Solange Bertolotto Schneider - Psicologia Junguiana

Solange Bertolotto Schneider - Psicologia Junguiana Psicóloga, psicoterapeuta, supervisora e coordenadora de grupos de estudos. CRP 06/16655
Analista

Psicóloga formada em 1982 pela Universidade São Marcos, conselheira do CRP 06 na gestão de 1989/1992, tendo atuado na Comissão de Orientação e Fiscalização Profissional, coligada `a Comissao de Etica. Organizadora da revista do CRP , do seu Congresso, dos Anais do Congresso e do evento no Centro Cultural Vergueiro "Psique - Quatro Abordagens em Psicoterapia" e do livro originado no evento, que tin

ha por finalidade informar ao publico leigo sobre as diferentes formas de abordagem psicoterapeutica. Fiz varias especializações em Psicologia Junguiana, Reichiana, tendo estudado com José Angelo Gaiarsa e muitos outros. Sou Analista Junguiana e membro da IAAP - International Association of Analytical Psychology. Fui diplomada pelo Instituto Carl Gustav Jung Zurich-kusnacht, fundado pelo próprio Jung e seus seguidores na época, do qual sou agora instrutora acreditada para dar aulas e palestras, onde prossigo em aprimoramento no curso Further Education in Supervision. Adquiri experiencia com expatriados, tendo sido eu mesma expatriada por muitos anos, acabei me especializando no contexto multicultural caracteristicos do mundo globalizado. Ofereco atendimento trilíngue: Português, Inglês e Frances, com conhecimento básico de Alemão e Espanhol, inclusive. Sou autora do livro A VERDADE NO PROCESSO ANALÍTICO, também disponível em inglês, THE TRUTH IN THE ANALYTICAL, publicado pela Editora Initia Via, tanto nas versões impressas como e-book, disponíveis na Amazon.

Fundação CG Jung ZuriqueA Fundação CG Jung de Zurique é uma organização sem fins lucrativos criada para apoiar a explora...
30/04/2026

Fundação CG Jung Zurique

A Fundação CG Jung de Zurique é uma organização sem fins lucrativos criada para apoiar a exploração e o desenvolvimento contínuos da psique em associação com o Instituto CG Jung de Zurique. O Instituto CG Jung de Zurique oferece programas de formação suíço-alemães e internacionais, com alunos e analistas de mais de 26 países. O corpo docente e os candidatos trazem consigo diversas formações profissionais nas áreas das ciências, filosofia, direito e psicologia. Essa abordagem multifacetada e internacional fundamenta o valor central da Fundação, que é o financiamento de bolsas de pesquisa, e tem se mostrado extraordinariamente viável durante os anos da pandemia de Covid-19.

A Fundação aplica seu valor fundamental de impacto e diversidade apoiando programas que incluem “Formação e Educação” junguiana, “Pesquisa e Publicação” e “Conservação de Bibliotecas e Arquivos”. Veja a Visão Geral dos Programas . Se desejar saber mais sobre a Fundação e nossos programas atuais, entre em contato conosco.

Imagem utilizada com permissão da Bildarchive. Direitos autorais do CG Jung Institute Zürich.

I visited Es Devlin’s exhibition I Am the Other of the Other at Casa Bradesco. The title obviously drew me in, because I...
28/04/2026

