Sinapse Aprender

Sinapse Aprender Neuropsicologia e Psicologia Clínica. Supervisão e formações em Neurociências e Educação. Psicologia Clínica. Palestras, cursos, supervisões e consultoria.

Terapia Cognitivo Comportamental e Avaliação Neuropsicológica. Divulgação de temas em Psicologia, Neurociências e Educação fundamentados cientificamente. Sobre a idealizadora:
- Darlene Godoy de Oliveira: psicóloga, Mestre e Doutora em Dísturbios do Desenvolvimento na Universidade Mackenzie, professora do curso de especialização em Psicopedagogia e Neurociências na mesma universidade. Atua em pesquisa, clínica e docência na área avaliação e intervenção neuropsicológica de crianças, adolescentes e adultos. Psicoterapeuta e supervisora clínica na abordagem Cognitivo Comportamental.

Convidando vocês a ler e pensar sobre ações comprometidas a valores junto comigo. No micro e no macro, sempre há tempo d...
25/10/2022

Convidando vocês a ler e pensar sobre ações comprometidas a valores junto comigo. No micro e no macro, sempre há tempo de escapar do piloto automático quando ele não nos ajuda. Ou pior, nos mantém estagnados a algum problema que achamos estar resolvendo.

💎Comenta se você está revendo algum comportamento ou padrão pra alcançar um valor importante, vou adorar saber!

Para ilustrar a tristeza, trago um trecho dessa letra escrita por Paulinho da Viola que ficou bem famosa na voz da incrí...
29/10/2020

Para ilustrar a tristeza, trago um trecho dessa letra escrita por Paulinho da Viola que ficou bem famosa na voz da incrível Marisa Monte em "Dança da Solidão".

A tristeza não é representada apenas pela solidão, mas na solidão inevitavelmente lembramos de perdas, de finais não desejados e da finitude - das coisas, das relações e de nós mesmos.

A tristeza pode ser traduzida também em diferentes formas de decepção, derrota, abatimento, angústia, desalento, desprazer, pesar, prostração, melancolia, saudades... 

É um sentimento que nos convida a refletir que tudo tem seu fim, que nós e os outros têm limitações, que há sofrimento no mundo... e que os finais também podem ser oportunidades de recomeços e novos começos. 

A tristeza denuncia e escancara que a ideia de felicidade ilimitada e permanente é impossível. Denuncia que nossa sociedade nos cobra aquilo que nossa natureza não permite. Por isso mesmo, precisamos aprender a nos conectar com essa emoção que é natural sem tentar reprimi-la ou ignorá-la. Convide sua tristeza para tomar um chá. Converse com suas dores lembrando que você não se resume a elas, por mais que pareçam ser insuportáveis às vezes. 

📖📝Conta pra gente, como estão os seus estudos e cursos? Essa pandemia complicou bastante as coisas, não? De modo geral, ...
29/10/2020

📖📝Conta pra gente, como estão os seus estudos e cursos? Essa pandemia complicou bastante as coisas, não? 

De modo geral, as demandas da vida acadêmica são diversas e podem gerar muito estresse, impactando na nossa capacidade de regulação emocional e gerando ansiedade, autocrítica elevada, desmotivação, evitação...

Além disso, muitas das dificuldades dos jovens adultos nos estudos acontecem porque não desenvolveram habilidades de gerenciamento da própria aprendizagem. Essas estratégias cognitivas podem aumentar nossa autoconfiança e motivação, com bons desfechos na vida emocional também.

Amanhã eu e o psicólogo super gabaritado Renan Sargiani da página .explica, pós doutorando na Harvard University, iremos falar sobre o gerenciamento emocional e cognitivo da aprendizagem. O foco será o público adulto na universidade e pós graduação.

Venha participar com a gente e traga duas dúvidas ou dificuldades neste assunto tão importante! 

Amanhã às 20:30!

❤️❤️❤️Para ilustrar o amor trago aqui um clássico do sambista Pinxiguinha, "Carinhoso".Um sentimento que transborda cuid...
27/10/2020

❤️❤️❤️
Para ilustrar o amor trago aqui um clássico do sambista Pinxiguinha, "Carinhoso".

Um sentimento que transborda cuidado, carinho, admiração, gratidão, bondade, desejo, ternura, calor, compaixão. 

