Dra Thaís Verdi Nutricionista Clínica, Ortomolecular e esportiva

Dra Thaís Verdi Nutricionista Clínica, Ortomolecular e esportiva Dra Thais Verdi Nutricionista
Especialista em Nutrição Esportiva, Clínica Funcional e Nutrição

🥝 Kiwi e sono: ciência aplicada na práticaConsumir 2 kiwis cerca de 1 hora antes de dormir, por 4 semanas, mostrou resul...
29/01/2026

🥝 Kiwi e sono: ciência aplicada na prática

Consumir 2 kiwis cerca de 1 hora antes de dormir, por 4 semanas, mostrou resultados expressivos na qualidade do sono:

✔️ +1 hora de sono total
✔️ –27% de despertares noturnos
✔️ Melhora da eficiência e da qualidade do sono

Esses efeitos foram observados inclusive em atletas de elite, população com alta demanda física e neurológica
📚 Lin et al., 2011; Lin et al., 2023

Por que o kiwi funciona?
O kiwi é naturalmente rico em compostos que atuam diretamente na regulação do sono:

• Serotonina – precursora da melatonina, facilita o início do sono
• Melatonina – regula o ritmo circadiano e favorece um sono mais profundo
• Antioxidantes (vitamina C, polifenóis, carotenoides) – reduzem estresse oxidativo e inflamação, essenciais para recuperação
• Folato – participa do metabolismo cerebral e do equilíbrio dos neurotransmissores

Não é só dormir mais, é dormir melhor.
O kiwi ajuda o cérebro a “desligar” com mais eficiência, melhora a recuperação neural e muscular e otimiza o descanso do corpo como um todo.

💡 Se até atletas de alto rendimento se beneficiam, imagine o impacto para quem sofre com insônia, despertares frequentes ou sono não reparador.

📲 Compartilhe com quem precisa dormir melhor
👉 Siga meu Instagram para mais conteúdos baseados em ciência

Tigelas de Pequeno-almoço com Mirtilo e Amêndoas no Forno – Fofinhas, Aconchegantes e Ricas em ProteínasEstas tigelas qu...
29/01/2026

Tigelas de Pequeno-almoço com Mirtilo e Amêndoas no Forno – Fofinhas, Aconchegantes e Ricas em Proteínas

Estas tigelas quentes para o pequeno-almoço são macias, levemente doces e cheias de proteínas graças ao requeijão e aos ovos. Perfeito para uma manhã reconfortante ou um pequeno-almoço preparado para refeições que parece uma delícia mas alimenta o seu dia

Ingredientes (serve 2)

1 copo de requeijão vegano (240 ml | ~220 g)
2 ovos grandes
2 colheres de mel
1 colher de extrato de baunilha (5 ml)
1 xícara de farinha de aveia ou aveia finamente misturada (120 ml | ~60g)
1⁄2 colher de fermento em pó (2,5 ml | ~2 g)
1⁄2 xícara de mirtilos, frescos ou congelados (120 ml | ~75 g)
2 colheres de amêndoas picadas (30 ml | ~15 g)

Spray de cozinha ou um pouco de óleo de abacate

Modo de preparo:

Passo 1: pré-aquecimento e preparação
Forno pré-aquecido 175°C). Levemente untado duas tigelas pequenas

Passo 2: misturar a base
Numa tigela, bata requeijão, ovos, mel ou xarope de ácer e baunilha até suave.
Mexa em farinha de aveia e fermento em pó até estar totalmente combinado.

Passo 3: Adicionar os mirtilos e amêndoas picadas, reservando algumas para cobertura.

Passo 4: Cozinhar
Divida a massa uniformemente entre as taças. Polvilho restante de mirtilos e amêndoas por cima.
Coze durante 20-25 minutos, até ficar no centro e levemente dourado por cima.

Passo 5: Esfriar e servir
Deixe arrefecer por alguns minutos, depois desfrute quente com uma colher.

Nutrição (por porção)

Aprox. 300 kcal | 22 g de proteína | 8 g de gordura | 32 g de carboidratos
Naturalmente doce | alta -proteína

Dicas para o sucesso

Mirtilos congelados podem ser usados diretamente do congelador - não é necessário descongelar.

Adicione uma pitada de canela ou raspas de limão para um sabor extra.

Você emagreceu.Mas algo mudou no seu intestino.Diarreia, constipação, distensão abdominal, inflamação…Esses sintomas não...
25/01/2026

Você emagreceu.
Mas algo mudou no seu intestino.