I visited Es Devlin’s exhibition I Am the Other of the Other at Casa Bradesco. The title obviously drew me in, because I have a text called The Other Is Me. And Now?—a chapter from the book published by Appris and IPACAMP, Silencing and the Pains of the Soul.
My text is an extension of my work on Otherness, also published by Appris, titled Individual and Cultural Complex—Between fascination and danger in the search for otherness in intercultural relationships.
The exhibition is accompanied by a poetic narrative that makes us plunge into a state of communion with the whole, with nature—and it left me quite uncomfortable.
Otherness—the relational dynamic in which we are both subjects and no one is objectified—has been my object of study, research, and writing throughout my life, and it is certainly not something static. It implies a dynamic balance in which we must look at the other and at ourselves with the same critical and loving spirit, which is not easy at all, and not so poetic.
Relationships are demanding; they intensely challenge our comfort zone. A poetic/uroboric state can be reached in a fraction of a second, in a numinous state of communion with the Other and with the cosmos, but then we need to return to the work of integrating our own shadow—and the shadow of others.
Neither we nor nature live in perfect harmony. Survival instincts, aggressiveness, competition, selfishness, and self-determination are part of who we are, and the great challenge would be to find moments of wholeness and harmony amid the chaos of creation.
If we focus only on the beauty of nature and creation, we forget nature’s archetypal shadow, the shadow of the matriarchal archetype, in which creation and destruction are opposite and complementary poles of that same archetype.
The world is at war. Armed conflicts are cruel; illicit financial motives hide behind noble and democratic intentions; cynicism and the objectification of the Other continue to exist.
Poe5tic escape does not hold up for me. I'm sorry.
Today's world is more in tune with Picasso's Guernica.

28/04/2026

Visitei a exposição Sou o Outro do Outro, de Es Devlin, na Casa Bradesco. O título obviamente me atraiu, pois tenho um texto chamado O Outro Sou Eu. E agora? Capitulo do livro publicado pela Appris e IPACAMP, chamado O Silenciamento e as Dores da Alma.
Meu texto é uma extensão do meu trabalho sobre Alteridade, publicado também pela Appris, chamado Complexo Individual e Cultural – Entre o fascínio e o perigo na busca pela alteridade nas relações interculturais.
À exposição é acompanhada por uma narrativa poética que nos faz mergulhar num estado de comunhão com o todo, com a natureza, e me deixou bastante desconfortável.
Alteridade, essa dinâmica relacional em que somos ambos sujeitos, e ninguém está objetificado, tem sido meu objeto de estudo, pesquisa, e escrita por toda minha vida, e, sem dúvida, não é algo estático, que implica num equilíbrio dinâmico em que devemos olhar para o outro e para nós mesmos com o mesmo espírito crítico e amoroso, o que não é nada fácil, e nem tão poético.
Relacionamentos são trabalhosos, confrontam nossa zona de conforto intensivamente, e um estado poético/uroborico pode ser alcançado numa fração de segundo, num estado numinoso de comunhão com o Outro e com o cosmos, mas, em seguida, precisamos retornar ao trabalho de elaboração de nossa própria sombra, e da sombra dos outros.
Nem nós, nem a natureza, vivemos em perfeita harmonia, instintos de sobrevivência, agressividade, competição, egoísmo e autodeterminação fazem parte de quem somos, e o grande desafio seria encontrar momentos de plenitude e harmonia em meio ao caos da criação.
Se focarmos apenas na beleza da natureza e da criação, esquecemos a sombra arquetípica da natureza, do arquétipo matriarcal, onde criação e destruição são polos opostos e complementares desse mesmo arquétipo.
O mundo está em guerra. Os conflitos armados são cruéis, os ilícitos motivos financeiros se escondem em intenções nobres e democráticas, o cinismo e objetificação do Outro continuam a existir.
A fuga poética não se sustenta em mim. Sinto muito.
O mundo atual está mais pra Guernica de Picasso.

24/04/2026
23/04/2026

Escrevo porque preciso.

Escreve, reescreve, corrije, edita, escreve mais um pouco, ajusta, complementa, exemplifica, cita, revisa de novo. Ufa! Acabei! Aí sonha que não acabou, recebe "ordens" do sonho para escrever mais, o sonho avisa qual detalhe foi esquecido, aí escreve mais, revisa mais, edita mais, e começa tudo outra vez!