Que nos move em comportamentos de querer bem, sorrir, estar junto, apreciar, expressar sentimentos positivos diversos, compartilhar tempo e experiências, querer contato físico...

O amor é um combustível importantíssimo para uma vida valiosa, saudável e plena. Podemos direcioná-lo não só a pessoas, mas a lugares, labores, ideias e causas que movem o mundo. E é isso que o amor faz: nos move a sermos melhores, a fazer do mundo um lugar melhor.

O amor entre amantes, pais e filhos, família, amigos, para com os menos favorecidos, instituições e ideologias que acreditamos. O amor gera paz, conforto, confiança, convicção, nos traz energia para encarar até situações difíceis e desafios em nome do que acreditamos. 

Dizem que o amor cura dores. Dizem também que junto com o amor vêm males diversos, mas acredito que esses males não refletem o amor em si mesmo, mas outras complexidades do ser humano, das relações e deste mundo que não é só amor. Em nome de certo orgulho em nos mostrarmos invulneráveis  e diversos tabus morais, muitos amores não são permitidos e expressos. 

Ainda assim, acreditar no amor é acreditar na possibilidade de sermos mais felizes e realizados. Como estão os amores da sua vida? Como você tem se relacionado com este sentimento? 

Você gosta do Raça Negra? Este hit do pagode dos anos 90 chamado “Ciúme de você” embalou muita gente e fala abertamente ...
26/10/2020

Você gosta do Raça Negra? Este hit do pagode dos anos 90 chamado “Ciúme de você” embalou muita gente e fala abertamente sobre o sentimento de ciúmes. Estar desconfiado, possessivo, temeroso, competitivo, apegado e vigilante são alguns padrões de comportamentos que as pessoas com ciúmes podem demonstrar.

Podemos entender o ciúme como uma emoção relacionada inicialmente ao medo de perder alguém que valorizamos e a quem direcionamos afeto, mas pode haver desdobramentos desta emoção para a raiva e também à tristeza ou melancolia.

 O ciúme aparece em eventos onde há ameaças ou riscos (reais ou imaginários) de que um relacionamento ou a atenção que alguém recebe pode ser perdida. A pessoa que você ama admira outras pessoas, quer mais tempo só ou com outros, um possível “concorrente” dá e recebe atenção da pessoa que você quer manter por perto.

É natural que haja apego e que a gente queira quem ama por perto para continuar cultivando um relacionamento prazeroso. Reconhecer o ciúme pode gerar oportunidades de refletir sobre nossas inseguranças e o quanto o apego, se ocorre em excesso, é prejudicial para o bem estar individual e para o bem da própria relação.

Muitas vezes o ciúme gera o efeito oposto ao que pretende preservar, por meio de cobranças e atritos que repelem a relação ao invés de cultivá-la. A nossa cultura romântica e egocêntrica muitas vezes reforça em nós muitas inseguranças sufocando a liberdade do outro e nos fazendo acreditar que, se o outro não faz exatamente o que queremos, não nos ama “o suficiente”. Pode trazer sentimento de desvalia “ele não se importa comigo” “estou sendo desprezado” e diminuir nossa autoestima.

Claro que, se há desrespeito em relação aos combinados e expectativas de ambas as partes, as atitudes e comportamentos das partes devem ser conversados para novos alinhamentos e para manutenção da confiança.

Você se considera ciumento? Como essa emoção te afeta?



23/10/2020

Oi pessoal! Fui convidada pela candidata à vereadora em Guarulhos Luana Barreto para discutir com outras mulheres sobre direitos e vivências de mulheres. Convido vocês a estarem lá comigo! ♥️

😱😯A música que trago para ilustrar o medo é talvez a mais clássica que os psis utilizam por sua riqueza de detalhes e at...
23/10/2020

😱😯A música que trago para ilustrar o medo é talvez a mais clássica que os psis utilizam por sua riqueza de detalhes e até pelo meta-medo, ou medo do próprio temer. É do Lenine com a argentina Julieta Venegas e se chama Miedo.

Falar sobre o medo implica em reconhecer que somos frágeis em alguns aspectos. Implica em acessar as nossas vulnerabilidades e olhá-las de perto. Por que será que isso é tão problemático hoje em dia? Acredito que, em grande parte, isso se deve ao peso social imenso que recebemos tanto de viver em um mundo muito caótico e imprevisível quanto pela cobrança em nos mostrarmos fortes e firmes para enfrentar todo e qualquer tipo de pressão.

