08/01/2026
Algumas experiências não cabem em uma única definição.
Hoje, na exposição “A alma humana, você e o universo de Jung”, no MIS, senti exatamente isso.
Foi um mergulho.
Em mim,
na minha profissão,
e também no prazer simples de um passeio cultural que toca e atravessa.
Entre arquétipos, sonhos, inconsciente e sincronicidades, a exposição não convida apenas a compreender Jung, também convida a se escutar. A olhar para dentro com curiosidade, sensibilidade e respeito ao próprio tempo.
Saí com a sensação de que, quando a arte encontra a psicologia, algo em nós se reorganiza.
E talvez esse seja o maior convite: permitir que a alma também seja visitada. ✨