Psicóloga Liliane Tragante

Psicóloga Liliane Tragante Psicóloga pela Universidade São Marcos. Abordagem Psicanalise pela teoria de Winnicott. O respeito é um dever e a compreensão é um diferencial.

Meu compromisso profissional é contribuir para seu autoconhecimento, autoestima e desenvolvimento pessoal 💎 Filosofia Profissional

Através de minha experiência em consultório particular com atendimento profissional a crianças, adolescentes e adultos percebo que o terapeuta é uma luz para todos que vem á sua procura que na maioria das vezes precisa de atenção, amor, dedicação e compreensão para a questão em pauta da qual não está conseguindo lidar sozinho. Fazer terapia é uma questão de escolha e não dá para obrigar ninguém a isso, pois requer tempo, disponibilidade e comprometimento. Pude comprovar nestes anos de trabalho que são grandes e satisfatórios os ganhos com o trabalho terapêutico em termos de qualidade de vida. Pelo processo terapêutico o cliente/paciente adquire autoconsciência e passa a se perceber melhor, prestando atenção nas escolhas que faz, e a partir daí consegue tomar atitudes saudáveis e construtivas.

Todos nós temos limites, características, modos de funcionar. Dar nome a isso pode ser importante. Pode trazer compreens...
25/02/2026

Todos nós temos limites, características, modos de funcionar. Dar nome a isso pode ser importante. Pode trazer compreensão, acolhimento e direção. Quase como um manual de instruções do sistema que roda dentro de você.

Mas existe uma diferença delicada entre usar essa informação para se entender melhor e usá-la como justif**ativa para não crescer.

Quando a identidade f**a rígida demais… “eu sou assim”, “não faço isso porque sou desse jeito” corre-se o risco de transformar algo que deveria ampliar consciência em algo que limita possibilidades. O que era para ser ferramenta vira prisão.

Reconhecer as próprias limitações é maturidade. Usá-las como carta definitiva para evitar responsabilidade é outra coisa.

Ninguém é reduzido a um diagnóstico, a uma característica ou a um traço de personalidade. Somos mais complexos do que qualquer definição. E justamente por isso, sempre existe espaço para movimento, aprendizado e escolha.

Compreender quem se é não signif**a se acomodar. Signif**a assumir, com mais clareza, o compromisso de evoluir dentro da própria realidade.

-Psicóloga Liliane Tragante

Existe um lugar onde a vida realmente acontece. Nem é o ontem, nem é o amanhã. É aqui, no momento que você está lendo is...
23/02/2026

Existe um lugar onde a vida realmente acontece. Nem é o ontem, nem é o amanhã. É aqui, no momento que você está lendo isso.

O presente costuma parecer simples demais, quase invisível. A mente gosta de viajar, de revisitar histórias, de antecipar cenários. Mas o corpo está sempre no agora. A respiração acontece agora. Os sentimentos se manifestam agora. As escolhas possíveis são feitas agora.

Quando a atenção se ancora no momento presente, algo se aquieta. Não porque todas as questões desaparecem, mas porque elas deixam de ocupar todo o espaço interno. Há um intervalo. Um respiro. Um ponto de apoio.

Estar no agora é permitir-se viver este instante com mais consciência, percebendo o que se sente, o que se pensa, o que precisa. É sair do automático e criar presença.

O ponto de equilíbrio está em conseguir estar consigo, exatamente onde se está, no momento presente. No aqui e agora.

E isso é mais que suficiente.

-Psicóloga Liliane Tragante

Tem gente que espera que alguém se apaixone por uma versão sua que você mesma mal visita.Quer que o outro veja valor, cu...
06/02/2026

Tem gente que espera que alguém se apaixone por uma versão sua que você mesma mal visita.

Quer que o outro veja valor, cuidado, presença,
enquanto você se olha com cobrança, impaciência ou indiferença. Não é que você precise estar “pronta” para amar alguém. Mas talvez seja importante pensar se você está esperando o outro gostar de um “EU” que você ainda não gosta de sustentar.

O encontro f**a mais possível quando o outro encontra alguém que está, ao menos, tentando f**ar consigo. Que está conectado consigo mesmo(a).

Isso vai além de se amar perfeitamente. É sobre se escolher o suficiente para evitar delegar ao outro a tarefa de te convencer do seu próprio valor.

Quando você se apresenta ao mundo a partir de um lugar mais habitado por você, o amor deixa de ser pedido, deixa de ser esperado.

E passa a ser encontro.

- Psicóloga Liliane Tragante

Quando a própria presença precisa ser constantemente observada, explicada ou ajustada, o corpo aprende a f**ar atento o ...
29/01/2026

Quando a própria presença precisa ser constantemente observada, explicada ou ajustada, o corpo aprende a f**ar atento o tempo todo. Esse cuidado contínuo cansa. Vai ocupando espaço interno, atravessando a forma de se relacionar, de confiar, de se sentir à vontade.

Ser visto com respeito muda essa experiência. Permite que a pessoa relaxe um pouco, abaixe a guarda, respire com mais liberdade. A energia que antes era usada para se proteger pode, aos poucos, ser direcionada para viver, criar vínculos e se sentir pertencente.

