Mulheres Ansiosas - Vick Freitas

Mulheres Ansiosas - Vick Freitas Vick Freitas
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Quantas vezes você já engoliu um comentário doído ouvindo logo em seguida: “eu só falei brincando, você não tem senso de...
04/03/2026

Quantas vezes você já engoliu um comentário doído ouvindo logo em seguida: “eu só falei brincando, você não tem senso de humor”?

Piadas sobre o seu corpo, sobre a sua inteligência, sobre sua família, “apelidos” que te diminuem, crises de ciúme que são vendidas como prova de amor, controle de roupas, de amizades, de horários… Quando isso se repete, deixa de ser graça e vira forma de te colocar pra baixo.

Aos poucos você começa a se questionar: “será que sou sensível demais?”, “será que eu não sei brincar?”, “será que o problema sou eu?”. E assim a violência emocional vai sendo mascarada de brincadeira, enquanto você vai ficando cada vez menor dentro de si.

Quem te ama não precisa te humilhar pra se sentir seguro, nem usar o rótulo de “brincadeira” pra esconder desrespeito. Amor saudável olha pra você com cuidado, sabe pedir desculpa, revê postura, não insiste no que machuca.

Se esse post fez você lembrar de frases que ainda doem, mesmo ditas “rindo”, isso merece ser levado a sério. Você não é louca, nem exagerada, nem sem graça. Você está sentindo o impacto do que vive. Se quiser um espaço seguro pra falar sobre isso e entender melhor se o que você vive é violência, me chama na DM. A gente conversa com calma, no seu tempo. 💛

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Muitas mulheres cresceram ouvindo que ciúme é prova de amor, que grito é só “nervoso”, que vasculhar celular é coisa de ...
02/03/2026

Muitas mulheres cresceram ouvindo que ciúme é prova de amor, que grito é só “nervoso”, que vasculhar celular é coisa de quem se importa. E vão engolindo a própria intuição, mesmo quando algo grita por dentro: “isso não tá certo”.

Aprender a diferenciar cuidado de controle é uma forma poderosa de se proteger. Quando você reconhece que certas atitudes não são amor, começa a se permitir desejar algo diferente para si.

Se você sente essa confusão dentro de uma relação e não sabe mais em quem acreditar, inclusive em você, me chama na DM. A gente pode organizar esses sentimentos juntas, com respeito à sua história e ao seu tempo. 💛

Quando alguém diz “eu falo assim mesmo”, mas você encolhe por dentro toda vez que escuta… não é só jeito de falar.É um c...
27/02/2026

Quando alguém diz “eu falo assim mesmo”, mas você encolhe por dentro toda vez que escuta… não é só jeito de falar.

É um corpo em alerta dizendo: “isso me fere”.

Grito, ironia, humilhação, piada com a sua dor, ameaça, chantagem emocional, silêncio que te pune por dias… tudo isso deixa marca. Mesmo que não tenha empurrão, tapa ou objeto voando, é violência. E quando isso acontece dentro de casa, o lugar que deveria ser o mais seguro vira justamente onde você mais tem medo.

Com o tempo, você começa a duvidar de si: “será que sou sensível demais?”, “será que eu provoco?”, “é só o jeito dele/ela”. E vai se acostumando a viver pisando em ovos, medindo palavras, adivinhando humor, tentando evitar conflitos que não foram criados por você.
Você não é exagerada por se sentir mal.
Seu corpo não mente.

Se você tem mais medo do que paz, alguma coisa passou do limite faz tempo. Nomear isso como violência não é drama, é um passo de cuidado com a sua história.

Se esse post te descreve e você sente que não aguenta mais viver em alerta o tempo inteiro, você não precisa atravessar isso sozinha. Me chama na DM pra gente conversar com calma sobre o que você está vivendo e, se fizer sentido, pensar juntas em formas de te cuidar e te fortalecer nesse processo. 💛

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26/02/2026

O importante é o que você está vendo no espelho !!!🌟

Não é à toa que, mesmo adulta, você se sente pequena.Muitas vezes, a forma como você se enxerga hoje nasceu lá atrás, na...
25/02/2026

Não é à toa que, mesmo adulta, você se sente pequena.

