Depressão: entenda o que é e a sua gravidade

Depressão: entenda o que é e a sua gravidade Clínica Dr. Vladimir Bernik - Médico Psiquiatra
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Grande parte da população apresenta quadros de depressão e as informações contidas nesta página são meramente explicativas e de esclarecimento, apresentando cunho informativo por se tratar de uma doença de alto risco, muito invalidante e prevalente.

12/11/2017

Vamos falar mais um pouco sobre a depressao, E a segunda doença que mais pessoas mata no mundo, . A primeira são os tumores malignos em geral. São as neoplasias. Então hoje a depressão e um sério problema de saúde pública. Se não tem exatamente uma "cura", tem sim um total controle com plena neutralização de todos os seus sintomas. E esta perspectiva é extremamente empolgante, para o paciente que vai parar de sofrer e retomar a sua vida e para o médico, que assim também se realiza no seu trabalho. E a doença que mais pessoas afasta do seu ctrabalho e do convívio pessoal, familiar, social e profissional. E a que mais despesa gera aos sistemas de saude tanto públicos quanto particulares. E o seu controle e rápido pela sua gravidade e alta letalidade quando não é adequadamente tratada. E a doença que, fora a lombalgia (a famosa "dor nas costas") mais pessoas mantêm em "licenças médicas" com todo o seu elevado custo pessoal e social. A sua letalidade decorre principalmente da sua maior complicação: o suicidio. A Medicina, e a Psiquiatria em particular, obtém rápidas recuperações. Contudo, como em qualquer doença crônica funcional, a manutenção de uma medicação a longo prazo é imprescindível. A necessidade desta manutenção deve ser bem enfatizada pelo medico já que as eventuais recidivas só acontecem com a indevida suspensão dos antidepressivos. Num esquema impresso que uso no consultorio esta claramente escrita a advertências:
O seu tratamento não termina quando o seu remédio acaba , mas so quando o seu medico assim o determina. Pena que muitos pacientes se enganam com a falsa ilusão de que se curaram só porque os seus sjntomas passaram: na verdade a depressão esta sob controle mas ela não passou de vez.

Depressão: entenda o que é e a sua gravidade    Artigo "Sonambulismo", de Vladimir Bernik"O sonambulismo é um estado alt...
24/04/2017

Depressão: entenda o que é e a sua gravidade

Artigo "Sonambulismo", de Vladimir Bernik

"O sonambulismo é um estado alterado de consciência caracterizado por comportamentos estranhos, como sentar-se, caminhar e até executar atos mais complexos que fazem parte de seu dia a sai, sem o conhecimento da pessoa. Apesar de ela manter sinais de consciência. Esse comportamento é comum entre crianças, raro entre adolescente e incomum entre adultos", acesse o link https://goo.gl/LOl9F0
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Atenção aos sinais deste transtorno do sono para ajudar a pessoa a retornar para seu leito em segurança. O sonambulismo é um estado alterado de consciência cara...

Depressão: entenda o que é e a sua gravidade    Um dos grandes problemas enfrentados pelos portadores  da depressão é o ...
21/04/2017

Depressão: entenda o que é e a sua gravidade

Um dos grandes problemas enfrentados pelos portadores da depressão é o diagnóstico tardio e, quando não tratada adequadamente, leva à incapacitação e está associada a elevados custos econômicos e sociais. Por isso, a importância de profissionais médicos de todas as especialidades, não só psiquiatras, estarem atentos aos sintomas da depressão, para que possam encaminhar esses pacientes a um tratamento adequado. A família também pode ajudar na observação de alguns sintomas e ao desconfiar que seu parente possa estar sofrendo de um quadro depressivo procurar ajuda.
Fique atento aos sintomas e procure sempre um médico especialista!
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Depressão: entenda o que é e a sua gravidade    Um dos primeiros passos no tratamento da depressão é a individualização ...
19/04/2017

