Camila Marcoccia_Psicóloga

Camila Marcoccia_Psicóloga Graduada em Psicologia pela PUC-SP, mestre em Psicologia Clínica pela USP. Experiência em atendime

Você já sentiu que estamos vivendo um tempo em que escutar o outro se tornou quase um esforço consciente? Em meio a tant...
01/01/2026

Você já sentiu que estamos vivendo um tempo em que escutar o outro se tornou quase um esforço consciente? Em meio a tantas opiniões fortes, divisões, urgências e reações rápidas, parece que o diálogo foi f**ando mais estreito. E o erro, que é parte inevitável da experiência humana, passou a ser tratado como algo imperdoável. Vivemos entre interrupções, acusações e cancelamentos, quando o que mais precisamos é justamente o contrário.

O Dia da Paz não é apenas uma celebração simbólica. É um convite para pensarmos na paz que construímos — ou deixamos de construir — nos nossos gestos cotidianos. Porque a paz não nasce de consensos impossíveis, mas da disposição de ouvir antes de responder, de respirar antes de reagir, de tentar compreender antes de concluir.

A escuta abre caminho para o diálogo; o diálogo abre caminho para o perdão; e o perdão nos devolve a possibilidade de recomeçar. Em um mundo com tão pouco espaço para falhas, talvez seja urgente lembrarmos que todos estamos aprendendo, que ninguém acerta o tempo todo, que relações verdadeiras se fortalecem justamente quando suportam tensões e permanecem abertas.

Construir paz é um trabalho cotidiano, silencioso e profundamente humano. É cuidar da forma como nos dirigimos aos outros, da maneira como acolhemos diferenças, da coragem de rever posições, da generosidade de reconhecer limites — os nossos e os do outro.

Se existe um desejo possível para esse dia, talvez seja o de ampliarmos o espaço da escuta e do diálogo. Porque é nesse movimento, simples e difícil, que começamos a criar um mundo onde o erro não elimina ninguém e onde a convivência pode, enfim, ter mais espaço para respirar.

Estou entrando em um período de férias 🏖️ e queria compartilhar a importância desse movimento com você. Pausar não é aba...
27/12/2025

Estou entrando em um período de férias 🏖️ e queria compartilhar a importância desse movimento com você. Pausar não é abandonar o ritmo, é permitir que ele encontre espaço para se reorganizar.

Em meio às demandas diárias, nossa mente segue tentando dar conta de tudo, e às vezes esquece que também precisa de silêncio, de respiro e de um pouco de distância para enxergar melhor 🧠. O descanso é parte do cuidado com a saúde mental e também parte fundamental da produtividade. É quando o corpo desacelera que as ideias se assentam, que a clareza retorna e que podemos começar de novo com mais leveza.

Vou aproveitar esse tempo para desacelerar, recuperar energia 🔋 e voltar com mais presença. Que cada um de nós possa reconhecer que parar também é um jeito de seguir ✨.

Nos vemos em breve!!!

Às vezes a gente olha para trás e percebe que o ano não foi feito apenas de desafios e conquistas, mas de pequenas e gra...
25/12/2025

Às vezes a gente olha para trás e percebe que o ano não foi feito apenas de desafios e conquistas, mas de pequenas e grandes travessias ✨. Passos incertos, às vezes inseguros, às vezes com pausas, outras com mais velocidade, momentos felizes, outros não tanto, escolhas difíceis, descobertas silenciosas. E, mesmo quando parecia que não havia um caminho claro, algo em nós seguia tentando — reinventando o passo, criando fôlego, encontrando sentido ��.

Agora, enquanto um ciclo se prepara para se despedir, talvez valha lembrar que não precisamos ter todas as respostas para seguir adiante. Basta a coragem de continuar caminhando do nosso jeito, no nosso tempo, com as perguntas abertas.

Que o próximo ano nos encontre em caminho, gratos pelo que passou e curiosos do que está por vir 🌟. Que a travessia siga com a certeza de que cada passo, por menor que pareça, já é um começo.

Feliz novo ciclo 💖.

As festas de fim de ano chegam �� e, junto com elas, muitas vezes surge um turbilhão de expectativas. É um período em qu...
23/12/2025

As festas de fim de ano chegam �� e, junto com elas, muitas vezes surge um turbilhão de expectativas. É um período em que a busca pela “felicidade perfeita” parece ganhar força, como se todos precisassem estar animados, disponíveis e emocionalmente impecáveis ✨. Essa pressão silenciosa pode nos cansar, gerar ansiedade e até nos afastar do que realmente importa 🤯.

