11/12/2025
A história do Douglas é daquelas que lembram por que a medicina existe.
Uma queda de escada, exames normais… mas uma dor que não era normal.
Era insuportável. Era incapacitante.
Uma dor que tirou trabalho, rotina, presença — tirou vida.
Quando ele chegou ao consultório, chegaram também anos de frustração.
A dor persistia, silenciosa e cruel, sem explicação nos laudos.
Ao longo do tratamento, fomos reconstruindo degrau por degrau aquilo que a queda havia quebrado: não o osso, mas a esperança.
E quando perguntei ao Douglas como ele definiria o processo, ele me respondeu com algo que carrego comigo desde então:
“Foi o caminho estreito que alargou a minha vida.”
Dor é complexa, exige método, ciência, escuta e tempo.
Mas sobretudo exige uma parceria real entre médico e paciente.
Hoje, ver o Douglas retomando sua vida — não apenas sem dor, mas com sentido — é a prova de que resiliência também se aprende.
E essa é a parte mais bonita da nossa área:
quando o alívio chega, a vida volta a caber inteira no corpo.