Diarreia, constipação, distensão abdominal, inflamação…
Esses sintomas não são normais e não são apenas “efeitos colaterais”.

Quando a perda de peso acontece com restrição calórica intensa, o intestino é um dos primeiros sistemas a sentir o impacto.
Menos comida significa menos fibras, menos substrato fermentável e queda da diversidade da microbiota.

E isso gera consequências reais:
▫️ alteração do trânsito intestinal
▫️ redução da produção de metabólitos protetores
▫️ aumento de inflamação intestinal e sistêmica
▫️ impacto no eixo intestino–cérebro e no metabolismo

Com o tempo, esse desequilíbrio pode favorecer quadros como síndrome do intestino irritável, distúrbios do cólon, dermatites inflamatórias e condições associadas à inflamação crônica.

O problema não é emagrecer.
O problema é emagrecer sem estratégia biológica.

Seu intestino precisa ser tratado junto com o peso.
E isso exige avaliação individual, ciência e acompanhamento profissional.

👉 Se você reconheceu esses sinais, agende sua consulta.
Cuidar do intestino é cuidar do resultado a longo prazo.

📚 Referência científica:
DOI: 10.1080/19490976.2025.2566305

Créditos   alem excelente  couch de beach tennis, fotógrafo de mão cheia.
24/01/2026

Créditos alem excelente couch de beach tennis, fotógrafo de mão cheia.

WHEY PROTEIN NÃO GARANTE RECUPERAÇÃO MUSCULARA recuperação muscular não depende apenas da ingestão de proteína, mas da i...
22/01/2026

WHEY PROTEIN NÃO GARANTE RECUPERAÇÃO MUSCULAR

A recuperação muscular não depende apenas da ingestão de proteína, mas da integração entre sinalização anabólica, estado inflamatório e metabolismo energético.

Do ponto de vista científico:

1️⃣ Síntese proteica muscular (MPS)

O whey fornece aminoácidos essenciais, especialmente leucina, que ativa a via mTOR.
Porém, a ativação de mTOR não garante incorporação proteica se houver:
• resistência insulínica
• baixo glicogênio muscular
• inflamação sistêmica elevada

2️⃣ Disponibilidade energética

A MPS é um processo energeticamente dependente.
Baixa ingestão de carboidrato pós-treino:
• reduz a resposta insulinêmica
• limita a reposição de glicogênio
• compromete o ambiente anabólico

3️⃣ Inflamação e estresse oxidativo

Treinos intensos aumentam:
• citocinas inflamatórias (IL-6, TNF-α)
• produção de espécies reativas de oxigênio

Sem controle inflamatório, ocorre priorização de reparo tecidual, não de hipertrofia.

4️⃣ Eixo intestino–músculo

A disbiose intestinal:
• reduz absorção de aminoácidos
• aumenta endotoxemia metabólica
• prejudica a sinalização anabólica

Whey é ferramenta, não estratégia.
Sem contexto metabólico adequado, proteína não vira músculo.

Hipertrofia não acontece no scoop.
Acontece na célula.

Você estrutura o pós-treino pensando em proteína isolada ou em fisiologia do atleta?

👇 Comenta aqui.

BARRINHA DE PROTEÍNA É SAUDÁVEL… OU SÓ PARECE?Nem tudo que tem “proteína” no rótulo gera boa resposta metabólica no corp...
20/01/2026

BARRINHA DE PROTEÍNA É SAUDÁVEL… OU SÓ PARECE?

Nem tudo que tem “proteína” no rótulo gera boa resposta metabólica no corpo.

Muitas barrinhas são matrizes ultraprocessadas, ricas em:
▪️ xaropes glicêmicos
▪️ polióis e adoçantes artificiais
▪️ emulsificantes
▪️ aromatizantes sintéticos

🔬 Do ponto de vista científico, esses compostos podem:
• alterar a microbiota intestinal
• estimular resposta insulinêmica desproporcional
• aumentar inflamação de baixo grau
• desregular mecanismos de fome e saciedade

📌 Proteína isolada não neutraliza o efeito metabólico do ultraprocessamento.
O corpo responde à matriz alimentar, não ao marketing.

➡️ Nutrição funcional não é contar macros.
É entender bioquímica, hormônios e intestino.

❓Você escolhe pela embalagem ou pela fisiologia?

👇 Comenta aqui.

Ela não tem caloria — mas tem impacto metabólico.Adoçantes artificiais como aspartame, acessulfame-K e sucralose não são...
19/01/2026

Ela não tem caloria — mas tem impacto metabólico.

