflexões sobre fé, esperança, dignidade e o enfrentamento da doença.

🇧🇷 Hoje estima-se que o Brasil tenha entre 1 milhão e 2,5 milhões de Pessoas Vivendo com HTLV, sendo um dos maiores centros endêmicos da doença. Obras sobre o tema ajudam a tirar o assunto da invisibilidade e a conscientizar a população e os profissionais de saúde sobre as formas de transmissão (sexual, por agulhas e vertical, de mãe para filho).

🔊 “Decidi escrever porque vivi na pele o silêncio, a desinformação e o medo que cercam o HTLV. Percebi que faltam materiais que falem do tema de forma clara, empática e honesta”, disse Erika.

✍️🏽 Ela explica ainda que escrever foi uma forma de transformar a dor em conhecimento e o conhecimento em ferramenta de cuidado e de conscientização.
A obra será lançada durante o evento “I Summit de HTLV”.

👨🏻‍⚕️👩‍🦱 Segundo a autora, o público-alvo é amplo e vai de Pessoas que Vivem com HTLV e seus familiares, passando por profissionais de saúde e de educação, estudantes e leitores leigos que queiram compreender melhor o tema. “A ideia é informar sem afastar e acolher sem romantizar”, diz a autora.

📚 Ela lembra que o vírus é pouco conhecido pela população, mesmo tendo grande impacto na vida de milhares de pessoas.

👊🏼 O livro é a 1ª obra da escritora, que hoje cursa licenciatura em Letras, é mãe de dois filhos (Luccas e Nicollas) e atua como ativista nas áreas de saúde e educação. A publicação tem apoio da Fundação Bahiana de Infectologia, do HTLV Channel e do Instituto Emílio Ribas.

👉🏽 LIVRO "PULSANTE"

👩🏻‍⚕️ Tema: HTLV
📚 Editora Voz no Papel
🗓 Lançamento: dia 23 de março, às 11h
📍Local: I Summit de HTLV - auditório USP
🛒Canais de vendas: www.htlv.com.br ou pelo Instagram

TUBERCULOSE | 😷 O escritor John Green, autor do best-seller “A culpa é das estrelas”, decidiu se arriscar em novas exper...
23/02/2026

TUBERCULOSE | 😷 O escritor John Green, autor do best-seller “A culpa é das estrelas”, decidiu se arriscar em novas experiências de não ficção, com seu mais novo livro “Tudo é Tuberculose”, lançado no ano passado. O escritor, que é voluntário na área da saúde, concebeu a nova obra após visitar um hospital em Serra Leoa, na África, em 2019.

👨🏻‍⚕️No livro, o jovem Henry Reider, de 17 anos, é o protagonista e faz um tratamento para tuberculose multirresistente. Além de contar a história da doença, Green mostra como essa enfermidade impacta severamente populações socialmente vulneráveis. Apesar de ter 17 anos, Reider sofre de desnutrição e tem aparência de uma criança de seis anos. A história da Henry é contada para humanizar as estatísticas e mostrar que o protagonista quase morreu não por falta de cura, mas porque os sistemas de saúde e os altos preços dos remédios o impediram de acessar o tratamento básico.

🌎 Embora exista cura para a tuberculose e a vacina BCG para a prevenção dos casos graves, o mundo ainda registra 10 milhões de casos/ano da doença, com uma média de 1,2 milhão de mortes. Estima-se que 30% da população tenha o bacilo causador (Mycobacterium tuberculosis), embora menos de 10% desenvolvam a doença de forma ativa. A imunidade baixa, a desnutrição e doenças prévias são os fatores que mais vulnerabilizam a população. John é ativista e atua pressionando países a investirem no combate à doença e também faz campanhas, como membro do conselho da ONG Partners in Health.

