Psicanálise, poesia,literatura,fotografia e abstrações.

Psicanálise, poesia,literatura,fotografia e abstrações. Psicanalista / atendimento on line
Contato / jucely.giacomelli@gmail.com
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02/02/2026

Créditos para 2/02 dia de Yemanja!

01/02/2026

Quando a criança diz ao pai
“vai dormir com a sua mamãe”,
ela não está excluindo.

Está tentando garantir
que o ambiente permaneça inteiro.

Antes de ser fala edípica,
é um gesto de cuidado primitivo.

A criança só nomeia
o que ainda não consegue sustentar sozinha.

Dica preciosa de vídeo de Ana Suy

31/01/2026

Assim como Gonzaguinha, “Eu fico com a pureza da resposta das crianças…”
E talvez as crianças saibam, antes que o mundo as faça des-aprender.
A psicanálise, às vezes, só nos devolve isso:
a autorização de sentir e dizer, com naturalidade, “eu gosto de mim!”
Nesse vídeo, quando a criança responde que gosta de si mesma e ainda acrescenta “porque eu sou incrível”, ela não está sendo egoísta, nem deseducada. Ela está sendo psiquicamente saudável. Freud nomeou isso de narcisismo primário, que tem uma função essencial e estruturante: o investimento libidinal em si mesmo que funda o eu. É o tempo da “Vossa Majestade, o bebê”, em que amar a si não é escolha moral, é condição de existência!
O problema é que crescemos numa cultura que desconfia do amor-próprio (perceba o espanto do apresentador). Ensina-se cedo que é mais bonito dizer que ama o outro do que admitir que se ama. Mas quando o sujeito não investe libido em si, ele se abandona e passa a buscar no outro aquilo que deveria sustentar internamente.
Por isso, repito uma frase que ecoa em tanta gente:
A ordem do amor: primeiro o próprio, depois o recíproco.
Não há amor maduro quando o eu está desertado.
Amar o outro sem antes se amar não é virtude, é carência travestida de altruísmo.
Faça terapia
Repost @ karlaluzpsicologa

31/01/2026

Há quem apenas ensine e há aqueles que educam. Meus parabéns a esse professor, que está transformando a vida de todas essas crianças.
By Ricardo Amorim
Via:

31/01/2026

O repórter usa o termo em espanhol “disfruta” de forma jocosa, fugindo do significado literal de “gostar”, transmitindo a ideia de “sentir prazer”, quase como se a parceria profissional fosse um pretexto para um deleite íntimo. A pergunta deixa de ser sobre trabalho e passa a cutucar a fantasia de quem escuta, como se filmar com Penélope Cruz abrisse uma espécie de vantagem privada para Javier Bardem. Esse tipo de formulação cria uma cumplicidade fácil com o público, porque transforma um vínculo real e complexo em uma piada rápida, sustentada por insinuação. A palavra funciona como isca, já que chama a atenção para o prazer e faz o entrevistado ter de administrar a própria imagem em segundos, decidindo se responde com humor, com firmeza ou com elegância.

Freud ajuda a entender por que esse tipo de brincadeira “pega”. Em geral, o comentário espirituoso dá passagem para conteúdos que, ditos de forma direta, soariam invasivos ou deselegantes. Assim, a graça vira uma licença social para tocar no assunto sem assumir o peso do que foi sugerido. A pergunta também mexe com um roteiro cultural bem conhecido, o de que misturar casamento e trabalho costuma gerar atrito. Então, “disfruta” carrega um duplo sentido, o de prazer e o de provocação, como se Bardem estivesse confessando algo raro ou suspeito. Fora o desrespeito com a figura da esposa, como se ela fosse um mero elemento decorativo na história do marido.

A vida também é um roteiro. Você se vê nessa cena?

29/01/2026
28/01/2026
“Lembrei de nós”
27/01/2026

“Lembrei de nós”

26/01/2026

O luto é como glitter. No começo, está em toda parte.. em suas mãos, em seus
cabelos, espalhados por todos os cantos de sua vida.
Você tenta limpá-lo, para restaurar algum senso de ordem. E por um tempo, parece que você conseguiu.
Mas então, um dia, você move um sofá ou abre uma gaveta esquecida, e lá está ela
novamente. Um pequeno brilho que pega a luz e lembra o que você perdeu.
Ele não desaparece completamente. Ele se acalma, se torna mais silencioso, menos opressor. Você aprende a conviver com ele, a carregá-lo suavemente. E anos depois, quando você encontrar um pouco desse brilho escondido atrás de uma prateleira, você pode sorrir. Talvez até rir.
Porque te lembra do amor, da conexão, de alguém que importava profundamente.
Eventualmente, algo chamará sua atenção..... uma foto, uma música favorita, um perfume familiar e, em vez de dor, você sentirá calor.
Essa é a verdade silenciosa sobre o luto. Ele permanece com você, mas muda. Torna-se parte da sua história, um eco suave do amor.

Mainha

25/01/2026

Crianças e a bagunça que é experiência emocional para o limite, para o pensar, na ordem do caos lúdico que se instala. A bagunça da criança não é desordem: é experiência emocional em estado bruto.

Antes do pensar organizado, há o espalhar. Antes do limite simbólico, há o corpo em experimentação. A criança cria um caos lúdico porque ainda não separa dentro e fora, imaginação e objeto, afeto e ação. Ela pensa com as mãos, com o chão, com o excesso.

É nesse vai-e-vem que o limite nasce não como contenção autoritária, mas como borda que permite o jogo continuar. Sem alguma bagunça, não há ensaio psíquico; sem ensaio, não há pensamento. O caos é laboratório.

Quando o adulto entra apenas para “organizar”, interrompe o processo. Quando entra para sustentar, nomear, oferecer contorno sem esmagar, ajuda a criança a transformar desordem em sentido. O limite, aí, não vem contra o brincar, mas a favor do pensar.

Talvez por isso a bagunça infantil nos incomode tanto: ela nos confronta com um tempo em que o mundo ainda não precisava fazer sentido precisava apenas ser vivido.

Endereço

São Paulo, SP
01562000

Telefone

11976927426

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