Camila Marcoccia_Psicóloga

Camila Marcoccia_Psicóloga Graduada em Psicologia pela PUC-SP, mestre em Psicologia Clínica pela USP. Experiência em atendime

Você já percebeu como a convivência com animais, especialmente na infância, desperta na criança habilidades que nenhum a...
27/02/2026

Você já percebeu como a convivência com animais, especialmente na infância, desperta na criança habilidades que nenhum adulto consegue ensinar apenas falando? No cotidiano simples dessa relação, ela aprende cuidado, disciplina, espera e constância. Valores que se formam não em grandes lições, mas nas pequenas responsabilidades de todos os dias.

Ao alimentar, trocar a água, organizar o espaço ou perceber se o animal está disposto a brincar, a criança entende que afeto não é só entusiasmo, mas também presença e ritmo. Aprende que o outro tem necessidades próprias, que nem tudo acontece no seu tempo, e que a repetição cuidadosa das rotinas constrói segurança. Essa vivência prática fortalece a responsabilidade, a paciência e a capacidade de observar — competências fundamentais para o desenvolvimento emocional.

Conviver com um animal também convida a criança a sair um pouco do imediatismo: esperar, ajustar o toque, perceber limites. E, sem perceber, ela se torna mais atenta, mais sensível ao ambiente e mais capaz de lidar com frustrações.

No fim, não se trata de humanizar os animais, mas de reconhecer que essa relação amadurece a criança de forma muito concreta. Eles podem ser grandes companheiros, especialmente para aquelas crianças que passam mais tempo sozinhas e que hoje, tão facilmente, se refugiam nas telas. Um vínculo vivo, que respira e pede presença, pode ser uma oportunidade bonita de conexão com o mundo ao redor.

Receber um diagnóstico psiquiátrico pode nos deixar confusos, assustados ou até envergonhados. É comum surgir a sensação...
24/02/2026

Receber um diagnóstico psiquiátrico pode nos deixar confusos, assustados ou até envergonhados. É comum surgir a sensação de que algo em nós está "errado", de desejar que fosse diferente ou de pensar que isso nos define. Mas nada disso precisa ser um ponto final na maneira como você se percebe.

Um diagnóstico não é a soma de quem você é. Ele descreve algo que acontece com você, não quem você é. Pode ser algo momentâneo ou algo que vai precisar de acompanhamento por mais tempo, mas ainda assim é apenas uma pequena parte da sua história. Você é maior que qualquer nome, maior que qualquer sintoma.

Quando entendido com clareza, o diagnóstico não funciona como rótulo, mas como ferramenta. Ele organiza informações, orienta caminhos, aponta intervenções possíveis e facilita o tratamento. Ajuda você a compreender seus sofrimentos com mais precisão e a construir, junto com profissionais de saúde, estratégias que realmente façam diferença.

O diagnóstico não é um lugar para se esconder nem uma justificativa para tudo o que é difícil. É uma oportunidade de se conhecer melhor, de olhar com honestidade para o que precisa de cuidado e de abrir espaço para mudanças reais. É um ponto de partida para que você possa viver com mais leveza, mais consciência e mais autonomia sobre a própria vida.

-estar

O ciúme entre irmãos é um sentimento humano que nasce da vulnerabilidade e do desejo profundo de continuar pertencendo. ...
20/02/2026

O ciúme entre irmãos é um sentimento humano que nasce da vulnerabilidade e do desejo profundo de continuar pertencendo. Quando a criança demonstra ciúmes, ela está dizendo: "ainda há espaço para mim?".

O nascimento de um irmão reorganiza o mundo emocional dos pequenos. De repente, o amor parece dividido, o colo parece mais disputado. Isso aparece de muitas formas: a criança que regrediu, a que briga por qualquer motivo, a que quer exclusividade, ou até a que se cala e se afasta.