E será que devemos mesmo enfrentar tudo? O peso do julgamento por não sermos fortaleza em todos os momentos realmente é imenso e isso colabora bastante para que essa emoção seja reprimida e não trabalhada.

O que o medo nos sinaliza?

O medo indica que há alguma ameaça à nossa integridade física, mental ou moral. Traz para nós a mensagem de que devemos buscar proteção e ao mesmo tempo, enfrentar o desconhecido com adaptações e cautelas.

O medo particularmente é uma emoção que se ramifica em diversas outras, como os vários tipos de ansiedade, as fobias, o pânico, o estresse... Cada uma com suas características específicas mas que trazem em comum essa sensação de falta de controle ou de recursos.

Em algumas situações, realmente será funcional e efetivo fugir. Porém, quantas vezes o medo nos impede de crescer, de desenvolver habilidades e de realizar sonhos? Afinal, buscamos uma sensação de controle que não existe e a vida sempre nos mostrará isso. Podemos contemplar belezas e aprender muito com os nossos limites, com os obstáculos e com o respeito e diálogos com ambos.

Mulheres e homens são diferentes em diversos aspectos, e isso obviamente se reflete nas formas como acessam, expressam e...
22/10/2020

Mulheres e homens são diferentes em diversos aspectos, e isso obviamente se reflete nas formas como acessam, expressam e convivem com suas emoções.

Quais são os impactos do gênero na formação da nossa subjetividade emocional? Quais conflitos e prejuízos essas diferenças podem trazer? Como podemos lidar com as diferenças de modo mais saudável?

Amanhã às 20:30, eu e a Ana Mansur .psi - que é terapeuta da abordagem centrada na pessoa - iremos discutir sobre os papéis de gênero na regulação emocional. Vai ser uma troca muito gostosa e enriquecedora!


Lembram da live sobre mindfulness e esporte? Foi remarcada para hoje às 20:30! Espero vocês lá para uma conversa bem gos...
21/10/2020

Lembram da live sobre mindfulness e esporte? Foi remarcada para hoje às 20:30! Espero vocês lá para uma conversa bem gostosa de duas triatletas unidas pelo esporte e pelo estudo do sofrimento humano:
uma psicanalista lacaniana e uma psicóloga cognitivista!


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A live da "associação livre" é inspirada na regra fundamental da psicanálise que diz que o paciente deve falar tudo o que lhe vier à cabeça, deixando seus pensamentos de forma livre e sem julgamentos. ⁣

É um espaço de interlocução onde convido profissionais de diversas áreas que se conectam com o universo esportivo para uma associação livre de ideias numa conversa descontraída, mas sem perder o rigor teórico. ⁣

A convidada da vez é Darlene Godoy, psicóloga paulista que tem um brilhante currículo profissional. Ela é mestre e doutora em distúrbios do desenvolvimento pela Universidade Presbiteriana Mackenzie na área de Neurociências - inclusive fez parte dos estudos do doutorado na Escola de Educação de Harvard! ⁣

Ela atua com neuropsicologia e psicoterapia com crianças, adolescentes e adultos através da linha de atuação é a cognitivo-comportamental. ⁣

Se por um lado temos essa grande diferença teórica, por outro temos um grande ponto em comum: assim como eu, Darlene também é triatleta amadora e apaixonada pelas provas de longa distância, especialmente o Ironman 140.6. ⁣

O nosso bate-papo será sobre MINDFULLNESS (ou "atenção plena"), técnica de meditação bastante conhecida na preparação psicológica por muitos atletas. ⁣

Te esperamos ao vivo hoje 21/10 às 20:30 aqui no instagram! 🕣 ⁣

Se você tem alguma questão sobre o uso do mindfullness na preparação psicológica esportiva pode deixar aqui nos comentários! 👇🏼⁣


🤢O trecho que escolhi para esta emoção é de uma música não lá tão famosa, mas foi difícil encontrar músicas com letras p...
21/10/2020

🤢
O trecho que escolhi para esta emoção é de uma música não lá tão famosa, mas foi difícil encontrar músicas com letras publicáveis sobre o nojo. É da Clarice Falcão - que participou do Porta dos Fundos - e se chama “Essa é pra você”. Recomendo ver por conta das muitas pitadas de ironia.

