Edharma Consultório de Psicologia, atendimento presencial e online para adultos e casais. Mentoria para exp Olá!

Estamos felizes de você ter se interessado por nossa história. Gostaríamos de te contar que a eDharma nasceu de um desejo antigo da psicóloga Daniele Crispim de trabalhar com desenvolvimento humano de forma moderna e integrada, unindo Psicologia, Terapia Sistêmica, Constelação Familiar e sua bagagem como líder de Gestão de Pessoas em grandes empresas.

É fruto de uma longa jornada de muito estudo, trabalho, transformação e autoconhecimento. A abordagem da eDharma segue pelos caminhos do desenvolvimento pessoal, da expansão da consciência, do autoconhecimento e do fortalecimento emocional.

Ainda reverberando a experiência da exposição "A alma humana, vida e obra de Carl Jung".Postei aqui, que esta experiênci...
30/11/2025

Ainda reverberando a experiência da exposição "A alma humana, vida e obra de Carl Jung".

Postei aqui, que esta experiência foi muito além de uma vivência cultural, foi também a oportunidade de reencontrar grandes amigas da época de faculdade.

Pessoas que me acompanharam em momentos sensíveis da minha vida.

Um dos pilares da teoria de Jung são os "Complexos", termo usado para se referir às nossas feridas/medos/traumas (foto 1).

Nessa parte da exposição, o visitante é convidado a escrever sobre a consciência de seus complexos, e o provoca a transformar simbolicamente a dor escrita no papel, em arte (mais Jungano impossível).

Quais complexos você tem consciência? Como eles te atravessam?

Seria incrível que ao escrevê-los e pendurar-los, nos livrássemos dessas amarras, mas como não sou vendedora de ilusões, trago verdades....ter consciência não muda o comportamento ou a realidade.

É uma parte importante do processo, mas não basta sozinho.

É preciso ir mais fundo, algumas feridas conseguimos transformar, outras curar, e outras tantas seguiram lá te lembrando da sua humanidade, das suas fragilidades, das suas faltas, podendo (ou não) virar cicatrizes.

As cicatrizes contam nossas histórias mas não doem mais.

A psicoterapia é uma boa ferramenta para ajudar nesse processo de consciência e acolhimento das dores, ou pelo olhar da teoria Junguiana, dos complexos.

Chegadas e partidas!A experiência clínica é linda e mesmo depois de quase 10 anos de prática, sigo vivendo novas emoções...
18/09/2025

Chegadas e partidas!

A experiência clínica é linda e mesmo depois de quase 10 anos de prática, sigo vivendo novas emoções.

No mesmo dia em que acolhi uma nova família e dois novos clientes individuais, me despedi de um cliente de longa data.

É preciso estar preparado para dizer : "estou aqui para te receber" e ter a mesma disponibilidade para dizer "estou aqui para te ver ir".

No instante em que cruzamos a vida de alguém, algo se movimenta e ninguém sai ileso desses encontros.

Que esse espaço de escuta siga afetando e sendo afetado pelo que há de mais humano em nós 💜

Seguimos juntos
Dani Crispim

Olhar o outro melhora o meu olhar para a vida.Através desses olhares, me vejo também.Trabalho com a escuta, mas a troca ...
27/08/2025

Olhar o outro melhora o meu olhar para a vida.

Através desses olhares, me vejo também.

Trabalho com a escuta, mas a troca de olhares é meu farol.

A Psicologia foi uma ponte para os trabalhos que desenvolvo hoje. Trago comigo outros saberes, outras técnicas, que expandem essa formação primeira.

Obrigada a todos que já cruzaram ou ainda cruzam o seu olhar com o meu!

Feliz dia do Profissional da Psicologia!

"Eu não sei dizer nada por dizerEntão, eu escuto".Dia de consultório, de alargar a escuta, acompanhar os silêncios e amp...
06/08/2025

"Eu não sei dizer nada por dizer
Então, eu escuto".

Dia de consultório, de alargar a escuta, acompanhar os silêncios e amparar as emoções.

Crédito: música Fala (Secos e molhados)

Que livro é esse  ????"Ensaios de Despedida" provocou sentimentos diversos.No primeiro capítulo peguei pode da protagoni...
14/07/2025

Que livro é esse ????

"Ensaios de Despedida" provocou sentimentos diversos.

No primeiro capítulo peguei pode da protagonista. Cristina tem um padrão de comportamento familiar, minha cabeça só repetia: "meu Deus essa mulher só reclama".

Passada a arrebentação desse mar em que o livro navega, veio o sentimento de identificação.

O que me levou a perceber que a repulsa anterior era uma resposta à "negação". Às vezes a ignorância é uma benção...rs

Um livro visceral, que conta a história de uma mulher, que de tão real e humana nos provoca nos lugares mais íntimos.

Coube tudo nessas 236 páginas: amor, dor, solidão, renascimento, maternidade, casamento, relações familiares, amizade, sexualidade, envelhecimento, luto e a potência que é estar entre mulheres.

