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Ciclo Menstrual, Tensão Pré Menstrual e Doces.Um assunto muito polêmico e ainda difícil de decifrar é o ciclo menstrual,...
21/06/2015

Ciclo Menstrual, Tensão Pré Menstrual e Doces.

Um assunto muito polêmico e ainda difícil de decifrar é o ciclo menstrual, onde há grande oscilações hormonais nas mulheres. Onde cada período há um determinado tipo de comportamento. Lógico que as mudanças variam de mulher para mulher e cada uma deve estudar bem seus ciclos para assim controla-los da melhor forma tanto no quesito alimentação quanto ao treinamento.
Primeiramente devemos entender como funciona o ciclo menstrual e suas variações hormonais que ocorrem durante o mesmo. O início da função reprodutiva é liderada pelo hipotálamo através da liberação do hormônio liberador de gonadotrofina (GnRH), esse hormônio vai estimular à hipófise para liberar folículo-estimulante (FSH) e hormônio luteinizante (LH). O FSH regula a produção de estradiol nas células granulosas do ovário, assim como a maturação folicular, enquanto o LH estimula a produção de androstenediona na célula teca e liberação do óvulo pelo folículo maduro e produção de progesterona nas granulosas do corpo lúteo, onde essa fase ocorre uma maior produção desse hormônio.
O feedback negativo do GnRH ocorre pelos níveis hormônios esteroides como estrogênio e progesterona que vão mediar a liberação deste hormônio, além de outros fatores como neurotransmissores, onde a norepinefrina pode estimular a liberação do GnRH, enquanto dopamina e opoides acabam suprimindo a produção desse hormônio.
Como mostra na primeira imagem o início do ciclo ocorre na FASE MENSTRUAL, onde há descamação do endométrio devido à queda de estrogênio e progesterona fazendo com que aconteça o sangramento para eliminar o corpo lúteo formado após a ovulação (0-3~5dias). Em seguida entra-se na FASE FOLICULAR ou pré ovulatória, onde há o aumento de FSH que por consequência aumenta o estrogênio, onde o mesmo irá induzir o crescimento do endométrio preparando-o para um futura gravidez. (3~5-13~15 dia).
Na fase em que o folículo está maduro ocorre os picos de LH, FSH e estradiol, para que ocorra a liberação do ovulo maduro para que o mesmo seja fecundado. A fase pós ovulatoria, ocorre o aumento da progesterona, onde após a ovulação, inicia-se a formação do corpo lúteo chamada de FASE LÚTEA. O corpo lúteo é considerado o tecido esteroidogênico mais ativo nos seres humanos e sua produção elevada de progesterona é devido a disponibilidade de LDL (lipoproteína de baixa densidade) que vai servir de substrato para a produção desse hormônio. A fase lútea dura em torno de 12 a 16 dias onde começa sua regressão para que inicie a menstruação e um novo folículo será formado. Na fase pré menstrual já ocorre a queda dos hormônios esteroides (progesterona e estrogênio) sendo assim descamando o endométrio para que ocorra uma nova regeneração do mesmo para aguardar um novo folículo maduro.
Sabendo como a fisiologia reprodutiva funciona, f**a podemos prosseguir para os próximos passo, onde vamos entender alguns comportamentos que a mulher tem em relação a alimentação.
Estrogênio é o hormônio chave para esse processo, através dele ocorre as alterações fisiológicas e comportamentais das mulheres, estratégias nutricionais são muito ef**azes, a disciplina também algo extremamente necessário e o uso de anticoncepcional atrapalha, pois favorece que esses distúrbios sejam agravados, além de alguns caso a modulação hormonal para que haja um equilíbrio entre estrogênio e progesterona também se torna necessária.
Vamos entender o um pouco sobre o processo, na fase pos ovulatoria até próximo do fim da fase lútea os níveis de progesterona e estrogênio estão equilibrados, porém no fim da fase lútea os níveis de progesterona e estrogenio caem bruscamente, porém o estrogênio f**a acima dos níveis da progesterona ocasionando um grande desequilíbrio hormonal e diminuindo a razão P:E2.
O desequilíbrio hormonal referente ao excesso de estrogênio ocasiona baixa na taxa do hormônio T3 livre (tiroxina) pelo aumento da TBG (Proteína ligadora de Tiroxina) diminuindo a taxa metabólica basal e favorecendo o acúmulo de gordura, e como estamos falando do estrogênio, o acúmulo será na forma do perfil ginóide (quadril e coxa), aumento do hormônio Aldosterona, esse hormônio é responsável pelo metabolismo de eletrólitos, onde sua função principal é reabsorver sódio e por consequência água pelos rins por efeito osmótico, e como isso aumenta a retenção hídrica dando uma sensação de maior inchaço nesse período.