Falar sobre visibilidade é falar sobre cuidado emocional. Sobre como o ambiente pode aliviar ou intensif**ar o peso interno de existir. E sobre como relações mais conscientes ajudam a construir um espaço onde a vida pode acontecer com mais calma, dignidade e humanidade.

Se você sente que há um eu em você que precisa ver o mundo, converse com quem realmente vai te ajudar a passar por esse caminho sem julgamentos, entendendo quem você verdadeiramente é.

— Psicóloga Liliane Tragante

Será que as marcas que você enxerga em si, têm tanto peso assim na sua vida para os outros?Muitas vezes, a atenção f**a ...
27/01/2026

Será que as marcas que você enxerga em si, têm tanto peso assim na sua vida para os outros?

Muitas vezes, a atenção f**a concentrada em um detalhe específico. Algo que gera vergonha, desconforto ou vontade de se ocultar o tempo todo.

Esse ponto passa a ocupar um espaço grande na forma como você se percebe, e possivelmente afeta a maneira como você é percebido pelos outros. Mas ai é que está a ironia.

Não percebem a marca que te afeta, mas percebem os muros que você criou por ter se afetado.

Enquanto isso, aspectos importantes de quem você é nas relações f**am em segundo plano. A forma como você escuta, se importa, acolhe, participa. Tudo aquilo que sustenta os vínculos acaba recebendo menos atenção do que aquilo que incomoda por dentro.

Em muitos casos, o peso atribuído a essa marca nasce mais de nós mesmos do que do olhar externo. Aquilo que parece tão evidente internamente costuma ter um impacto muito menor para quem vê.

Ampliar esse olhar permite reconhecer que você é mais do que esse ponto específico que te incomoda.

E quando esse equilíbrio acontece, a presença se torna mais leve, mais inteira e mais verdadeira.

— Psicóloga Liliane Tragante

No cotidiano, aguentar costuma vestir a roupa da responsabilidade.A pessoa segue sustentando um trabalho que perdeu o se...
22/01/2026

No cotidiano, aguentar costuma vestir a roupa da responsabilidade.

A pessoa segue sustentando um trabalho que perdeu o sentido, uma relação onde precisa se diminuir, uma rotina que funciona por fora e pesa por dentro. Tudo segue em movimento, mesmo quando pequenas rachaduras começam a se mostrar. Daquelas que são invisíveis, mas que você sente o incômodo.

A ideia de seguir adiante foi aprendida cedo, assim como a crença de que mudar carrega culpa, de que parar sinaliza fraqueza, de que o cansaço precisa ser silenciado.

Ninguém suporta o inaceitável para sempre.

O alerta aparece em forma de exaustão constante, irritação, apatia, ansiedade ou uma tristeza difícil de nomear. São sinais de que algo interno pede reorganização. Sabe quando te perguntam o que há de errado, você diz ‘nada’, mas por dentro diz ‘tudo’?

É nesse ponto que a psicologia se aproxima como aliada, para criar um espaço onde seja possível diferenciar compromisso de autoabandono, medo de intuição, cuidado de encerramento.

A terapia ajuda a pessoa a se escutar com mais clareza. A perceber que viver envolve dificuldade, sim, mas também envolve sentido. E quando essa diferença começa a f**ar nítida, a escolha deixa de ser impulsiva e passa a ser consciente, ética e emocionalmente sustentável.

— Psicóloga Liliane Tragante

19/01/2026

Quero começar a semana agradecendo pelas tantas formas de carinho que chegaram até mim.

Seja por um mimo, um abraço, uma palavra acolhedora. Toda forma de carinho, independente de como é demonstrada, carrega uma intenção bonita que me aquece e me enche de gratidão.

Que 2026 seja um ano de presença, cuidado e encontros verdadeiros. E que nós sigamos construindo o que faz sentido, com mais afeto e mais leveza! ✨

-Psicóloga Liliane Tragante

Em muitos momentos, a vida social parece pedir adaptação constante. Ajustar o tom, a presença, as escolhas. Tudo para ma...
16/01/2026

Em muitos momentos, a vida social parece pedir adaptação constante. Ajustar o tom, a presença, as escolhas. Tudo para manter uma imagem aceitável e evitar estranhamentos. Por fora, isso pode soar como leveza. Por dentro, o corpo percebe o esforço.

Existe um desgaste silencioso em tentar caber o tempo inteiro. Um movimento sutil de deixar partes de si em segundo plano para preservar vínculos e expectativas. Aos poucos, a sensação de pertencimento dá lugar ao cansaço.

Sentir que o encaixe acontece com naturalidade traz conforto. Já forçar esse encaixe costuma trazer um tipo de dor mais profunda, aquela que nasce quando a própria verdade f**a apertada demais.

O desejo de pertencer faz parte da experiência humana. O que pesa é quando esse desejo se transforma em obrigação e começa a pedir distância de quem se é.

Existem espaços que acolhem a sua forma inteira. Existem espaços que pedem um NÃO.

Reconhecer isso é um gesto de respeito interno, de cuidado e de honestidade consigo.