Como escreveu a autora ao agradecer as mulheres da sua vida:
"Cristina não é nenhuma delas, especificamente, mas guarda um tanto de todas nós".

Vou sentir saudades da sua companhia Cristina!



"Prefiro dar espaço para ele falar, sinto que tem muitas coisas não ditas e como não conseguimos mais nos comunicar esse...
14/07/2025

"Prefiro dar espaço para ele falar, sinto que tem muitas coisas não ditas e como não conseguimos mais nos comunicar esse espaço será importante para ele".

Percebem o que contém essa frase embrulhada com um lindo laço que aparenta cuidado?

Trabalhar com casais exige muita técnica e experiência.

As partes tendem a ter uma expectativa fantasiosa de formar uma aliança com o terapeuta.

Muitas vezes há um jogo de "sedução" nessa triangulação casal-terapeuta, mas o padrão da relação é, inevitavelmente, reproduzido no consultório.

Manipulação, controle disfarçado de cuidado, chantagem emocional, violência nomeada de amor, repetições de padrões familiares, tudo na mesa (ou seria no divã?). Escancarado, esperando o juiz-terapeuta dizer quem é o errado(a) ou culpado(a).

A Terapia de Casal na Psicologia Sistêmica tem como sujeito da análise a RELAÇÃO e não os indivíduos em si.

O objetivo é olhar para o vínculo, compreender a forma de comunicação do casal, as crenças trazidas de cada sistema, os acordos simbólicos e sociais e a função dessa relação na vida desse casal (para quê?).

Há casais que se (re)conhecem, outros que ao se verem e ouvirem decidem seguir caminhos separados, outros entendem que precisam cuida da relação familiar primária para então ter uma relação conjugal mais inteira e saudável, há quem precisa assumir as rédeas da própria vida e ocupar seu lugar de adulto.

Você atende dois padrões familiares distintos e um que se forma a partir desse encontro, engane-se quem acha que no sofá tem apenas duas pessoas.😉

Boa semana
Dani Crispim

Escuto muito essa frase nas sessões de terapia.E sempre que um cliente diz isso, eu fico esperando um pedido concreto, q...
29/04/2025

Escuto muito essa frase nas sessões de terapia.

E sempre que um cliente diz isso, eu fico esperando um pedido concreto, que na maioria das vezes não vem.

Depois dessa frase, normalmente a pessoa tenta me convencer por 50 minutos de que ela não é responsável por nada do que está vivendo.

Ela(e) não quer a minha ajuda, deseja a minha pena!

O pedido é para que eu a veja como ela se vê: como vítima.

Deseja co***lo, piedade, reforço, salvação! E aí é que mora a cilada: quer uma solução mágica!

Eu trato adultos como adultos!

Devolvo empatia, escuta, respeito, mas nunca pena.

- "Do que você precisa?"
- "O que você reconhece que te impede de fazer diferente?"
- "o que você ganha mantendo essa situação?"
- "O que você ama nesse problema?"
-"O que você sente?"

Tem muitos memes na internet, filmes e novelas satirizando as perguntas feitas por psicólogos, no entanto, responder com perguntas é técnica e traz movimento para os clientes que estão presos numa postura infantilizada ou de vítima.

A vida não vai mudar se você não mudar as suas escolhas e tomar decisões!

Psicoterapia é processo!

Como dizem os mais jovens: "a vida não é morango" e terapia também não!

Seguimos juntos
Dani Crispim





Cuidado! Isso não é Psicoterapia

Nasci no litoral de São Paulo e estar perto do mar é fundamental para mim.Vou menos do que eu gostaria, mas vou sempre q...
13/04/2025

Nasci no litoral de São Paulo e estar perto do mar é fundamental para mim.

Vou menos do que eu gostaria, mas vou sempre que posso.

Hoje fui almoçar em um lugar lindo, alimentar a alma e o corpo, e lá tirei foto dessa placa " nosso primeiro mar é a mãe".

Olha que lindeza! Poético, profundo e muito amoroso.

Tenho consciência de que nem toda relação com a mãe é boa, para mundos pode até ser dolorosa. Mas não tem como negar que foi o seu primeiro "mar", sua primeira morada.

Mesmo que a convivência tenha sido (ou ainda seja) difícil, recebemos o essencial para estarmos aqui!

Ah Mar! 💗

Bom domingo!
Dani Crispim.

Li o famoso livro "O corpo Fala" na Faculdade há mais de 20 anos.Não é novidade que nosso corpo se comunica com a gente,...
25/03/2025

Li o famoso livro "O corpo Fala" na Faculdade há mais de 20 anos.

Não é novidade que nosso corpo se comunica com a gente, a questão é se sabemos escutar.

A paciente chega na primeira sessão um tanto contrariada. Dispara a falar contando sua história de forma "resumida" e na velocidade 2x.

Interrompo, faço uma pausa, fixo meu olhar no dela e pergunto como está seu corpo.

Constrangida, ela diz: " eu pensei que você quisesse que eu te contasse a minha história".

