31/01/2026
‼️‼️ATENÇÃO pais, leiam com carinho esse post ‼️‼️É algo urgente e assustador ?
Get • É UM DESAFIO VENCER O SEDUTOR AMBIENTE OBESOGÊNICO
Atualmente, 57% dos bebês são amamentados pela mãe — um número que deveria ser mais alto. Após os 6 meses de idade, as crianças são introduzidas a uma variedade de alimentos — inclusive aos ultraprocessados. Até os 2 anos, 34% já consomem algum.
Segundo o Guia Alimentar Para Crianças Brasileiras, no entanto, é desaconselhável oferecer esse tipo de produto a essa faixa etária, já que ele atrapalha a formação de hábitos saudáveis. A lista inclui hambúrgueres, embutidos, refrigerantes, sucos de caixinha, macarrão instantâneo, salgadinhos de pacote, bolachas recheadas e outras guloseimas.
O fato é que o percentual de crianças que consomem esses produtos consistentemente mais do que dobra ao chegar até os 4 anos: 77%. E é a partir daí que o hábito de comer ultraprocessados perdura até o fim da adolescência — uma realidade para oito entre dez jovens.
Outro fator a pesar na balança é o sedentarismo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de oito em cada dez crianças e adolescentes brasileiros não fazem o mínimo de atividade física diária. Nessas horas, não adianta forçar a barra. É importante que a criança seja ouvida na hora de escolher os exercícios — lembrando que um pega-pega ao ar livre entra na conta.
Pode ser um desafio navegar em um ambiente tão obesogênico e sedutor. Mas todo esforço compensa em nome da saúde. “O excesso de peso está ligado a uma série de alterações metabólicas, além de poder sobrecarregar órgãos como coração, pulmões e rins e de prejudicar o crescimento ósseo”, explica a médica Louise Cominato, coordenadora do Departamento de Obesidade Infantil da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso).
Isso sem contar os reflexos psicológicos e a maior propensão a quadros de ansiedade e depressão. E ainda tem o bullying.