Dra. Blenda Oliveira

Dra. Blenda Oliveira - Doutora em psicologia pela PUC-SP
- Psicoterapeuta de adultos e casais Seja bem-vindo!

Sou doutora em psicologia pela PUC-SP, psicanalista pela Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo e psicoterapeuta de adultos, adolescentes, crianças, famílias e casais. Nesses 30 anos de prática como psicoterapeuta desenvolvi enorme interesse pelas diferentes formas de comunicação. Assim, além da prática presencial no consultório, escrevo e troco ideias por meio das redes sociais. Aqui, pretendo incitar discussões, indicar vídeos, livros e eventos que possam ajudar a refletir e a compreender questões do viver no dia-a-dia, que possam se transformar em ações que estejam de acordo com a vida real de cada pessoa que por aqui passar. A vida é um vai e vem de grandes e inesperadas mudanças, o que faz com que a todo momento algumas regras mudem e outras se dissolvam. Cabe, então, a cada um observar e atender com mais leveza e paciência seus anseios e sua intuição. Afinal, o que serve para uma vida bem vivida é a atenção e o cuidado com o que cada um é e pode vir a ser, fazer e criar - esse é o tripé para uma real aprendizagem. Você é meu convidado a navegar neste canal e compartilhar pensamentos, informações e experiências.

No relacionamento, as pessoas vencem quando escolhem o mesmo lado. E isso não significa pensar igual, sentir igual ou co...
08/12/2025

No relacionamento, as pessoas vencem quando escolhem o mesmo lado. E isso não significa pensar igual, sentir igual ou concordar em tudo.

Significa entender que, mesmo diante dos conflitos, vocês não são adversários, são parceiros tentando resolver juntos o que está entre vocês. Quando cada um puxa para um lado, a relação vira disputa.

Quando os dois lembram que estão do mesmo lado, vira construção.
Estar junto é isso: transformar o “eu contra você” em “nós contra o problema”.

Porque o amor não se mede pela ausência de brigas, mas pela capacidade de voltar para o mesmo time depois delas.

07/12/2025

Vocês estão preparados para as férias dos terapeutas neste fim de ano?

Porque, vamos ser sinceros: ninguém fala sobre o pequeno caos emocional que esse período pode trazer.

É curioso como muita gente só percebe o quanto se apoia no espaço terapêutico quando ele dá uma pausa. De repente, aquela rotina de ter alguém que te escuta, te organiza e te devolve perguntas importantes… some por algumas semanas. E isso pode ativar ansiedade, insegurança, carência, ou até a sensação de estar “desassistido”, mesmo sabendo que é só temporário.

Mas esse intervalo também revela algo precioso: o quanto você já se sustenta sozinho. O quanto das estratégias, dos recursos internos e das reflexões que você construiu ao longo do ano seguem ali, disponíveis, mesmo sem alguém do outro lado da tela.

05/12/2025

Tomar uma decisão costuma acionar nosso sistema de ameaça.

O corpo reage antes mesmo do pensamento, e a ansiedade aparece como tentativa de nos proteger do desconhecido. A sensação de insegurança, muitas vezes, não é falta de capacidade, é o cérebro avaliando riscos antigos com critérios do passado.

Quando conseguimos reconhecer essas camadas, a decisão deixa de ser um salto no escuro e vira um movimento mais consciente, onde entendemos de onde vem o medo e por que ele se ativa.

A pressa em julgar geralmente é maior que a disposição de compreender. Antes de apontar o dedo, lembra que todo mundo ca...
04/12/2025

A pressa em julgar geralmente é maior que a disposição de compreender. Antes de apontar o dedo, lembra que todo mundo carrega tropeços, inclusive eu e você.

Escolher a empatia é reconhecer que errar faz parte de ser humano.

Alguém mais por aí? 👀
03/12/2025

Alguém mais por aí? 👀

02/12/2025

Já que estamos falando em escolhas, vale olhar também para a função real dos remédios psiquiátricos. Eles não existem para “dar” felicidade, nem para substituir o que construímos em terapia, vínculos ou projetos de vida.

O que eles fazem, quando bem prescritos e acompanhados, é abrir espaço. Aliviam sintomas, diminuem o peso que impede o pensamento de respirar, devolvem alguma clareza para que a pessoa possa, enfim, escolher caminhos com mais lucidez.

Toda escolha nasce de um desejo que pede espaço e, muitas vezes, é justamente aí que mora o desconforto. Decidir não é a...
01/12/2025

Toda escolha nasce de um desejo que pede espaço e, muitas vezes, é justamente aí que mora o desconforto. Decidir não é apenas optar por um caminho, mas reconhecer a força de algo que nos atravessa por dentro. É admitir o que queremos, mesmo quando isso nos expõe, nos desafia ou nos convida a abandonar antigas versões de nós mesmos. No fundo, decidir é permitir que o desejo exista, ganhe corpo e provoque movimento.

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