24/05/2019
Olá criaturas lindas! Bom dia!
Já faz alguns anos, li um livro que comprei de forma bem despretensiosa, porém interessado no título:
O PODER DA GENTILEZA
Rosana Braga – Editora Minuano.
Pois então, acabei lendo, gostando muito e indicando o mesmo, o que novamente estou fazendo agora.
Falar sobre gentileza nos dias soa até como utopia. Infelizmente, muita gente nem teve a oportunidade de vivenciar. Porém, a leitura deste livro me animou a ponto de compartilhar (novamente, pois já fiz isso anos atrás) com vocês um capítulo deste livro, dividido em 10 partes (características, dicas, toques) nos incentivando a sermos pessoas mais GOSTOSAS...
Apesar de alguns deles serem um pouco longos, vale a pena ler e, se possível, colocar em prática e compartilhar.
Vamos à eles:
1 – ABANDONA OS RÓTULOS E CLICHÊS
Ou você abre a sua mente e o seu coração ou vai tornar-se uma verdadeira máquina de rotular. Ou você dá espaço para que as pessoas mostrem o que têm de bom, ou vai apegar-se a características relativamente supérfluas para julgar quem elas são...
E assim, certamente, perderá a chance de ser gentil, de se comportar como uma pessoa gostosa. Porque uma pessoa gostosa não imprime rótulos e muito menos engole ou alimenta preconceitos sobre quem quer que seja.
Fazer afirmações pejorativas ou limitantes do tipo “fulano é gordo”, “cicrana é pobre”, “aquele candidato é negro”, “aquela garota é safada”, “aquele sujeito é gay”, “aquela senhora é "espírita”, ou quaisquer palavras ditas de forma reducionista e que tentem a definir alguém (que tem, certamente, uma infinidade de outras características), servem apenas para destruir a nossa gostosura.
E os clichês? Acho realmente engraçado notar que as pessoas que mais repetem clichês são as mais defendidas, as mais inseguras, as que mais estão morrendo de medo de arriscar a felicidade e errar. Não são más; apenas precisam descobrir que a vida é isso: uma sucessão de tentativas, sendo que algumas dão certo e outras não.
Os clichês preferidos são aqueles que justificam nossos fracassos. Os do tipo “os homens são todos mentirosos e safados”, “mulher é interesseira e fingida”, “ninguém se preocupa com ninguém”, “as pessoas só querem se dar bem, custe o que custar”, “não confie em ninguém”, “o dinheiro compra tudo”, “não existem pessoas honestas”, “se quer algo bem feito, faça você mesmo” (esta é o cúmulo da arrogância) e por aí vai...
Um sem-fim de acusações generalizadas, como se de repente o mundo inteiro, sete bilhões de pessoas, tivessem perdido sua singularidade, sua individualidade, sua capacidade de discernimento.
Sim, eu sei que é um modo de falar, mas cuidado, porque de tanto repetir clichês, você pode acreditar de verdade neles e tornar-se uma pessoa amarga, sem perceber. Pessoas gostosas estão muito mais interessadas e atentas às características positivas dos outros do que em aplicar clichês medíocres.
Primeira parte concluída.
Vale uma reflexão, né?
Amanhã tem mais.
Grato