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A Ansiedade Social é um fenômeno real e que deve ser levado a sério, mas que por vezes pode se propagar com base em sent...
12/06/2018

A Ansiedade Social é um fenômeno real e que deve ser levado a sério, mas que por vezes pode se propagar com base em sentimentos ou percepções ilusórias.

De fato, nós não gastaríamos tanto tempo e energia nos preocupando com o que as pessoas pensam sobre nós se soubéssemos o quão raramente elas o fazem.

O desejo por aceitação social é um componente presente no comportamento de todos os seres humanos, e desempenha, em certa medida, um importante papel na constituição de sociedades de sucesso, formada por indivíduos que cooperam entre si.
Porém, nos dias de hoje, grande parte das nossas interações com outras pessoas são rasas e rápidas, o que pode gerar uma carga adicional de pressão e tensão para que a outra pessoa, ou pessoas, criem uma boa imagem sobre você.

Há diversas situações em que somos possuídos por percepções ilusórias ou equivocadas.
Existem casos em que examinamos outras pessoas por sinais tão intensamente que acabamos vendo coisas que não estão lá.
Em outros casos, f**amos horas nos assombrando por algo embaraçoso que fizemos na frente de outras pessoas em uma loja, ou no ônibus, mesmo que nunca mais vejamos essas pessoas na vida.
Mesmo em situações que ocorrem em ciclos sociais mais constantes (família, trabalho e amigos), tendemos a superestimar a importância que as pessoas dão às situações que classif**amos como embaraçosas.
Por outras vezes, antecipamos eventos sociais (apresentações, encontros e reuniões), prevendo os mais dramáticos desfechos que podem ocorrer, mas que dificilmente ocorrem.

A maior parte das pessoas se identif**a com as situações acima, algumas pessoas desenvolvendo quadros traumáticos e de grande sofrimento, enquanto outras passam com desconfortos mais sutis.

É de cada um de nós a responsabilidade de trazer luz aos mecanismos que regem nossos sentimentos e reações mentais, sempre com o foco em evitar o sofrimento futuro.
Com a compreensão e aceitação de nossas próprias limitações sem julgamento, conquistamos a liberdade dos fantasmas que nos aprisionam.

"No fim das contas, a felicidade se limita à escolha entre:o incômodo de se tornar consciente das suas aflições mentais;...
11/06/2018

"No fim das contas, a felicidade se limita à escolha entre:
o incômodo de se tornar consciente das suas aflições mentais;
e o desconforto de ser comandado por elas"

Mingyur Rinpoche

Você também merece ser feliz! :D
08/06/2018

Você também merece ser feliz! :D

Quem aqui já presenciou aquele mortífero encontro do dedinho do pé com a mesa da sala? o/Você vem tocando a vida, com su...
20/04/2018

Quem aqui já presenciou aquele mortífero encontro do dedinho do pé com a mesa da sala? o/

Você vem tocando a vida, com suas preocupações e planos na mente, pensando naquela coisa importante que você procrastinou na semana passada e como isso poderá prejudicar seus planos para o final de semana quando BUM! O choque é tão grande que você sai dando pulinhos e insultando toda a linhagem de mesas já feitas pela humanidade. Por um tempo, todo o seu universo mental é dominado por apenas três componentes: a dor no dedinho; o ódio da mesa e a sensação de que uma injustiça foi cometida contra você.

O mais impressionante é que, mesmo que por poucos segundos, a nossa percepção mental de vida muda tão drasticamente a ponto de sobrepor tudo aquilo que antes estava ocupando o nosso espaço mental. Toda a imensidão da vida, exceto essas míseras as três componentes (dedo, mesa e vítima), vira plano de fundo.

Não é só quando batemos o dedinho que nos deixamos levar por estados mentais que sobrepõe e mascaram a realidade. Na verdade, é provável que hoje você já tenha sido levado por diferentes marés mentais, inclusive agora lendo esse texto.
Mas por que que isso acontece?

