14/01/2026
“Fiz toxina botulínica, mas parei porque não funcionou em mim.”
Na Cliniderm, nós ouvimos essa frase com muita frequência — e quase sempre ela vem acompanhada de frustração. Mas, na maioria dos casos, o problema não é que a toxina não funcione. É que ela foi usada para um tipo de ruga que não responde bem a esse tratamento.
Existem rugas que surgem pelo movimento repetido dos músculos faciais, e existem aquelas que permanecem marcadas mesmo com o rosto em repouso. Quando tratamos essas duas situações da mesma forma, o resultado costuma decepcionar: ou a ruga continua visível, ou o rosto perde leveza.
A toxina é uma excelente ferramenta para controlar movimento e prevenir marcas mais profundas. Mas ela não reconstrói a pele nem devolve colágeno. Quando a ruga já está “gravada”, é preciso pensar em textura, estímulo dérmico e qualidade da pele — e não apenas em bloqueio muscular.
É por isso que resultados naturais não vêm de exagero, e sim de estratégia. Combinar tratamentos no momento certo evita desperdício, reduz rigidez e devolve equilíbrio ao rosto.
Se você já sentiu que a toxina não entregou o que esperava, talvez o caminho não seja abandonar o tratamento — e sim entender melhor o tipo de ruga que você tem.
Cliniderm
Dermatologia e Estética
📍 São Paulo – Vila Nova Conceição