Karen Albuquerque Terapeuta Holística

Karen Albuquerque Terapeuta Holística Bem Estar & Equilíbrio

Hoje celebramos o Dia de Reis, o Dia do Astrólogo e um céu com simbolismo raro: a conjunção entre Sol e Vênus, um encont...
06/01/2026

Hoje celebramos o Dia de Reis, o Dia do Astrólogo e um céu com simbolismo raro: a conjunção entre Sol e Vênus, um encontro que acontece a cada 9 meses e marca ciclos que se encerram e outros que começam a ganhar forma.

Mas, para mim, hoje não é apenas sobre o céu de agora.

É sobre o céu que sempre esteve presente.

Desde muito nova, o céu me atravessa.
Antes de saber o que era astrologia, signos ou mapas, eu já sentia uma ligação silenciosa com as estrelas.
Passei muitas horas da infância olhando o céu, muitas delas ao lado da minha irmã, tentando decifrar formas, fazendo pedidos, conversando com o invisível.
Ali, sem técnica e sem nome, algo já me chamava.

Em 2020, quando o mundo parou, algo em mim também pediu pausa.
Foi nesse tempo suspenso que decidi me aprofundar nos astros de forma consciente, buscando compreender o que sentia e também as histórias que atravessavam as pessoas que eu atendia.
Enquanto tudo desacelerava do lado de fora, eu mergulhava no céu.

Estudei signos, planetas, casas, aspectos e ciclos.
Não em busca de certezas, mas para aprender a ler o tempo, os processos e a alma humana.

Mesmo caminhando por diferentes saberes espirituais, foi a astrologia que me ofereceu estrutura. Ela não prometeu atalhos nem respostas fáceis.Ela me ensinou a respeitar ciclos, a compreender limites e a sustentar processos.

Astrologia não é sobre “qual é o seu signo”.
Astrologia é linguagem da alma.
Um mapa simbólico que revela potenciais, escolhas e caminhos possíveis. Uma ferramenta profunda de autoconhecimento e consciência.

Para mim, astrologia não separa espiritualidade e vida prática. Ela une fé e responsabilidade.Intuição e maturidade. Sentir e compreender.

Assim como os Reis Magos seguiram a estrela confiando no invisível, eu sigo acreditando:
o céu não controla, orienta.
Não aprisiona, direciona.
Não impõe, revela.

Hoje, no Dia do Astrólogo, honro esse chamado antigo.
E agradeço pelo dom de ser canal dessa linguagem que transforma, organiza e ilumina.
Que as estrelas sigam sendo bússola.
Que sigam anunciando esperança.

Parabéns a todos os profissionais, aos estudiosos e a todos que amam a Astrologia.

A primeira Lua Cheia do ano se ergue em Câncer e nada permanece escondido. O que foi sentido e engolido. O que foi silen...
03/01/2026

A primeira Lua Cheia do ano se ergue em Câncer e nada permanece escondido. O que foi sentido e engolido. O que foi silenciado para sobreviver.
O que mora no corpo e nunca esqueceu.

Essa Lua Cheia é o ápice de uma lunação que começou em Sagitário.
O que lá atrás nasceu como busca de sentido, fé e direção agora desce.
Não basta saber para onde ir, é preciso sentir se esse caminho vira casa.

Lua Cheia em Câncer ilumina o lar interno, esse lugar onde emoção não é fraqueza, é memória viva.
O passado não retorna para aprisionar, mas para ser acolhido, compreendido e digerido.
Algumas dores não querem ficar.
Elas só pedem presença.
O corpo sente antes da mente entender.

E sob esse céu, ele fala alto: pelas lágrimas, pelo cansaço, pela irritação, pela saudade sem nome.
Tudo vem à tona para purificar. Chorar é rito.
Recolher-se é sabedoria. Sentir é atravessar.

