Carolina Oliboni Nutricionista

Carolina Oliboni Nutricionista Alimentação consciente e com visão integrativa do ser. Atendimento a vegetarianos, veganos e on?

Atendimento nutricional com visão integrativa do ser em suas dimensões física, mental, emocional/comportamental e espiritual

Alimentação saudável e consciente

Nutrição vegetariana e vegana

Nutrição comportamental

Tratamento de transtornos alimentares

Avaliação corporal com Bioimpedância

site: www.carolinaoliboni.com.br

10/03/2026

O problema nunca foi o feijão!

Muitas pessoas param de comer feijão porque sentem gases, estufamento ou desconforto depois de consumir.

Mas, na maioria das vezes, o problema não é o alimento em si.

O feijão é rico em fibras e compostos que alimentam as bactérias do intestino.

Quando existe desequilíbrio da microbiota intestinal (disbiose), esses carboidratos podem ser fermentados em excesso — e é isso que costuma causar gases e inchaço abdominal.

Ou seja: muitas vezes o corpo não precisa excluir o alimento, precisa de um intestino mais equilibrado.

Além disso, alguns fatores fazem muita diferença na tolerância:
• deixar o feijão de molho antes do preparo
• respeitar quantidade e frequência de consumo
• ter uma digestão funcionando bem - e muitas vezes é necessário um tratamento e um “reset” na digestão

Existem, sim, algumas situações em que a retirada temporária pode ser necessária, como por exemplo:
• Síndrome do intestino irritável com sensibilidade a FODMAPs
• Supercrescimento bacteriano no intestino (SIBO)
• Doença inflamatória intestinal em fase ativa
• Algumas fases de protocolos terapêuticos específicos

Mas, fora esses casos, sair retirando alimentos da alimentação raramente resolve o problema de base.

Cuidar da saúde intestinal costuma ser o que realmente muda a forma como o corpo digere os alimentos.

Feijão te dá gases ou você digere bem? Me conta aqui. 👇

Muitas mulheres chegam ao consultório dizendo:“Parece que meu intestino mudou depois dos 40.”Elas continuam comendo pare...
05/03/2026

Muitas mulheres chegam ao consultório dizendo:
“Parece que meu intestino mudou depois dos 40.”

Elas continuam comendo parecido com antes, mas começam a sentir mais estufamento, gases ou digestão pesada.

Durante o climatério, as oscilações hormonais podem influenciar a microbiota, a fermentação intestinal e até a forma como o corpo tolera alguns alimentos.

Por isso, nem sempre a solução é simplesmente cortar alimentos da dieta. Muitas vezes o que faz diferença é ajustar tipo de fibra, combinação de alimentos, quantidades e ritmo das refeições para essa fase da vida.

E, como nutricionista com atuação em saúde digestiva, também observo que em alguns casos condições intestinais pré-existentes — como síndrome do intestino irritável (SII) ou doença de Crohn — podem estar no meio disso, com sintomas se agravando ou até confundindo a percepção do que está causando o desconforto.

O intestino da mulher no climatério tem particularidades — e entender isso muda completamente a estratégia nutricional.

Se você percebeu mudanças no seu intestino nos últimos anos, vale a pena olhar para isso com mais atenção.

Carol Oliboni
Nutricionista
CRN 21790

23/02/2026

Começou academia e já pensa em whey? Calma.

Nem toda mulher que treina precisa de suplemento, seja whey ou de origem vegetal.

Na maioria dos casos, o foco inicial é organizar a alimentação, não suplementar.

No climatério, o whey (proteína do soro de leite) nem sempre é a melhor escolha — especialmente se há muitos gases ou distensão abdominal.

E o ganho de massa muscular não vem só de proteína.
Os carboidratos são essenciais — sem medo, eles só precisam ser bem escolhidos e na quantidade certa.