Adoçantes artificiais como aspartame, acessulfame-K e sucralose não são metabolicamente inertes. Embora não forneçam energia na forma de calorias, eles atuam como sinais químicos capazes de modular respostas biológicas importantes, incluindo a composição da microbiota intestinal, a sensibilidade à insulina e os mecanismos centrais e periféricos de regulação do apetite.

Estudos demonstram que esses adoçantes podem alterar a diversidade e a funcionalidade da microbiota intestinal, favorecendo perfis bacterianos associados à intolerância à glicose e à inflamação de baixo grau. Essa disbiose pode comprometer a integridade da barreira intestinal, aumentar a permeabilidade intestinal e estimular vias pró-inflamatórias sistêmicas — um terreno propício para resistência insulínica e distúrbios metabólicos.

Além disso, há evidências de que adoçantes artificiais interferem na resposta insulinêmica e glicêmica, mesmo na ausência de açúcar. Isso ocorre porque o organismo reconhece esses compostos por meio de receptores gustativos e vias neuroendócrinas, desencadeando respostas antecipatórias que podem desregular o metabolismo da glicose.

No eixo cérebro-intestino, esses adoçantes também parecem afetar o centro de regulação da fome e da saciedade, modulando hormônios como GLP-1, GIP, grelina e leptina, o que pode aumentar a preferência por alimentos ultraprocessados e doces, reforçando ciclos de compulsão alimentar.

Com o tempo, esse conjunto de efeitos pode contribuir para:
• Maior resistência à insulina
• Maior dificuldade no emagrecimento
• Aumento da compulsão alimentar por doces
• Maior tendência ao acúmulo de gordura, especialmente visceral
• Piora da saúde intestinal e inflamação metabólica crônica

Ou seja: não é apenas sobre caloria. É sobre bioquímica, sinalização hormonal e microbiota intestinal.

Embasamento científico:

Suez J et al. Artificial sweeteners induce glucose intolerance by altering the gut microbiota. Nature, 2014. DOI: 10.1038/nature13793

CONCUSSÃO: O QUE ACONTECE NO SEU CÉREBRO (E POR QUE GENÉTICA E INTESTINO IMPORTAM MAIS DO QUE VOCÊ IMAGINA)A concussão —...
16/01/2026

CONCUSSÃO: O QUE ACONTECE NO SEU CÉREBRO (E POR QUE GENÉTICA E INTESTINO IMPORTAM MAIS DO QUE VOCÊ IMAGINA)

A concussão — seja no esporte ou em um acidente — não é “só uma pancada na cabeça”. Henri Castelli sofreu agressão em 2020 onde desencadeou uma verdadeira tempestade e inflamatória no cérebro.

Nesse momento, ocorre um desequilíbrio energético nos neurônios, aumento do estresse oxidativo e uma cascata inflamatória que pode prolongar sintomas como dor de cabeça, tontura, névoa mental, irritabilidade e até convulsões .

E é aqui que entram dois grandes protagonistas pouco falados: genética e intestino que algumas pessoas sofrem mais com a concussão ao longo do tempo

Algumas variantes genéticas podem tornar o cérebro mais vulnerável ao dano inflamatório ou menos eficiente na recuperação pós-trauma. Exemplos:

• APOE (ε4) — associado a recuperação neurológica mais lenta e maior vulnerabilidade ao dano cerebral.
• BDNF — essencial para reparo neuronal e plasticidade cerebral; algumas variantes podem dificultar a regeneração pós-lesão.
• IL-6 e TNF-α — genes pró-inflamatórios; quando hiperativos, podem amplificar a inflamação cerebral.
• GSTM1 e SOD2 — ligados à defesa antioxidante; variações menos favoráveis podem aumentar o estresse oxidativo após a concussão.

Isso explica por que duas pessoas podem ter o mesmo impacto e recuperações completamente diferentes.

🦠 Intestino (eixo intestino–cérebro): o elo invisível

Após uma concussão, o corpo entra em estado de estresse. Isso pode desorganizar o microbioma intestinal, aumentar a permeabilidade intestinal (“intestino permeável”) e amplificar a inflamação sistêmica — que também chega ao cérebro.

Um intestino desequilibrado = mais inflamação circulante = pior recuperação neurológica.

Já um microbioma saudável pode:
• modular a resposta inflamatória
• proteger a barreira intestinal
• apoiar a função cerebral e a recuperação

👉 Conclusão:
Concussão não é apenas neurológica — é metabólica, inflamatória, genética e intestinal. Tratar e prevenir suas consequências exige um olhar integrado: cérebro, genes e microbioma trabalhando juntos.

