Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde

Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde Atendimento respeitoso à saúde, independente de gênero e orientação sexual. O Coletivo é uma casa aberta à comunidade. Venha nos conhecer!
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O Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde é uma Organização Não Governamental que desenvolve desde 1985 um trabalho de atenção primária à saúde da mulher com uma perspectiva feminista e humanizada. Inspirado pela experiência feminista internacional, o método utilizado é o da crítica ao modelo médico clássico da gineco-obstetrícia. Nosso modelo vem propondo uma ‘medicina suave’ – dos tratamentos naturais e menos agressivos – e de preocupação com o conhecimento do corpo como um dos elementos centrais para a saúde. A mulher/usuária é percebida como um indivíduo, o sujeito da ação de saúde, capaz de entender, decidir e cuidar do próprio corpo e da própria vida. Os serviços oferecidos pelo Coletivo incluem:

- Consultas de saúde e ginecológicas, pré-natal, etc..
- Atendimento psicológico
- Treinamento na área de atendimento à violência, anticoncepção, saúde sexual, entre outros.

O lar, que deveria ser um espaço de proteção, é onde milhares de mulheres e meninas enfrentam violências diárias cometid...
08/12/2025

O lar, que deveria ser um espaço de proteção, é onde milhares de mulheres e meninas enfrentam violências diárias cometidas por homens da própria convivência.

O Brasil vive uma epidemia de violência masculina contra mulheres e pessoas com v***a.

Uma violência que começa no controle da intimidade, passa pela pornografia não consentida, se solidif**a na agressão e termina, muitas vezes, em feminicídio.

Esses dados do 19º Anuário Brasileiro de Segurança Pública (2025) não deixam dúvidas: Nem sempre o maior perigo para mulheres e meninas está “lá fora”, às vezes pode estar dentro de casa.

Está na estrutura machista que protege agressores e culpabiliza vítimas.

Seguimos denunciando, lutando e construindo caminhos para que nenhuma mulher precise temer a própria casa.

05/12/2025

Hoje celebramos uma especialidade que olha para a vida das pessoas muito além dos sintomas: a Medicina de Família e Comunidade.

As médicas e os médicos de família e comunidade são profissionais que entendem que saúde não começa no consultório: ela nasce nos territórios, nas relações, nas condições de vida, no que atravessa cada pessoa em sua história. São profissionais que escutam, acolhem, acompanham processos, respeitam tempos e contextos. Que compreendem que cuidar é construir vínculos, não apenas prescrever.

No Coletivo Feminista, a MFC é parte fundamental do nosso modelo de atenção: um cuidado que considera determinantes sociais, violências, direitos, sexualidade, ciclos de vida, autonomia e o modo como cada mulher e pessoa (re)imagina o próprio bem-estar.

Parabéns a todas as MFCs que constroem um cuidado plural, comprometido e profundamente humano!

Violências contra mulheres não acontecem apenas na rua ou dentro de casa.Elas também estão nas instituições, nos atendim...
04/12/2025

Violências contra mulheres não acontecem apenas na rua ou dentro de casa.

Elas também estão nas instituições, nos atendimentos em saúde, nas portas que se fecham, nos julgamentos que atravessam o cuidado.

Falar sobre essas violências é compromisso com justiça reprodutiva, equidade, política pública e vidas que possam florescer com dignidade.

No Coletivo Feminista, seguimos construindo cuidado que acolhe, escuta e sustenta escolhas.

Hoje é o 12º dia de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres.São 21 dias para conscientizar que seguimos vivend...
02/12/2025

Hoje é o 12º dia de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres.

São 21 dias para conscientizar que seguimos vivendo o que jamais deveria ser naturalizado: mulheres assassinadas, agredidas, surradas, violadas, arrastadas, mutiladas.

A cada dia, novas histórias que se repetem como se fossem destino, mas são resultado de desigualdades estruturais, de um Estado que falha em proteger, de uma sociedade que insiste em nos responsabilizar pela violência que sofremos.

Até quando vamos suportar que nossas vidas sejam tratadas como descartáveis? Até quando vamos chorar pelas que já não estão aqui?

Este é um chamado urgente: que a indignação vire ação, que o silêncio vire denúncia, que a memória vire luta.

Até quando?

Texto: Hoje é o 12º dia de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres.São 21 dias para conscientizar que seguimos...
02/12/2025

Texto: Hoje é o 12º dia de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres.

São 21 dias para conscientizar que seguimos vivendo o que jamais deveria ser naturalizado: mulheres assassinadas, agredidas, surradas, violadas, arrastadas, mutiladas.

A cada dia, novas histórias que se repetem como se fossem destino, mas são resultado de desigualdades estruturais, de um Estado que falha em proteger, de uma sociedade que insiste em nos responsabilizar pela violência que sofremos.

Até quando vamos suportar que nossas vidas sejam tratadas como descartáveis? Até quando vamos chorar pelas que já não estão aqui?