👉 No meu acompanhamento, a estratégia é montada para você:
• melhores opções de carboidratos, com carga glicêmica adequada
• proteínas na quantidade correta
• boas gorduras e micronutrientes que sustentam o treino e a recuperação
Suplemento entra quando faz sentido — como um complemento.

💬 Ficou com dúvida? Me chama ou deixa aqui nos comentários.

Tofu tem pouca proteína?Depende do tipo — e do contexto.👉 Proteína média por 100 g:• Tofu macio: 4–6 g• Tofu firme: 8–10...
13/02/2026

Tofu tem pouca proteína?

Depende do tipo — e do contexto.

👉 Proteína média por 100 g:
• Tofu macio: 4–6 g
• Tofu firme: 8–10 g
• Tofu extra-firme/prensado: 12–15 g

💡Sim, é menos proteína que carnes. E isso não é um problema.

O diferencial do tofu:
✔️ Composição mais limpa
✔️ Muito menos gordura saturada
✔️ Zero colesterol
✔️ Proteína vegetal completa (fornece todos os aminoácidos essenciais)
✔️ Menor potencial inflamatório quando comparado às carnes

📌 Carnes concentram mais proteína porque têm menos água
📌 O tofu é um alimento integral, não um concentrado proteico

Na prática clínica:

Quando o objetivo é saúde intestinal, hormonal e metabólica, o tofu funciona como proteína base, sem sobrecarregar o organismo. E combinando os alimentos em proporções certas em todas as refeições, facilmente atingimos as necessidades diárias de proteína.

Não é sobre excluir carne. É sobre escolher melhor.

E você? Já conhece e inclui tofu na sua alimentação?

No climatério e na menopausa, quando o corpo já passa por uma transição hormonal natural, esses 5 fatores deixam de ser ...
04/02/2026

No climatério e na menopausa, quando o corpo já passa por uma transição hormonal natural, esses 5 fatores deixam de ser detalhe e passam a definir a intensidade dos sintomas.

Entenda como cada fator impacta o seu corpo:

1️⃣ Dieta rica em açúcar, gorduras ruins e ultraprocessados
Aumenta inflamação sistêmica, desregula a glicemia e piora resistência à insulina, favorecendo fogachos, fadiga, alterações de humor e ganho de gordura.

2️⃣ Excesso calórico crônico
Mantém hiperinsulinemia, dificulta o uso de gordura como energia e intensifica a deposição de gordura corporal, agravando a desregulação hormonal.

3️⃣ Deficiências nutricionais (ferro, zinco, B12, vitamina D, entre outras)
Comprometem energia, massa muscular, função neurológica, imunidade e o equilíbrio dos eixos hormonais.

4️⃣ Uso regular de álcool e cigarro
Aumenta estresse oxidativo, inflamação, permeabilidade intestinal e prejudica a metabolização hepática dos hormônios, intensificando sintomas.

5️⃣ Percentual de gordura corporal elevado
O tecido adiposo atua como órgão endócrino, ampliando processos inflamatórios e interferindo no equilíbrio hormonal.

Se esses fatores não forem corrigidos, os sintomas não melhoram — tendem a piorar.
O corpo não se ajusta sozinho nessa fase.

Climatério e menopausa não devem ser atravessados sem acompanhamento.
👉🏽Sem estratégia nutricional individualizada, a perda de energia, o ganho de gordura e a intensificação dos sintomas se tornam progressivos.

✅Com acompanhamento adequado, é possível controlar sintomas, proteger metabolismo, preservar qualidade de vida e envelhecer com saúde de verdade.

02/02/2026
O colágeno é uma proteína estrutural essencial para a firmeza da pele, a saúde das articulações, do intestino e dos teci...
19/01/2026

O colágeno é uma proteína estrutural essencial para a firmeza da pele, a saúde das articulações, do intestino e dos tecidos de sustentação do corpo.

A partir dos 40 anos, sua produção diminui naturalmente — e os impactos vão muito além da estética.

