July Gomes, PhD

July Gomes, PhD Essa página visa divulgar informações sobre as técnicas de biofeedback e neurofeedback, compartilhar um pouco da minha experiência clínica e de pesquisa.

July Silveira Gomes é psicóloga, mestre em psicologia pela Universidade Federal de Santa Catarina e doutoranda em psiquiatria e psicologia médica pela Universidade Federal de São Paulo. No ano de 2013 foi bolsista da Fundação Leman, participando como pesquisadora visitante na Escola de Educação da Universidade de Stanford, Califórnia.
É co-autora da bateria de avaliação cognitiva ProA https://proa.educacaocerebral.org e colaboradora no Laboratório de Educação Cerebral. Suas atividades são voltadas a compreensão dos mecanismos neurofisiológicos na relação saúde-doença.

25/02/2026

A Jornada em Neurofeedback foi estruturada para profissionais que desejam construir autonomia, aprofundar o conhecimento e desenvolver o próprio raciocínio clínico, com base teórica sólida e aplicação prática.

Mais do que aprender um método, a proposta é compreender o funcionamento cerebral e atuar com segurança.

As inscrições já estão abertas.
Saiba mais no link da bio.

Até que um dia, o voo não é mais ameaça.É escolha.Se você sente que a porta está aberta, mas ainda não consegue sair, ta...
23/02/2026

Até que um dia, o voo não é mais ameaça.
É escolha.

Se você sente que a porta está aberta, mas ainda não consegue sair, talvez não seja falta de força. Pode ser falta de apoio.

O processo terapêutico pode ser o espaço seguro para fortalecer esse voo.

Faça seu agendamento pelo link na bio.

Dra. July Gomes
Professora de Psicologia na Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein, pesquisadora da UNIFESP e membro-fundadora da Associação Brasileira de Biofeedback.

Conviver com o TOC pode ser desgastante, especialmente quando obsessões e sintomas depressivos se sobrepõem. Uma meta-an...
20/02/2026

Conviver com o TOC pode ser desgastante, especialmente quando obsessões e sintomas depressivos se sobrepõem. Uma meta-análise publicada em 2023, que reuniu 26 ensaios clínicos randomizados, avaliou intervenções baseadas em mindfulness para transtorno obsessivo-compulsivo e transtornos relacionados.

Os resultados mostraram redução moderada dos sintomas após o tratamento, além de pequenas melhoras em sintomas depressivos no curto prazo. Os efeitos não se mantiveram de forma consistente no acompanhamento, e as terapias baseadas em exposição seguem como padrão-ouro.

Ainda assim, intervenções como ACT e MBCT apresentaram resultados promissores em parte dos estudos, podendo funcionar como abordagem complementar, com necessidade de mais pesquisas de longo prazo.

Referência:
Pseftogianni F, Panagioti M, Birtwell K, Angelakis I. Mindfulness interventions for obsessive-compulsive and related disorders: A systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Clinical Psychology: Science and Practice. 2023;30(3):233–243.

Dra. July Gomes
Professora de Psicologia na Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein, pesquisadora da UNIFESP e membro-fundadora da Associação Brasileira de Biofeedback.

Em casos de trauma complexo, muitas vezes o corpo continua reagindo como se o perigo ainda estivesse presente.A mente po...
18/02/2026

Em casos de trauma complexo, muitas vezes o corpo continua reagindo como se o perigo ainda estivesse presente.

A mente pode saber que passou.
Mas o corpo ainda sente.

Cuidar da saúde mental também é aprender a escutar o que o corpo está tentando dizer, com segurança, tempo e acompanhamento adequado.

Dra. July Gomes
Professora de Psicologia na Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein, pesquisadora da UNIFESP e membro-fundadora da Associação Brasileira de Biofeedback.

Um estudo de 2025, analisou o uso do neurofeedback como estratégia complementar no manejo do Transtorno do Espectro Auti...
13/02/2026

Um estudo de 2025, analisou o uso do neurofeedback como estratégia complementar no manejo do Transtorno do Espectro Autista (TEA). O estudo reuniu sete artigos, entre estudos observacionais e ensaios clínicos controlados, publicados entre 2018 e 2022.

Os resultados indicaram efeitos promissores do neurofeedback sobre sintomas típicos do TEA, incluindo aspectos sociais, cognitivos e emocionais, além de redução da impulsividade e melhorias em processos de tomada de decisão e sistemas de recompensa.

Os autores destacam que indivíduos com TEA frequentemente apresentam alterações em áreas específicas do funcionamento cerebral, o que pode contribuir para esses sintomas.

A revisão aponta o neurofeedback como uma abordagem complementar potencialmente benéfica.

Referência: Mendonça JDO, Santos GTS, Travassos LL. Uso de neurofeedback em pacientes com Transtorno do Espectro Autista (TEA): uma revisão integrativa. Psicologia Argumento. DOI: 10.7213/psicolargum.43.120.AO13.

Dra. July Gomes
Professora de Psicologia na Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein, pesquisadora da UNIFESP e membro-fundadora da Associação Brasileira de Biofeedback.

11/02/2026

O cérebro se autorregula o tempo todo, esse é um princípio básico do funcionamento humano.

Mas quando o objetivo é promover mudanças mais consistentes, é preciso método, intencionalidade e técnica.