1- Porque nossa mente divide pequenas partes para tentar entender o todo.
Grande parte das pessoas se utiliza somente da competência lógica do raciocínio. Isto as transforma em máquinas da interpretação, dissecando toda a complexidade da vida em pequenas parcelas, que então são selecionadas para se tornarem o foco e serem postas a julgamentos lógicos por nossas mentes, “borrando” todo o resto ao nosso redor. O agravante aqui é que geralmente erramos, não só no juízo de valor do objeto em si, como também na própria escolha do objeto.

2- Porque nossa mente é altamente absortiva. É muito comum passarmos horas seguidas absortos em sequências de pensamentos que surgem em um fluxo automático, seja guiado por tecnologias (TV, redes sociais, Netflix, games) ou ainda autoguiados (revivendo e recriando momentos do passado ou antecipando situações futuras).

Agora, substitua o seu dedinho pelo seu Ego e a mesa por alguém que te incomodou nos últimos dias; o chefe que pegou no seu pé, um familiar que está cuidando da sua vida, um conhecido que contrariou suas opiniões políticas em público (ou no Facebook) ou um estranho que te deu uma fechada no trânsito. Puff! Temos exatamente as mesmas três componentes ocupando o seu espaço mental: A dor no dedinho (no Ego); o ódio da Mesa (da pessoa) e a sensação de que uma injustiça foi cometida contra você.

No decorrer de um dia, participamos de diversas ciladas da mente como essas exemplif**adas, seja como o dedinho injustiçado (na própria mente), seja como a mesa malvada (na mente dos outros). Situações como essas nos fazem ruminar por horas seguidas pensamentos, sentimentos e emoções tóxicas, que sugam a tanto a nossa energia vital quanto a das pessoas ao nosso redor e que só fazem perpetuar o ciclo de confusão e sofrimento.

Pessoas nervosas, ansiosas, amarguradas e até depressivas não só vivem dentro dessa lama mental como são a própria força motriz que perpetua todo o ciclo.

Já é hora de assumirmos a responsabilidade por nossas próprias mentes, de transcendermos essa limitação ilusória e de reconhecermos a mente como o instrumento de percepção, e não mais confundi-la com a vida em si.

O primeiro passo é criar consciência de que esse “Bug” mental ocorre.

O segundo passo é aceitar que na maior parte das vezes nós estamos errados, seja pelos objetos escolhidos para analisar, quanto pelo julgamento que fazemos deles.

O terceiro passo é perceber que a nossa mente é simplesmente uma parte de nós, consequência de características químicas e fisiológicas do nosso cérebro. A mente deve ser vista como uma ferramenta e não como aquilo que nos define como Seres.

O quarto passo é viver plenamente, julgando menos, se identif**ando menos com os vários objetos que a vida nos traz.

O auto-estudo é um processo que exige paciência e disciplina, principalmente porque você vai continuar topando com o dedinho nas várias mesas que a vida coloca na nossa frente. Na próxima vez que isso acontecer, faça o exercício de trazer a sua consciência para o momento e não se entregue às ilusões mentais.

Isso já fará toda a diferença e te ensinará novas formas nunca antes imaginadas de lidar com os problemas do dia a dia.

Lavando a almaHá dias em que a vida parece ser aquela esfiha seca e intragável que já faz aniversário na sua geladeira, ...
05/04/2018

Lavando a alma

Há dias em que a vida parece ser aquela esfiha seca e intragável que já faz aniversário na sua geladeira, mas que é a única coisa que você tem para comer hoje.
Nesses mesmos dias, é comum se sentir como aquela fatia já exaurida de limão do Habibs; todo o esforço em busca da última gota de suco, a última esperança de tornar a esfiha menos insuportável. Por algum mistério divino, parece que o suco evaporou e só resta mesmo o bagaço.