Câncer nos lembra que proteção demais também vira prisão. Que repetir padrões antigos pode ser apenas uma tentativa de continuar viva.
Mas agora… talvez já seja hora de soltar a carapaça.
Nem toda defesa ainda é necessária.

Essa Lua ativa o eixo mais sensível entre emoção e responsabilidade, cuidado e sustentação.
Entre o que o coração precisa e o que a vida pede para ser assumido. Entre amar e permanecer.

Pela manhã, emoções podem ferver e reações escaparem sem filtro.
A ferida tenta conduzir a ação.
Respira. Acolhe antes de reagir.
Nem toda luta é guerra, às vezes é só pedido de cuidado.

Ao cair do dia, o céu suaviza.
O coração se expande.
Há proteção, generosidade e uma lembrança sutil:
você não está só.
Pertencer começa dentro.

Lua Cheia em Câncer ensina que o corpo é território sagrado. Que a verdade só se sustenta quando nutre.
Que tudo pode ser recriado, outro jeito de amar, de cuidar.

A verdadeira mudança não acontece fora.
Ela começa quando o sentir encontra espaço para existir.

O ano começa.E com ele sempre vem a fantasia de que algo, finalmente, vai mudar sozinho.Mas a verdade é mais silenciosa ...
01/01/2026

O ano começa.

E com ele sempre vem a fantasia de que algo, finalmente, vai mudar sozinho.

Mas a verdade é mais silenciosa do que isso.

A vida não vira na virada do calendário.

Ela muda quando você para de adiar escolhas que já estão maduras dentro de você. Não é sobre alguém chegar para te salvar. É sobre perceber onde você ainda espera ser escolhida antes de se escolher.

Eu sei, houve feridas. Houve perdas.
Houve situações que te ensinaram a se conter, a não avançar, a não confiar totalmente.
E tudo isso merece respeito.
Mas existe um ponto delicado entre acolher a própria história e usar essa história como lugar permanente de espera.

Às vezes, o que chamamos de “não é o momento”
é apenas medo de sustentar as consequências de um sim. Às vezes, o “ninguém me ajuda”
esconde o cansaço de assumir a própria direção.

Este ano não te pede força.
Te pede posicionamento interno.

Não precisa de grandes promessas.
Precisa de um pacto silencioso com você mesma:
o de não se abandonar mais nas pequenas decisões.

Um passo real.
Uma conversa necessária.
Um limite colocado.
Um começo possível.

Quando você entende que ninguém virá te salvar,
algo se organiza: também ninguém pode te impedir.

Que este seja o ano em que você não espera mais sinais externos para honrar o que já sabe por dentro.

Seja bem-vinda ao ano da autoria consciente.

2025 foi um dos anos mais desafiadores que vivi até aqui.Talvez porque eu tenha entrado nele cheia de esperanças, com ex...
01/01/2026

2025 foi um dos anos mais desafiadores que vivi até aqui.

Talvez porque eu tenha entrado nele cheia de esperanças, com expectativas altas demais… talvez porque um ano 9 nunca venha para ser confortável.
Enfrentei desafios profundos, pessoais, profissionais e espirituais.

Precisei encerrar ciclos difíceis para que outros, mais verdadeiros e leves, pudessem começar a existir.
Quem tem ascendente em Escorpião sabe: encerramentos reais só acontecem depois de irmos muito fundo, depois de tocar as próprias sombras e atravessar as profundezas sem anestesia. E eu fui.

Saio desse ano tendo enfrentado a batalha mais desafiadora de todas: eu comigo mesma.
Aprendi, depois de tantos processos, a me priorizar, a me escolher sem culpa.
Me escolher foi, sem dúvida, a decisão mais importante que fiz em 2025.

Sei que 2026 não será um ano fácil.
Um ano 1 fala de começos, movimentos, coragem e rupturas internas. Um ano que exigirá autenticidade como caminho, verdade como direção e limites claros sobre o que é, e o que não é, negociável para mim.