Depressão: entenda o que é e a sua gravidade

Um dos primeiros passos no tratamento da depressão é a individualização do quadro de cada paciente. Dessa forma, é possível elaborar uma estratégia personalizada de terapêutica. Junto com a prescrição de medicamentos, recomenda-se a inclusão de psicoterapia – cognitiva (estudo do momento do paciente) e/ou comportamental (que ensina atitudes para enfrentar o quadro clínico). É importante ressaltar que há necessidade de tratamento de manutenção em longo prazo, mesmo depois de se controlar o quadro agudo.
Fique atento aos sinais e procure sempre um médico especialista.
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Depressão: entenda o que é e a sua gravidade    Dada a sua gravidade e abrangência, a depressão é considerada a “Doença ...
17/04/2017

Depressão: entenda o que é e a sua gravidade

Dada a sua gravidade e abrangência, a depressão é considerada a “Doença do Século” – título dado em meados dos anos setenta e que persiste até hoje. Com isso, deixou de ser uma preocupação apenas médica, principalmente pelos impactos sociais e econômicos que produz. É comum, atualmente, conhecer alguém próximo que apresenta um quadro depressivo. Por isso, é importante que mais médicos não-psiquiátras estejam atentos à depressão e a seus sintomas, para o encaminhamento necessário. Esse conhecimento possibilitará o diagnóstico precoce e tratamento mais rápido da doença.
Os sintomas básicos ajudarão no diagnóstico da depressão:

>>Humor depressivo

>>Perda da alegria de viver

>>Ganho ou perda de apetite e, consequentemente, do peso

>>Alterações do sono

Fadiga diurna

>>Lentificação psicomotora

Fique atento aos sinais e procure um médico especialista.
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Depressão: entenda o que é e a sua gravidade  Suicídio nunca foi tão falado como nos últimos anos, principalmente entre ...
13/04/2017

Depressão: entenda o que é e a sua gravidade

Suicídio nunca foi tão falado como nos últimos anos, principalmente entre jovens. Na última década, a taxa de suicídio cresceu mais de 40% entre brasileiros de 15 a 29 anos. Nos últimos dias, o tema voltou à mídia por conta da repercussão da série “13 Reasons Why” e o jogo “Baleia Azul”. O médico psiquiatra Dr. Vladimir Bernik, chefe do Grupo de Psiquiatria do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, reforça a importância de se ficar atendo aos sinais. “Outro mito muito difundido é o de que o paciente que ameaça se matar está apenas querendo atenção e tem baixo risco. Na verdade, a grande maioria dos pacientes que obtiveram êxito letal, sempre sinalizam antes ou deram sinais ou falaram claramente de suas intenções”, reforça Dr. Bernik.

Fatores de risco importantes a serem considerados:
>> Transtornos psiquiátricos (geralmente depressão, alcoolismo e alterações de personalidade)
>> Doenças físicas (doenças terminais, dolorosos ou debilitantes, AIDS)
>> Tentativas anteriores de suicídios
>> Histórico familiar de suicídio ou tentativas, alcoolismo e ou outros transtornos psiquiátricos
>> Estado de isolamento social
>> Desemprego ou aposentadoria
>> Deterioração econômica ou perda de emprego
>> Luto na infância
>> Se o paciente se encontra em tratamento psiquiátrico, o risco é maior naqueles que tiveram alta recentemente do hospital e têm história de tentativas anteriores.
Além disso, fatores de vida de estresse recentes foram associados ao aumento do risco para suicídio, como: final de relacionamento, luto, problemas familiares, alteração no status ocupacional ou financeiro, rejeição de uma pessoa significativa, vergonha e medo de ser culpado de algo.
Fique atento e aos primeiros sinais procure um médico especializado.
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Depressão: entenda o que é e a sua gravidade    Um dos primeiros passos no tratamento da depressão é a individualização ...
10/04/2017