🇧🇷 “Há dois desafios hoje: a falta de diagnóstico precoce e o abandono do tratamento”, explicou a médica do Emílio Ribas Rosana Richtmann. Os números no Brasil nos últimos anos apresentaram piora, com o agravante da pandemia de Covid (subnotif**ação, transmissão comunitária e abandono de tratamento).

📊 Em 2014, havia 70 mil casos e quatro mil mortes por ano no Brasil. Hoje são 85 mil casos e 6 mil óbitos. Um estudo da Fiocruz prevê que em quatro anos, a incidência da doença será de 42 casos/100 mil habitantes, sendo que o preconizado é 6 casos/100 mil habitantes.

🗞 Com informações de Veja

🔎Com curadoria da comunicação do Emílio Ribas

EMÍLIO RIBAS EM PRETO & BRANCO | ⏳️ Deixe seu like se você acha importante preservar, valorizar e difundir a memória de ...
22/02/2026

EMÍLIO RIBAS EM PRETO & BRANCO | ⏳️ Deixe seu like se você acha importante preservar, valorizar e difundir a memória de nossas instituições e personalidades da saúde pública.

🗞 Esta manchete foi criada digitalmente para fins educativos e de memória. Transformamos os fatos históricos narrados em nossos livros em manchetes de jornal ao estilo da época. Este formato busca trazer o passado de forma mais viva e impactante conectando o público diretamente a momentos e desafios que moldaram a medicina e o hospital ao longo de seus 146 anos.

👨🏻‍⚕️A experiência de Cuba em 1900 foi um marco da medicina liderado pela comissão do major Walter Reed, que buscou validar a então controversa teoria do médico cubano Carlos Finlay de que a febre amarela não era transmitida por contato direto ou roupas sujas ("fômites"), mas sim pela picada do mosquito Aedes aegypti. Para provar isso de forma incontestável, a equipe construiu o Camp Lazear, onde voluntários foram divididos em dois grupos sob condições controladas: um grupo dormiu em quartos isolados, porém infestados por roupas de cama contaminadas de doentes, enquanto o outro grupo ficou em ambientes higienizados, mas foi deliberadamente exposto a mosquitos que haviam picado pacientes infectados. O resultado foi decisivo: apenas os voluntários picados contraíram a doença, o que permitiu a implementação de estratégias de saneamento focadas na eliminação do vetor, erradicando a febre amarela de Havana em poucos meses e revolucionando as políticas de saúde pública mundial.

📸 ilustrativa com a entrada do colégio Des Oiseaux na década de 1900 em São Paulo

🏥 O Instituto de Infectologia Emílio Ribas tem uma história de 146 anos de dedicação à saúde pública, desde sua fundação em 1880. Fundado como Lazareto dos Variolosos e, posteriormente, ampliado e nomeado Hospital de Isolamento, ele simboliza a constante luta e evolução da infectologia e da saúde pública no país.

📚  Fonte: "Do Lazareto dos Variolosos ao Instituto de Infectologia Emílio Ribas"

🔎 Com curadoria da comunicação do Hospital Emílio Ribas

DOENÇAS INFECCIOSAS | 🌎 Em artigo publicado na revista “The Conversation”, o professor adjunto de Doenças Infecciosas da...
21/02/2026

DOENÇAS INFECCIOSAS | 🌎 Em artigo publicado na revista “The Conversation”, o professor adjunto de Doenças Infecciosas da Universidade da Virgínia Patrick Jackson menciona os vírus da gripe aviária H5N1, mpox e febre oropouche, como os que merecem “vigilância estratégica” no mundo em 2026. Os três chamam a atenção por terem cruzado fronteiras e ampliado o alcance, com sinais evidentes de expansão.