E é justamente por isso que faço o trabalho que faço.
Sou terapeuta de mulheres que vivem processos intensos e profundos porque os semelhantes se reconhecem, se atraem e se sustentam.
Ao longo desse ano, me encontrei com histórias potentes, dores silenciosas, forças adormecidas e mulheres em processo de retomada de si mesmas. Cada encontro também me atravessou, me ensinou e me fortaleceu.

Desejo, de coração, que 2026 seja um ano em que você consiga se escolher.
Que ocupe o seu lugar, assuma sua potência e não diminua sua verdade para caber em espaços que já não te comportam.

Que nossos caminhos sigam se cruzando, se fortalecendo e criando redes de sustentação em um mundo que ainda tenta, tantas vezes, nos silenciar.

Seguimos. Mais conscientes. Mais inteiras. Mais fiéis a quem somos.

E que em 2026, entre tantas verdades, travessias e escolhas necessárias, a gente também consiga sorrir mais. Sorrir porque resistimos, porque nos escolhemos, porque seguimos vivas,. e porque, apesar de tudo, ainda existe beleza no caminho.

Encerrar um ciclo não é simplesmente olhar para trás e reconhecer que algo acabou. É tocar a engrenagem psíquica que sus...
22/12/2025

Encerrar um ciclo não é simplesmente olhar para trás e reconhecer que algo acabou. É tocar a engrenagem psíquica que sustentava o presente, desmontar uma lógica interna que organizava afetos, escolhas e modos de existir.
O fim não acontece por decisão pura, ele acontece quando o inconsciente já não consegue sustentar a mesma narrativa sem causar sofrimento.

Na clínica, aprendemos que muitas permanências não são amor, são repetição. Vínculos que se mantêm não pelo desejo, mas pelo medo do vazio. Histórias que seguem sendo contadas porque ainda encobrem uma falta que não sabemos nomear. Encerrar não é expulsar o outro da cena, é permitir que a forma antiga deixe de organizar quem acreditávamos ser.

Dói porque o que se perde não é apenas alguém ou algo, mas um arranjo psíquico inteiro. Perde-se uma função, um lugar, uma fantasia que dava contorno ao mundo. E quando essa improvisação cai, o sujeito se vê diante do material bruto de si, sem garantias, sem atalhos, sem símbolos suficientes para fechar o buraco.

O trabalho analítico começa exatamente aí, em diferenciar o que era desejo do que era defesa, o que pulsava vida do que apenas preenchia o tédio, o que era meu do que era projeção sustentada pelo outro. A separação madura não está no corte abrupto, mas na capacidade de sustentar a falta sem transformá-la em substituto imediato.

Aceitar a perda é reconhecer que nenhum novo objeto dará conta de apagar o vazio, e ainda assim, seguir vivendo em torno dele. Quando deixamos ir, não é a história que se desfaz, é a forma como a habitávamos. E nessa falha, existe uma fresta para outra maneira de existir, menos dependente, mais autoral.

Encerrar é um trabalho silencioso, paciente, feito de pequenas renúncias. Um reaprendizado do corpo, do tempo e do desejo. É permitir que algo novo se organize não como repetição do passado, mas como resposta ao que pulsa agora.

Talvez o fim de um ciclo não peça pressa nem conclusões, mas coragem para perguntar com honestidade, o que na sua vida ainda permanece apenas por medo de acabar.

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Hoje, às 22h43, temos a formação na Lua Nova a 28° no signo de Sagitário. Esta não é uma Lua para pedidos impulsivos. É ...
19/12/2025

Hoje, às 22h43, temos a formação na Lua Nova a 28° no signo de Sagitário. Esta não é uma Lua para pedidos impulsivos. É uma Lua para compromissos de alma.

A Lua Nova nasce nos últimos graus de Sagitário,
quando o signo da fé já atravessou crenças, excessos, promessas vazias e agora exige verdade encarnada.