Às vezes eu me sinto só o bagaço.
Às vezes, todos nós nos sentimos só o bagaço.

Mas por quê???

A percepção e experiência de vida do ser humano são pautadas pela dependência (tipo crack mesmo) da euforia no decorrer de ciclos de altos e baixos.

Nos altos, é comum nos entorpecermos de euforia, que nos traz energia, mas que prejudica e encurta a experiência completa do momento. Tentamos nos agarrar tanto aos momentos de euforia que eles acabam escapando por nossos dedos; quem nunca ouviu o famoso ditado “Tudo o que é bom dura pouco”? A euforia é tanta que o camarada costuma criar expectativas irreais sobre as mais diversas situações, antecipando todo o prazer e criando um vale de decepção à frente.

Já nos baixos, debatemos e lutamos para tentar encontrar de novo a euforia perdida (preencher o vazio com comida, bebida, s**o, dr**as, games, afeto). Quanto mais fracos nos sentimos, mais energia gastamos com reclamações e pessimismo. Amigos, parceiros e familiares são bombardeados com dramas que prejudicam ainda mais o nível de energia tanto do reclamão quanto dos outros ao redor.

De repente, estamos vivendo um pesadelo dentro de nossas mentes, divagando, projetando, passeando entre passados negativamente modif**ado e futuros ilusoriamente pessimistas.
Tudo isso acontece em nossos cérebros sem que a maioria se dê conta; não é culpa de ninguém, mas é responsabilidade de cada um assumir de volta o comando de si próprio quando se dá conta do que está acontecendo.

Hoje tomei a decisão de exorcizar (novamente) o reclamão em mim. Essa é uma decisão que todos tem de tomar de tempos em tempos.

Por que você não aproveita a oportunidade e toma a mesma decisão?

Dê choques de realidade no seu “eu-pessimista”. Mostre para o seu animalzinho interior quem está no comando!

- Aumente o seu nível de energia imediatamente; Levante do sofá, p**e, dance, grite, vá fazer uma caminhada.

- Crie o entusiasmo que você deseja ter; Se estiver na fissura de brigar ou reclamar para alguém, mude as palavras da sua boca; elogie ou agradeça quem está por perto.

- Aprecie algo simples; Deite em uma rede, na grama, embaixo de uma árvore. Respire e sinta o ar enchendo e esvaziando os seus pulmões. Sinta o calor do sol na sua pele. Sinta o relaxamento que um banho pode trazer.

- Desligue o celular; Na maioria das vezes as redes sociais acabam só aumentando nossa ansiedade e a sensação de que a vida de todos é melhor do que a nossa. Se você é daquele tipo de pessoa que se engaja em discussões nas redes sobre política, de um tempo para si mesmo. Desintoxique-se.

- Se afaste (mesmo que temporariamente) de pessoas tóxicas; Se você sente que sua energia vem sendo sugada por outras pessoas, afaste-se. Dê a si mesmo e a elas um espaço para respirar. Lembre-se, porém, que você também pode estar sendo a pessoa tóxica para os outros.

- Reconecte-se com as pessoas importantes; interrompa imediatamente o ciclo de discussão com seus pais, parceiros ou amigos. Quase toda discussão traumática é pautada por cegueira e palavras mal ditas de todos os lados. Faça a sua parte, deixe o pesado ego de lado, busque se reconectar. Sinta a leveza de uma vida com menos ego nos relacionamentos, menos máscaras, menos mimimi.

- Busque uma rotina saudável; Dormir 8h/dia, tomar 3l de água por dia, fazer exercícios diários, comer mais legumes e vegetais, comer menos doces, frituras ou carnes gordurosas. Apesar de ser extremamente clichê, são pouquíssimas as pessoas que levam a sério a própria saúde e muitas as que acabam se negligenciando sem perceber que grande parte dos problemas que passam, como mal estar do dia a dia ou até mesmo doenças podem ser evitados sem muito esforço.

