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A maior parte do que é apresentado no AACR ainda não tem aplicação imediata na prática clínica. E é exatamente isso que ...
23/04/2026

A maior parte do que é apresentado no AACR ainda não tem aplicação imediata na prática clínica. E é exatamente isso que torna o congresso tão relevante.

Ali, a oncologia é discutida em sua forma mais inicial: novos alvos, mecanismos, biomarcadores e estratégias terapêuticas que ainda estão em desenvolvimento.

É um espaço onde o impacto não é imediato — mas onde o futuro começa a ser desenhado.

Compreender esse estágio é essencial para acompanhar a evolução da oncologia de forma mais completa.

A ciência é uma só. Mas o acesso a ela ainda não é.Em um país com dimensões continentais como o Brasil, garantir que a m...
22/04/2026

A ciência é uma só. Mas o acesso a ela ainda não é.

Em um país com dimensões continentais como o Brasil, garantir que a mesma evidência chegue a todos os profissionais é um desafio — e também uma responsabilidade.

A Oncologia Brasil atua para conectar médicos de diferentes realidades, levando conteúdo científico estruturado para todo o país.

Da rede pública à privada, de capitais a regiões mais distantes — o objetivo é o mesmo: Garantir que a informação chegue com qualidade, contexto e aplicabilidade.

Porque a decisão clínica começa pelo acesso ao conhecimento.

A história dos inibidores de KRAS G12C não é mais sobre provar que funcionam — é sobre entender por que param de funcion...
19/04/2026

A história dos inibidores de KRAS G12C não é mais sobre provar que funcionam — é sobre entender por que param de funcionar.

No AACR 2026, o foco deixa de ser apenas eficácia inicial e passa a ser o próximo desafio real da prática clínica: a resistência adquirida.

Os dados reforçam um padrão já observado: apesar de respostas iniciais relevantes, uma parcela significativa dos pacientes evolui com progressão em poucos meses — resultado de mecanismos complexos, como mutações secundárias e reativação de vias de sinalização. É nesse cenário que entram os inibidores de segunda geração.

Novos compostos estão sendo desenhados para oferecer:
- ligação mais potente e sustentada ao alvo
- atividade mesmo após falha dos inibidores de primeira geração
- maior capacidade de contornar mecanismos de resistência

Resultados apresentados no congresso já mostram atividade clínica relevante, inclusive em pacientes previamente tratados — sinalizando que o campo está evoluindo rapidamente para superar suas próprias limitações. Mais do que uma nova classe, o que se desenha é um novo ciclo de inovação: da descoberta do alvo → para o refinamento contínuo da estratégia terapêutica.

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As vacinas terapêuticas de mRNA estão deixando de ser uma promessa — e começam a mostrar sinais consistentes de impacto ...
19/04/2026

As vacinas terapêuticas de mRNA estão deixando de ser uma promessa — e começam a mostrar sinais consistentes de impacto clínico duradouro.

No AACR 2026, o follow-up de 3 anos em melanoma reforça um ponto central: a resposta imune induzida pode ser sustentada ao longo do tempo, com redução significativa de recorrência quando combinada à imunoterapia. Mas o movimento não para no melanoma.

O que se observa agora é a expansão dessa estratégia para tumores historicamente mais desafiadores, como pâncreas e pulmão — indicando que o papel das vacinas de mRNA pode ir além de nichos específicos e alcançar diferentes cenários clínicos.

O racional é claro: ensinar o sistema imune a reconhecer o tumor com precisão, gerar memória imunológica e atuar não apenas no tratamento — mas também na prevenção de recidiva.

Mais do que uma nova tecnologia, o que está em jogo é uma mudança de paradigma: de tratar a doença quando ela aparece para treinar o organismo a controlá-la no longo prazo.

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A patologia está passando por uma transformação silenciosa — e o AACR 2026 deixa claro que ela já começou. A inteligênci...
19/04/2026

A patologia está passando por uma transformação silenciosa — e o AACR 2026 deixa claro que ela já começou. A inteligência artificial aplicada à patologia computacional não é mais uma promessa distante. Ela já está chegando à bancada diagnóstica.

