Mundo Mulher

Mundo Mulher Como analista junguiana e terapeuta holística, tenho muitas ferramentas que podem te ajudar a entende

Sou jornalista, tradutora e escrever sempre foi uma grande paixão. Trabalhei durante muitos anos na área de comunicação e, ao mesmo tempo em que exercia meu gosto pela área, também me interessava por temas ligados à psicologia, práticas de cura energética e, também, ao mundo espiritual.

Livros voltados para este campo do conhecimento sempre fizeram parte da minha biblioteca e cursos ligados à área sempre chamavam minha atenção. E, lá estava eu, me matriculando em mais um workshop para entender melhor como nossa vibração energética influencia nosso estado emocional e vice-versa.

Meus questionamentos me tornaram uma buscadora e, ao longo do caminho, me interessei e fui iniciada em Meditação Transcendental; participei de retiros para práticas meditativas; e conheci as religiões orientais, o espiritismo e me aprofundei nos estudos das religiões afro brasileiras.

Nesta caminhada, me formei em Reiki e aprendi a fazer limpezas energéticas com o uso da Mesa Radiônica e dos cristais. Durante este tempo, colocava em prática estes conhecimentos e ajudava familiares e amigos que pediam que eu enviasse Reiki ou fizesse uma limpeza energética. Neste percurso, conheci o Access Consciousness® e fiquei maravilhada com as infinitas possibilidades que os processos promovem.

Então, fui percebendo que o interesse por assuntos ligados à psicologia e à cura energética era muito maior do que simplesmente um hobby. A única coisa que faltava era alinhar meu propósito de vida à minha vida profissional.

Nesta caminhada, fiz formação em psicologia analítica junguiana e, também, psicanálise para entender melhor como funciona nossa psique e contribuir de maneira mais assertiva para a melhora das angústias e demais estados emocionais de quem me procura.

Na área de terapia holística, também me formei como terapeuta floral, o que me permite conciliar os atendimentos psicanalíticos com os florais de Saint Germain.

Então, faço o convite: caso esteja passando por um período difícil, de muita ansiedade, depressão ou dúvidas sobre o caminho a seguir, entre em contato pelo Direct. Posso ajudá-lo a encontrar a rota que está procurando 😉

🌹Juliana Parlato – psicanalista clínica junguiana

No conto de fadas Cinderela – A Gata Borralheira podemos ver a superação da he***na após sofrer uma grande rivalidade e ...
21/06/2021

No conto de fadas Cinderela – A Gata Borralheira podemos ver a superação da he***na após sofrer uma grande rivalidade e humilhação por parte das irmãs postiças e da madrasta - que a maltratam e humilham. A menina tem esse apelido pois as irmãs invejosas obrigam-na a dormir no borralho (cinza) – significado também para o nome Cinderela.

O borralho remete às cinzas que têm diversos significados, como a morte e a brevidade das coisas. As cinzas representam a humilhação, um declínio no status social, bem como a contrição e a humildade.

As cinzas também podem ser associadas à operação alquímica da mortificatio, que representa a experiência da morte e da transformação do corpo em cinzas por meio da queima no fogo das emoções. Outra leitura é que a ida para o borralho representa a derrota do Ego e um encontro com os aspectos sombrios.

No entanto, lembramos que a Fênix ressurge das cinzas, assim como Cinderela. O mundo maravilhoso dos contos permite a alquimia da transformação. Em Cinderela, esta alquimia se realiza a partir das modificações sofridas pela personagem, que de uma moça bem cuidada foi transformada em borralheira e, posteriormente, pela ação da fada-madrinha, tornou-se uma princesa.

A transformação de Cinderela remete ao processo de individuação que teve início com a morte de sua mãe. Analiticamente, o excesso de identificação com a mãe – mesmo a mãe boa - pode ser negativo, pois dificulta à mulher encontrar seu lugar no mundo e ter um comportamento autêntico, dificultando o processo de individuação.