O estrogênio também aumenta os níveis de cortisol, sendo que o mesmo aumenta atividade da enzima aromatase e a resistência à insulina, e o problemas quando se junta aos maus hábitos alimentares, onde se come mais alimentos com alta carga glicêmica (CG) e alto índice glicêmico (IG) causando casos constantes de hiperglicemia seguidos de hiperinsulinemia e maior resistência à mesma, com isso causando mais rebotes hipoglicêmicos aumentando a produção de androgênios estimulando pelo hormônio gonadrotofinas devido a hiperinsulinemia constante e maior atividade aromatese devido ao cortisol alto induzido pelo estrogênio e pelo aumento do tecido adiposo convertendo androgênios em estrogênios tornando um ciclo vicioso e prejudicial.
E tem mais, o estrogênio diminui a densidade dos receptores de dopamina e aumenta os de noradrenalina, causando maior estresse rs... e a vontade por doces aumenta, pois a dopamina está baixa e o açúcar tem um grande poder de aumentar esse neurotransmissor, além do fato de a glicemia está baixa pelas pauladas de insulina causada tanto pelo excesso de cortisol que causa hiperglicemia, quando a indução a comer mais açúcar pela baixa em dopamina. Porém chega uma hora que a glândula adrenal não responde mais ao estresse devido ao excesso de estrogênio induzido a produção de cortisol, e acabando ocorrendo uma queda nesse hormônio que por mecanismo fisiológico em resposta ao estresse não respondido pelo mesmo, aumenta a aldosterora que irá induzir uma maior retenção hídrica e aumento da PA (pressão arterial).
Os estrogênios tem efeito insulinotrópicos e são inibidores da gliconeogenes, ou seja, após uma refeição uma carga insulínica é liberada em alta quantidade, junto a isso a insulina cai bruscamente, densidade de dopamina em baixa e efeito inibitório da gliconeogenese causado pelo estrogênio e o resultado é uma hipoglicemia forte que fará com que a mulher tem compulsão por alimentos ricos em açúcares, ai já imagina a catástrofe.
Os anticoncepcionais te lembraram algo? Então, eles são ricos em estrogênios que vão desencadear vários efeitos aqui devido ao excesso de estrogênio e em conjunto baixa na progesterona e androgênios, principalmente a testosterona.
Não estou dizendo que estrogênio é vilão, aliás tem muitos benefícios como melhora na sensibilidade a insulina, melhora no perfil lipídico, na saúde hepática, mas o desequilíbrio em relação aos outros hormônios podem causar efeitos colaterais que são muito desconfortantes para as mulheres e possivelmente se não forem tratados podem vir a desenvolver uma doença crônica como diabetes ou hipertensão por exemplo.
Síndrome do ovário policístico ainda é uma assunto bem complexo, mas o anticoncepcional não o melhor tratamento e sim o equilíbrio hormonal, juntamente com manter a insulina sensível e controlada para não aumentar os níveis de gonadotrofinas e possíveis aromatizações com o uso de contraceptivos induzindo o excesso de cortisol e aumento do tecido adiposo onde ambos atuarão no aumento da enzima aromatase.
A alimentação ainda continua sendo o fator chave para conseguir se manter controlada nesse período, caso o desequilíbrio não seja algum distúrbio patológico, controlando a sensibilidade a insulina. E saiba que anticoncepcional não é a melhor saída de ovário policístico e vão piorar muito sua relação com seu corpo dentro e fora.
Alguns suplementos e fitoterápicos podem ajudar bastante como o indol-3-carbinol e Di-indolemetano (DIM) que atuam na enzima CYP1A1 no fígado aumentando sua atividade e consequente a metabolização do estradiol e sua excreção.
Picolinato de cromo também é um bom aliado, pois o derivado dele ácido picolinico é um metabólito do triptofano, aumentado seus níveis no sistema nervoso e consequente os níveis de serotonina, além de sensibilizar os receptores 5 HT (2A) e juntamente por diminui a ação da MAO (monoamina oxidase e da dopamina beta-hidroxilase, assim diminuindo a degradação de dopamina.
Evitar o consumo de álcool excessivo que é fato limitante para excreção de estrogênio pelo fígado, e imprescindível a atividade física e uma alimentação coerente. Nada de carboidratos de alto CG e IG em grandes quantidades e quando utilizar, mesclar com os carboidratos de baixo IG e CG, para que não haja respostas hipoglicêmicas e para finalizar se possível não usar anticoncepcional, temos o DIU que é uma ótima alternativa e não prejudicial, mas caso não tiver jeito fazer uma modulação hormonal individual e para isso consulte um médico e não faça por conta.
Consulte seu Nutricionista!
Bons Treinos.