Depressão: entenda o que é e a sua gravidade

Um dos primeiros passos no tratamento da depressão é a individualização do quadro de cada paciente. Dessa forma, é possível elaborar uma estratégia personalizada de terapêutica. Junto com a prescrição de medicamentos, recomenda-se a inclusão de psicoterapia – cognitiva (estudo do momento do paciente) e/ou comportamental (que ensina atitudes para enfrentar o quadro clínico). Quanto aos medicamentos, os antidepressivos são a base para o controle de doença. "É importante ressaltar que há necessidade de tratamento de manutenção em longo prazo, mesmo depois de se controlar o quadro agudo", recomenda o médico psiquiatra Dr. Vladimir Bernik
Procure sempre um médico especialista.
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   A depressão tem tratamento e o primeiro passo é conversar sobre o assunto. Essa é a proposta da Organização Mundial d...
07/04/2017



A depressão tem tratamento e o primeiro passo é conversar sobre o assunto. Essa é a proposta da Organização Mundial da Saúde (OMS) no Dia Mundial da Saúde, lembrado hoje (7), quando celebramos o Dia Mundial da Saúde.
O número de pessoas que vivem com depressão, segundo a OMS, está aumentando – 18% entre 2005 e 2015. A estimativa é que, atualmente, mais de 300 milhões de pessoas de todas as idades sofram com a doença em todo o mundo. O órgão alertou ainda que a depressão figura como a principal causa de incapacidade laboral no planeta.
De acordo com a OMS, cerca de 5,8% da população brasileira sofrem de depressão – um total de 11,5 milhões de casos. O índice é o maior na América Latina e o segundo maior nas Américas, atrás apenas dos Estados Unidos, que registram 5,9% da população com o transtorno e um total de 17,4 milhões de casos.
O levantamento mostra que, além do Brasil e dos Estados Unidos, países como a Ucrânia, Austrália e Estônia também registram altos índices de depressão em sua população – 6,3%, 5,9% e 5,9%, respectivamente. Entre as nações com os menores índices do transtorno estão as Ilhas Salomão (2,9%) e a Guatemala (3,7%). A prevalência na população mundial, segundo a OMS, é 4,4%.
Principais sinais da Depressão:
1 - Tristeza excessiva;
2 - Falta de energia;
3 - Irritabilidade fácil ou apatia;
3- Mal-estar geral, principalmente aperto no tórax;
4 - Alterações no apetite, que pode levar ao aumento ou perda de apetite;
5 - Alterações do sono, como insônia ou muito sono;
6 - Perda de interesse por atividades que eram interessantes.
Fique atento aos sinais e procure sempre um médico especialista
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Depressão: entenda o que é e a sua gravidade      A depressão é uma doença bem caracterizada e com base genética, só pod...
05/04/2017

Depressão: entenda o que é e a sua gravidade

A depressão é uma doença bem caracterizada e com base genética, só podendo ser controlada com medicamentos específicos, como os antidepressivos, associados ou não a ansiolíticos. "As psicoterapias de apoio e as cognitivos-comportamentais são de grande valor, mas achar que somente psicoterapia vai resolver o quadro é subestimar a gravidade da doença. A depressão não tem cura, tem si, controle total que permite uma vida normal", explica o médico psiquiatra Dr. Vladimir Bernik.
É importante esclarecer que quem já teve crises depressivas está mais sujeito a ter novas crises, as chamadas recaídas, justamente por ser uma doença hereditária e recidivante por definição. "Hoje se controla de perto a pessoa com depressão ou as mais sujeitas às recidivas, garantindo-lhes tratamento adequado e o seu reingresso no convívio pessoal, familiar, social e profissional", diz Dr. Bernik.
Consulte sempre um médico especialista: www.vladimirbernik.med.br

Depressão: entenda o que é e a sua gravidade  O tratamento da depressão é sempre medicamentoso. "A depressão é uma doenç...
03/04/2017