Digo que a história dela tem importância, mas que agora eu queria saber como ela estava, se tinha algum sintoma físico.

Depois de um: "está tudo bem" - conta uma lista de sintomas : queda de cabelo, insônia, alergia de pele que não melhora apesar do uso de medicação, cansaço e falta de energia.

"Investigo" o período (data) dos sintomas e então peço pra ela me contar como estava sua vida nesse momento.

Perceba quantos sinais esse corpo vem dando a ela, para que pudesse parar e olhar para as suas emoções!

O discurso muitas vezes é vazio, repetimos a história que estamos acostumados a contar. Tudo igual, apontamos a vítima, os culpados, às injustiças e justificando a falta de ação.

Psicoterapia não é reforçar o que você já sabe sobre si mesmo. É propor outros pontos de vista e uma nova escuta.

É um convite para SENTIR, para se ouvir, para ocupar essa morada que chamamos de CORPO.

Eu sei que é difícil, eu mesma já negligenciei alguns sintomas, e só quando travei de vez a coluna (não conseguia me mexer) fui buscar ajuda emocional.

Foi depois de um choro sem controle que meus músculos se soltaram e então pude me valer dos recursos médicos, psicológicos e das terapias holísticas.

Todo sintoma revela algo sobre nós, te convido a escutá-los, a parar e perguntar o que essa dor está te dizendo sobre você ou sobre suas emoções.

Boa semana.

Seguimos juntos!🌻
Dani Crispim

Essa semana explodiu de comentários aqui nas redes sobre essa série que estreou na Netflix."Adolescência" - tem apenas 4...
19/03/2025

Essa semana explodiu de comentários aqui nas redes sobre essa série que estreou na Netflix.

"Adolescência" - tem apenas 4 episódios, mas você vai precisar de muitos dias para digeri-la.

Quero destacar 4 pontos para essa reflexão sobre a relação dos adultos com os jovens :

1) A falta de bons modelos de masculinidade;

2) A falência do ambiente escolar (como sistema);

3) A falta de repertório emocional dos adultos e das famílias;

4) O risco das redes sociais e do que consumimos nos meios digitais.

Particularmente não gostei do título da série e penso que não ajuda muito nesse debate atribuir essas questões à "adolescência".

É urgente debater sobre como nós estamos cuidando (ou deixando de cuidar) das crianças e jovens.

O cuidar é coletivo!

"Ah mas eu não tenho filhos" - mas convive em sociedade, tem sobrinho, vizinho, aluno, cliente, irmão, enteado, etc....

O crescimento de conceitos misóginos, sexistas e violentos é alarmante!

Comunidades de Red pills, Incels e suas variantes, estão ocupando cada vez mais espaço no mundo digital e crescem exponencialmente disseminando discursos de ódio e valorizando atitudes violentas.

A série tem muitas camadas, mas o que mais me empacotou foi a dureza dos adultos e sua incapacidade emocional.

O último episódio é intenso, o choro silenciado por anos do pai, o sorriso permanente da mãe que causa estranheza por estar desassociado da realidade dos fatos, o questionamento doloroso desses pais (que eram pessoas boas) se podiam ter feito mais ou melhor.

A série retrata questões urgentes e muito atuais.

Vale a reflexão, o debate abrangente e responsável ( e não causal só para nomear culpados).

Que o mal estar provocado possa trazer movimento individual e coletivo.

Já assistiu? O que achou?

Seguimos juntos.
Dani Crispim.

Quero começar dizendo que VIOLÊNCIA nunca é amor, e ponto final!Demorei para assistir esse filme, achei que seria muito ...
07/03/2025

Quero começar dizendo que VIOLÊNCIA nunca é amor, e ponto final!

Demorei para assistir esse filme, achei que seria muito triste ou violento, afinal sabia que a história era sobre violência contra a mulher.

Apesar da temática ser triste, o filme é lindo e traz uma reflexão SISTEMICA sobre as repetições familiares, os traumas, o luto e as crenças sobre o amor.

Recebo todos os dias no consultório mulheres relatando situações de violência de todos os tipos. E engana-se quem acredita que a principal é a violência física.

Homens que as diminuem, que as culpabilizam por suas emoções, que não se alegram com suas conquistas e as punem com desprezo ou controle.

Maridos que impedem suas esposas de terem acesso às finanças, que cobram que trabalhem fora mas não se comprometem com as divisões da casa e/ou dos filhos.

Relações regadas de medo, culpa e punição.

Cada história traz em si outras histórias que as antecedem, que imprime suas vivências primárias e a força das crenças familiares.

Ontem escutei de uma cliente: "decidi me divertir no carnaval e como foi bom me fantasias de mim mesma!"

O autoconhecimento nos possibilita reconhecer e separar o que é de fato nosso, colocar limites em tudo que nos machuca ou aprisiona e DECIDIR que algumas dores "acabam aqui", com a gente.

"É assim que acaba" as repetições familiares, com a decisão e a força de todos um sistema.

Boa sexta!! ❤️
Dani Crispim




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