🦟 FEBRE OROPOUCHE | Identif**ado nos anos 1950 em Trinidad e Tobago, é transmitido por mosquitos maruins. Por décadas, ficou restrito à região Amazônica, mas desde os anos 2000 vem expandindo seu alcance para as Américas Central e do Sul e o Caribe.
🇧🇷 Brasil: concentrou 90% dos casos nas Américas até agosto de 2025, com notif**ações em 20 estados e cinco mortes (ES e RJ)
💉 vacina: não
💊tratamento: não

😷 GRIPE AVIÁRIA H5N1 | Caracterizada por sua rápida capacidade de mutação, gera alerta global devido ao receio de uma nova crise sanitária comparável à pandemia de gripe suína (H1N1) de 2009, que causou 289 mil mortes no primeiro ano. O cenário tornou-se mais crítico a partir de 2024, quando o vírus deixou de ser exclusivo de aves e foi detectado em rebanhos de vacas leiteiras nos EUA, chegando a granjas comerciais em 2025. O maior temor científico é que o H5N1 se adapte para a transmissão entre humanos.
🇧🇷 Brasil: casos confirmados apenas em animais. Sem transmissão para humanos.
💉vacina: em desenvolvimento
💊tratamento: sim

🩺 MPOX | Considerada por décadas uma doença rara e confinada a regiões específ**as da África, a Mpox passou por uma mudança drástica de cenário em 2022, quando a cepa clado 2 se espalhou por mais de cem países através do contato físico próximo e relações se***is. Atualmente, a preocupação global recai sobre o aumento da circulação da cepa clado I, considerada mais severa.
🇧🇷 Brasil: mantém-se com a circulação recorrente do clado 2, que é menos severo e responsável pela maioria dos registros desde 2022, enquanto o clado 1b permanece sob vigilância extrema com apenas dois casos importados detectados até o momento.
💉vacina: sim
💊tratamento: não

🗞 Fonte: Deutsche Welle
🔎 Com curadoria da comunicação do Emílio Ribas

CHIKUNGUNYA | 🌞 A temperatura ambiente mínima para que possa ocorrer a transmissão da chikungunya é 2,5°C abaixo do que ...
20/02/2026

CHIKUNGUNYA | 🌞 A temperatura ambiente mínima para que possa ocorrer a transmissão da chikungunya é 2,5°C abaixo do que os cientistas estimavam, segundo uma nova pesquisa publicada no "Journal of Royal Society Interface". A mudança eleva o risco de transmissão da doença para períodos de até seis meses nos países mais quentes da Europa, como Espanha, Portugal, Itália e Grécia.

🌡Os cientistas europeus  acreditavam que a temperatura mínima para a transmissão da doença precisava ser no mínimo 16°C a 18°C.. Com o estudo, eles constataram, no entanto, que a transmissão pode se dar em temperatura mínima mais baixa, variando de 13°C a 14°C.

🌎 A razão da mudança está totalmente vinculada à crise climática e ao aumento médio da temperatura no mundo. Na Europa, a chikungunya tem sido transmitida pelo mosquito Aedes albopictus. Para os cientistas, a área de transmissão da doença está se expandindo para o Norte no continente, o que acende um alerta e faz com que eles passem a recomendar medidas típicas de países tropicais como o uso de repelente contra mosquitos, vestir roupas claras e o clássico combate à água parada.

📊 O estudo aponta que outras dezenas de países, como Bélgica, França, Alemanha e Suíça estão sujeitas à transmissão da doença entre três e cinco meses do ano, enquanto o norte da Inglaterra f**a exposto por dois meses.

🇫🇷🇮🇹 A França e a Itália chamaram a atenção no cenário europeu por terem registrado surtos em larga escala no ano passado. Para se ter uma ideia, em 10 anos, a França tinha notif**ado apenas 30 casos da doença, mas em 2025 foram 800.

👩🏻‍⚕️ Os pesquisadores afirmam que mapear as temperaturas é importante para identif**ar com mais clareza as áreas de risco para a doença e assim poder estimular as medidas de prevenção.
fonte: The Guardian

MPOX | 😷 O município de Porto Alegre (RS) informou nesta última terça (17), ter diagnosticado o 1º caso de mpox em 2026....
19/02/2026

MPOX | 😷 O município de Porto Alegre (RS) informou nesta última terça (17), ter diagnosticado o 1º caso de mpox em 2026. Embora seja morador da cidade, o paciente havia viajado recentemente. O tipo da cepa identif**ada não foi revelado.