Aqui, não basta desejar.
É preciso sustentar.

A Lua da bruxa, da anciã, não trabalha com fantasia espiritual.
Ela trabalha com visão amadurecida, responsabilidade e fogo interno.
Ela pergunta, sem anestesia:
para onde você está direcionando sua energia vital?

Porque Sagitário amplia tudo.
E aquilo que você mira agora, cresce.

Esta Lua ensina que abundância não nasce do excesso,
mas da clareza.Que propósito não é entusiasmo passageiro, é escolha repetida mesmo quando o caminho testa.

Antes desse novo começo, o céu limpou.
Cortou crenças que viraram identidade.
Dissolveu verdades que já não eram vividas.
Criou o vazio necessário para que a visão fosse refinada.

Agora, o convite é claro:
sonhe grande, mas construa a base.
Mire longe, mas saiba por que e para quê.

A Lua Nova em Sagitário não aceita intenções distraídas. Ela aceita apenas aquilo que nasce do alinhamento entre fé, corpo e verdade.

Que você plante sementes conscientes.
Que sua flecha seja lançada com presença.
E que o caminho que se abre
seja fiel à pessoa que você está se tornando.

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Marte muda de signo e a ação deixa de ser impulsiva para se tornar estratégica.Aqui, não vence quem corre mais rápido, m...
15/12/2025

Marte muda de signo e a ação deixa de ser impulsiva para se tornar estratégica.
Aqui, não vence quem corre mais rápido, mas quem sustenta o caminho até o fim.

Marte em Capricórnio fala de disciplina emocional, constância e responsabilidade com a própria energia.
Não é sobre fazer tudo.
É sobre fazer o que importa, e sustentar.

Esse trânsito nos ensina que maturidade também é saber esperar, planejar, estruturar e respeitar o tempo dos processos. A pressa perde força. O foco ganha direção.

A ação agora nasce do compromisso interno, não da ansiedade. Do alinhamento entre desejo e realidade.
Entre ambição e integridade.

No desequilíbrio, esse Marte pode endurecer, cobrar demais, exigir resultados sem escuta.
Mas quando bem utilizado, ele constrói bases sólidas para algo que permanece.

Pergunta-chave desse trânsito:
Onde você precisa assumir postura adulta para que seus sonhos deixem de ser promessa e se tornem realidade?

Marte em Capricórnio não promete atalhos.
Ele entrega conquistas consistentes, para quem está disposta a sustentar o próprio caminho, um dia de cada vez.

Às 17h51, a Lua Minguante em Virgem acende o último farol de limpeza deste ano. Dentro da lunação escorpiana,  a lunação...
11/12/2025

Às 17h51, a Lua Minguante em Virgem acende o último farol de limpeza deste ano. Dentro da lunação escorpiana, a lunação do mergulho, da morte simbólica e da transmutação, essa Lua chega como uma guardiã silenciosa que nos faz olhar para o que ainda pesa no corpo, na mente e na rotina.

Virgem, que tantas vezes associamos ao método, hoje se apresenta como feiticeira: aquela que separa o sagrado do excesso, o essencial do que apenas preenche espaço. Não se trata de produtivizar a alma, mas de dar a ela um chão firme para descansar.
Aqui, a limpeza não é tarefa: é rito.
A organização não é controle: é oração com as mãos.
O silêncio não é fuga: é estratégia espiritual.

É a última Lua Minguante do ano, e isso importa. Porque ela não convida à pressa, mas à lucidez. Não pede que você faça, pede que você solte.
Soltar hábitos que drenam.
Soltar expectativas que adoecem.
Soltar o perfeccionismo que te prende a uma versão de si mesma que você já não é.

E no mesmo dia, Mercúrio, regente de Virgem,entra em Sagitário. É como se o céu dissesse:
“Limpamos para expandir. Encerramos para vislumbrar novas direções.”

