21/04/2026
Eu não te ensino só o que comer.
Porque comer melhor, na teoria, muita gente já sabe.
A maioria das mulheres que chegam até mim já tentou de tudo.
Já fez dieta, já cortou carboidrato, já passou fome, já começou na segunda, já prometeu “agora vai”, já teve fases boas e depois voltou tudo de novo.
Então o problema raramente é só falta de informação.
É por isso que eu olho para além da dieta.
Se uma paciente belisca à noite, eu não penso só:
“ela precisa se controlar.”
Eu penso:
Será que faltou proteína?
Será que faltou saciedade ao longo do dia?
Será que ela passou muitas horas sem comer?
Será que teve um dia emocionalmente pesado?
Será que a comida virou válvula de escape?
Será que a rotina está tão desorganizada que ela chega vulnerável à noite?
Percebe a diferença?
Eu não trato só o sintoma, eu tento entender o mecanismo.
E além do comportamento, eu também investigo o que pode estar dificultando a evolução do corpo e da mente:
– resistência à insulina
– inflamação
– deficiências nutricionais
– baixa energia
– fome exagerada
– dificuldade de saciedade
– alterações que impactam humor, compulsão, disposição e adesão
Porque não adianta dizer para uma mulher “tenha disciplina” quando o corpo dela está gritando de cansaço, fome, oscilação e desorganização.
Meu trabalho é unir as duas coisas:
estratégia nutricional + comportamento + investigação do que está por trás da dificuldade.
É por isso que eu digo com tranquilidade: eu não ensino só o que comer.
Eu ensino a mulher a se observar, se estruturar, se fortalecer e sustentar.
Quando a mulher aprende a pensar melhor, agir melhor e se posicionar melhor diante dos próprios impulsos, o resultado deixa de ser temporário.
Se você sente que não precisa de mais uma dieta e sim de um acompanhamento que trate a raiz do problema, me chama no direct.