Este é um chamado urgente: que a indignação vire ação, que o silêncio vire denúncia, que a memória vire luta.

Até quando?

No Dia Mundial de Combate ao HIV e à AIDS, reforçamos uma mensagem urgente: a AIDS não acabou.O novo Relatório Mundial d...
01/12/2025

No Dia Mundial de Combate ao HIV e à AIDS, reforçamos uma mensagem urgente: a AIDS não acabou.

O novo Relatório Mundial da UNAIDS mostra que a resposta global sofreu o maior retrocesso em décadas.

Cortes profundos no financiamento internacional interromperam serviços essenciais em prevenção, diagnóstico, acesso à PrEP e ao tratamento antirretroviral. Isso afeta especialmente mulheres, populações-chave e países do Sul Global.

A desigualdade volta a crescer ao mesmo tempo em que aumenta o número de novas infecções entre mulheres trans, homens g**s e outros homens e pessoas com p***s que fazem s**o com homens e pessoas com p***s.

Mesmo diante desse cenário, a terapia antirretroviral segue salvando vidas e o ativismo comunitário mostra que políticas públicas bem financiadas e baseadas em direitos funcionam. Reforçamos nosso compromisso com uma resposta ao HIV que seja feminista, antirracista e centrada no cuidado. Que proteja quem sempre foi colocado à margem e garanta o acesso à saúde como direito.

F**a o convite para conhecer o relatório completo e, sempre que necessário, buscar nossos serviços de saúde, acolhimento e orientação aqui no Coletivo Feminista.

28/11/2025

A fitoterapia faz parte de uma longa tradição de cuidados em saúde e segue sendo uma ferramenta importante.

No Coletivo Feminista, entendemos que saúde integral também passa por reconhecer saberes ancestrais, plantas medicinais e práticas que dialogam com a experiência de cada pessoa.

Quem fala sobre esse assunto é a Nathalia Neiva, médica de família e comunidade que atende no Coletivo Feminista.

Se você tem interesse em usar plantas medicinais de forma segura, entender indicações, riscos, interações, ou deseja integrar a fitoterapia ao seu plano de cuidado, agende uma consulta com a gente.

Aqui, você encontra acolhimento, informação baseada em evidências e um olhar que respeita sua história e suas escolhas.

Curso para educadores da Rede Municipal de Educação de São Paulo!👉 “Os Feminismos e o Combate à Violência Contra a Mulhe...
26/11/2025

Curso para educadores da Rede Municipal de Educação de São Paulo!

👉 “Os Feminismos e o Combate à Violência Contra a Mulher: Propostas Pedagógicas”

O Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde, em parceria com a Plan International Brasil e a Prefeitura de São Paulo, convida educadoras e educadores a participar desta formação sobre feminismos, enfrentamento à violência de gênero e práticas pedagógicas para a transformação social.

📚 Público-alvo:
Coordenadores/as pedagógicos/as e professores/as da Educação Infantil, Ensino Fundamental I e II e Ensino Médio da Rede Municipal de Educação de São Paulo.
Havendo vagas remanescentes, poderão participar assistentes e diretores/as de escola e supervisores/as escolares da Rede Municipal de Educação de São Paulo.

🕓 Carga horária: 30h
📆 Período: 02 a 15 de dezembro de 2025
💻 Encontros síncronos: 02 e 04/12 – das 19h às 21h
📍 Presencial: 06/12 – das 9h às 18h, no CEU Silvio Santos (Av. Yervant Kissajikian, 1256 – Vila do Castelo)

📝 Inscrições abertas!
Acesse o link na bio: https://forms.gle/JNZ5kEsHJBWX734GA

Por ser um curso voltado aos/às profissionais da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, para inscrição, é necessário estar logado no e-mail institucional .sme.

✨ Com certif**ação.

Curso para educadores!👉 “Os Feminismos e o Combate à Violência Contra a Mulher: Propostas Pedagógicas”O Coletivo Feminis...
26/11/2025

Curso para educadores!

👉 “Os Feminismos e o Combate à Violência Contra a Mulher: Propostas Pedagógicas”

O Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde, em parceria com a Plan International Brasil e a Prefeitura de São Paulo, convida educadoras e educadores a participar desta formação sobre feminismos, enfrentamento à violência de gênero e práticas pedagógicas para a transformação social.

📚 Público-alvo:

Coordenadores pedagógicos, professores da Educação Infantil, Ensino Fundamental I e II e Ensino Médio.

Havendo vagas remanescentes, poderão se inscrever assistentes e diretores de escola e supervisores escolares.

🕓 Carga horária: 30h

📆 Período: 02 a 15 de dezembro de 2025

💻 Encontros síncronos: 02 e 04/12 – das 19h às 21h

📍 Presencial: 06/12 – das 9h às 18h, no CEU Silvio Santos (Av. Yervant Kissajikian, 1256 – Vila do Castelo)

🎟️ Inscrições abertas!