Abra espaços na sua mente e no seu dia a dia, os efeitos benéficos não demorarão a surgir e logo você já desfrutará de um estado de paz de espírito muito superior à qualquer euforia que as coisas externas podem te trazer.

Quem é você?A maioria das pessoas pensaria em responder a essa pergunta com seu nome, idade, tipo físico, profissão, est...
08/03/2018

Quem é você?

A maioria das pessoas pensaria em responder a essa pergunta com seu nome, idade, tipo físico, profissão, estudo, hereditariedade, país ou cidade de origem, gostos e desgostos, hobbies, etc. Será que é possível caracterizar toda a profundidade de um ser humano de acordo com as máscaras sociais que ele escolheu usar?

O principal obstáculo para o autoconhecimento é o despreparo da mente, que não se concentra e nem se questiona devido aos inúmeros apegos físicos e emocionais. A agitação da mente é tão grande que momentos de paz e clareza mental são raríssimos para grande parte das pessoas.

A tendência que parece guiar a vida das pessoas é a de valorizar aquilo que não tem valor e de deixar de lado aquilo que é real, essencial e importante. Todos querem ser felizes, mas poucos percebem que a felicidade não pode ser encontrada do lado de fora. A sua felicidade já está dentro de você, mas as distrações e turbulências mentais criam um enredo falso que te faz acreditar na busca incessante por satisfação de prazeres externos, e que nunca cessam.

A sabedoria milenar indiana chama o estado de absorção da mente de Samadhi (sânscrito). Esse seria o estado em que a ilusão da separação do todo acaba, e descobrimos ou lembramo-nos do que realmente somos. É possível ter vislumbres do que é o Samadhi através de situações extremamente prazerosas da vida, como o nascimento de um filho, a manifestação do amor, a cura de um ente querido, porém, é possível gera-las também através de práticas meditativas e de autoconsciência.

Filosof**amente falando, ao manter-se no estado de Samadhi o indivíduo alcança o estado do Nirvana, ou Moksa, que signif**a uma condição utópica de libertação total do sofrimento. Em critérios mundanos, porém, podemos utilizar o Samadhi como uma ferramenta de purif**ação e renovação das energias para que estejamos novamente prontos para continuar em nossa batalha de cada dia, no trabalho, faculdade, em casa ou aonde for.

Existe uma relação direta entre a mente e a respiração. É sabido que quando estamos em estado de estresse intenso a nossa respiração aumenta, porém, poucas pessoas percebem a influência inversa, que faz ser possível utilizar a respiração para controlar o estado mental também. A mente se torna absorta através da respiração. Essa é a forma mais antiga e mais eficiente de meditação: simplesmente observar a sua respiração, sentindo todas as sensações disponíveis durante esse processo, e simplesmente deixando o fluxo de mental ir e vir, sem julgar ou se identif**ar com pensamentos.

Assuma a responsabilidade sobre o seu próprio bem estar e acenda as luzes na sua mente. Você pode se surpreender com os resultados!

Do que são feitos os seus desejos, sentimentos e emoções?O conhecimento real é aquele através do qual o que não é conhec...
20/02/2018

Do que são feitos os seus desejos, sentimentos e emoções?

O conhecimento real é aquele através do qual o que não é conhecido torna-se conhecido. Assim como, através do conhecimento do barro, tudo o que é feito de barro torna-se conhecido.

Quando desvendamos e compreendemos do que é feito o nosso próprio drama existencial a vida f**a menos confusa e mais leve, contemplativa.

À partir do conhecimento do que é essencial, vem o discernimento sobre a fragilidade e a desimportância do mundo dos objetos, das formas e do ego.

Com o exercício diário desse discernimento nasce a capacidade de auto-resgate, quando o adquirimos o poder de modular nosso estado de espírito de dentro para fora, sem mais se deixar à deriva dos próprios pensamentos ou estímulos do ambiente externo.