A iniciativa de escrever textos curtos, fáceis de ler e de se compreender sobre Psicologia Analítica, explicar conceitos teóricos de forma simples, com exemplos práticos do dia a dia, ou usando filmes como se fossem casos clínicos, cresceu muito mais do que o esperado.
Atingi a marca de quase 50.000 leitores, entre novos e assíduos, em mais de 100 países. Nunca imaginei algo assim. Escrevo porque preciso. Penso enquanto escrevo, na maioria das vezes o texto se escreve praticamente sozinho.
Os textos mais lidos continuam sendo a análise dos filmes O Rei do Show e Fragmentado

A necessidade de escrever pode ser vista nos mais de 30 artigos do site, no livro "A Verdade no processo analítico"(e na vida diária) , publicado também em inglês, The Truth in the analytical process, pela Editora Initia Via, em 2019, e no livro "O Feminino e o Masculino - por meio da cultura, religião, mitologia e contos de fadas", pela Editora Appris, em 2021 e o recentemente lançado, também pela Appris, Complexo individual e Cultural - Entre o perigo e o fascínio na busca pela alteridade narelações interculturais .

I write because I have to.

Write, rewrite, correct, edit, write some more, adjust, complement, exemplify, quote, revise again. Ufa! I finished! Then the dream says that it's not over, the dream "order" i have to to write more, and the dream warns which detail was forgotten, then I write more, revise more, edit more, and start all over again! alteridade

26/03/2026

É sempre muito emocionante receber um livro impresso. É a materialização das ideias longamente elaboradas, marcadas no papel.

25/03/2026

Acabou de chegar o livro impresso O Silenciamento e as Dores da Alma.

📕O livro “O Silenciamento e as Dores da Alma”, já está em pré-venda na Amazon!Tive a honra e o prazer de participar com ...
14/03/2026

📕O livro “O Silenciamento e as Dores da Alma”, já está em pré-venda na Amazon!

Tive a honra e o prazer de participar com o capítulo "O Outro Sou Eu, E Agora? - Caminhos e Descaminhos da Alterida"

✨Essa obra foi idealizada a partir das discussões promovidas durante o Simpósio do Instituto de Psicologia Analítica de Campinas (IPAC) que teve como tema: “O Silenciamento e as Dores da Alma” em 2024.

✨Este livro é um convite à escuta atenta sobre o silêncio e o silenciar, especialmente daquilo que é silenciado em nós, nos outros e na sociedade.

O objetivo desta coletânea é provocar a reflexão, o diálogo e encorajar a ruptura com os silêncios que geram sofrimento, almejando uma escuta mais sensível, ética e transformadora.

👉https://amzn.to/4st3uvB


junguiana.do.brasil





Learning to Ignore  is a chapter of this worthreading book The Elephant in the Room - Silence and Denial in Everyday Lif...
12/03/2026

Learning to Ignore is a chapter of this worthreading book The Elephant in the Room - Silence and Denial in Everyday Life, by Eviatar Zerubavel.

We learn what to see and what to ignore, and it is interesting to maintain the power relations and abuses in families, societies and cover crimes and political games.

"Yet while the separation of what we notice from what we ignore is far from strictly natural, nor is it entirely personal.
Noticing and ignoring are not just personal acts, since they are always performed by members of particular social communities with particular social conventions of attention and communication.
In fact, the way we focus our attention is often grounded in highly impersonal social traditions of paying attention.
So when we notice or ignore something, we therefore often do so as members of particular social communities. ...
Similar norms of focusing underlie our ability to mentally separate the persons we consider full-fledged participants in a given social situation from the “nonpersons” such as the abovementioned small children and janitors whom, although they are physically present there, we nevertheless conventionally ignore. (Indeed, we expect them to “maximally encourage the fiction that they aren’t present” and may therefore notice them only when, defying their cognitive marginalization, they actually force themselves into our awareness, as when a kibitzer offers unsolicited advice to chess players or when a cabdriver suddenly joins an ongoing conversation among his passengers.)"

Lecture given in partnership with UNINOVE and Municipal Department of Human Rights of São Paulo, to celebrate Internacio...
09/03/2026

Lecture given in partnership with UNINOVE and Municipal Department of Human Rights of São Paulo, to celebrate Internacional Women's Day.
Subtitles available in English on YouTube.