Com Mercúrio em Sagitário, sua mente ganha horizonte. A comunicação se abre, a intuição se amplia, a percepção se afina. Não é mais hora de carregar pesos antigos: o caminho à frente pede leveza, verdade e fé.

A pergunta do céu é direta e implacável:
O que você precisa deixar ir para que 2026 comece respirando dentro de você com mais verdade? E quais novos hábitos, rotinas e escolhas seu corpo, sua mente e seu espírito estão pedindo para que você possa, enfim, se expandir?

Hoje, às 20h13, Lua Cheia acontece em Gêmeos…mas ela não é leve.Porque ela nasce dentro de uma lunação em Escorpião.O cé...
04/12/2025

Hoje, às 20h13, Lua Cheia acontece em Gêmeos…
mas ela não é leve.

Porque ela nasce dentro de uma lunação em Escorpião.

O céu pode estar falando de palavras, trocas e pensamentos…mas a raiz disso é emocional, profunda e instintiva.

Gêmeos acende a mente. Escorpião revela o que está por trás dela.

Essa Lua não vem apenas para iluminar conversas externas…ela vem para expor diálogos internos.

Tudo o que você pensa hoje tem origem num afeto antigo,numa dor mal curada, num medo que não foi nomeado.

Essa é a costura do céu: Gêmeos pergunta “o que eu penso?”
Escorpião responde “e por que você pensa assim?”

A Lua Cheia traz revelações, notícias, conversas e insights, mas a lunação em Escorpião revela o peso emocional por trás disso tudo.

Pensamentos que adoecem. Crenças que aprisionam. Histórias que você repete sem perceber.

O céu pede uma revisão mental…mas a partir da alma.

Não é sobre organizar ideias. É sobre esvaziar venenos antigos da mente.

Essa Lua pode trazer: verdades difíceis, conversas inevitáveis, compreensões abruptas, mas também libertadoras.

Porque Escorpião não aceita mais camadas superficiais.

Essa Lua quer cortar padrões emocionais
travestidos de pensamentos.

Quer quebrar narrativas emocionais
travestidas de razão.

Quer iluminar não apenas o que você diz… mas o que você sente enquanto diz.

Essa Lua pergunta: ‘Você pensa para se proteger…
ou para viver?’

A mente só ficará leve quando a alma for limpa.

Essa Lua Cheia não é sobre falar mais. É sobre falar com verdade.

Não é sobre pensar melhor. É sobre sentir direito.

Porque dentro dessa lunação em Escorpião, não há mais espaço para mentiras emocionais disfarçadas de lógica.

A Lua em Gêmeos revela. Mas Escorpião… transforma.

Vênus em Sagitário não quer ser escolhida por carência. Ela quer ser escolhida por verdade.Esse não é um amor que aceita...
01/12/2025

Vênus em Sagitário não quer ser escolhida por carência. Ela quer ser escolhida por verdade.

Esse não é um amor que aceita prisões emocionais, jogos de poder ou vínculos que pedem para você diminuir quem é. Vênus em Sagitário ama com fome de sentido, sede de alma e desejo de expansão.

Aqui, o amor não quer conforto…
Quer consciência.

Amar, agora, é crescer.
É questionar.
É atravessar fronteiras internas.
É romper padrões herdados e feridas antigas disfarçadas de romance.

Na mitologia, Sagitário é Quíron, o curador ferido.
E nessa passagem, o amor pode ser dor que desperta, encontro que confronta, vínculo que revela sombras, mas também cura.
Relacionar-se vira caminho espiritual.

Vênus deixa o fundo profundo escorpianino e começa a mirar o horizonte.
O olhar não está mais preso ao trauma, está voltado para o sentido.

O desejo agora não é possuir, é compreender.
Não é controlar, é libertar.
Não é sobreviver no amor, é florescer nele.

Vênus em Sagitário quer um amor que ensine.
Que eleve.
Que provoque a alma a virar versão mais inteira de si.