Como tudo muda constantemente, há sempre ansiedade e sofrimento com relação a mudanças indesejáveis.Mergulhando dentro d...
09/02/2018

Como tudo muda constantemente, há sempre ansiedade e sofrimento com relação a mudanças indesejáveis.

Mergulhando dentro de nós mesmos é possível sentir a TRANQUILIDADE oceânica do nosso SER, que é uma satisfação em si mesma.

O hábito de RECOLHIMENTO, deve ser insistido e treinado. Uma vez desenvolvido, nascerá dentro de você o DISCERNIMENTO necessário para viver uma vida plena e completa somente com o que há DENTRO, sem mais importar acontece do lado de fora.

Não se contente com as migalhas do mundo exterior...busque a verdadeira fonte que vem de dentro...

Você tem se observado ultimamente?Quantos porcento do seu dia você arriscaria classif**ar como momentos de paz, felicida...
23/01/2018

Você tem se observado ultimamente?

Quantos porcento do seu dia você arriscaria classif**ar como momentos de paz, felicidade e plenitude? Em todos os outros, quais os tipos de pensamentos e sentimentos estão presentes? Remorso? Ansiedade? Irritabilidade? Medo? Desejo por ter mais? Insatisfação sem fim?

A verdade é que há uma parte em cada um de nós que paradoxalmente se alimenta e gosta desses tipos de sofrimento. Se não fosse assim, nossas mentes não seriam tão atraídas por pensamentos que os remetam, por vícios que os perpetuem.

Você pode chamar essa parte dentro de você como preferir... mente, piloto automático, personalidade, auto-sabotador, criança interior...eu a chamarei de ego.

O ego veste toda essa energia psicológica e se identif**a através dela, criando personagens, papéis a serem seguidos na vida social. O sofrimento gera as cores, os contornos e as formas do nosso ego, que ilusoriamente cria falsas crenças de auto-preservação, de destaque e evidência social em sua incessante e infrutífera busca pela satisfação no "mundo de fora".

Toda essa carência e empenho do ego em se destacar e se satisfazer é densa e cansativa para o nosso ser, o que contribui para a criação de mais energia psicológica e alimenta o ciclo de sofrimento. Grande parte das pessoas chegam a tomar consciência do seu próprio ciclo de auto-sabotagem em alguns momentos, mas logo são atraídas novamente pela inércia tóxica do ego para os mesmos comportamentos e padrões mentais nocivos.

Felizmente, porém, cada vez mais pessoas parecem estar acordando de seus próprios pesadelos psicológicos e decidindo dar um basta na escravidão primordial: a escravidão mental. É necessário coragem, discernimento e disciplina para se "despir" de toda essa roupagem psicológica, principalmente com o imenso fluxo de inconsciência que a sociedade moderna estimula incessantemente. As pessoas que corajosamente decidem interromper os próprios ciclos de sofrimento acabam se tornando alvos do ego coletivo, que fará todo o possível para trazer o indivíduo novamente para o estado de piloto automático. Em seu instinto de auto-preservação, o ego coletivo bombardeará esses indivíduos com diferentes formas de preconceitos e rotulações.
Observada e compreendida a pequenez do ego, porém, é possível transformar esse monstro de sete cabeças em uma inofensiva e inconsciente joaninha. Esse é o momento da transcendência e da transformação.

Muito além do ego, existe algo sobre nós que está além de toda compreensão racional...alma, espírito, presença, ser, deus. Eu chamarei esse algo de consciência.

Como um pai ou mãe muito amorosos, a consciência assiste pacientemente a trajetória da nossa criança interior, dando todo o espaço possível para que ela erre, se desenvolva e quem sabe um dia transcenda as limitações dessa pequena mente, mergulhe no oceano da consciência e viva em harmonia com o seu propósito essencial de vida.

