Sandra Sofiati Terapias

Sandra Sofiati Terapias Psicoterapeuta há 47 anos, analista bioenergética, terapeuta de voz, estudante de esquizoanalise.

O que este momento de vida está te pedindo? Você é uma pessoa sóbria, digna e consciente?    ***os edicinaancestral
25/12/2025

O que este momento de vida está te pedindo?

Você é uma pessoa sóbria, digna e consciente?




***os


edicinaancestral

21/12/2025
*DO NATAL AO RÉVEILLON**Vamos viver juntos essa angústia?*Entre o Natal e o Réveillon, para muita gente, existe um terri...
21/12/2025

*DO NATAL AO RÉVEILLON*
*Vamos viver juntos essa angústia?*

Entre o Natal e o Réveillon, para muita gente, existe um território silencioso de dor, quase secreto, onde muita coisa se agita por dentro.
É um intervalo de tempo em que a alma f**a mais exposta. Essas datas são cheias de expectativas, cobranças familiares, lembranças que voltam, solidão, cansaço, balanços internos…
As lembranças se adensam.
As feridas antigas sussurram.
Os vazios se ampliam.

Este trabalho - serão 10 encontros, de 1h30 por dia - , nasce para acolher esse espaço/tempo onde o mundo não costuma olhar.
Um espaço para refletir, falar, movimentar o corpo, exercitar a atenção plena, compartilhar as dores.
Um campo seguro para sentir sem precisar esconder.
Uma travessia compartilhada — porque quando nomeamos juntos, dói menos, pesa menos, clareia mais.

Vamos trabalhar com a angústia, não para expulsá-la,
mas para escutá-la como aviso, como bússola, como pedido de cuidado.
Vamos olhar para o mal-estar do final do ano como um chamado para compreender o que de fato se passa abaixo desse estado emocional. Qual é o desejo verdadeiro não realizado.

Vamos usar a força desses dias para fazer a transição entre o que terminou, e o que ainda não começou — para criar estrutura, chão, enraizamento, potência.
Este grupo é para você que se sente deslocado nessa época.
Para você que se entristece sem saber bem por quê.
Para você que carrega cansaço, saudade, inquietação, silêncio ou excesso de carga.

Eu estarei com você todos esses dias.
Com presença, escuta, cuidado e 50 anos de acompanhar pessoas em suas travessias.

Se algo em você sente que precisa desse refúgio e amparo, venha.

*Você não precisa viver esses dias sozinho*.

*Duração:* serão 10 dias de encontro, 1h30 po

Inscrições abertas! Sandra Sofiati - WhatsApp 11 996 00 21 20
27/11/2025

Inscrições abertas!
Sandra Sofiati - WhatsApp 11 996 00 21 20

Mamãe querida!
02/11/2025

Mamãe querida!

A origem pré-hispânica do Día de Mu***osMuito antes da colonização, os povos do México Antigo — mexicas, maias, zapoteca...
27/10/2025

A origem pré-hispânica do Día de Mu***os

Muito antes da colonização, os povos do México Antigo — mexicas, maias, zapotecas e purépechas — já celebravam a morte como parte do ciclo da vida.
Eles acreditavam que o espírito não desaparecia, apenas mudava de forma.
O Día de Mu***os nasce dessa sabedoria ancestral, onde lembrar é honrar e a memória é a ponte entre mundos.

✨ Celebrar os mortos é afirmar que a vida continua em outra dimensão.

13/10/2025

Por que é importante, construir um altar de Días de Mu***os?

1. O inconsciente é atemporal, e os mortos vivem nele
Os mortos não morrem dentro da psique: eles permanecem como objetos internos. Culpas, saudades, fantasias, idealizações e traumas se condensam em torno dessas figuras. O luto é o processo de elaborar essas presenças/ausências — mas nem sempre ele acontece plenamente. O altar atua como dispositivo psíquico simbólico para essa elaboração.

2. O luto precisa de forma simbólica para ser vivido
Sem ritual, o luto corre o risco de se tornar patológico — estagnado, encapsulado. O altar oferece uma forma concreta, bela e viva para a falta, e às vezes, para dor se expressar. A psique toca o real com as mãos: construindo o altar com flores, velas, retratos, aromas, objetos. A elaboração se encarna.

3. Reencontro com a função paterna e materna internalizadas
Ao organizar um altar, revemos quem foram (ou são) nossos pais, avós, ancestrais. Revisitamos seus defeitos, faltas, potências, valores e feridas. Reconstruímos internamente as figuras parentais — trabalho essencial na clínica. O altar permite à psique ‘rever o passado com olhos novos’.