Muitas vezes, a forma como você se enxerga hoje nasceu lá atrás, nas experiências que teve quando ainda era criança.

Talvez sua chegada não tenha sido bem-vinda.
Talvez você tenha crescido ouvindo que dava trabalho, que atrapalhava, que nunca era suficiente.

Talvez ninguém tenha te protegido quando você precisava, ou tenha faltado carinho, presença, validação.

Uma criança que escuta, direta ou indiretamente, que é um incômodo, aprende a se olhar com esse mesmo filtro.

Na vida adulta, isso pode virar perfeccionismo, medo enorme de errar, sensação de ser impostora, dificuldade de acreditar quando alguém diz que te ama.

Nada disso significa que você está “estragada” ou que não tem jeito.
Significa que a sua história foi dura demais para uma menina tão pequena – e que, agora, a mulher que você é pode começar a cuidar dessa ferida com mais delicadeza.

Se você percebe que muitas coisas que vive hoje têm raiz lá na infância e sente que já passou da hora de olhar pra isso com cuidado, me chama na DM. A gente pode conversar com calma sobre a sua história e, se fizer sentido pra você, seguir juntas em terapia nesse processo de reconstruir a sua autoestima por dentro. 💛

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Muita gente ainda acha que violência é só quando tem marca no corpo.Mas, antes do tapa, quase sempre existe um longo cam...
23/02/2026

Muita gente ainda acha que violência é só quando tem marca no corpo.

Mas, antes do tapa, quase sempre existe um longo caminho de pequenas agressões que vão sendo normalizadas: piadas, controles, silêncios, chantagens, invasões de privacidade.

Quando você cresce ouvindo que isso é “ciúme”, “cuidado”, “jeito de falar”, é fácil duvidar da própria percepção. Você sente que dói, mas pensa: “será que não sou eu que estou exagerando?”.

Esse post é um convite pra você confiar um pouco mais no que sente.

Se algo te encolhe, te assusta, te faz viver em alerta, se faz você duvidar de si o tempo todo… é importante olhar com carinho e seriedade pra isso.

Você não é fraca, nem dramática, nem “louca” por perceber que tem coisa errada.

Reconhecer que é violência é o primeiro passo pra começar a se proteger — por dentro e por fora.

Se você se enxergou em algum desses exemplos e sente que precisa falar disso num lugar seguro, me chama na DM. A gente pode conversar com calma sobre o que você vive e pensar, juntas, em caminhos possíveis pra você. 💛

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Tem uma parte desse filme em que a Barbie desaba falando sobre o que é ser mulher… e, por alguns segundos, parece que el...
20/02/2026

Tem uma parte desse filme em que a Barbie desaba falando sobre o que é ser mulher… e, por alguns segundos, parece que ela está falando da vida real de muita gente aqui.

Ser mulher, muitas vezes, é viver na corda bamba:
ser forte, mas doce;

trabalhar muito, mas estar sempre disponível;

envelhecer “bem”, mas não parecer que envelheceu;

ser independente, mas não “assustar”;

ser mãe perfeita, filha presente, parceira compreensiva, profissional impecável… tudo isso sem reclamar, sem desabar, sem “dar trabalho”.

É muita coisa pra um corpo só. É muita expectativa pra uma vida só.

Quando essa conta não fecha, a culpa cai em cima de você:
“eu que não dou conta”,
“eu que sou fraca”,
“eu que sou desorganizada”.

Mas a verdade é que tem algo errado com o modelo, não com você. Nenhuma mulher deveria precisar se provar o tempo todo pra merecer respeito, amor e descanso. Se esse recorte te apertou o peito é porque, em algum lugar aí dentro, você também está cansada de tentar ser boa o suficiente o tempo inteiro. E talvez seja o momento de começar a se tratar com a mesma compaixão que você oferece para todo mundo.