Lembre-se e liberte-se da ilusão.

Para o indivíduo, a grande  libertação acontece quando se dá conta de que não é "voz de dentro da cabeça".Quem é você en...
05/12/2017

Para o indivíduo, a grande libertação acontece quando se dá conta de que não é "voz de dentro da cabeça".

Quem é você então?
É aquele que compreende isso.

Você é a consciência ou presença interior, que é anterior a todo o pensamento e à matéria que o rodeiam.

Você é um espelho empoeirado...bata a poeira e será possível ver o que já está dentro de você.


Como transmutar o sofrimento em energia vitalO sofrimento é uma condição que num primeiro momento parece ser inerente ao...
04/12/2017

Como transmutar o sofrimento em energia vital

O sofrimento é uma condição que num primeiro momento parece ser inerente ao ser humano. A primeira manifestação de vida de quase toda pessoa é o choro logo após o nascimento, causado pela drástica e desagradável mudança de ambiente que um bebê sofre ao sair do útero materno.
Os primeiros anos na vida de uma criança são marcados principalmente pelo sofrimento fisiológico: incômodo e dor física; fome, sede, assaduras, dor de dente, sono.
Na medida em que a criança vivencia o mundo material, ela cria e lapida a sua própria persona, criando também um senso de identidade e de separação dentro da criança. O mundo passa a ser dividido em dois: o “MEU mundo”, regido pelos MEUS objetos, MINHAS necessidades e MEUS desejos; e o mundo “DOS OUTROS”, regido pelos objetos, necessidades e desejos DOS OUTROS, este último evidentemente tendo um valor muito menor do que o primeiro.
Quando aquilo que uma criança chama de “MEU Brinquedo” quebra ou é retirado dela, o sofrimento gerado pela perda é muito grande, não devido ao valor do brinquedo em si, mas devido à identif**ação do brinquedo como sendo “MEU”, o que, em última análise, gera um rompimento, ou uma subtração da idealização do “MEU mundo”, com o qual a criança se identif**a. Já na fase adulta, esse tipo de comportamento é mais comum do que nosso Ego gostaria de aceitar. MEU carro, MEU orgulho, MEU trabalho, MEU relacionamento, MEU sofrimento, MEUS direitos.

A coisa toda f**a ainda mais complexa e confusa, a pessoa continua atualizando o “MEU MUNDO”, criando uma série de papéis para se enquadrar na sociedade, máscaras, cada qual com suas próprias definições e modos de agir distintos.
São vários os exemplos de papéis que as pessoas desempenham à partir das características de cada um. Algumas características são herdadas à partir de seu nascimento, outras conquistadas durante a vida: Biológicas: Gênero, raça, aparência e idade; Sociais: Nome, nacionalidade, religião, situação financeira, profissão; Psicológicas: eventos passados, características familiares, vícios, expectativas, hábitos, fobias e traumas; A combinação de diferentes características gera uma variedade de diferentes personagens, que são acionados em determinadas situações/pessoas-gatilho, gerando um padrão comportamental relativamente previsível, porém, nem sempre com consequências emocionais agradáveis.
Como numa guerra (Ler Bhagavad Gita), os personagens mentais disputam o controle da cabeça do indivíduo, oscilando-se de tempos em tempos. Existem alguns tipos de personagens comuns à maioria das pessoas: O Coitado(Vítima), O Reclamão, O Desesperado, O Perfeccionista, O Sedento por Satisfação, O Impostor e O Preguiçoso são alguns dos personagens que eu pessoalmente tenho de lidar dia após dia.
Uma vez que cada um possui seus próprios preconceitos, desejos e aversões, é comum a ocorrência de conflitos de interesse entre dois ou mais personagens, gerando discussões mentais desagradáveis, que tem potencial para se transformarem em episódios piores ainda: Confusão, crises de ansiedade e pânico, necessidade de fuga, depressão, acessos de raiva, ciúme compulsivo; Essas emoções descontroladas criam ações igualmente descontroladas, que por sua vez acabam por gerar conflitos interpessoais, perpetuando e potencializando o ciclo do sofrimento individual e coletivo em diversos círculos sociais da vida de uma pessoa.