Cuidar do intestino é, literalmente, cuidar do cérebro.

Vitamina D não é vitamina. É um hormônio que entra no seu DNA e decide se seus genes de força, recuperação e imunidade v...
12/01/2026

Vitamina D não é vitamina. É um hormônio que entra no seu DNA e decide se seus genes de força, recuperação e imunidade vão funcionar… ou falhar.

No esporte, a vitamina D atua no receptor nuclear VDR, que se liga diretamente ao DNA e regula mais de 1.000 genes ligados a:

✔️ Síntese de proteína muscular
✔️ Potência e contração das fibras
✔️ Produção de testosterona e IGF-1
✔️ Função mitocondrial (energia)
✔️ Inflamação e recuperação
✔️ Risco de lesão
✔️ Imunidade do atleta

Atletas com deficiência de vitamina D apresentam:
• Mais lesões musculares e tendíneas
• Menor força explosiva
• Recuperação mais lenta
• Maior inflamação sistêmica

Ou seja:
👉 Não é sobre ter genes bons. É sobre ativá-los.
E a vitamina D é um dos maiores interruptores genéticos da performance.

Bolo de iogurte de 5 minutos e saudável de aveia e mirtilo – Sem culpa! 🍰💙Ingredientes (faz cerca de 8 fatias):1 xícara ...
08/01/2026

Bolo de iogurte de 5 minutos e saudável de aveia e mirtilo – Sem culpa! 🍰💙

Ingredientes (faz cerca de 8 fatias):
1 xícara de aveia laminada
1 xícara de iogurte grego
1 xícara de mirtilos frescos
2 colheres de mel
1 colher de chá de fermento em pó
1 colher de chá de extrato de baunilha
1/2 colher de chá de canela
1/4 colher de chá de sal

Informações nutricionais (por fatia, 8 fatias): ~130 kcal | 6g proteína | 2g gordura | 24g carboidratos

Indicações:
Passo 1: forno pré-aquecido a 350°F (175°C) e unte levemente uma panela redonda de 8 polegadas.
Passo 2: Numa tigela de mistura, combine aveia laminada, iogurte grego, mel, fermento em pó, extrato de baunilha, canela e sal até misturarem bem.
Passo 3: dobre suavemente os mirtilos frescos para a massa.
Passo 4: despeje a massa na panela preparada e leve ao forno durante 25-30 minutos, ou até que fique dourado e um palito saia limpo.

Tempo de Preparação: 5 minutos | Tempo de Cozedura: 30 minutos | Total: 35 minutos

Dicas para o sucesso:
Use mirtilos maduros para adicionar doçura e sabor. Guarde restos na geladeira por até 4 dias.

Essa foto não é sobre ser magra.É sobre entender o corpo ao longo do tempo.Já fui muito mais magra do que sou hoje.Hoje,...
05/01/2026

Essa foto não é sobre ser magra.
É sobre entender o corpo ao longo do tempo.

Já fui muito mais magra do que sou hoje.
Hoje, aos 46 anos, mãe de 3, escolho consistência, estratégia e saúde.

O que você viu neste post não é “comer pouco”.
É comer melhor, todos os dias:
• Proteína em todas as refeições
• Carboidrato bem escolhido
• Fibras, micronutrientes e rotina
• Sono, treino e equilíbrio hormonal

O corpo muda.
A rotina muda.
A idade muda.

👉 A estratégia também precisa mudar.

✨ Resultado sustentável não vem de dieta restritiva,
vem de educação nutricional e constância.

Se você quer aprender a comer para sustentar saúde e composição corporal ao longo da vida, esse é o caminho.

💚

nutricaoconsciente

Endereço

Rua Laplace 74
São Paulo, SP
04622-000

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 20:00
Terça-feira 08:00 - 20:00
Quarta-feira 08:00 - 20:00
Quinta-feira 08:00 - 20:00
Sexta-feira 08:00 - 20:00
Sábado 08:00 - 20:00
Domingo 08:00 - 20:00

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Dra Thaís Verdi Nutricionista Clínica, Ortomolecular e esportiva posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Dra Thaís Verdi Nutricionista Clínica, Ortomolecular e esportiva:

Compartilhar

Share on Facebook Share on Twitter Share on LinkedIn
Share on Pinterest Share on Reddit Share via Email
Share on WhatsApp Share on Instagram Share on Telegram

Categoria