In this lecture commemorating International Women's Day, psychologist Solange Bertolotto Schneider addresses the complex construction of the cultural identity of Brazilian women through a multicultural and psychological perspective. She highlights how our identity is formed by the mixture of indigenous, African, and European peoples, often marked by cycles of domination, misogyny, and the need for recognition (0:29-1:15).

"No Man's Land": (1:21) Brazil still faces a cultural legacy of impunity and laws that are not respected, facilitating privileges and structural abuses.

Roots of Shadow and Projections: (14:35) The speaker analyzes how the colonizing culture projected negative images onto indigenous and African peoples, eroticizing and objectifying Black and indigenous women, which persists to this day (15:33).

Cultural and Religious Syncretism: (30:21) Solange explores how religious figures, such as Our Lady of Aparecida (30:48) and Iemanjá (34:48), unite aspects of different cultures, transforming African warriors into seductive icons in the popular imagination.

Abusive Relationships and Power: (44:20) The lecture denounces violent po*******hy and the impact of public speeches by leaders who authorize abusive behaviors. She emphasizes that abusive relationships are based on power and fear, not affection (1:00:09).

Masculinity and Change: (46:39) Defends the need for a creative and responsible masculinity, criticizing movements that demand respect for men only through the approval of other men (50:41). Rescuing Identity: (1:08:35) The speaker dreams of a society free from judgment, where everyone can be who they truly are, without the repression that leads to high rates of su***de and abuse (1:09:21).

Use YouTube settings to have subtitles in English.

Link at the bio.

'sday religion power Intercultural

Nesta palestra em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, a psicóloga Solange Bertolotto Schneider aborda a complexa...
08/03/2026

Nesta palestra em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, a psicóloga Solange Bertolotto Schneider aborda a complexa construção da identidade cultural da mulher brasileira através de uma perspectiva multicultural e psicológica. Ela destaca como nossa identidade é formada pela mistura de povos indígenas, africanos e europeus, muitas vezes marcada por ciclos de dominação, misoginia e pela necessidade de reconhecimento (0:29-1:15).

Pontos principais da palestra:
A "Terra de Ninguém": (1:21) O Brasil ainda enfrenta um legado cultural de impunidade e leis que não são respeitadas, facilitando privilégios e abusos estruturais.
Raízes da Sombra e Projeções: (14:35) A palestrante analisa como a cultura colonizadora projetou imagens negativas sobre os povos indígenas e africanos, erotizando e objetificando mulheres negras e indígenas, o que persiste até hoje (15:33).
Sincretismo Cultural e Religioso: (30:21) Solange explora como figuras religiosas, como Nossa Senhora Aparecida (30:48) e Iemanjá (34:48), unem aspectos de diferentes culturas, transformando guerreiras africanas em ícones sedutores no imaginário popular.
Relações Abusivas e Poder: (44:20) A palestra denuncia a pornografia violenta e o impacto de falas públicas de líderes que autorizam comportamentos abusivos. Ela enfatiza que relações abusivas são baseadas em poder e medo, não em afeto (1:00:09).
Masculinidade e Mudança: (46:39) Defende a necessidade de uma masculinidade criativa e responsável, criticando movimentos que exigem o respeito do homem apenas pela aprovação de outros homens (50:41).
Resgate da Identidade: (1:08:35) A palestrante sonha com uma sociedade livre de julgamentos, onde todos possam ser quem realmente são, sem a repressão que leva a altos índices de suicídio e abuso (1:09:21).
Video completo, link na bio.

Endereço

Avenida Rouxinol 55
São Paulo, SP
04516-000

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 19:00
Terça-feira 08:00 - 19:00
Quarta-feira 08:00 - 19:00
Quinta-feira 08:00 - 19:00
Sexta-feira 08:00 - 19:00

Telefone

+5511995953550

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Solange Bertolotto Schneider - Psicologia Junguiana posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Solange Bertolotto Schneider - Psicologia Junguiana:

Compartilhar

Categoria