Depressão: entenda o que é e a sua gravidade

O tratamento da depressão é sempre medicamentoso. "A depressão é uma doença bem caracterizada e com base genética, só podendo ser controlada com medicamentos específicos, os antidepressivos, associados ou não a ansiolíticos. É claro que as psicoterapias de apoio e as cognitivos-comportamentais são de grande valor, mas achar que somente psicoterapia vai resolver o quadro é subestimar a gravidade da doença, que pode inclusive resultar na morte da pessoa deprimida. A depressão não tem cura, mas tem sim controle total que permite uma vida normal", diz o médico psiquiatra Dr. Vladimir Bernik.
É muito importante sempre ficar atendo aos sinais, pois quem já teve crises depressivas está mais sujeito a ter novas crises, as chamada recaídas, justamente por ser uma doença hereditária e recidivante por definição. "Hoje se controla de perto a pessoa com depressão ou as mais sujeitas às recidivas, garantindo-lhes tratamento adequado e o seu reingresso no convívio pessoal, familiar, social e profissional", explica Dr. Bernik.

Depressão: entenda o que é e a sua gravidade  A depressão começa geralmente entre 15 e 25 anos, mas já temos crianças co...
03/04/2017

Depressão: entenda o que é e a sua gravidade

A depressão começa geralmente entre 15 e 25 anos, mas já temos crianças com 8 anos apresentando quadro depressivo. "O início cada vez mais precoce se deve ao avanço do conhecimento sobre a depressão, permitindo que os diagnósticos e os tratamentos sejam feitos cada vez mais cedo. Por isso, é muito importante que os médicos dos atendimentos primários reconheçam os sinais e encaminhem o paciente ao médico psiquiatra", explica o médico psiquiatra Dr. Vladimir Bernik.
Temos a depressão maior, ou a depressão propriamente dita; a depressão menor, menos manifesta as alterações de humor para o depressivo, as assim chamadas distimias. O transtorno bipolar, antes chamado de depressão bipolar, é hoje um quadro especifico essencialmente característico a ponto de ter sido excluído do grupo das depressões apresentando-se como um distúrbio próprio.
O ainda difícil diagnostico da depressão, em ampla escala, faz ela ser subnotificada. O mesmo ocorre na chamada “depressão pós parto” o que não permite estabelecer dados concretos. Mas pode se pressupor que parte das gestantes com depressão ou as que já passaram por episódios depressivos têm maior probabilidade de ter um quadro depressivo seguido ao parto. "Grande parte das recém-mães apresentam algumas crises depressivas com tristeza, choro e quadros de ansiedade. Existem mitos que algumas tenham tentado agredir os seus bebês, mas a ocorrência de tais situações é extremamente rara, limitando-se na realidade a sintomas depressivos com ansiedade facilmente controláveis", esclarece Dr. Bernik.
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Depressão: entenda o que é e a sua gravidade  20% na população mundial apresentará, pelo menos, um episódio de depressão...
29/03/2017

Depressão: entenda o que é e a sua gravidade

20% na população mundial apresentará, pelo menos, um episódio de depressão ao longo da vida. Isso equivale uma entre cada cinco pessoas). É, atualmente, a terceira causa de morte, perdendo apenas para os AVCs e para os infartos e miocárdio.O diagnóstico é clínico e se faz através do reconhecimento dos sintomas, de preferência já pelo médico de atendimento primário. Mesmo o diagnóstico sendo essencialmente clínico, hoje alguns exames subsidiários podem ajudar a confirmar este diagnóstico. Algumas imagens em ressonância magnética, alguns exames de sangue, como a relação CD4/CD8 ainda em averiguação. E um grande ganho para o diagnóstico é o exame genético pelo sequenciamento do DNA, muito útil no tratamento a ser estabelecido.
"Considerando-se que a depressão é sempre uma doença hereditária, então pessoas com maior tendência genética são mais suscetíveis. A maior ou menor vulnerabilidade se deve exatamente à existência de antecedentes genéticos em família", explica o médico psiquiatra Dr. Vladimir Bernik, chefe do grupo de psiquiatria do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.
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