A verdade é que, por trás das luzes e dos encontros, cada pessoa carrega seu próprio ritmo e suas próprias histórias. Nem sempre o corpo acompanha as exigências sociais, nem sempre o coração combina com o calendário. E tudo bem. Permitir-se reconhecer o que se sente — cansaço, alegria, ambivalência, saudade — já é um gesto de cuidado.

Viver esse período com mais gentileza signif**a diminuir a cobrança interna, flexibilizar expectativas e fazer escolhas que respeitem nossos limites 💖. Isso pode incluir reduzir compromissos, criar momentos de descanso entre as celebrações, pedir ajuda quando necessário ou simplesmente aceitar que nem tudo precisa ser especial. Às vezes, o mais valioso está na simplicidade: um encontro mais íntimo, uma pausa, um respiro ��‍♀️.

Quando deixamos de seguir o roteiro do “como deveria ser”, abrimos espaço para viver o fim de ano de forma mais autêntica. E, nesse espaço, surge a possibilidade de um tempo mais leve, mais verdadeiro e mais nosso.

Enquanto muitos celebram, sei que para outros as festas de fim de ano trazem um peso diferente — um silêncio que aperta,...
19/12/2025

Enquanto muitos celebram, sei que para outros as festas de fim de ano trazem um peso diferente — um silêncio que aperta, uma saudade que cresce, uma ausência que se faz ainda mais presente ��. Nessas datas tão carregadas de expectativa, rituais e memórias, às vezes o desconforto fala mais alto.

Para quem está atravessando um processo de luto, essa época pode intensif**ar a dor, reacender lembranças e gerar a sensação de estar “fora do clima” enquanto o mundo parece seguir em festa 😔.

Mas é importante lembrar: não existe forma certa de viver o fim de ano. Há quem celebre, há quem descanse, há quem simplesmente atravesse. E tudo isso é legítimo. A saudade é uma expressão do amor que continua, e sentir tristeza nessas datas não signif**a retroceder, signif**a apenas que você é humano, sensível, em contato com o que foi importante.

Permita-se reconhecer o que dói, sem pressa de f**ar bem e sem a obrigação de corresponder às expectativas externas. Às vezes, o que você precisa é de um pouco mais de silêncio, de um ritual próprio, de uma companhia tranquila ou até de um momento a sós para respirar ��. Acolher a saudade é uma forma de estar junto a quem partiu e também de cuidar de si.

Se este fim de ano chega com um tom diferente, que você possa tratá-lo com carinho 💖. Que encontre pequenos apoios — uma conversa, uma lembrança bonita, um gesto simples. E que saiba, profundamente, que não está sozinho no que sente. As emoções que surgem agora também fazem parte da sua história, e merecem ser recebidas com respeito e carinho ✨.

O verão ☀️ e as férias são um tempo delicioso para crianças e adolescentes, mas para muitos pais esse período também tra...
15/12/2025

O verão ☀️ e as férias são um tempo delicioso para crianças e adolescentes, mas para muitos pais esse período também traz desafios, especialmente quando ainda não estão de férias. Com mais horas em casa, o uso das telas 📱 surge como uma preocupação comum: como equilibrar o lazer digital, que muitas vezes entretém e dá um respiro à rotina adulta, com a necessidade de manter limites saudáveis?

É importante lembrar que as telas fazem parte da vida atual e cumprem funções reais, desde o descanso até a socialização. Mas, quando se tornam o único recurso para preencher o tempo, deixam de ser uma escolha e passam a ocupar lugares que também precisam ser vividos por outras experiências — o brincar livre 🤸‍♀️, o tédio que estimula a criatividade, o movimento do corpo, o contato com outras pessoas e com diferentes cenários.

Encontrar equilíbrio não signif**a controlar cada minuto, mas criar referências claras. Combinar horários, alternar atividades, oferecer opções de brincadeiras e propor pequenas tarefas pode ajudar a organizar o dia sem transformar as telas em vilãs ou salvadoras ��. Às vezes, pequenos ajustes já trazem mais harmonia à rotina.

Cada família encontrará o seu jeito de conduzir essa etapa, levando em conta o que é possível no dia a dia. O mais importante é que as crianças sintam que existe um contorno, não como rigidez, mas como cuidado. E que, dentro desse contorno, haja espaço para brincar, descansar, se entediar, inventar e, sim, usar as telas de forma prazerosa e equilibrada 👨‍👩‍👧‍👦.