Acolher o ciúme não significa permitir agressões, mas reconhecer que há um sofrimento ali. A criança precisa saber que seu sentimento não é errado e que o amor dos pais não funciona por competição. Dizer "não precisa ter ciúme" não resolve; mas dizer "eu sei que está difícil, você também precisa de mim" abre um espaço seguro.

O ciúme é um pedido de amor camuflado. Pequenas mudanças fazem diferença: alguns minutos de atenção exclusiva por dia, um espaço em que cada filho possa ter algo que é só seu.

Quando a criança sente que seu lugar está garantido, mesmo com o irmão ao lado, ela aprende algo essencial sobre amor, vínculo e pertencimento — algo que carrega para muito além da infância.

O exercício não é uma "cura mágica", mas é um dos recursos mais consistentes — e estudados — para auxiliar no cuidado da...
17/02/2026

O exercício não é uma "cura mágica", mas é um dos recursos mais consistentes — e estudados — para auxiliar no cuidado da ansiedade e da depressão. Ele atua em vários níveis do corpo e da mente, criando um terreno mais favorável para que você se sinta melhor, pense melhor e lide melhor com o que sente.

Quando você se movimenta, seu corpo produz efeitos que ajudam diretamente na regulação emocional: a liberação de serotonina, dopamina e endorfinas — neurotransmissores ligados ao bem-estar, motivação e prazer; reduz o hormônio do estresse, o que pode ajudar na tensão muscular e inquietação. O movimento melhora o sono, e a constância ajuda o senso de capacidade: cada vez que você completa uma caminhada, uma aula ou alguns minutos de alongamento, o corpo aprende "eu consigo". Esse sentimento combate a desesperança comum na depressão.

Mas talvez o ponto mais importante seja outro: o exercício devolve ritmo e presença. A respiração mais profunda, o contato com o corpo, o passo repetido de uma caminhada ou a cadência de uma aula ajudam a mente a sair do loop de pensamentos ansiosos e da lentidão depressiva.

O movimento também cria pequenas rotinas e a constância é uma das melhores amigas da saúde mental. Não precisa ser intenso, demorado ou perfeito. Uma caminhada de 15 minutos, alguns exercícios em casa, uma aula que você consiga sustentar. O que importa é o início e a continuidade possível.

No fundo, exercitar-se é uma forma prática de lembrar ao corpo que ele está vivo e ao coração que ele pode encontrar caminhos de regulação. É um cuidado que se acumula: pouco a pouco, o que era esforço vira apoio interno, e o que era obrigação pode virar uma forma de se reencontrar consigo.

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Você já percebeu como, nos momentos mais desafiadores da vida, não é a solução imediata que faz diferença, mas quem está...
14/02/2026

Você já percebeu como, nos momentos mais desafiadores da vida, não é a solução imediata que faz diferença, mas quem está ao nosso lado? A amizade tem esse poder sutil: ela não resolve tudo, mas sustenta. Ela não elimina o problema, mas nos lembra que não precisamos atravessar nada sozinhos.

No Dia da Amizade, vale lembrar que rede de apoio não é apenas um círculo de pessoas queridas; é um espaço onde podemos ser nós mesmos, onde existe escuta, cuidado e presença. Às vezes, essa rede aparece na amiga que pergunta "chegou bem?" depois de um dia difícil. No colega que percebe o silêncio e pergunta se está tudo bem. No vizinho que ajuda com as crianças quando a rotina aperta. No familiar que se oferece para dividir uma tarefa. Em alguém que envia uma mensagem simples, mas na hora certa.

Esses vínculos não se constroem na pressa, eles nascem da confiança, do respeito e da disponibilidade mútua. E fazem diferença real na nossa saúde mental: reduzem a sensação de isolamento, fortalecem a resiliência, ampliam o senso de pertencimento e nos lembram que pedir ajuda é uma possibilidade, não um fracasso.

Cuidar das amizades é, também, cuidar de nós mesmos. Somos estruturalmente relação com. É reconhecer que precisamos uns dos outros, que o apoio recíproco nos sustenta e que caminhamos melhor quando temos com quem dividir o peso e também a alegria.