O neurofeedback parte exatamente desse ponto: ensinar o cérebro a reconhecer seus próprios padrões de funcionamento e aprender novas formas de organização, de maneira gradual, individualizada e baseada em evidência científica.
O neurofeedback parte exatamente desse ponto: ensinar o cérebro a reconhecer seus próprios padrões de funcionamento e aprender novas formas de autorregulação, de maneira gradual, personalizada e baseada em evidência científica.

É isso que será aprofundado na próxima Jornada em Neurofeedback: uma formação para profissionais da saúde que desejam compreender e aplicar o neurofeedback de forma consistente na prática clínica.

Garanta sua inscrição através do link da bio!

July Gomes
Psicóloga | Mestre pela UFSC | Doutora pela UNIFESP
Professora universitária | Criadora da Jornada em Neurofeedback

06/02/2026

No vídeo de hoje, explico como esse tema vem sendo estudado na literatura científica e apresento dados acadêmicos de pesquisas já publicadas.

Dra. July Gomes
Professora de psicologia na Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein, pesquisadora da UNIFESP e membro-fundadora da Associação Brasileira de Biofeedback.

Uma revisão sistemática e meta-análise, analisou a associação entre transtornos mentais e o risco de síndrome coronarian...
04/02/2026

Uma revisão sistemática e meta-análise, analisou a associação entre transtornos mentais e o risco de síndrome coronariana aguda (SCA). O estudo avaliou diferentes transtornos mentais diagnosticados antes da ocorrência de eventos cardiovasculares.

Os resultados indicaram que transtornos depressivos, transtornos de ansiedade, transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) e transtornos do sono estiveram associados a um risco aumentado de SCA. O TEPT e os distúrbios do sono apresentaram as associações mais consistentes, reforçando a relevância da qualidade do sono e da saúde mental nos desfechos cardiovasculares.

Por outro lado, os transtornos bipolares e os transtornos psicóticos apresentaram associação inconclusiva com a síndrome coronariana aguda.

Referência: Gupta A, Tejpal T, Seo C, et al. Mental disorders as risk factors for acute coronary syndrome: a systematic review and meta-analysis. JAMA Psychiatry. 2026. doi:10.1001/jamapsychiatry.2025.4253.

Dra. July Gomes
Professora de Psicologia na Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein, pesquisadora da UNIFESP e membro-fundadora da Associação Brasileira de Biofeedback.

Conteúdos atualizados, baseados em evidências científicas e pensados para quem busca aprofundar a prática com responsabi...
02/02/2026

Conteúdos atualizados, baseados em evidências científicas e pensados para quem busca aprofundar a prática com responsabilidade, ética e embasamento técnico.

Em breve, mais informações.

Dra. July Gomes
Professora de Psicologia na Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein, pesquisadora da UNIFESP e membro-fundadora da Associação Brasileira de Biofeedback.

Um artigo de revisão publicado na SciELO Brasil descreve aspectos atualizados sobre as mudanças fisiológicas do sono e o...
30/01/2026

Um artigo de revisão publicado na SciELO Brasil descreve aspectos atualizados sobre as mudanças fisiológicas do sono e os distúrbios mais prevalentes no processo de envelhecimento normal e usual.

O estudo aponta que a maioria dos idosos apresenta queixas relacionadas ao sono, decorrentes tanto de mudanças fisiológicas próprias da idade quanto de doenças que podem gerar distúrbios secundários. A distinção entre normalidade e distúrbio exige avaliação diagnóstica criteriosa, que deve preceder qualquer conduta terapêutica.

Os autores destacam que grande parte dos distúrbios do sono em idosos é clinicamente relevante e pode ser manejada com medidas não farmacológicas, como orientações sobre rotinas e rituais de sono, atividades de vida diária e adequação das condições ambientais.

Referência:
Geib LTC, Cataldo Neto A, Wainberg R, Nunes ML. Sono e envelhecimento. Revista de Psiquiatria do Rio Grande do Sul. SciELO Brasil.

Dra. July Gomes
Professora de Psicologia na Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein, pesquisadora da UNIFESP e membro-fundadora da Associação Brasileira de Biofeedback.

Um estudo recente publicado na Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) investigou como a privação de sono...
28/01/2026

Um estudo recente publicado na Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) investigou como a privação de sono interfere na capacidade do cérebro de controlar memórias indesejadas. Os resultados mostram que dormir mal prejudica mecanismos cerebrais responsáveis por inibir a recuperação de memórias, favorecendo o surgimento de pensamentos intrusivos.

A pesquisa indica que a falta de sono compromete a atuação de regiões pré-frontais envolvidas no controle cognitivo, reduzindo a capacidade de suprimir lembranças desagradáveis. Esse efeito ajuda a explicar por que problemas de sono estão associados ao aumento de sintomas em transtornos como ansiedade, depressão e transtorno de estresse pós-traumático.

O estudo também sugere que o sono REM desempenha um papel importante na restauração desses mecanismos de controle da memória, contribuindo para a regulação emocional e para a redução do impacto de memórias intrusivas ao longo do tempo.

Esses achados reforçam a importância do sono como um componente fundamental da saúde mental e do funcionamento cognitivo.

Referência: https://www.pnas.org/doi/10.1073/pnas.2400743122

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