11/10/2018
11/10 - DIA MUNDIAL DO COMBATE A OBESIDADE
A obesidade é considerada uma doença multifatorial, ou seja, sua origem e manutenção possuem aspectos genéticos, metabólicos, psicosociais, culturais, além dos fatores nutricionais.
Muitos ainda acreditam que o problema da obesidade é o desequilíbrio energético, ou seja, ingerir mais calorias do que se gasta; além de consumir gorduras.
No entanto, o organismo não é tão simples assim! E se fosse apenas isso, as dietas altamente restritas em calorias e gorduras seriam a chave para o emagrecimento.
Na verdade, o organismo de um paciente obeso está em grande desequilíbrio: os hormônios que controlam o centro da fome e saciedade não funcionam corretamente, há resistência à insulina, grande produção de radicais livres e inflamação sistêmica.
Para que seja devolvido o equilíbrio a todos estes sistemas, é necessário o consumo de grande quantidade de vitaminas, minerais e compostos antioxidantes, encontrados em alimentos de verdade.
Produtos diet, light e outros industrializados, que é o que a maioria procura para emagrecer, não possuem os nutrientes exigidos para combater o excesso de radicais livres e a inflamação do organismo. E por isso, acabam introduzindo mais toxinas na circulação, aumentando a produção de radicais livres, inflamação, manutenção da desregulação hormonal e resistência à insulina.
A chave para o controle da obesidade está na alimentação in natura, ou seja, nas frutas, legumes, verduras e hortaliças, preferencialmente orgânicas, livre de aditivos químicos.
Quanto menor a quantidade de produtos industrializados for ingerida, menor será a presença de toxinas nocivas ao organismo.
Com base nisto, a nutrição funcional busca modular a produção e função de diversos hormônios, neurotransmissores e fatores imunológicos, favorecendo o equilíbrio dos sistemas orgânicos e, consequentemente, auxiliando no tratamento ou redução dos riscos de obesidade e doenças associadas.