Primeiramente quero agradecer a Deus por tudo que vem fazendo em nossas vidas e pelas bênçãos grandiosas.Segundo ao Lean...
08/06/2015

Primeiramente quero agradecer a Deus por tudo que vem fazendo em nossas vidas e pelas bênçãos grandiosas.
Segundo ao Leandro que deixou eu trabalhar em sua preparação para esse campeonato no qual foi um trabalho árduo, cansativo, cheio de obstáculos, onde até mesmo ele pensava em desistir, mas Deus deu força para ele manter se em pé e seguir em frente!
E no dia 07/06/2015 em seu primeiro campeonato consagrou se campeão em sua categoria e no overall!
Parabéns Leandro Batista, você merece pela sua dedicação, disciplina e coragem! Um grande vencedor e obrigado por deixar eu fazer parte disso.

Complexo B Parte 1As vitaminas do complexo B têm seu papel principal relacionado aos processos de geração de energia, co...
04/06/2015

Complexo B Parte 1
As vitaminas do complexo B têm seu papel principal relacionado aos processos de geração de energia, como cofator em enzimas diretamente relacionadas ao metabolismo oxidativo (ciclo de Krebs), ou como adjuvantes na interconversão de aminoácidos (destacando os BCAAs), ou ainda como cofatores na síntese de moléculas envolvidas com o metabolismo energético.
A absorção e metabolismo varia de acordo com a quantidade e de que forma essas vitaminas estão sendo administradas. Ocorre através de dois tipos de transporte pelos enterócitos. Em doses baixas ou fisiológicas, a absorção ocorre por mecanismo ativo (mais eficiente), por fosforilação e/ou mediados por sódio. Com doses elevadas, no caso ingestão de suplementos, o transporte ocorre por difusão passiva, o que signif**a uma absorção menos eficiente, resultando na excreção f***l da vitamina intacta, ou de metabólitos resultantes de hidrólise ou fermentação bacteriana.
O complexo B possui oito componentes no qual serão descritos abaixo:
Vitamina B1 (Tiamina):
Esta vitamina encontra-se no organismo sob diferentes formas fosforiladas sendo a principal encontrada na forma tiamina pirofosfato (TPP). A mesma proporciona substrato oxidável no ciclo de Krebs, através da descarboxilação oxidativa do piruvato para acetil CoA na glicólise, onde inicia-se a fosforilação oxidativa e o ciclo do ácido cítrico. A demanda vária de acordo com o gasto energético da atividade exercida, sendo necessário uma ingestão maior dessa vitamina, junto a uma ingestão adequada de carboidratos. Além de proporcionar uma melhor condução de membranas e nervos, síntese de pentose (estrutura molecular que compõe a ribose, DNA e RNA) e descarboxilação oxidativa dos α-cetoácidos (Piruvato, α-cetoglutarato, oxaloacetato, BCAA, etc.).
As doses seguintes foram estudados em pesquisa científ**a por via oral:

Para os adultos com um pouco baixos níveis de tiamina no seu corpo (deficiência de tiamina leve): a dose usual de tiamina é de 5-30 mg por dia em dose única ou em doses divididas durante um mês. A dose típica de deficiência severa pode ser de até 300 mg por dia.

Como um suplemento dietético em adultos, 1-2 mg de tiamina por dia é comumente usada. As doses diárias recomendadas (DDR) na dieta de tiamina são: Bebés 0-6 meses, 0,2 mg; lactentes 7-12 meses, 0,3 mg; crianças 1-3 anos, 0,5 mg; crianças 4-8 anos, 0,6 mg; meninos 9-13 anos, 0,9 mg; homens 14 anos de idade ou mais, 1,2 mg; meninas 9-13 anos, 0,9 mg; mulheres 14-18 anos, 1 mg; mulheres com mais de 18 anos, 1,1 mg; mulheres grávidas, 1,4 mg; e aleitamento mulheres, 1,5 mg.