Então quer dizer que estamos fadados a uma viver uma vida sofrida e regida pelo piloto automático de nossas mentes? NÃO!

Através da observação e da não identif**ação com os fenômenos mentais temos a chance de vê-los como as miragens que realmente são. Podemos chamar a habilidade da consciência e da observação de Discernimento. Através da disciplina e do treino do Discernimento, passamos a distinguir os objetos percebidos do observador desses objetos, desbloqueando então uma nova dimensão para a vida, muito mais iluminada, colorida, pacíf**a e agradável.
Alimentamos a falsa crença de que os personagens, ou máscaras que cultivamos são necessários no nosso dia a dia. O mais impressionante de tudo é que, na medida em que desconstruímos e abandonamos esses personagens, nos tornamos pessoas mais leves, amáveis e capazes para desempenhar as funções do dia a dia.

Sem mais oscilações de humor, desconfortos diários, sofrimentos pelo passado, ansiedades pelo futuro; O discernimento te dá o superpoder de mudar conscientemente seu estado mental. Primeiramente ele te ajuda a perceber quando você está em um “local mental” ruim. Com o tempo, você conseguirá gentilmente “virar” uma chave dentro da mente, que te trará de volta para um local mais calmo e agradável, colorindo todo o ambiente ao seu redor.

A tendência das pessoas inconscientes é a de minimizar as próprias falhas e maximizar as falhas dos outros. Quando aceitamos verdadeiramente a nossa natureza mental como limitada e míope, percebemos também que as pessoas ao nosso redor também estão confusas, e que elas também estão sofrendo! Reconhecer o sofrimento próprio e dos outros diminui a força do Ego, permitindo o exercício da verdadeira compaixão: viver a vida sem violência consigo mesmo, e com os outros.

No mundo doente em que vivemos, eliminar o sofrimento signif**a a conquista da felicidade.
Pare de culpar a escuridão e acenda a luz.

Você está preparado?Que a avalanche do insight apareça e que você esteja preparado para se jogar nela de cabeça, sem med...
26/11/2017

Você está preparado?

Que a avalanche do insight apareça e que você esteja preparado para se jogar nela de cabeça, sem medo, preconceitos e julgamentos.

Talvez esse seja o momento e a oportunidade de se presentear com uma folga de toda carga que possa existir na sua mente e no seu mundo.
Com discernimento e a intenção correta, você conseguirá retirar esse peso dos seus ombros e mergulhar no oceano da plenitude e da dimensão do Agora.

Nada do que pode ser escrito, falado ou pensado, pode ser a verdade em si, uma vez que ela somente pode ser conhecida por meio da vivência e da experiência, muito pessoais e introspectivas de cada um.

É possível explicar a um cego o que é poder enxergar? Ele poderá até criar uma imagem mental, uma interpretação, mas jamais conhecerá a verdade do que é ver, a menos que tenha passado pela experiência “ver”.
De maneira parecida, existe alguma maneira de saber, com certeza, se o vermelho que eu enxergo é o mesmo que você enxerga?

Dessa forma, tudo o que posso te desejar é que VOCÊ VEJA, seja lá o que for que esteja disponível para você ver nesse momento. Por “VOCÊ”, não quero dizer essa “voz dentro da cabeça” que tem zilhões de rótulos superficiais: seu nome, idade, gênero, nacionalidade, formação, profissão, hobbies, preferências e aversões. Por você, quero dizer a consciência ou presença interior, que é anterior e muito maior do que todo e qualquer pensamento.

Conecte-se consigo mesmo e com o todo e permita que a sua revolução interna se inicie.

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São Paulo, SP

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