No fundo, a amizade é uma forma de cuidado que atravessa a vida de maneira silenciosa e essencial. E talvez o maior convite deste dia seja olhar para essas relações com gratidão e presença.

Você já percebeu como, à medida que as crianças crescem, elas começam a demonstrar pequenos sinais de que querem fazer a...
10/02/2026

Você já percebeu como, à medida que as crianças crescem, elas começam a demonstrar pequenos sinais de que querem fazer as coisas "sozinhas"? Às vezes isso aparece como curiosidade, outras vezes como uma certa teimosia — mas, de um jeito ou de outro, é um movimento importante, porque mostra que elas estão construindo a própria autonomia.

Desenvolver a independência desde cedo não é apressar a criança, nem esperar que ela dê conta de tudo. É oferecer oportunidades para que ela experimente, tente, erre, aprenda e sinta que é capaz. Quando apoiamos esse processo com paciência e presença, fortalecemos não só habilidades práticas, mas também a autoestima, a confiança e a percepção de que ela pode participar da própria vida.

E esse incentivo acontece nas pequenas coisas do cotidiano. Permitir que a criança escolha entre duas roupas, que ajude a guardar os brinquedos, que participe da arrumação da mesa, que pegue sua própria garrafinha de água, que tente colocar o sapato, que ajude a preparar algo simples na cozinha. Gestos que, para nós, parecem mínimos, mas que para elas representam conquistas reais.

Às vezes, o caminho da autonomia envolve bagunça, demora, tentativas frustradas e vontade de fazer "mais rápido" pelo adulto. Mas é justamente nesses momentos que a criança aprende: quando sente que o adulto confia, que não apressa, que apoia o esforço mais do que o resultado.

Incentivar a independência não é esperar perfeição — é abrir espaço para que a criança participe da própria rotina e descubra, pouco a pouco, o que consegue fazer. E, quando isso acontece, cresce não só a habilidade, mas o sentimento interno de competência que a acompanhará pela vida inteira.

Você já reparou como, quando fazemos algo só porque gostamos, sem obrigação ou produtividade envolvida, o corpo parece r...
05/02/2026

Você já reparou como, quando fazemos algo só porque gostamos, sem obrigação ou produtividade envolvida, o corpo parece respirar de outro jeito? Em meio à rotina, muitas pessoas vão percebendo um cansaço que não vem apenas do excesso de tarefas, mas da falta de espaços que sejam realmente delas. Espaços onde a mente descansa enquanto as mãos, os olhos ou o corpo fazem algo que traz prazer.

Ter um hobby não é um luxo nem uma distração sem propósito. É uma forma de cuidar de si e da saúde mental. Quando nos dedicamos a algo que gostamos — cozinhar uma receita nova, cultivar plantas, desenhar, caminhar ouvindo música, fazer artesanato, ler por puro interesse — criamos um intervalo emocional dentro do dia. Um pequeno refúgio que não exige performance, comparação ou resultado imediato.

Hobbies nos ajudam a organizar pensamentos, a diminuir a tensão acumulada, a resgatar curiosidades esquecidas e até a reconectar partes de nós que foram ficando de lado. É como abrir uma janela num ambiente que estava sem ar. Um gesto simples, mas que muda tudo.

E não precisa ser algo grandioso ou elaborado. Às vezes, dez minutos fazendo algo que traz senso de presença já é suficiente para que a mente encontre um pouco mais de equilíbrio. O que importa é ter um espaço que seja seu — um lugar onde você não precisa "render", apenas estar.

Porque, no fim, cuidar da saúde mental também passa por criar esses momentos de leveza que sustentam o dia, reacendem interesses e lembram que a vida não é feita só de deveres, mas também de descansos e prazeres.

