15/11/2016
AUMENTO MAMÁRIO
A busca por mamas mais harmônicas tem sido cada vez mais comum por mulheres de diversas faixas etárias. Presentes desde a década de 60, as próteses passaram por uma evolução tecnológica importante, tornando-se bastante seguras e populares.
Tentaremos neste artigo esclarecer as dúvidas mais comuns entre as pessoas que se interessam pelo procedimento.
- A partir de que idade pode-se implantar as próteses?
Normalmente indicamos a cirurgia após os 18 anos, quando o broto mamário já se desenvolveu totalmente e as mamas atingiram seu tamanho final.
- Existem vários tipos de próteses?
Sim, as próteses variam de forma, volume, revestimento, consistência e perfil.
- Qual é a melhor dentro destas variáveis?
Somente após um minucioso exame o cirurgião pode indicar o melhor tipo para cada caso em particular.
- Aonde ela é posicionada?
Existem duas maneiras; logo abaixo da glândula mamária ou atrás do músculo peitoral.
Em pessoas com mamas extremamente pequenas optamos por colocar atrás do músculo, mas em 90% dos casos os implantes ficam abaixo da glândula.
- No caso de mamas “caídas”, as próteses também podem ser usadas?
Sim, pequenas quedas podem ser resolvidas só com as próteses ou com elevação das aréolas em conjunto. Casos de flacidez mais intensa requerem outros procedimentos como a retirada do excesso de pele e reposicionamento do tecido mamário.
- Existem próteses definitivas?
Segundo os engenheiros responsáveis de uma empresa bastante confiável, as próteses devem ser trocadas a cada 12 anos.
- As próteses podem causar câncer?
Já foram realizados centenas de estudos em diversos centros mundiais que demonstraram a biossegurança deste tipo de material, inclusive trazendo um dado estatístico novo: as pacientes com próteses apresentaram um menor aparecimento desta doença.
- As próteses prejudicam a amamentação?
Depende da via de acesso, como normalmente elas ficam abaixo da glândula mamária, as pacientes poderão amamentar normalmente.
Fonte: Dr. Norton Glattstein – Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica