15/12/2025
Nós que servimos como terapeutas temos a empatia como um dos nossos instrumentos mais essenciais de trabalho.
O que acontece fisiologicamente no nosso corpo e mente quando escutamos e tocamos na dor do outro é que ficamos suscetíveis a receber a carga emocional da pessoa por um mecanismo involuntário dos “neurônios espelho” , que simulam de forma automática no cérebro do terapeuta o estado emocional do outro; . Com o tempo, se não dermos a devida atenção à essa carga que passamos a carregar, nosso sistema físico mental e energético pode se enfraquecer, nos tornando apáticos ou ineficazes na terapia que oferecemos.
“ O mesmo mecanismo involuntário que permite a empatia faz com que o terapeuta absorva e se “ contagie” com as emoções do paciente” A questão é que esse acúmulo vira um peso emocional energético que precisa ser liberado, pois do contrário influenciam pensamentos sensações e comportamentos.
Quem nunca saiu de uma sessão de sentindo estranho, diferente de quando iniciou, e passou a ter atitudes agressivas ou melancólicas? Comigo ainda acontece, mas a diferença de quando comecei é que agora percebo rápido e já logo provuro liberar essa carga que não me pertence com chacoalhos, banho de sol, gibberish, e alguns exercícios específicos da bioenergética , como bater os pés no chão e soltar os braços com sons guturais.
Cuidar de si mesmo em primeiro lugar e manter uma empatia compassiva , mas desapegada para poder oferecer ao outro uma terapia mais eficaz , com mais presença e amorosidade.
Se cuidar e é um@ato de amor e responsabilidade
Citação “ entre aspas “ e post inspirado no conteúdo de .corpo com quem fiz o curso método Corpo Terapeuta