Se você sente que está no limite e precisa de um espaço seguro pra tirar essa armadura, me chama na DM. A gente pode conversar com calma e ver se faz sentido caminhar juntas em terapia. 💛

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Às vezes a maior prisão de uma mulher não é um relacionamento.É a ideia de que ela só pode ser feliz se alguém escolher ...
18/02/2026

Às vezes a maior prisão de uma mulher não é um relacionamento.
É a ideia de que ela só pode ser feliz se alguém escolher ficar.

E, sem perceber, ela começa a se moldar.
A se calar.
A aceitar menos do que sente que merece…
Tudo para não correr o risco de “perder”.

Mas felicidade não é algo que o outro entrega.
É algo que nasce quando você para de se abandonar.

Quando você entende que amor não deve custar sua paz.
Que presença não pode exigir sua anulação.
E que ser escolhida começa por você.

Talvez a dependência mais silenciosa seja essa:
precisar do outro para se sentir inteira.

E talvez a sua virada comece no dia em que você decide que não negocia mais a própria felicidade.

Com carinho,
Vick 🤍

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Quantas vezes você já disse “eu sou assim mesmo” pra algo que, no fundo, te machuca? “Eu sou ciumenta mesmo.” “Eu que te...
16/02/2026

Quantas vezes você já disse “eu sou assim mesmo” pra algo que, no fundo, te machuca?

“Eu sou ciumenta mesmo.”
“Eu que tenho a autoestima baixa.”
“Eu que sou intensa demais.”

Muitas mulheres foram ensinadas a olhar para relações difíceis como se o problema estivesse sempre nelas: se eu sofro, é porque eu sou fraca, carente, exagerada.

Mas, às vezes, esse “jeito de ser” é só o rastro de uma dependência emocional que foi se instalando aos poucos.

Quando você aceita menos do que merece para não ficar sozinha, quando sente pânico só de imaginar o outro indo embora, quando passa mais tempo tentando agradar do que existindo de forma inteira… talvez não seja “personalidade”, e sim um coração acostumado a viver com medo.

Reconhecer isso não é motivo pra vergonha, é um ato de coragem. A partir daí você pode começar a se perguntar: “o que em mim aprendeu a amar desse jeito tão dolorido?” e “o que eu posso fazer, hoje, para cuidar de mim dentro das relações?”.

Se esse post te cutucou e você sentiu que ele fala de você, não precisa organizar tudo sozinha. Me chama na DM pra gente conversar com calma e, se fizer sentido, pensar juntas em um caminho de terapia que respeite a sua história e o seu tempo. 💛

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11/02/2026

Tem situações que acontecem em um segundo.

Um braço que passa pelo pescoço.
Um movimento inesperado.
Uma fração de tempo entre perceber… e reagir.

E é nesse segundo que a consciência faz diferença.

Não é sobre força.
É sobre preparo.
É sobre saber o que fazer quando o corpo quer travar.

No dia 8 de março vamos ter um evento voltado para mulheres que querem aprender, se proteger e se posicionar diante de situações de violência.

Se você quer saber mais, entra no grupo pelo link da bio.
A informação certa pode mudar tudo. 💛

10/02/2026

Tem violências que não deixam marcas no corpo,
mas bagunçam a mente, o emocional e fazem a mulher duvidar de si.

Quando o silêncio vira castigo.
Quando pedir respeito vira culpa.
Quando ela se adapta tanto que vai desaparecendo…
E o mais cruel: chamam isso de amor.

Não é.
Isso é violência psicológica.

E consciência é proteção.
Se essa mensagem tocou você, não ignore.

⚠️ Entre no grupo do link na bio e saiba mais sobre o encontro especial do dia 8 de março.

Endereço

São Paulo, SP

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