Ao integrar algoritmos avançados à análise de lâminas digitais, a patologia deixa de ser apenas interpretativa e passa a ser quantificável, reprodutível e preditiva — ampliando a capacidade de identificar padrões invisíveis ao olho humano.

No AACR 2026, o destaque dado ao tema reforça um movimento maior: a transição da IA de ferramenta de pesquisa para componente real da prática clínica, com aplicações que vão desde biomarcadores até suporte à decisão terapêutica.

Mais do que acelerar diagnósticos, o que está em jogo é uma mudança de paradigma: a patologia se transforma em uma plataforma integrada de dados, conectando imagem, biologia molecular e inteligência artificial para orientar decisões mais precisas.

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A terapia CAR-T pode estar entrando em sua fase mais disruptiva — e o AACR 2026 deixa isso claro.Por anos, o desafio foi...
19/04/2026

A terapia CAR-T pode estar entrando em sua fase mais disruptiva — e o AACR 2026 deixa isso claro.

Por anos, o desafio foi levar essa tecnologia além das doenças hematológicas. Agora, os avanços em engenharia celular começam a mudar esse cenário.

Novos designs, estratégias mais sofisticadas de modulação do sistema imune e, principalmente, o avanço do conceito de CAR-T in vivo apontam para uma mudança estrutural: a possibilidade de gerar células CAR-T diretamente no organismo, sem necessidade de manipulação ex vivo.

Isso não apenas reduz barreiras logísticas e de tempo — mas abre caminho para maior escalabilidade e acesso.

Ao mesmo tempo, os primeiros dados clínicos em tumores sólidos começam a mostrar sinais de atividade, enfrentando um dos maiores desafios históricos da imunoterapia: o microambiente tumoral e a heterogeneidade antigênica.

Mais do que uma evolução incremental, o que se desenha é uma mudança de paradigma: de uma terapia altamente personalizada e complexa
para uma plataforma potencialmente mais acessível, programável e adaptável.

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A medicina de precisão pode estar entrando em uma nova fase — onde a decisão não depende apenas do tumor visível, mas do...
19/04/2026

A medicina de precisão pode estar entrando em uma nova fase — onde a decisão não depende apenas do tumor visível, mas do que ainda não conseguimos ver.

No AACR 2026, os primeiros dados prospectivos de fase III reforçam o papel do ctDNA como ferramenta ativa na tomada de decisão terapêutica, indo além do monitoramento e passando a influenciar conduta.

Mais do que detectar doença residual mínima, o ctDNA começa a orientar estratégias como intensificação, descalonamento e acompanhamento mais individualizado do tratamento.

O impacto é direto: decisões mais precoces, mais personalizadas e potencialmente mais eficazes.

Se confirmado em larga escala, esse movimento pode redefinir o timing das intervenções oncológicas — antecipando a ação antes mesmo da progressão clínica ou radiológica.

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A imunoterapia segue avançando — e os biespecíficos T-cell engagers estão no centro dessa nova fase.No AACR 2026, os dad...
17/04/2026

A imunoterapia segue avançando — e os biespecíficos T-cell engagers estão no centro dessa nova fase.

No AACR 2026, os dados apresentados reforçam o potencial dessas moléculas em hematologia, especialmente em linfomas e mieloma múltiplo, com respostas relevantes mesmo em cenários de doença refratária.

Mais do que uma evolução dos anticorpos monoclonais, os biespecíficos introduzem uma lógica diferente: recrutar diretamente as células T para o microambiente tumoral, promovendo uma ativação imune mais direcionada e potente.

O avanço para estratégias de duplo bloqueio e novas combinações amplia ainda mais esse potencial, indicando um caminho onde a imunoterapia se torna cada vez mais modular e adaptável a diferentes contextos clínicos.

O que se desenha é uma mudança de paradigma: de bloquear checkpoints para orquestrar a resposta imune de forma ativa e direcionada.

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Os ADCs já deixaram de ser promessa — e o AACR 2026 deixa isso ainda mais claro.A nova geração dessa classe terapêutica ...
17/04/2026

Os ADCs já deixaram de ser promessa — e o AACR 2026 deixa isso ainda mais claro.