O corpo não “consome” colágeno pronto.
Ele produz colágeno a partir de vitaminas, minerais, antioxidantes e aminoácidos, que precisam estar presentes na quantidade certa, nas combinações certas e no contexto certo.

Uma alimentação vegetal pode fornecer todos esses nutrientes, mas a forma como ela é organizada faz diferença: absorção, inflamação, saúde intestinal e fase de vida influenciam diretamente esse processo.

Após os 40, produzir e preservar colágeno é uma construção individual — e começa com uma estratégia nutricional bem conduzida.





Depois dos 40, o corpo muda a forma como responde à alimentação.Não é só sobre calorias ou força de vontade.🔹 A sensibil...
12/01/2026

Depois dos 40, o corpo muda a forma como responde à alimentação.
Não é só sobre calorias ou força de vontade.

🔹 A sensibilidade à insulina já não é a mesma
🔹 A microbiota intestinal passa por mudanças
🔹 O fígado assume um papel ainda mais importante no metabolismo hormonal.

Por isso, pequenas escolhas começam a fazer diferença — como:
• não pular proteína no café da manhã
• priorizar carboidratos de comida de verdade no jantar
• incluir vegetais que ajudam o corpo a metabolizar hormônios

Nada disso é radical.
Mas sustentar essas mudanças sozinha, no meio da rotina, do cansaço e das oscilações hormonais, costuma ser o que mais trava.

É aí que acompanhamento nutricional passa a ser estrutura, direção e constância ao longo do processo.

✨ O corpo não precisa de mais rigidez.
Precisa de cuidado que acompanhe essa fase.





Depois dos 40, o corpo não responde mais da mesma forma aos estímulos de antes.🧠Oscilações hormonais passam a interferir...
09/01/2026

Depois dos 40, o corpo não responde mais da mesma forma aos estímulos de antes.

🧠Oscilações hormonais passam a interferir no metabolismo, na distribuição de gordura, na resposta ao estresse e até na forma como o corpo lida com restrição alimentar.

É comum perceber mais cansaço, dificuldade em emagrecer, alterações de apetite, sono fragmentado e inflamação de base — sinais de um organismo que precisa de escuta, não de mais rigidez.

Quando se tenta sustentar resultados rápidos em um corpo que está pedindo adaptação, o processo se torna pesado.

⚠️E fazer isso sozinha aumenta ainda mais a chance de parar.

🧩Nessa fase, resultado não vem de insistir nas mesmas estratégias. Vem de entender o momento do corpo, ajustar o processo e ter direcionamento ao longo do caminho.





Você sabia que boa parte dos sintomas do ciclo pode piorar quando o estrogênio não é eliminado corretamente pelo intesti...
17/11/2025

Você sabia que boa parte dos sintomas do ciclo pode piorar quando o estrogênio não é eliminado corretamente pelo intestino?

TPM intensa, inchaço, irritabilidade, celulite, acne cíclica, melasma… tudo isso pode estar ligado ao estroboloma desregulado. O mesmo vale para quem já está na perimenopausa com ou sem reposição hormonal.

A boa notícia é que existem alimentos que ajudam seu corpo a metabolizar e eliminar melhor o estrogênio, reduzindo esses desconfortos ao longo do mês.

🌿 Mas atenção: não existe uma alimentação genérica para modular hormônios ou comer alguns alimentos que ajudam, mas a maior parte da sua dieta ser pró-inflamatória.

Cada mulher precisa de um planejamento nutricional específico, que considere:
• seu ciclo
• sintomas
• estado nutricional atual, que muitas vezes está em deficiência de nutrientes
• saúde intestinal
• fase da vida

Comer “saudável” é importante — mas nutrir de forma estratégica é o que realmente muda o jogo quando o assunto é equilíbrio hormonal.

🌸👉 Se você quer modular o estrogênio, reduzir sintomas e ter um plano alimentar pensado exatamente para você, me envie uma mensagem.

Endereço

R. Itapura/Al. Lorena
São Paulo, SP
03310-000

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