Não cabe mais amar pequeno.
Não cabe mais fingir.
Não cabe mais engolir silêncios que adoecem.

Este é o tempo de relações honestas com o coração e corajosas com a própria verdade.

Porque para Vênus em Sagitário…
Todo amor verdadeiro desperta.
Todo vínculo é iniciação.
E toda relação é um portal de expansão da consciência. 😍💪💪

O que cresce agora…cresce silenciosamente.Lua Crescente em Peixes não pede pressa.Ela pede alma.Dentro da lunação escorp...
28/11/2025

O que cresce agora…
cresce silenciosamente.

Lua Crescente em Peixes não pede pressa.
Ela pede alma.

Dentro da lunação escorpiana, esse céu é uma travessia:
sentir o que foi evitado,
nomear o que foi silenciado,
acolher o que foi negado.

Nada aqui é raso.
Nem o amor.
Nem o medo.
Nem os sonhos.

Saturno direto traz contorno ao sentir.
Responsabilidade com o que você já sabe.
Compromisso com a mulher que você está se tornando.

E Vênus encontra Lilith em Escorpião…
despertando uma força ancestral:
a mulher que deseja sem culpa,
ama sem se perder
e não se abandona mais para caber.

Talvez você se sinta mais sensível.
Mais crua.
Mais vulnerável.

Mas isso não é fraqueza.
É verdade emergindo.

Lua em Peixes ensina: o invisível também constrói o futuro.

E Escorpião lembra: não existe renascimento sem profundidade.

Regue seu mundo interno.
O resto…
nasce depois.

Ontem assisti Filho de Mil Homens e algo em mim se rompeu e se reconstruiu ao mesmo tempo.Não foi só um filme.Foi um cha...
24/11/2025

Ontem assisti Filho de Mil Homens e algo em mim se rompeu e se reconstruiu ao mesmo tempo.
Não foi só um filme.
Foi um chamado.
Uma lembrança antiga.
Um sussurro da alma dizendo: “olha para o que dói, porque ali também mora o que te faz humana.”

O filme fala de solidão… mas não a solidão romântica.
É aquela solidão funda, que ninguém vê, que a gente aprende a carregar calada. A falta de lugar.
A sensação de ser estrangeira dentro da própria vida.
A dor de procurar um abraço que nunca chegou.

E, ainda assim, ele fala de encontro.
Mas não qualquer encontro:
fala do instante em que alguém finalmente nos enxerga , e isso muda tudo.
Porque ser visto é ser tocado.
É ser reconhecido.
É ser devolvido para si.

Enquanto eu assistia, pensei nas minhas pacientes, nos meus processos, na mulher cansada, desconectada, exausta. Pensei nas histórias que chegam até mim buscando sentido, colo, chão, raiz.
E entendi que esse filme é exatamente sobre isso:
sobre a alma pedindo pertencimento.
Sobre o corpo pedindo para ser sentido.
Sobre a ancestralidade pedindo passagem.

No final, quando a trama se abre e a ancestralidade inteira se revela, foi impossível não lembrar da constelação, da clínica, da minha própria caminhada.
Porque ninguém caminha só.
Nenhuma dor nasce sozinha.
Nenhum silêncio é apenas silêncio, sempre existe uma história antiga ali, pedindo para ser ouvida.

Filho de Mil Homens me atravessou como poucos filmes atravessam.
Me lembrou que somos feitos de mil vidas, mil afetos, mil memórias que não são só nossas.
E que, mesmo quando acreditamos estar perdidas, existe uma rede invisível nos sustentando.

Talvez por isso eu tenha sentido que esse filme virou o meu preferido da vida:
porque ele fala exatamente daquilo que eu faço, daquilo que eu vivo, daquilo que eu ensino,
a arte de escutar o que é profundo, de resgatar o que foi esquecido, de devolver às pessoas o direito de pertencer...

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