A nova geração dessa classe terapêutica não está apenas ampliando indicações, mas evoluindo em sua própria engenharia: payloads duplos, novos alvos e estratégias combinadas começam a redefinir o que esperamos desses agentes.

Mais do que entregar quimioterapia de forma direcionada, os ADCs passam a atuar como plataformas complexas, capazes de integrar diferentes mecanismos de ação em um único desenho terapêutico.

O resultado é um movimento consistente: maior atividade em tumores resistentes, expansão para novos cenários clínicos e potencial de reposicionamento em linhas mais precoces de tratamento. O que antes era visto como uma alternativa passa a ocupar um espaço cada vez mais central na oncologia moderna.

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O cenário pós-CDK4/6 no câncer de mama HR+ sempre foi um dos maiores desafios da prática clínica.Com progressão após ter...
17/04/2026

O cenário pós-CDK4/6 no câncer de mama HR+ sempre foi um dos maiores desafios da prática clínica.

Com progressão após terapia endócrina e CDK4/6 inibidores, as opções passam a ser mais limitadas — e, muitas vezes, com menor previsibilidade de resposta. É nesse contexto que o datopotamabe deruxtecan começa a ganhar protagonismo.

Como um ADC direcionado ao TROP2, o fármaco representa uma nova lógica terapêutica: entregar quimioterapia de forma mais precisa, diretamente às células tumorais, ampliando eficácia e reduzindo exposição sistêmica.

Os dados apresentados consolidam seu papel como uma alternativa relevante após CDK4/6i, com ganho consistente em controle de doença frente à quimioterapia convencional — e já respaldando sua incorporação em diferentes mercados regulatórios.

Mais do que uma nova droga, o que se observa é um movimento maior: os ADCs deixam de ser opção tardia e passam a ocupar um espaço estratégico nas linhas intermediárias do tratamento.

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.A síndrome de Lynch sempre esteve no centro da prevenção em oncologia — mas o SGO 2026 propõe um passo além: padronizar...
17/04/2026

.A síndrome de Lynch sempre esteve no centro da prevenção em oncologia — mas o SGO 2026 propõe um passo além: padronizar, de forma mais clara, como identificar, acompanhar e intervir nessas pacientes.

Trata-se do principal síndrome hereditário associado ao câncer colorretal e endometrial, com risco elevado também para tumores ovarianos e outras neoplasias, muitas vezes em idades mais precoces.

O novo consenso apresentado no congresso reforça um ponto crítico: não basta reconhecer o risco — é preciso estruturar a jornada de cuidado.

Isso inclui desde estratégias mais amplas de rastreamento e testagem genética até decisões sobre redução de risco, vigilância intensificada e manejo individualizado ao longo da vida.

Mais do que uma atualização, o que se observa é uma mudança de abordagem: a transição de recomendações fragmentadas para um modelo mais integrado de prevenção e cuidado longitudinal.

Em um cenário onde a identificação precoce pode alterar não só o desfecho individual, mas também o risco familiar, a padronização dessas condutas ganha um peso ainda maior.

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Pela primeira vez, diretrizes americanas passam a incluir a autocoleta para HPV como opção válida de rastreamento, ampli...
16/04/2026

Pela primeira vez, diretrizes americanas passam a incluir a autocoleta para HPV como opção válida de rastreamento, ampliando o acesso e reduzindo barreiras históricas ao diagnóstico precoce.

Mais do que uma mudança técnica, trata-se de uma mudança de lógica: o rastreamento deixa de depender exclusivamente do ambiente clínico e passa a incorporar modelos mais acessíveis, com potencial direto de aumentar a adesão — especialmente em populações sub-rastreadas.

E o dado mais relevante é claro: a autocoleta apresenta eficácia comparável à coleta realizada por profissionais de saúde, mantendo a acurácia na detecção de HPV de alto risco.

Em um cenário onde o HPV está associado à grande maioria dos casos de câncer cervical, ampliar o acesso ao rastreamento não é apenas uma estratégia — é uma oportunidade real de impacto em larga escala.

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