As mudanças climáticas não transformam apenas o ambiente ��; elas também impactam nossa saúde mental 🧠. Eventos intensos...
11/12/2025

As mudanças climáticas não transformam apenas o ambiente ��; elas também impactam nossa saúde mental 🧠. Eventos intensos como ondas de calor 🌡️, tempestades ⛈️ e secas trazem instabilidade, afetando como sentimos, pensamos e reagimos. A incerteza do futuro e as notícias de desastres podem gerar ansiedade e uma sensação de impotência 😟.

Esses impactos não são iguais para todos. Pessoas em vulnerabilidade social ou em regiões mais expostas sentem esses efeitos com maior intensidade. Falar sobre clima e saúde mental não é exagero; é reconhecer que nosso bem-estar está ligado ao ambiente.

O calor extremo exige esforço do corpo, aumentando irritabilidade, cansaço e prejudicando o sono. Para quem já tem ansiedade, isso intensif**a os sintomas. O frio extremo, por outro lado, reduz energia, favorece o isolamento e pode intensif**ar quadros depressivos, desorganizando o ritmo interno do corpo.

Criar espaços de diálogo, acolher emoções e buscar redes de apoio são formas importantes de lidar com esse cenário 🤝. Ação coletiva e engajamento ambiental podem transformar a impotência em movimento, gerando pertencimento e propósito. Cuidar da saúde mental, aqui, signif**a adaptar-se emocionalmente a um mundo que muda rapidamente.

Papai Noel existe? �� Essa talvez não seja a pergunta mais importante. No consultório, é comum ouvir histórias de crianç...
08/12/2025

Papai Noel existe? �� Essa talvez não seja a pergunta mais importante. No consultório, é comum ouvir histórias de crianças encantadas com personagens como o Coelho, o Papai Noel ou a Fada do Dente. Para alguns adultos, isso é só uma brincadeira inocente. Para outros, quase um “engano”.

Mas, na verdade, essas figuras fazem parte de um universo simbólico essencial na infância. A criança pequena não separa fantasia e realidade como os adultos fazem, ela vive num mundo de metáforas, jogos e encantamentos ✨. Quando alimentamos essas fantasias, não estamos mentindo: estamos entrando na linguagem afetiva da infância.

O que realmente importa não é o presente, é o que se constrói em volta disso: a surpresa, a preparação, o vínculo que se fortalece 💖. A fantasia, nesse sentido, organiza emoções, cria memórias afetivas e alimenta o imaginário.

Mas é preciso atenção: quando esses personagens viram uma ameaça — “se você não se comportar, ele não traz nada!” — deixamos de brincar e começamos a controlar. A fantasia, então, perde sua força simbólica e se torna instrumento de moralização.

Às vezes, a criança começa a desconfiar e tudo bem. Essa dúvida é parte do seu processo de crescimento, um movimento legítimo de autonomia. Nesses momentos, mais do que desmentir ou confirmar, vale escutar, perguntar, jogar junto 🗣️. Que tal inventar uma nova versão da história?

A criança não precisa de uma “verdade” definitiva, precisa de adultos disponíveis para brincar, imaginar e acolher. No fim das contas, talvez o Papai Noel não precise ser defendido ou desmascarado. Basta que ele seja reconhecido como o que é: um símbolo cultural, um convite ao jogo, um caminho possível para criar afeto, vínculo e memória. E isso, sim, pode ser profundamente verdadeiro. 👨‍👩‍👧‍👦

As férias de fim de ano se aproximam e, com elas, a alegria das crianças 👧👦 e a mudança no ritmo da casa. Para muitas fa...
04/12/2025

As férias de fim de ano se aproximam e, com elas, a alegria das crianças 👧👦 e a mudança no ritmo da casa. Para muitas famílias, surge a dúvida sobre como equilibrar o lazer, o brincar livre e a manutenção de uma rotina.

As férias são um tempo importante de descanso e ócio, momentos em que as crianças podem desacelerar, explorar o próprio tempo e redescobrir o prazer de brincar sem pressa ��‍♀️. Esse espaço mais livre favorece a criatividade, a autonomia e até o vínculo com quem cuida.