Vitamina B2 (Riboflavina):
Atua no papel de cofator nas transferências de hidrogênio (elétrons) durante o metabolismo das mitocôndrias na cadeia respiratória para gerar energia (ATP), no qual combina-se com o ácido fosfórico para formar a Flavina Adenina dinucleotídeo (FAD) e a Flavina Adenina Mononucleotídeo (FMN).
Alguns estudos mostram que o exercício altera o estado nutricional dessa vitamina, devido a diminuição da glutationa eritrocitária redutase (EGRAC), a glutationa é um tri peptídeo formado por glutamato, cisteína e glicina e possui uma atividade química através do grupo de tióis (SH), no qual mantém sua forma reduzida (GSH) e sua ação antioxidante, porém a mesma pode sofre oxidação gerando pontes de dissulfeto entre duas moléculas (S-S), transformando-a em glutationa oxidase (GSSH) pela ação da enzima glutationa peroxidase. A síntese da glutationa ocorre dentro da hemácia, necessitando além dos aminoácidos já constituintes da molécula, a ação de duas enzimas: gama-glutamil cisteína sintease e glutationa sintease. A glutationa reduzida quando formada não consegue sair do eritrócito, porém quando a mesma é oxidada devido a geração das espécies reativas de oxigênio (EROS) liberada pelo metabolismo aeróbio, isso faz com ocorra a oxidação da glutationa reduzida através da glutationa peroxidase, formando a glutationa oxidase, no qual a mesma neutralize a enzima hexocinase (responsável por manter a glutamina reduzida dentro do eritrócito) e reagindo com a hemoglobina e modif**ando o funcionamento do eritrócito e permitindo a passagem da glutationa oxidada pela membrana eritrocitária. A principal função da glutationa no interior do eritrócito é manter o SH em sua forma reduzida através da enzima glutationa redutase, e para manter a ação dessa enzima um dos fatores é a atividade do FAD no qual depende da vitamina B2 para ser formado e manter a ação da glutationa redutase ativada e manter sua atividade antioxidante evitando a formação de radicais livres e diminuindo o estresse oxidativo causado por esses radicais.

As doses seguintes foram estudados em pesquisa científ**a por via oral :

Para o tratamento de níveis baixos de riboflavina (deficiência de riboflavina) em adultos: 5-30 mg de riboflavina (Vitamina B2) diariamente em doses divididas sendo utilizada dose de até 400 mg/dia para tratamento de enxaquecas.
A Recommended Dietary Allowances diárias (RDA) de riboflavina (vitamina B2) são: Bebés 0-6 meses, 0,3 mg; lactentes 7-12 meses, 0,4 mg; crianças 1-3 anos, 0,5 mg; crianças 4-8 anos, 0,6 mg; crianças 9-13 anos, 0,9 mg; homens 14 anos ou mais, 1,3 mg; mulheres 14-18 anos, 1 mg; mulheres com mais de 18 anos, 1,1 mg; mulheres grávidas, 1,4 mg; e mulheres amamentando, 1,6 mg.

Vitamina B3 (Niacina):
A vitamina B3 pode se apresentar de três formas: niacina e ácido nicotínico, porém em menores quantidades pode se apresentar no organismo como nicotinamida, que é o componente do NAD (nicotinamida adenina dicleotídeo) e NADP (nicotinamida adenina dinucleptídeo fosfato), nas reações de oxirredução. Com isso já é percebido o tamanho de sua importância, ou seja, é responsável pelo transporte de elétrons na glicólise e mitocôndria para gerar energia (ATP), além de participar da síntese de lipídeos e glicogênio, reparação de moléculas do DNA, oxidação de moléculas como gliceraldeído 3P, lactato, álcool, 3-hidroxybutirato, piruvato, α-cetoglutarato), biossíntese redutiva para ácidos graxos e glicerol e à oxidação de glicose 6P e ribose 5P na via das pentoses. O excesso dessa vitamina pode diminuir a mobilização de ácidos graxos o que desencadeia uma depleção maior de glicogênio. Sua ingestão pode ser feita na forma direta e indireta, sendo a segunda via triptofano, pois o mesmo é convertido em niacina, porém esse processo químico de obtenção enzimática depende de outros nutrientes, como a B2 (riboflavina) por meio da utilização de FAD e FMN em suas etapas, vitamina B6 (piridoxina) por utilizar o piridoxal-5-p, ferro e o principal triptofano e muita das vezes a deficiência de niacina está relacionado com a deficiência desses nutrientes citados acima.
No organismo após a absorção, o excesso de niacina sofre metilação no fígado para N1-metil-nicotinamida. Essa molécula ainda pode ser oxidada, gerando outros dois subprodutos: 2-piridona e 4-piridona, esses compostos são a forma mais abundante de excreção da niacina.
OBS:
Doença cardíaca/angina instável: Grandes quantidades de niacina e niacinamida pode aumentar o risco de arritmia cardíaca. Use com cuidado.
Diabetes : A niacina e niacinamida pode aumentar o açúcar no sangue. Pessoas com diabetes que tomam niacina ou niacinamida deve verif**ar o açúcar no sangue com frequenciadurante o uso de niacina.
Pressão arterial baixa: Não tome niacina ou niacinamida se você tem pressão arterial baixa, podendo ocorrer uma queda ainda maior.
Doença hepática: A niacina ou niacinamida pode aumentar os danos do fígado. Não usá-la se há alguma complicação hepática.
A doença renal: A niacina pode acumular-se em pessoas com doença renal e causar danos ainda maiores, evitar a sua suplementação se tiver complicação nefrológica.
Úlceras no estômago ou intestino: niacina ou niacinamida pode agravar mais ainda os casos de úlceras.
As doses seguintes foram estudados em pesquisa científ**a por via oral:

Para níveis elevados de colesterol: Os efeitos da niacina são dependentes da dose. Os maiores aumentos no HDL e diminuição nos triglicéridos ocorrer em 1200-1500 mg / dia. Efeitos maiores de niacina, sobre a LDL ocorrem em 2000-3000 mg / dia.
Para prevenir doenças cardíacas em pessoas com colesterol alto: Niacina 4 gramas por dia.
Para a prevenção e tratamento de deficiência de vitamina B3: Foram administradas doses de ácido nicotínico e niacinamida são consideradas equivalentes. Por deficiência de vitamina B3 leve, niacina ou niacinamida 50-100 mg por dia é utilizada. Para pelagra em adultos, niacina ou niacinamida 300-500 mg por dia é dada em doses divididas. Para pelagra em crianças, niacina ou niacinamida 100-300 mg por dia é dada em doses divididas. Para a doença de Hartnup, niacina ou niacinamida 50-200 mg por dia.
Para reduzir a perda de líquidos causada pela toxina da cólera: Niacina 2 gramas por dia.
Para prevenir o diabetes tipo 1 em crianças de alto risco: niacinamida de libertação prolongada 1,2 gramas / m² (área de superfície corporal) por dia.
Para retardar a progressão da doença de diagnóstico recente de diabetes tipo 1: Niacinamida 25 mg / kg por dia.
Para o tratamento de osteoartrite: niacinamida 3 gramas por dia em doses divididas.
Para a redução do risco de catarata: A ingestão diária de aproximadamente 44 mg de niacina.
Para prevenir a doença de Alzheimer: 17-45 mg de niacina a partir de alimentos e multivitaminas. Fontes de alimentos ricos em niacina incluem carne, peixe, feijão, nozes, café e grãos e cereais fortif**ados. Note que não há nenhuma evidência confiável de que tomar um suplemento de niacina autônoma vai ajudar a prevenir a doença de Alzheimer.
As doses diárias recomendadas (DDR) na dieta de niacina são: Bebés 0-6 meses, 2 mg; Bebés 7-12 meses, 4 mg; Crianças 1-3 anos, 6 mg;Crianças 4-8 anos, 8 mg; Crianças 9-13 anos, 12 mg; Homens 14 anos e mais velhos, 16 mg; Mulheres 14 anos e mais velhos, 14 mg; As mulheres grávidas, 18 mg; e lactantes, 17 mg. A dose máxima diária de niacina é: Crianças 1-3 anos, 10 mg; Crianças 4-8 anos, 15 mg;Crianças 9-13 anos, 20 mg; Adultos, incluindo mulheres grávidas e lactantes, 14-18 anos, 30 mg; e adultos, incluindo mulheres grávidas e amamentando, com idade superior a 18 anos, 35 mg.