4. Aproximação do “real” da morte, sem defesas
A cerimônia de mu***os nos faz confrontar o insuportável — o fim, o vazio, a ausência. Mas o faz com arte, cor, beleza e ancestralidade. Esse enfrentamento simbólico, sem recalcamento, é um portal de transformação.

5. Espaço para reparações psíquicas e transgeracionais
No altar, é possível fazer o que nunca foi feito: dizer o que não foi dito, oferecer um copo d’água, uma flor, uma carta. Isso opera não só no nível pessoal, mas também transgeracional, permitindo que heranças inconscientes sejam ressignif**adas.
***os

*Por que é importante, construir um altar de Días de Mu***os?*1. O inconsciente é atemporal, e os mortos vivem neleOs mo...
09/10/2025

*Por que é importante, construir um altar de Días de Mu***os?*
1. O inconsciente é atemporal, e os mortos vivem nele
Os mortos não morrem dentro da psique: eles permanecem como objetos internos. Culpas, saudades, fantasias, idealizações e traumas se condensam em torno dessas figuras. O luto é o processo de elaborar essas presenças/ausências — mas nem sempre ele acontece plenamente. O altar atua como dispositivo psíquico simbólico para essa elaboração.
2. O luto precisa de forma simbólica para ser vivido
Sem ritual, o luto corre o risco de se tornar patológico — estagnado, encapsulado. O altar oferece uma forma concreta, bela e viva para a falta, e às vezes, para dor se expressar. A psique toca o real com as mãos: construindo o altar com flores, velas, retratos, aromas, objetos. A elaboração se encarna.
3. Reencontro com a função paterna e materna internalizadas
Ao organizar um altar, revemos quem foram (ou são) nossos pais, avós, ancestrais. Revisitamos seus defeitos, faltas, potências, valores e feridas. Reconstruímos internamente as figuras parentais — trabalho essencial na clínica. O altar permite à psique ‘rever o passado com olhos novos’.
4. Aproximação do “real” da morte, sem defesas
A cerimônia de mu***os nos faz confrontar o insuportável — o fim, o vazio, a ausência. Mas o faz com arte, cor, beleza e ancestralidade. Esse enfrentamento simbólico, sem recalcamento, é um portal de transformação.
5. Espaço para reparações psíquicas e transgeracionais
No altar, é possível fazer o que nunca foi feito: dizer o que não foi dito, oferecer um copo d’água, uma flor, uma carta. Isso opera não só no nível pessoal, mas também transgeracional, permitindo que heranças inconscientes sejam ressignif**adas.

08/10/2025

Cerimônia Urbana de Días de Mu***os na Vila Madalena
De 28 de out. a 2 de nov.
WhatsApp 11 99600-2120

🌺 *CELEBRAÇÃO DÍAS DE MU***OS* – 2025 | Vila Madalena – SPNossos pés não estarão em solo mexicano, mas os saberes ancest...
06/10/2025

🌺 *CELEBRAÇÃO DÍAS DE MU***OS* – 2025 | Vila Madalena – SP

Nossos pés não estarão em solo mexicano, mas os saberes ancestrais do México estarão vivos entre nós.
Durante quatro dias, entre conversas, rituais, música e silêncio, tocaremos os mistérios da morte — não como fim, mas como fonte de poder, amor e transformação.

Ergueremos altares repletos de oferendas, faremos cerimônias de cura e reencontro com nossos mortos, e abriremos espaço para que a vida e a morte se abracem novamente.

A celebração será conduzida por Sandra Sofiati e contará com a presença especial das mulheres-medicina maias Nãna Ponchita e Nãna Josefa, diretamente do México.

🗓️ 29 e 30/10 – online
🗓️ 31/10, 1 e 2/11 – presencial (Vila Madalena, SP)

Um convite para atravessar o véu, celebrar a vida e reverenciar quem nos antecedeu.

✨ Vagas limitadas.
Informações e inscrições:
com Célia: 11 974 088 048

Endereço

Rua Apinagés, 1100, Cj 32
São Paulo, SP
05441-000

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Our Story

Sandra Sofiati é psicóloga (USP-1975), psicoterapeuta corporal, terapeuta de voz, facilitadora de Pathwork e Constelações Familiares, coordenadora da viagem cultural e terapêutica México Sagrado e criadora do método de terapia corporal CORPO SONORO. Foi professora do Instituto Sedes Sapientiae, Senac e Unifesp. Deu vários cursos, palestras e workshops no Brasil, Itália e México.