🔬 A mpox tem duas cepas predominantes hoje. A clado 2, que causa sintomas leves e possui letalidade menor, e a clado 1, que é considerada mais agressiva e com maior letalidade.

🇧🇷 As duas circulam no Brasil, sendo que a clado 2 é recorrente e predominante, enquanto a clado 1 (variante 1b) teve apenas 2 casos notif**ados, ambos importados e atendidos no Emílio Ribas.

🏥 Em janeiro deste ano, o Emílio Ribas atendeu o 2º caso de mpox clado 1b no Brasil. Tratava-se de um homem oriundo de Portugal. Em março de 2025, o hospital já havia atendido o 1º caso, que envolveu uma mulher que vive em São Paulo e é oriunda do Congo, onde ainda vivem alguns de seus familiares. A paciente teve alta plenamente recuperada após passar por período de isolamento.

📊 O estado de São Paulo notificou 43 casos da doença em 2026. Os casos aconteceram na capital, em Campinas, Santos, Ribeirão Preto e São José do Rio Preto).

🇮🇳🇬🇧 No último dia 14, a Organização Mundial da Saúde (OMS), informou ter identif**ado uma 3ª cepa, considerada recombinante, que mistura os subclados 1a e 1b. Os casos da nova cepa foram identif**ados no Reino Unido (com paciente que havia viajado pelo Sudeste Asiático) e na Índia (com paciente originário da Península Árabe). Não houve mais casos identif**ados.

Informações que você deve saber 👇🏼

👉🏽 risco baixo para população em geral
👉🏽 risco moderado e alto para HSH (parceiros novos ou múltiplos), trabalhadores do s**o, pessoas com multiplos parceiros se***is ocasionais, pessoas vivendo com HIV

✅️ SINTOMAS
Erupções na pele, febre, dor de cabeça e no corpo, calafrios, ínguas (aumento dos linfonodos)

✅️ TRANSMISSÃO
Por contato direto e prolongado pele a pele (especialmente íntimo ou sexual), com lesões de pele, com fluídos corporais ou com objetos contaminados.

👊🏼 O Instituto Emílio Ribas é uma unidade 100% SUS, referência para a doença, com portas abertas à população por meio de seu pronto-socorro 24h

HTLV | 🩺 A neurologista Rosa Pierina, que atua no Ambulatório de Neuroinfecções do Instituto Emílio Riba, realizou um es...
18/02/2026

HTLV | 🩺 A neurologista Rosa Pierina, que atua no Ambulatório de Neuroinfecções do Instituto Emílio Riba, realizou um estudo do reflexo H como marcador de alteração precoce na medula espinhal em pessoas que vivem com infecção por HTLV. A pesquisa promete uma importante mudança de paradigma, substituindo o modelo reativo de diagnóstico clínico pelo monitoramento proativo e dinâmico da integridade medular, conferindo mais segurança terapêutica e previsibilidade ao prognóstico do paciente.

👩🏻‍⚕️Em mais de 90% dos casos, o HTLV é assintomático. Apesar disso, o tipo 1 pode ser o agente causador de duas complicações graves: o linfoma/leucemia de células T adultas e a Paraparesia Espástica Tropical/Mielopatia Associada. Esta 2ª complicação pode levar à disfunção da marcha e rigidez muscular.

🧍Ao identif**ar alterações na medula precocemente, é possível intervir em questões que impactam severamente o dia a dia.

👱‍♀️ A empresária Edina Gonçalves de Almeida Ribeiro, de Camanducaia (MG), na foto com Pierina, é paciente do Emílio Ribas e fez parte do estudo. A médica explica que as conclusões da pesquisa levam os especialistas a pensarem na indicação de estudos eletrofisiológicos de nervos periféricos, com exames de imagem, dentro da rotina do paciente com sintomas sensitivos ou motores em membros inferiores (pernas), inclusive dores lombares pouco esclarecidas.