No conto, este processo continua com as dificuldades impostas pela madrasta e as irmãs e finaliza quando o príncipe, apaixonado, a encontra e coloca o sapatinho de cristal perdido após o grande baile.

Como o conto nos mostra, o processo de individuação não é nada fácil. E, por isso mesmo, é chamado de processo. Não acontece de um dia para outro. Muito pelo contrário. No entanto, se negarmos esta evolução, muito provavelmente sentiremos angústia, depressão ou ansiedade. O processo de individuação é o encontro com nossa própria alma 😉

🌹Juliana Parlato – psicanalista clínica junguiana
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Nestes dias de isolamento social, devido à pandemia de Covid-19, muito se tem falado em ansiedade e como driblar os sint...
23/03/2021

Nestes dias de isolamento social, devido à pandemia de Covid-19, muito se tem falado em ansiedade e como driblar os sintomas provocados pelo excesso de inquietude. Por ser um cenário incontrolável, não é difícil sentir o impacto do que estamos vivendo e apresentar sinais de ansiedade.



Segundo pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde, a ansiedade é o transtorno mais presente durante a pandemia. Além da ansiedade, encontrada em 86,5% dos respondentes, foi constatada uma presença moderada de transtorno do estresse pós-traumático (45,5%). A proporção de depressão grave foi um pouco mais baixa: 16%.



Mas, o que é a ansiedade?



Ansiedade é um termo geral usado para vários distúrbios em que a pessoa sente medo, nervosismo, apreensão e preocupação. Esses sentimentos podem aparecer em situações que a pessoa não está acostumada, como: falar em público, entrevistas de emprego, abordar alguém interessante, véspera de eventos importantes, como provas e concursos, entre outras situações, como a que estamos vivendo.



Sentir um pouco de ansiedade é normal e até saudável, pois é ela que nos motiva e impulsiona a sair de situações muito cômodas ou, até mesmo, desagradáveis. No entanto, se for algo muito constante e intenso, pode atrapalhar projetos e relações importantes, pois incapacita para tomar atitudes ponderadas, fazendo com que a pessoa se deixe levar pelo excesso e exagero em suas reações. Portanto, é muito importante saber quando a ansiedade é algo normal e quando está ultrapassando o limite do saudável.



A terapia pode ajudar a entender como funciona o mecanismo de ansiedade e, assim, compreender o que está acontecendo com seu corpo e sua mente nos momentos de crise, aumentando a sensação de segurança e minimizando pensamentos catastróficos pela incerteza do que pode vir a acontecer.



🌹Juliana Parlato – psicanalista clínica junguiana
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Ao longo do período compreendido entre o Paleolítico e o Neolítico, os povos da Europa e do Médio Oriente desenvolveram ...
08/03/2021

Ao longo do período compreendido entre o Paleolítico e o Neolítico, os povos da Europa e do Médio Oriente desenvolveram sociedades maioritariamente do tipo matriarcal, com uma visão religiosa cosmogônica centrada no feminino e personificada na figura titular de uma Grande-Deusa ou Grande-Mãe, que simbolizava o poder e a força geradora do Universo, responsável pela criação do mundo, pela renovação da natureza e pela eternidade.

A Grande Deusa oferecia fertilidade e fecundidade àqueles que a adorassem. Esses mesmos atributos eram vistos em estatuetas femininas encontradas em estações arqueológicas que no passado eram locais onde praticavam-se cultos à Deusa. As estatuetas tinham formas de violino, com nádegas, seios e ventres exuberantes.

Deusa da natureza, dominava o céu, a terra, o mar e os infernos. Reinava sobre o mundo animal e vegetal, e regia a vida e a morte. “Útero divino do qual tudo nasce e ao qual tudo regressa para ser regenerado e dar continuidade ao ciclo da natureza (...), a Grande-Deusa ou Grande-Mãe regeu a expressão religiosa, com carácter exclusivo, desde, aproximadamente, 30.000 a.C.” (Maria Zina de Abreu, 1947).