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Durante o ano, diversas campanhas utilizam o roxo e o laranja para chamar atenção para doenças que exigem informação, em...
01/02/2026

Durante o ano, diversas campanhas utilizam o roxo e o laranja para chamar atenção para doenças que exigem informação, empatia e acolhimento. Elas lembram condições como lúpus, fibromialgia, Alzheimer, leucemia, doenças autoimunes, transtornos neurológicos e tantas outras realidades que atravessam o cotidiano de milhares de famílias.

Mas, por trás de cada cor e cada diagnóstico, existe algo ainda mais essencial: pessoas. Pessoas que convivem diariamente com sintomas, tratamentos, incertezas e adaptações. Pessoas que precisam ser vistas para além da doença, com sua história, seus medos, suas forças e suas necessidades.

E existe também um outro grupo que merece igual atenção: os cuidadores. Familiares, amigos ou profissionais que acompanham cada pequena evolução, que enfrentam noites mal dormidas, que reorganizam rotinas e que carregam, muitas vezes em silêncio, o peso emocional e físico do cuidado.

Por isso, mais do que destacar nomes de doenças, este é um lembrete de humanidade: Que olhemos com delicadeza para quem vive essas jornadas — cuidando ou sendo cuidado — e que a escuta, o respeito e a empatia façam parte de qualquer caminho de tratamento.

Porque, no fim, o que realmente transforma realidades não são as cores das campanhas, mas a forma como nos aproximamos das pessoas que elas representam.

Tenho percebido que muitas pessoas têm buscado na inteligência artificial um espaço de acolhimento, orientação e até sub...
30/01/2026

Tenho percebido que muitas pessoas têm buscado na inteligência artificial um espaço de acolhimento, orientação e até substituição da terapia. E, embora a tecnologia possa ajudar em alguns momentos, existe algo na experiência terapêutica que nenhuma máquina, por mais avançada que seja, é capaz de reproduzir.

A terapia acontece no encontro entre duas pessoas — na escuta real, na atenção presente, no olhar que percebe nuances, silêncios, tensões, histórias que se revelam aos poucos. Ela se constrói na relação, na confiança que se forma, no cuidado oferecido por alguém que está ali, inteiro, atento, comprometido com o processo do outro. É nesse espaço humano que emergem sentidos, memórias, afetos, transformações profundas.

A IA pode conversar, responder, orientar dentro do que sabe. Mas não sente junto. Não percebe o que muda no tom de voz, no ritmo da fala, no brilho dos olhos. Não sustenta o silêncio necessário, não acompanha o corpo que treme, não acolhe a lágrima que cai. A terapia é encontro — e encontros verdadeiros acontecem entre pessoas.

Por isso, por mais útil que a tecnologia possa ser, ela não substitui o vínculo, a presença e a construção humana que fazem da terapia um lugar único. Quando buscamos ajuda, não buscamos respostas prontas; buscamos alguém que caminhe conosco. E isso, nenhuma máquina pode oferecer.

Algumas pessoas têm dificuldade em dizer “não”, e os motivos para isso são muitos. Às vezes, é preciso um trabalho profu...
26/01/2026

Algumas pessoas têm dificuldade em dizer “não”, e os motivos para isso são muitos. Às vezes, é preciso um trabalho profundo e contínuo para transformar esse comportamento. Mas o objetivo deste texto não é apontar falhas — é abrir um espaço de reflexão sobre o que desperta em nós quando conseguimos, mesmo que uma única vez, dizer “não” a situações que nos ferem, nos cansam ou nos atravessam de um jeito que já não podemos sustentar.

Usar o “não” com sabedoria é um exercício. Estabelecer limites não é afastamento, é cuidado. É reconhecer que nosso tempo é finito, nossa energia é valiosa e que, para estarmos verdadeiramente presentes, precisamos antes estar inteiros. Dizer “não” é admitir que não precisamos abraçar tudo, responder a tudo, aceitar tudo. É escolher onde colocamos a nossa atenção e, principalmente, onde não queremos mais colocá-la.