🔊 "O estudo da condução nervosa corresponde à 1ª parte do exame e baseia-se na aplicação de estímulos elétricos no trajeto dos nervos sensoriais, motores ou mistos. A 2ª parte do exame consiste na inserção de um eletrodo descartável, em forma de agulha, nos músculos a serem estudados, com o objetivo de registrar a atividade elétrica das fibras musculares e com isso avaliar as ‘unidades motoras’. O estudo é feito em 3 situações: repouso, esforço leve e esforço máximo”, afirma Pierina.

🎓 O estudo foi sua tese de mestrado sob orientação do neurologista do Emílio Ribas Augusto Penalva, responsável pelo Ambulatório de HTLV. "O uso da ferramenta pode auxiliar no diagnóstico e seguimento de pessoas com doenças neurológicas associadas ao HTLV-1", diz.

DOENÇAS INFECCIOSAS | 🩺 Um estudo envolvendo 540 mil adultos durante uma média de 13 a 14 anos, mostrou que pessoas com ...
17/02/2026

DOENÇAS INFECCIOSAS | 🩺 Um estudo envolvendo 540 mil adultos durante uma média de 13 a 14 anos, mostrou que pessoas com obesidade têm probabilidade 70% maior de hospitalização ou morte por doenças infecciosas. O trabalho foi publicado na revista científ**a “The Lancet”.

🇬🇧🇫🇮 O grupo analisou dados de mais de 67 mil adultos de dois estudos da Finlândia e de outros 470 mil do Reino Unido, que fazem parte do UK Biobank, um banco de dados biomédicos de larga escala e de longo prazo.

🏥 Não estar com o peso considerado saudável aumenta o risco de complicações para a maioria das doenças infecciosas, incluindo a gripe, a covid-19, a pneumonia, a gastroenterite, as infecções urinárias e as infecções respiratórias.

📊 Segundo os cientistas, os dados analisados acendem um alerta, visto que há previsão de que as taxas de obesidade aumentem globalmente.

👉Para os pesquisadores, é importante investir em políticas que ajudem as pessoas a se manterem saudáveis e apoiem na perda de peso, como o acesso à alimentação de qualidade e à oportunidade de atividade física, por exemplo. Eles ainda reforçam a importância de as pessoas obesas manterem a vacinação em dia. Evidências de ensaios de dr**as para perda de peso (como as populares “canetas emagrecedoras”) também indicam diminuição dos riscos para infecções graves, mas estudos adicionais são necessários.

🇧🇷 No Brasil, 60% da população está acima do peso e 25% já enfrenta quadro de obesidade, segundo dados divulgados agora em janeiro pelo Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico 2024.

👩🏿‍⚕️ A ideia do estudo surgiu a partir de altos índices de hospitalizações e mortes entre pessoas com obesidade durante a pandemia de covid-19. O estudo qui verif**ar se essa relação também valia para outras doenças infecciosas. Os pesquisadores afirmam que mecanismos biológicos podem estar envolvidos nessa relação, mas que são necessários mais estudos para confirmar a associação entre eles. É possível que a obesidade enfraqueça o sistema imune do organismo.

🗞 fonte: “The Lancet”/ “The Guardian”

🔎 com curadoria da comunicação do Instituto de Infectologia Emílio Ribas

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Avenida Doutor Arnaldo, 165
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01246-000

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Quem somos?

O Instituto de Infectologia Emílio Ribas é um hospital 100% SUS especializado em doenças infectocontagiosas e referência no atendimento de casos graves e de alta complexidade envolvendo doenças como aids, meningite, tuberculose, HTLV, leptospirose, dengue, chikungunya, zika vírus, hepatites, malária, gripes, bactérias resistentes, dentre outras.