Dentre as primeiras imagens explícitas da Deusa, temos as chamadas Vênus, estatuetas femininas do Período Magdaleniano - entre 15000 a.C e 9000 a.C. - no final da Idade da Pedra, espalhadas por uma região que vai do oeste da França até o lago Baikal, nas fronteiras da China. A tônica dessas estatuetas está no mistério fértil dos quadris e no enigma dos seios, aspectos da mulher que evidenciam a reprodução e a nutrição. A natureza deu à mulher esse poder e, assim, ela se torna como que uma manifestação, o significado do mistério da própria natureza. A mulher é, portanto, o primeiro ser adorado do mundo. (Joseph Campbell, 1990).

“Dentro de cada mulher habita uma força poderosa, um turbilhão de bons instintos, de criatividade, de paixão e conhecime...
08/03/2021

“Dentro de cada mulher habita uma força poderosa, um turbilhão de bons instintos, de criatividade, de paixão e conhecimentos atemporais que, às vezes, a própria sociedade nos faz esquecer na tentativa de ‘nos domesticar'."

"Mulheres que Correm com os Lobos" - Clarissa Pinkola Estés

“Precisamos estar dispostos a nos livrar da vida que planejamos para poder viver a vida que nos espera.” – Joseph Campbe...
22/02/2021

“Precisamos estar dispostos a nos livrar da vida que planejamos para poder viver a vida que nos espera.” – Joseph Campbell



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O Animus é uma espécie de sedimento de todas as experiências ancestrais da mulher em relação ao homem” - Jung, C.G. - O ...
21/02/2021

O Animus é uma espécie de sedimento de todas as experiências ancestrais da mulher em relação ao homem” - Jung, C.G. - O eu e o inconsciente - Vol. 7/2

“Jung entendeu melhor o conceito de anima que o de animus porque vivenciou em si mesmo, ao passo que o conceito de animus só foi deduzido como função psíquica das mulheres uma vez que, por definição, não poderia tê-lo experimentado a partir de dentro. Suas descrições de animus vêm de fora, da experiência que um homem tem da mulher, segundo um determinado referencial intelectual, em lugar desse conceito ter sido composto pelas próprias vivências internas de uma mulher.” – Demaris Wehr, em Espelhos do Self

Jung notou que não era nada fácil conceituar Anima e Animus. Em “O eu e o Inconsciente”, ele apresenta claramente essa dificuldade: “A anima, sendo feminina, é a figura que compensa a consciência masculina. Na mulher, a figura compensadora é de caráter masculino e pode ser designada pelo nome de animus. Se não é simples expor o que se deve entender por anima, é quase insuperável a dificuldade de tentar descrever a psicologia do animus.”

Além da anima e do animus fazerem parte da personalidade eles são dois arquétipos, que possuem suas raízes no inconsciente coletivo. No que se refere ao animus, podemos afirmar, então, que se trata da personificação do inconsciente feminino, representando a imagem coletiva que a mulher tem do homem. É o arquétipo que encerra as experiências que as mulheres trazem em si com o s**o oposto através de toda a história.

Uma das funções do animus é a de se tornar uma ponte entre o ego feminino e o Self – da mesma forma que a anima é a ponte entre o ego masculino e o Self.

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“Todo homem leva dentro de si a imagem eterna da mulher, não a imagem desta ou daquela mulher em particular, mas sim uma...
20/02/2021

“Todo homem leva dentro de si a imagem eterna da mulher, não a imagem desta ou daquela mulher em particular, mas sim uma bem definida imagem feminina. Esta imagem é fundamentalmente inconsciente, um fator hereditário de origem primordial gravado no sistema vivo e orgânico do homem, uma impressão ou arquétipo de todas as experiências ancestrais da fêmea, um depósito, por assim dizer, de todas as impressões deixadas pela mulher... Sendo inconsciente, tal imagem é sempre projetada na pessoa amada e constitui um dos principais motivos da atração apaixonada ou da aversão.” – C.G. Jung Vol 17 – O desenvolvimento da personalidade.

