Centro de Neurologia Dr Marcelo Nery

Centro de Neurologia Dr Marcelo Nery O Centro de Neurologia Dr. Marcelo Nery nasceu da idéia de concentrar em um único local, um universo de técnicas modernas em Neurocirurgia e em Neurologia

14/12/2021
29/04/2016

“NOVAS DESCOBERTAS SOBRE A ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA (ELA)”

Cientistas da Cedars-Sinai descobriram que células imunes no cérebro desempenham um papel direto no desenvolvimento da esclerose lateral amiotrófica, ou ELA, oferecendo esperança para novas terapias para direcionar a doença neurodegenerativa que gradualmente leva à paralisia e morte.

Os resultados apareceram na revista Science em março deste ano.

Os investigadores centraram-se em uma mutação genética que causa a ELA, também conhecida como doença de Lou Gehrig, e demência fronto-temporal, uma outra desordem neurológica que tipicamente leva a alterações de personalidade, comportamento e da linguagem.

Os investigadores desenvolveram dois tipos genéticos de ratos sem o gene, conhecido como C9orf72 Eles descobriram que esse gene é importante para a função do sistema imunitário no cérebro.

Em vez de desenvolver ELA, os ratos sem o gene inesperadamente sofreram anormalidades do sistema imune. Estruturas dentro das células do sistema imunológico - conhecidos como lisossomos - que normalmente dispõem de material celular indesejado pararam de funcionar adequadamente sem o gene C9orf72.

"O gene C9orf72 é fundamental para a função das células imunes no cérebro, aumentando a evidência crescente de que o sistema imunológico contribui ativamente para a doença em vez de simplesmente responder à lesão", disse Robert H. Baloh, MD, PhD, autor sênior do estudo e diretor do Departamento de Medicina /Neurologia/doença neuromuscular e do Programa multidisciplinar ELA do Cedars-Sinai. "Estes resultados continuam a mudança de paradigma na nossa maneira de pensar de como células cerebrais são perdidas em condições como a ELA e o Alzheimer."

Na ELA gradualmente células do cérebro e da medula espinhal desaparecem. É uma das mais prevalentes doenças neuromusculares, resultando em mais de 5600 novos casos diagnosticados em cada ano nos EUA, de acordo com a associação de ELA. Cerca de 10 por cento dos diagnósticos são causados pela mutação do gene C9orf72.

Estudos sugerem que cerca de 500.000 pessoas nos EUA são portadores da mutação.

Baloh e seus colegas observaram que suas descobertas podem apontar o caminho para novas terapias para direcionar a disfunção das células imunes, particularmente em pacientes portadores da mutação genética C9orf72. Ele disse que as dr**as destinadas a diminuir os níveis do gene também deve ser abordada com cautela, porque eles poderiam perturbar ainda mais o sistema imunológico.

Jacqueline Gire O'Rourke, PhD, cientista de projeto que contribuiu para o estudo, disse que os resultados também podem ajudar os médicos a compreenderem as disparidades entre os portadores da mutação genética e outros pacientes com ELA. "Nosso trabalho abre a possibilidade de que portadores do gene C9orf72 podem até responder de forma diferente às dr**as imunomoduladoras do que outros pacientes com ELA", disse O'Rourke.

Clive Svendsen, PhD, diretor do Conselho do Instituto de Medicina regenerativa, onde foi realizada a pesquisa, acrescentou que a pesquisa de Baloh representa um passo importante para a compreensão do papel desta mutação genética particular.

"Estas novas descobertas mudarão a forma de pensar sobre as causas da ELA", disse Svendsen.

15/01/2016

According to recent statistics, just 30 percent of Americans in the workplace are engaged — meaning they like who they work for, they like what they do and they feel fulfilled by their job. This low figure should provide pause for leaders because employees who are not engaged are unlikely to invest…

28/04/2013

Projeto Revascularização cerebral

Introdução
Em 1966, Yasargil publicou os primeiros resultados das cirurgias de bypass extra para o intracraniano, utilizando o enxerto de artéria temporal superficial para a artéria cerebral média no tratamento da doença cerebrovascular isquêmica. Dessa época até então, as cirurgias de revascularização cerebral se popularizaram em termos técnicos, indicações, avaliação de reserva cerebral e outros aspectos.

Esse tipo de cirurgia, após sua descrição, passou por um período de descrédito em relação ao tratamento da doença isquêmica por lesão ateromatosa carotídea. Diferente da doença coronariana em que os procedimentos de revascularização se mostravam eficazes, artigos científicos classe II não mostravam superioridade da revascularização cerebral comparada ao melhor tratamento clínico (ácido acetil salicílico e controle dos fatores de risco).

Dessa forma, praticamente foi abandonada até sua reavaliação no início desse século. Nesse evento, além de novos trabalhos classe III e IV que mostraram superioridade do bypass, diversos erros metodológicos foram encontrados no estudo mencionado realizado na década de oitenta, colocando em dúvida a superioridade do tratamento clínico.

Apesar de ter sido deixada de lado para tratamento das doenças ateroscleróticas, permaneceu viva em outras doenças que serão mencionadas nas outras seções.

Poucos são os serviços e profissionais treinados em anastomoses vasculares intracranianas, considerando o montante de Serviços no Mundo, Américas e Brasil. No nosso país somente alguns profissionais estão habilitados tecnicamente para este procedimento, incluindo o autor desse documento.