Podemos sentir nojo de odores, sabores, fluidos corporais, alimentos, todos os tipos de sujeira... e também de situações com pessoas que desprezamos o caráter, que humilham os outros, que nos fizeram mal e que despertam em nós a repulsa.

Por que sentimos nojo?

Esta emoção sinaliza a necessidade de autopreservação, pois ingerir ou ter contato com substâncias podres ou envenenadas pode causar diversas doenças e até a morte. Também sinaliza a necessidade de rejeitar a pessoas ou situações que moralmente desaprovamos e que consideramos ofensivas.

Em resumo, a função do nojo é organizar nossas respostas a situações e coisas que são contaminantes e ofensivas, rejeitando ou nos distanciando delas.

E como tudo o que há em excesso... O nojo pode atrapalhar quando estreita e limita as possibilidades de agir e tolerar situações desconfortáveis e que envolvem riscos. Precisamos nos sujar para deixar algo limpo, comer alguns alimentos que são saudáveis mesmo não tendo o sabor agradável e assim por diante.

Você se considera uma pessoa com nojinhos ou repulsas diversas? Conta aqui!


😠🤬💣Vamos começar um novo bloco de posts falando sobre as principais emoções humanas, suas funções e formas de lidar com ...
20/10/2020

😠🤬💣
Vamos começar um novo bloco de posts falando sobre as principais emoções humanas, suas funções e formas de lidar com cada uma. E já vem tiro-porrada-e-bomba... com a tão temida RAIVA. Quem aqui não conhece essa música do Rappa, Minha alma (a paz que eu não quero)?

Este trecho especificamente fala sobre o alto custo de não expressar este sentimento. Será que vale engolir tantos absurdos que nos empurram e suprimir também as nossas necessidades em nome de uma paz que não é verdadeira?

Muitas vezes consideramos que a raiva é destrutiva - e de fato pode ser - mas a não vivência, expressão e resolução dos problemas que nos geram raiva é tão ou mais destrutiva para nós. TODAS as emoções têm uma mensagem preciosa e são úteis para a nossa preservação. Por isso, cabe pensar:

Por que sentimos raiva?

A raiva sempre sinaliza que houve alguma quebra de regras, ou que tivemos uma meta impedida, que há uma ameaça a qual precisamos responder ou que estamos diante de situações de injustiça (ou que consideramos injustas).

Sem a raiva, perdemos a capacidade de nos indignar, de nos proteger, de apontar que os erros devem ser reparados. Nos tornamos passivos e inertes. A raiva usada de modo funcional já gerou inúmeras transformações sociais como o fim da escravidão, as conquistas de muitos direitos das mulheres, conquistas diversas no âmbito político e social onde ocorre desigualdade e exploração.

Tá, mas e quando o problema é a raiva em excesso? Muitas vezes, a raiva pode estar acompanhada de um excesso de vontade em controlar as coisas em conjunto com a dificuldade em lidar com os erros e o tempo dos outros ou da vida. Quantas vezes as coisas não saem como gostaríamos, não? Será que esbravejar é sempre a única e a melhor solução? Será que estamos sendo sensíveis ao demandar demais ou de menos?

Contem para mim: Como é lidar com a raiva no dia a dia?


Imagine que as emoções sejam como sons que estão em nosso ambiente interno. A gente pode dar o play para tocar algumas o...
19/10/2020

Imagine que as emoções sejam como sons que estão em nosso ambiente interno. A gente pode dar o play para tocar algumas ou pode querer interromper barulhos que estejam atrapalhando em momentos importantes...

Por isso, gosto de pensar na Regulação Emocional como a possibilidade de aumentar ou diminuir o volume das emoções dentro de nós. Precisamos muito da nossa mente sábia para fazer isso de modo efetivo, ou seja, sem abafar emoções que são relevantes e sem aumentar ao máximo aquelas que nos atrapalham a compreensão do que está acontecendo ao nosso redor e de como podemos agir de modo mais efetivo.

A Regulação Emocional é um eixo de habilidades de mudança da DBT, mas envolve também, em alguns casos, a necessidade da aceitação e do mindfulness para alcançar a própria autorregulação. Afinal, precisamos sentir raiva, sentir medo e também da própria tristeza. Em doses adequadas, podem gerar transformações necessárias e muito relevantes para o nosso crescimento. 

Iremos falar bastante sobre as emoções e a Regulação Emocional nos próximos posts. Vem com a gente!


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