05/01/2026
Nas obras de Leda Catunda, a imagem parece lembrar que também tem pele.
Ela se dobra, se estica, amolece, como quem confessa desejos antigos.
Entre camadas que quase respiram, algo do nosso próprio inconsciente se insinua: o estranho que acolhe, o familiar que provoca, o corpo que reaparece onde menos esperamos.
Leda não mostra o mundo — ela o reinventa em textura.
Núcleu Clínicuz: Estudos de Gênero e Psicanálise
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