Quando começamos a selecionar o que nos nutre e afastar o que nos desgasta, encontramos um caminho mais leve, honesto e equilibrado para seguir. Não é simples, e muitas vezes dói. Mas esse movimento pode ser profundamente transformador, ajudando-nos a ser mais verdadeiros, inteiros e presentes em tudo aquilo que fazemos e vivemos.

Fala-se muito sobre cuidar dos filhos e sobre cuidar dos pais, mas pouco sobre aqueles que vivem exatamente no meio dess...
22/01/2026

Fala-se muito sobre cuidar dos filhos e sobre cuidar dos pais, mas pouco sobre aqueles que vivem exatamente no meio desse caminho: a chamada geração sanduíche. Adultos por volta dos 40, 45 anos que, ao mesmo tempo, acompanham o envelhecimento dos pais e sustentam as demandas emocionais, práticas e afetivas de crianças ou adolescentes. É uma fase que pode ser bonita e rica de vínculos, mas também profundamente exaustiva. Não é simples administrar tantas frentes ao mesmo tempo, nem carregar expectativas de dar conta de tudo como se fosse possível atravessar esse período sem cansaço, dúvida ou culpa.

A verdade é que, nesse lugar intermediário, muitas vezes falta espaço para o próprio cuidado. Enquanto se responde às necessidades alheias, a vida pessoal vai ficando espremida, e o corpo e a mente começam a sinalizar o peso desse movimento. Sentir cansaço, frustração ou sobrecarga não significa ingratidão nem falta de amor; significa apenas que há limites humanos que precisam ser respeitados. Reconhecer isso é um gesto de maturidade, não de falha.

Cuidar dos outros é um ato precioso, mas só se sustenta quando existe espaço para que você também seja cuidado — por si mesmo e, quando possível, por uma rede de apoio. Abrir conversas, dividir tarefas, pedir ajuda, reorganizar expectativas e permitir pausas são atitudes que fortalecem, e não enfraquecem. Ao contrário do que muitas vezes se pensa, ninguém atravessa essa fase sozinho.

A saúde emocional da geração sanduíche merece atenção. É um lembrete de que cuidar é um movimento circular: passa pelo outro, mas precisa voltar para você. E quando esse equilíbrio se estabelece, mesmo que de forma imperfeita, a vida se torna mais possível, mais respirável e mais verdadeira.

Você já percebeu como o fim das férias pode despertar emoções muito diferentes nas crianças? Algumas voltam animadas par...
19/01/2026

Você já percebeu como o fim das férias pode despertar emoções muito diferentes nas crianças? Algumas voltam animadas para reencontrar colegas e professores, tão ansiosas para retornar que contam os dias. Outras sentem um aperto no peito, uma mistura de resistência, cansaço ou medo da mudança. E nós, adultos, seguimos tentando equilibrar tudo isso dentro da rotina que recomeça.

O retorno às aulas é sempre um processo de adaptação — e cada criança vive esse momento a seu modo. Aquelas que demonstram uma ansiedade "positiva", uma empolgação intensa, também precisam de acolhimento: ajudar a modular expectativas, lembrar que o ritmo da escola se encontra aos poucos, e que não é necessário chegar pronto, perfeito ou no máximo de energia logo no primeiro dia.

Da mesma forma, para quem sente insegurança ou tristeza, oferecer presença, escuta e tempo é essencial. Conversar sobre a nova rotina, revisitar juntos o material escolar, antecipar o que vai acontecer e validar todos os sentimentos, sem pressa, ajuda a transformar a transição em algo mais leve.

Quando acolhemos tanto a euforia quanto o medo, tanto a vontade de voltar quanto a hesitação, o fim das férias deixa de ser apenas uma ruptura. Ele se torna um espaço de preparação sensível, onde cada criança pode reencontrar seu ritmo e retornar à escola sentindo-se apoiada, vista e segura.

Endereço

Avenida Angelica, 1996/2000, Cj708
São Paulo, SP
01239-000

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