Ao mesmo tempo, mesmo em períodos de pausa, as crianças seguem precisando de alguma previsibilidade. Uma estrutura leve — horários flexíveis, mas não ausentes — ajuda a manter a sensação de estabilidade, especialmente para as que se organizam emocionalmente a partir da rotina ⏰. O equilíbrio está em permitir que os dias sejam mais soltos, mas não completamente sem contorno. Um tempo para brincar, um tempo para descansar, um tempo para estar junto.

Uma rotina de férias pode ser simples, gostosa e adaptável: acordar sem pressa, fazer uma atividade ao ar livre pela manhã ☀️, reservar um momento de descanso ou leitura após o almoço, deixar a tarde mais aberta para brincadeiras livres e escolher juntos uma atividade tranquila para encerrar o dia. Pequenos rituais como esses oferecem segurança sem engessar, e permitem que as crianças aproveitem o melhor das férias com leveza, presença e bem-estar. 🏡

Ver que um filho não se importa com o desempenho escolar pode gerar frustração, preocupação e até culpa nos pais. É natu...
27/11/2025

Ver que um filho não se importa com o desempenho escolar pode gerar frustração, preocupação e até culpa nos pais. É natural querer encontrar uma solução imediata, mas nem sempre a reação do adolescente é apenas desinteresse ou rebeldia. Muitas vezes, esse comportamento reflete sentimentos mais profundos, inseguranças, falta de motivação ou dificuldades que ainda não sabem como nomear.

É importante olhar para essa situação com atenção e empatia, buscando compreender o que está por trás da aparente indiferença. Questionar o modo como se conecta com o filho, refletir sobre expectativas e considerar o contexto emocional e social em que ele se encontra pode abrir caminhos mais saudáveis de diálogo. A relação de confiança e acolhimento oferece mais espaço para mudanças do que a cobrança imediata. Além disso, descobrir o que ele gosta, tanto para se vincular mais, como para a partir daí ser criativo na lógica dos estudos, partindo do positivo, pode ser uma estratégia interessante.

Reconhecer que cada jovem tem seu tempo, seus ritmos e formas de enfrentar desafios é um passo fundamental para ajudá-lo a se engajar de maneira autêntica, sem gerar conflito ou reforçar sentimentos de inadequação. 📚🤔❤️

O hábito de resolver tudo pelo WhatsApp trouxe agilidade para o dia a dia, mas também transformou a forma como nos relac...
24/11/2025

O hábito de resolver tudo pelo WhatsApp trouxe agilidade para o dia a dia, mas também transformou a forma como nos relacionamos. Quando a comunicação f**a restrita a mensagens rápidas, perdemos nuances importantes do vínculo, como o tom de voz, o olhar e o tempo dedicado à escuta verdadeira. A troca se torna imediata, mas nem sempre profunda.

Aos poucos, cria-se a sensação de estar sempre disponível e, ao mesmo tempo, nunca realmente presente. A facilidade do envio de mensagens pode substituir conversas que exigem pausa, intenção e presença. Relações fortalecem-se no espaço onde existe atenção e disponibilidade real, não apenas conexão constante.

Questionar o uso automático do aplicativo e resgatar momentos de encontro mais intencionais pode ser um caminho para relações mais conscientes e menos superficiais. 💬❤️

O Dia da Consciência Negra nos mobiliza a olhar com sensibilidade para as histórias, as lutas e a presença das pessoas n...
20/11/2025

O Dia da Consciência Negra nos mobiliza a olhar com sensibilidade para as histórias, as lutas e a presença das pessoas negras em nossa sociedade. Mais do que memória ou data no calendário, é um momento para sentir e refletir sobre os efeitos do preconceito e da exclusão, que deixam marcas profundas na autoestima, nas relações e na maneira como cada um se percebe no mundo.

Reconhecer a diversidade é abrir espaço para a empatia, para o respeito e para o cuidado com o outro, especialmente desde a infância, quando aprendemos a entender e acolher diferenças. Crescer em um ambiente que valoriza a pluralidade é construir uma sociedade mais justa, onde cada pessoa possa existir plenamente, com dignidade e liberdade para expressar quem é.

Celebrar essa data é também um lembrete de que a mudança começa em pequenas atitudes cotidianas, na forma como ouvimos, acolhemos e nos relacionamos com todos ao nosso redor, reconhecendo que cada vida merece respeito, cuidado e igualdade. ❤️✨

Endereço

Avenida Angelica, 1996/2000, Cj708
São Paulo, SP
01239-000

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