30/12/2025
Obrigada, 2025.
Eu fecho esse ano com uma sensação diferente. Não é só cansaço. É aquela mistura de orgulho, alívio e um “caramba, aconteceu mesmo”.
Teve palestra, teve atendimento, teve coluna. Teve muita escuta e muito bastidor. Teve dia bom e teve dia em que eu só fui mesmo assim. Também teve mídia. E eu entendi que aparecer não é sobre ego. É sobre ocupar espaço com um tema que ainda é tratado como pequeno, exagero, frescura. Eu me coloquei ali com a minha cara e com a minha responsabilidade.
E teve o livro. Eu ainda me emociono quando lembro. Porque eu sei o quanto custou construir esse caminho e sustentar a consistência. O livro virou prova concreta de algo que eu já sabia, mas precisava ver: eu estou fazendo acontecer.
No meio disso tudo, teve o Bolinho. E aqui é onde 2025 me pega de um jeito mais íntimo. Eu não morava com ele, mas ele estava na minha vida de um jeito muito real. Eu ia ver, eu voltava diferente. Era amor que não dependia de rotina diária pra existir. Era presença, do nosso jeito. E agora, na hora de fechar o ano, eu sinto isso com mais nitidez.
Eu termino 2025 grata pelo que eu construí e pelo que eu vivi.
Pelas conquistas, sim. Mas principalmente pelo vínculo.
Porque no fim, é isso que f**a.
Obrigada, 2025.
Obrigada, Bolinho. 🤍🐾