Vitamina B5 (Ácido Pantotênico):
O ácido pantotênico, mais conhecido como vitamina B5 é composto por beta alanina e ácido pantoico unidos por uma ligação peptídeo/amino.
A vitamina está amplamente distribuída nos alimentos, sendo raro casos de sua deficiência.
Sua ação é extrema importância, pois ela é responsável para formação da Coenzima A (CoA) que atua nos processos metabólicos para produção de energia a partir de macronutrientes, e formação da Proteína Carreadora de Acilas (ACP) que atua na síntese de substâncias, como ácidos graxos.
O ácido pantotênico ocorre em alimentos na sua forma livre e ligada, sendo aproximadamente 85% do ácido pantotênico nos alimentos ocorre ligados na CoA, onde ocorre a hidrólise da mesma a disfosfo CoA, fosfopanteína e panteteína, onde a mesma será hidrolisada a ácido pantotênico. A absorção dessa vitamina seja maior no jejum pela difusão quando em altas concentrações, e em baixas concentrações por transportador multivitamínico ativo sódio dependente e em média de 50% da vitamina ingerida será absorvida.
O pantenol que é sua forma de álcool, é usada nos polivitaminicos , que também é absorvido e convertido em pantotenato, só que a ingestão dessa substância quando é aumentada em 10x da ingestão recomendada (segundo a ingestão adequada (AI) de 5 mg/dia) sua absorção chega a diminuir em até 10%.
O ácido pantotênico está em maior quantidade dentro da célula, onde maior parte dele é utilizada para sintetizar CoA e para formar a mesma precisa-se de magnésio, cisteína e ATP.
A CoA funciona como transportador ou carregador do grupo acetil/acil e de acordo com a necessidade as formas de vitaminas tioésteres com ácidos carboxílicos podem transferir os grupos acetil/acil normalmente de 2 a 13 carbonos, para várias reações celulares como por exemplo o succinato no ciclo de Krebs.
Desse podemos enxergar a grande importância dessa vitamina no metabolismo de nutrientes para produção de energia e um exemplo clássico é a conversão de piruvato para acetil CoA, que ocorre a condensação com oxaloacetato que resulta na formação de citrato para a entrada no ciclo de Krebs. Nessa conversão do piruvato para o aceti CoA ocorre a descarboxilação oxidativa utiliza ácido pantotênico juntamente com outras vitaminas do complexo B (tiamina, riboflavina e niacina) para ocorrer a reação.
No metabolismo lipídico, a CoA é importantíssima na síntese de colesterol, sais biliares, corpos cetônicos, ácidos graxo e hormônios esteroides.
Um estudo em ratos mostrou uma maior produção hormonal esteroidal pelas adrenais, no qual resultou no aumento de níveis hormonais associado a suplementação de b5.
Sendo assim para haver produção hormonal precisa de B5, para haver síntese de vitamina D precisa de B5, pois a mesma auxilia na síntese de colesterol, para haver uma melhor produção de energia precisa de B5, MAS não é se entupindo de B5 que você vai aumentar mais do que o necessário, apenas e sempre o necessário.
Muito tem se falado do tratamento de acne com ácido pantotênico, devido a conversão de ácido pantotênico em CoA no qual a mesma participa nos processos da beta oxidação (oxidação de ácidos graxos), gerando menor disponibilidade dos mesmo já que a Acne é causada por excesso de óleo na pele (também conhecida como sebo). Este óleo vem da secreção de sebo pelas glândulas sebáceas na raíz dos folículos pilosos. Esta compilação oleosa sobe e obstrui os poros da pele causando obstrução e infecção. Porém essa hipótese veio do Dr. Leung no qual o estudo não foi publicado e na verdade foi apoiado por uma patente dos EUA para o tratamento de Acne com B5, então verif**a-se que o interesse é financeiro. Não estou dizendo que a vitamina B5 não seja ef**az no tratamento, mas não tem estudos que apoiam, apesar de ouvir relatos de melhor com a suplementação da mesma em uma dosagem de 1 até 10 g/dia.

As doses seguintes foram estudados em pesquisa científ**a por via oral:

Como um suplemento dietético: 5-10 mg de ácido pantotênico (vitamina B5) podendo se estender até 2 a 10 g/dia onde não houve nenhuma queixa de colaterais. Há relatos de 15 a 20 g/dia, onde houve desconforto intestinal e diarreia, porém altas doses podem aumentar a excreção de niacina.

Recomendadas doses diárias de ácido pantotênico (vitamina B5) são os seguintes: Bebés 0-6 meses, 1,7 mg; crianças 7-12 meses, 1,8 mg;crianças 1-3 anos, 2 mg; crianças de 4-8 anos, 3 mg; crianças 9-13 anos, 4 mg; homens e mulheres 14 anos e mais velhos, 5 mg; mulheres grávidas, 6 mg; e mulheres amamentando, 7 mg.