Jung quer dizer com isso que o homem herda a sua imagem da mulher e inconscientemente estabelece certos padrões que lhe influenciarão poderosamente a aceitação ou rejeição de qualquer mulher. A primeira projeção da anima é feita sempre na mãe. Carl Jung ainda aponta que as manifestações da anima em um homem são determinadas pela experiência dele com sua mãe pessoal. Ou seja, a anima corresponde ao Eros materno.

No entanto, ao longo da vida do homem, é necessário que a imagem da anima se separe da imago materna. Mais tarde, o indivíduo passa a projetá-la nas mulheres que lhe suscitam sentimentos positivos ou negativos.

Jung denomina a anima de “arquétipo do feminino” e “arquétipo da vida”. Ou seja, a imagem, o arquétipo ou depósito de todas as experiências do homem com a mulher. A anima é uma figura compensatória para a consciência masculina.

“Se o homem sente que a mãe teve sobre ele uma influência negativa, sua anima vai expressar-se, muitas vezes, de maneira irritada, depressiva, incerta, insegura e susceptível.” – M.L. Von Franz , em "O Homem e seus símbolos".

Embora saibamos que existem inúmeros motivos para o homem sentir-se atraído por uma mulher, tais motivos, na verdade, são secundários, pois os motivos primários estão assentados no inconsciente.

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Para entendermos esses termos tão comuns e constantes na psicologia analítica, é importante lembrar que todos temos uma ...
19/02/2021

Para entendermos esses termos tão comuns e constantes na psicologia analítica, é importante lembrar que todos temos uma pequena quantidade de hormônios do s**o oposto em nosso organismo.

Consciente disso, Jung teve a percepção de que também além de biologicamente, também carregamos em nossa psique nossa contraparte sexual, e nelas estão encerradas as qualidades inerentes ao s**o oposto, mas que não são conscientes. Jung percebeu também que conforme os traços psicológicos de cada indivíduo, as tendências do s**o oposto vão sendo reprimidas e se acumulando no inconsciente.

Anima e animus foram, então, definidos para designar as partes reprimidas do s**o oposto em nossa psique. Sendo a anima a contraparte feminina da psique do homem e animus a contraparte masculina na psique da mulher. As palavras anima e animus vêm do latim animare, que significa animar, avivar. Tanto a anima quanto o animus, se assemelham a espíritos e alma vivificadores para homens e mulheres.

Entramos em contato com a anima e animus com a projeção sobre uma pessoa do s**o oposto. São estes arquétipos os responsáveis pela paixão súbita e a sensação de destino que isso acarreta. Por essa razão, o ato de se apaixonar é tão vivificante para as pessoas.

Jung entende anima e animus como um “complexo funcional que se comporta de forma compensatória em relação à personalidade externa, de certo modo uma personalidade interna que apresenta aquelas propriedades que faltam à personalidade externa, consciente e manifesta.”

Quando Anima e Animus estão bem integrados ao Ego, contribuem enormemente para a maturidade do psiquismo, fornecendo grande sensação de potência e empoderamento ao indivíduo. No entanto, quando não estão bem integrados, ou estão polarizados negativamente, o contato com estes arquétipos será feito em forma de projeção e, geralmente, inapropriados, acarretando danos às relações.

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Já se olhou no espelho hoje? ✨Digo, não de maneira corriqueira, buscando imperfeições, reclamando do que vê ou se compar...
04/01/2021

Já se olhou no espelho hoje?

Digo, não de maneira corriqueira, buscando imperfeições, reclamando do que vê ou se comparando com a blogueirinha do insta.

Você já se olhou no espelho para além das aparências?

O que encontrou?

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