Métodos

Diversas são as técnicas. Diversidade e versatilidade na execução desses procedimentos são aspectos que devem-se ter em mente em toda cirurgia intracraniana. Não há um só procedimento intradural que não necessite de conhecimentos de revascularização.
São potenciais enxertos doadores: artérias temporal superficial e radial e veia safena magna, além dos bypasses in situ. Entretanto, todos os vasos que são diametralmente compatíveis com o receptor são potenciais doadores. Novamente versatilidade é necessária.
Os elementos receptores são todas as artérias cerebrais: carótida interna, cerebrais média, anterior, posterior, cerebelar superior, vertebral, cerebelar póstero inferior (P.I.C.A) e etc.
As anastomoses são realizadas sob a ótica do microscópio cirúrgico e com técnicas de microcirurgia, utilizando fios de 7 a 10/0 , dependendo do diâmetro dos vasos, e com materiais que permitam o manuseio desses vasos de pequeno calibre e dos fios (p.ex.: caixa de microanastomoses de Abdulrauf, SCANLAN™, EUA).

Propósito

A desfecho primário é salvar o tecido cerebral da isquemia. Este evento pode estar em andamento, como nos “AVCs” isquêmicos ou pode ser antecipada no casos de necessidade de sacrifício vascular.
Nos pacientes com infarto cerebral (“AVCs” isquêmicos) que aparecem no hospital dentro da “janela” de tratamento (3-4h), a trombólise com Actilise™ é realizada. Entretanto, alguns pacientes não tem um bom resultado, não obtendo recanalização e o processo isquêmico contínuo permanece. Outros não conseguem chegar dentro dessa “janela terapêutica”, apresentando quadro clínico progressivo e com pouca ou nenhuma lesão encontrada nos métodos de imagem. A questão é o que fazer nesses casos? Assistir a perda do tecido cerebral ou salvar o tecido cerebral isquêmico? A nossa proposta é oferecer uma via de salvamento do tecido cerebral em regime de urgência, utilizando a trombectomia aberta e revascularização.
Ainda na esfera da urgência, diversas vezes somos postos em situações de necessidade de reconstrução vascular intracraniana, seja em cirurgias de tumores ou vasculares essencialmente. Diversos tumores promovem encarceramento do vasos, especialmente os da base do crânio. Dissecções tumorais perivasculares variavelmente produzem abertura inadvertida desses vasos. Nesses casos, a reconstrução é imperiosa.
Por outro lado, as revascularizações podem ser programadas. São indicações gerais:

1. Doença de moya-moya;
2. Doença ateromatosa carotídea intra e extracraniana;
3. Tumores intra-axiais com envolvimento vascular;
4. Aneurismas saculares gigantes ou de colo largo;
5. Bypass de proteção;
6. Aneurismas fusiformes;
7. Tumores da base do crânio com envolvimento vascular;
8. Tumores extracranianos com envolvimento vascular;
9. Reconstrução venosa quando apropriada.

Uma condição necessária para realização desses procedimentos é o aprimoramento contínuo em laboratório de cirurgia experimental. Após uma temporada em treinamento na St. Louis University, Missouri (EUA), em seu laboratório de microcirurgia e cirurgia experimental, sob a orientação do Prof. Dr. Saleem Abdulrauf, e de volta ao Brasil, entramos em um projeto de treinamento em revascularização cerebral no Complexo Hospitalar Heliópolis.
Trata-se de um programa de educação continuada em Microcirurgia que oferece treinamento de todo o Staff e de residentes interessados no tema. Contamos com duas estações com microscópio induvidual, bancada e material de microcirurgia e de vídeo. Pretendemos assim mudar o curso de algumas doenças, outrora ditas intratáveis.

23/12/2012
08/10/2012

Olá Amigos,
não sei se me passou despercebido mas, em meio de toda campanha política pela Prefeitura de São Paulo, não consegui identificar nenhuma proposta séria de otimização da saúde no nosso município. Obviamente não recorri aos planos de governo de cada candidato visto que, sem correr o risco de ser leviano, o que se escreve geralmente não se cumpre.
Sou um Servidor Público inclusive e que vive na linha de frente no tratamento dos pacientes. Posso relatar que nunca vi a Saúde em pior estado. Não há quem não reclame. Nem quem tem plano de saúde está livre da situação caótica, visto que, os planos privados cometem abusos tanto para com os segurados quanto para com os profissionais.
Para mim, administração da saúde deve estar vinculada a três pilares interconectados: 1. Receita; 2. Entendimento das necessidades e 3. Investimento, não necessariamente nessa ordenação. Claro que outros aspectos podem ser incluídos mas, diante do caos, acredito que basta para o momento.
Gostaria que fizessem o pós-venda público e respeitassem o resultado. Qual é o real grau de satisfação dos pacientes? Vamos lá. Coragem! Façam o pós-venda!! Sejamos pró-ativos!

21/08/2012

Independentemente da sua idade, desporto ou nível de competição, lesão traumática da cabeça com concussão é algo que pode ocorrer com qualquer um. Nós, como neurocirurgiões, trabalhamos para proteger o ser humano, seu
sistema nervoso, especialmente quando se trata de melhorar a qualidade de vida das pessoas acometidas por lesões traumáticas.
Continuaremos nosso esforço para desenvolver programas e protocolos que possam ajudar a prevenir e eliminar tais lesões.

09/08/2012

Endereço

373 Avenida Paes De Barros
São Paulo, SP
03115-020

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:30 - 18:00
Terça-feira 08:30 - 18:00
Quarta-feira 08:30 - 18:00
Quinta-feira 08:30 - 18:00
Sexta-feira 08:30 - 18:00

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