Vitamina B6 (Piridoxina):
A vitamina B6 pode ser encontrada no organismo em seis diferentes formas: Piridoxal (PL), Piridoxina (PN), Pirodoxamina (PM) e seus respectivos compostos fosfatados (PLP, PNP e PMP).
O PLP é coenzima para mais de 100 enzimas relacionadas ao metabolismo de aminoácidos, incluindo aminotransferase e descarboxilases. Ainda pode destacar o papel da PLP na 1ª etapa da síntese da molécula para produção de de hemoglobina, o heme, além da transulfuração da homocisteína em cistationina, cisteina e sulfato, onde será excretado pelos rins e diminuindo os níveis de homocisteína plasmático evitando futuro caso de aterosclerose.
Esta vitamina está associada ao metabolismo de aminoácidos e com isso a necessidade de vitamina B6 está relacionada com a ingestão total proteica. Não confundam, se entupir de proteína e B6 não vai aumentar sua síntese de proteínas, seu corpo realiza aquilo que é necessário diante das condições que ele se encontra (ambiente hormonal, treinamento, dieta, etc.) e relacionado ao metabolismo inclui desaminação e trasaminação de aminoácidos, excretando amônia e/ou formando outros aminoácidos.
Atua como cofator na fosforilação do glicogênio, reduzindo o mesmo a glicose, além da gliconeogenese transformando substratos não glicídicos em glicose.
Está envolvida na produção de neurotransmissores: Serotonina, Dopamina, Catecolaminas (Adrenalina e Noradrenalina), ácido Gama-Aminobutírico (GABA) e Histamina.
As doses seguintes foram estudados em pesquisa científ**a por via oral:

Para a deficiência de vitamina B6 em adultos: a dose típica é de 2,5-25 mg por dia durante três semanas, então 1,5-2,5 mg por dia como tratamento de manutenção.
Para a deficiência de vitamina B6 em mulheres que tomam pílulas anticoncepcionais: a dose é de 25-30 mg por dia.
Para os sintomas da síndrome pré-menstrual (TPM): a dose diária é de 50-100 mg. Doses tão elevadas como 500 mg por dia têm sido usadas, mas as doses diárias superiores a 100 mg não parecem ter um benefício adicional, e pode aumentar o risco de efeitos colaterais prejudiciais.
Para anemia sideroblástica hereditária: inicialmente 200-600 mg por dia é usado, diminuindo para 30-50 mg diariamente após melhora.
As doses diárias recomendadas (DDR) dietéticas de vitamina B6 são: Bebés 0-6 meses, 0,1 mg; Lactentes 7-12 meses, 0,3 mg; Crianças 1-3 anos, 0,5 mg; Crianças 4-8 anos, 0,6 mg; Crianças 9-13 anos, 1 mg; Machos 14-50 anos, 1,3 mg; Os machos acima de 50 anos, 1,7 mg; As fêmeas 14-18 anos, 1,2 mg; As fêmeas 19-50 anos, 1,3 mg; As fêmeas com mais de 50 anos, a 1,5 mg; As mulheres grávidas, 1,9 mg; e aleitamento mulheres, 2 mg. Alguns pesquisadores acreditam que a RDA para as mulheres 19-50 anos deve ser aumentada para 1,5-1,7 mg por dia. A ingestão diária máxima recomendada é: Crianças 1-3 anos, 30 mg; Crianças 4-8 anos, 40 mg; Crianças 9-13 anos, 60 mg; Adultos, mulheres grávidas e lactantes, 14-18 anos, 80 mg; e adultos, mulheres grávidas e lactantes, mais de 18 anos, 100 mg.

O Hormônio Vitamina DA colecalciferol, mais conhecida como vitamina D3, ao contrário do que todos pensam ela não uma vit...
15/04/2015