Acesse o link na bio

✨ Curso gratuito com certif**ação.

Homens, acampar!Masculinidades e os 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a MulherA palavra “campanha” traz e...
25/11/2025

Homens, acampar!
Masculinidades e os 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher

A palavra “campanha” traz em sua origem o sentido de sair a campo: deixar um ponto de partida para adentrar o espaço aberto.

Essa imagem serve de inspiração para pensarmos o engajamento masculino nos 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher: um chamado ao movimento, à adoção de novas práticas e à transformação das relações de gênero.

Durante os 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra Mulheres e Meninas, a ONU Mulheres convoca o mundo a UNA-SE ...
22/11/2025

Durante os 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra Mulheres e Meninas, a ONU Mulheres convoca o mundo a UNA-SE para enfrentar também a violência digital: uma emergência global de direitos humanos que atinge 1 em cada 3 mulheres e meninas.

O caso de Sofia, adolescente que teve sua foto íntima compartilhada sem consentimento, revela como essa violência nasce de algo muito maior: masculinidades que se formam no consumo precoce de pornografia, grupos que estimulam humilhação e competição entre meninos e uma cultura que sexualiza meninas e responsabiliza vítimas.

A internet não cria o machismo, ela amplia.

E o impacto não f**a no virtual: provoca isolamento, adoecimento emocional, queda no desempenho escolar e rupturas de vínculos.

Nosso compromisso, enquanto Coletivo Feminista, é lembrar que Sofia não errou.

A violência foi cometida por quem compartilhou.

E enfrentar essa realidade exige rede: escola, saúde, assistência social, família e comunidade trabalhando juntas para acolher, proteger e garantir direitos.

A campanha UNA-SE reforça que governos devem fortalecer marcos legais, empresas de tecnologia precisam criar plataformas seguras e cada pessoa tem o dever de apoiar sobreviventes, denunciar abusos e transformar comportamentos. Segurança digital é parte da igualdade de gênero.

Que os 21 Dias de Ativismo sejam um chamado para dentro e fora das telas: por consentimento, cuidado, justiça e responsabilização das masculinidades.

No Dia da Consciência Negra, é fundamental olhar para os dados que revelam como o racismo estrutura a vida de meninas e ...
20/11/2025

No Dia da Consciência Negra, é fundamental olhar para os dados que revelam como o racismo estrutura a vida de meninas e adolescentes negras no Brasil. A violência sexual e a gravidez na infância têm cor, repetem padrões e expõem desigualdades profundas.

Os números são resultado de um país que falha em garantir proteção, direitos e acesso à saúde para a infância negra.
O racismo define quem é violentada, quem é ouvida, quem recebe cuidado, quem tem acesso a políticas públicas e quem é silenciada. Também define quem sofre violações institucionais, como laqueaduras ilegais e atendimentos desumanizados.
Falar sobre violência sexual, gravidez infantil e saúde reprodutiva no Dia da Consciência Negra é reconhecer que essas violências fazem parte de um projeto histórico de controle e vulnerabilização de corpos negros, especialmente dos corpos de meninas.

Nenhuma criança deveria ser mãe. Toda criança negra merece viver a infância com segurança, autonomia e cuidado. Combater o racismo é parte fundamental da luta por justiça reprodutiva.
O Coletivo Feminista reafirma seu compromisso com a proteção da infância, com o enfrentamento ao racismo e com a defesa dos direitos das meninas e mulheres negras. Consciência Negra é todos os dias.

Endereço

Rua Bartolomeu Zunega, 44, Pinheiros
São Paulo, SP
05426-020

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 18:00
Terça-feira 08:00 - 19:00
Quarta-feira 08:00 - 18:00
Quinta-feira 08:00 - 18:00
Sexta-feira 08:00 - 18:00

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Referência na saúde das mulheres

O Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde é uma Organização Não Governamental que desenvolve desde 1985 um trabalho de atenção primária à saúde da mulher com uma perspectiva feminista e humanizada. Inspirado pela experiência feminista internacional, o método utilizado é o da crítica ao modelo médico clássico da gineco-obstetrícia. Nosso modelo vem propondo uma ‘medicina suave’ – dos tratamentos naturais e menos agressivos – e de preocupação com o conhecimento do corpo como um dos elementos centrais para a saúde. A mulher é percebida como um indivíduo, o sujeito da ação de saúde, capaz de entender, decidir e cuidar do próprio corpo e da própria vida.

Os serviços oferecidos pelo Coletivo incluem: - Atenção à saúde das mulheres: consultas ginecológicas, pré-natal, parto, planejamento reprodutivo, nutrição e acupuntura.

- Atenção à saúde mental: de orientação psicanalítica, atendimentos realizados na sede e em diversos bairros de SP.

- Atenção à saúde geral: para homens e crianças.