— Psicóloga Liliane Tragante

05/01/2026

Começar 2026 também é se permitir olhar para trás com mais calma.

Revisitar 2025, recalcular rotas, descortinar caminhos e reconhecer a trajetória até aqui. Colocar na balança o que foi vivido, entendendo que positivo não é só o que foi fácil, mas tudo o que aqueceu o coração, e até as situações que foram delicadas, trazem como bônus o aprendizado e o fortalecimento.

Quando exercitamos a gratidão por tudo o que foi, inclusive pelos desafios, abrimos espaço para um novo ano com mais presença, consciência e autoaceitação.

Que 2026 seja construído a partir disso: mais leve, mais verdadeiro e cheio de possibilidades. Meu desejo carinhoso é esse. Um 2026 incrível e especial para todos nós! ✨

-Psicóloga Liliane Tragante

2025 deixou histórias que talvez só façam sentido para quem viveu cada detalhe. Houve desafios, claro, mas também descob...
01/01/2026

2025 deixou histórias que talvez só façam sentido para quem viveu cada detalhe. Houve desafios, claro, mas também descobertas que surgiram nos dias simples, naquelas pequenas vitórias que quase passam despercebidas. E, olhando agora, dá para ver o quanto crescemos mesmo sem perceber.

Entrar em 2026 é reconhecer que existe muita coisa boa em movimento: escolhas que fizemos com mais clareza, relações que se fortaleceram, limites que aprendemos a colocar e caminhos que começaram a se desenhar sem que precisássemos forçar nada.

É bonito perceber que, apesar das incertezas, seguimos avançando. Existe um amadurecimento silencioso acontecendo, daqueles que não fazem alarde, mas mudam tudo por dentro.

Que 2026 chegue com leveza, com encontros que somam, com oportunidades que fazem sentido e com a sensação real de que estamos prontos para viver o que vem.

Não porque tudo esteja perfeito, mas porque finalmente enxergamos o que somos capazes de construir.

Feliz Ano Novo. Que seja um ano bom de viver.

O Natal tem um jeito especial de nos lembrar do que importa. Muito além da fartura das festas ou do brilho das luzes, ma...
25/12/2025

O Natal tem um jeito especial de nos lembrar do que importa. Muito além da fartura das festas ou do brilho das luzes, mas pelos pequenos encontros, pelos gestos simples, por aquela presença que faz a gente se sentir visto.

Às vezes tudo o que precisamos é de uma conversa tranquila, de um riso espontâneo ou de um abraço que chega na hora certa. É isso que dá sentido à conexão que nasce do cotidiano, da vida real.

Que este Natal te encontre onde você está, com afeto, com verdade e com espaço para sentir o que faz sentido pra você. Que seja um momento de calma boa, de vínculos sinceros e de lembrar que, no fim, são as relações que aquecem a alma.

Feliz Natal, com suavidade, celebração e coração desperto.

-Psicóloga Liliane Tragante

Depois de viver uma relação que nunca passou da superfície, onde tudo parecia leve no começo mas vazio por dentro, o gar...
23/12/2025

Depois de viver uma relação que nunca passou da superfície, onde tudo parecia leve no começo mas vazio por dentro, o garoto se viu diante de um silêncio que não esperava. Não era só a falta de resposta da outra pessoa. Era a sensação de que o mundo inteiro tinha diminuído o volume ao redor dele. As conversas pararam, as notif**ações sumiram e a rotina parecia seguir normal para todos, menos para ele.

Ele começou a se perguntar se tinha se afastado demais ou se simplesmente ninguém estava olhando. A ausência dos outros sempre traz perguntas que machucam. Será que estavam respeitando o espaço dele ou só não se importavam tanto assim. O que doía não era o celular quieto, mas a descoberta de que nem sempre existe alguém atento ao que você sente.

Quando algumas pessoas finalmente mandaram mensagens, tudo soou ensaiado demais, rápido demais, preocupado demais para ser real. Era como se perguntar “tá tudo bem?” fosse apenas uma formalidade, não um gesto de cuidado. E ele percebeu algo difícil de aceitar. Tem gente que só nota sua presença quando você desaparece. Não por afeto, mas pelo estranhamento do vazio.

E, às vezes, quem realmente se preocupa vem de onde você menos imagina.

Ele começou a se fechar, não por drama, mas porque o silêncio dos outros faz a gente ouvir demais a própria dúvida. Silenciou grupos, evitou conversas e se recolheu para tentar entender onde cabia no meio de tantas ausências. Mas quanto mais quieto f**ava, mais parecia que ninguém sentia sua falta. E isso pesa. Pesa no peito, pesa na autoestima, pesa na forma como ele se enxerga.

Com o tempo, ele foi percebendo que a ausência revela mais do que machuca. Mostra quem estava ali de verdade e quem só ocupava espaço. Mostra que alguns vínculos eram profundos e outros eram apenas conveniência. Mostra que, antes de esperar que alguém o veja, ele precisa voltar a se ver.

A reclusão pode até parecer um fim, mas muitas vezes é só o intervalo necessário entre um capítulo e outro.

Aguarde o capítulo 3.

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