O Hormônio Vitamina D

A colecalciferol, mais conhecida como vitamina D3, ao contrário do que todos pensam ela não uma vitamina e sim um pré-hormônio derivado do evento da cascata do colesterol. Está ai a importância do colesterol, sendo uma delas a síntese um hormônio extremamente importante que é a vitamina D. Diante desse efeito cascata forma-se o hormônio esteroide calcitriol, ou seja, a vitamina D na forma ativa.
A formação desse hormônio ocorre em sua exposição aos raios ultravioletas (UVB), onde inicia-se a formação de grandes quantidades de colecalciferol através da 7-diicolesterol. Ainda não está em sua forma ativa, apenas foi feita sua produção, então ela é transportada até o fígado e pela ação da enzima 25,hidroxilase forma-se a 25 hidroxi vitamina D3 ou calcidiol. O calcidiol é a forma como a vitamina D é estocada no organismo. É esta forma que dosamos para saber se nossos níveis de vitamina D estão adequados, porém ainda não é a forma biologicamente ativa. Por fim o calcidiol é transportado até os rins e pela ação enzimática da 1 alfa hidroxilase, converte em 1,25,hidroxi vitamina D ou colecalciferol ou calcitriol, sendo assim sua forma ativa.
Trata-se de um hormônio lipossolúvel (solúvel em gordura) e muito negligenciado, sendo hoje uma epidemia mundial a sua deficiência.
Um dos maiores problemas metabólicos hoje é a hipertensão arterial, onde a vitamina D tem uma ligação importantíssima a esse desequilíbrio metabólico. A vitamina D ela sintetiza um hormônio chamado Fator Inibidor de Renina, que tem a capacidade de controlar a pressão arterial, ou seja, ela controla a pressão diminuindo a incidências no quadro de hipertensão. Quem se entope de anti-hipertensivos, na maioria dos casos poderia com toda certeza amenizar ou até tratar esse distúrbio apenas suplementando vitamina D e/ou tomando sol diariamente. Deficiência em vitamina D causa hipertensão arterial!
A vitamina D interfere na placa ateromatosa, ou seja, diminui a agregação de gorduras nas paredes dos vasos e artérias diminuindo muito as chances de desenvolver o infarto agudo do miocárdio.
Muitos culpam o colesterol por ser o vilão e ser o principal fator para doenças coronarianas, porém ele é vitima dessa situação. O colesterol que circula no plasma, está em sua forma reduzida e não tem possibilidade de se alojar em qualquer lugar do corpo. O mesmo só vai formar placas de ateroma quando passar da sua forma reduzida a sua forma oxidada e isso só acontece quando há um processo inflamatório, permitindo a deposição do colesterol nas paredes das artérias e um dos fatores para ocorrer esse processo inflamatório é a deficiência de Vitamina D.
Podemos ver que os níveis de colesterol não indicam praticamente nada e não existe colesterol ruim ou bom, você tem que ver o contexto por completo e se entupir de estatina não resolver o problema, muito pelo contrário, vai piorar.
A vitamina D tem um potencial de reforçar o sistema imune, através da produção de peptídeos antimicrobianos, ou seja, a vitamina D seria a melhor vacina contra qualquer tipo de doença bacteriana ou viral.
A vacina muita das vezes atrapalha o processo adaptativo do seu corpo de criar anticorpos para aquela bactéria ou virus, e com isso é algo como o medicamento, apenas mascara, mas não resolve.
Outras Inúmeras doenças foram associadas a vitamina D, como: Câncer de Mama, Câncer de Cólon (intestino), Diabetes, Hipertensão, Doença Cardíaca, Esclerose Múltipla, Câncer de Ovário, Osteomalácia, Osteoporose, Câncer de Próstata, Psoríase, Raquitismo, Doença Afetiva Sazonal, Perda dos Dentes, Tuberculose, Depressão.
Possui uma imensa importância na qual muitos não sabem, mas se soubessem viveriam a base de Vitamina D.
A vitamina D como visto no inicio é adquirida através do raios utravioletas, ou seja, o sol. MAS, o uso de protetor solar inibe a sua absorção, resumindo: Se exponha ao sol sem protetor de 15 a 30 minutos ao dia, e relaxe, você não irá adquirir um câncer de pele por isso, aliás, as luzes temos em nossas casas e residências aumentam mais as chances de câncer de pele, do que o próprio sol. Então moderação é tudo!
E em relação aos protetores solares, eles na verdade dão uma falsa sensação de proteção, pois eles apenas protegem contra os raios UVB que são responsáveis por sintetizar a vitamina D e os raios UVA que são os causadores de câncer vão na camada mais profunda da pele o protetor não protege.
Como disse o bom senso que deve ser levado em consideração, nada de torrar no sol.
A ingestão recomendada é de 5000 a 20000 UI/dia, as RDA estão bem abaixo, e a alimentação fornece no maximo 10% do que precisamos diariamente.
Caso não tome sol com tanta frequência, faça a suplementação de vitamina D3.
E para avaliar seus níveis, eles devem girar de 50 a 70 nanograma por decilitro, abaixo de 50 você está em baixa com vitamina D.

Não faça a suplementação sem a indicação de um profissional, esse texto foi apenas informativo.

Consulte seu Nutricionista!
Bons Treinos ;)

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