05/01/2026
Viver no modo automático economiza energia, mas rouba sentido. Nosso cérebro até gosta da rotina, porque ela dá previsibilidade, mas é a empolgação — aquela faísca boa no peito — que libera dopamina, aumenta a motivação e empurra a gente pra frente. Quando fazemos o que nos nutre de verdade, não é só o humor que muda: a percepção do tempo, as escolhas e até o corpo entram em outro ritmo.
Cada pessoa tem um “combustível” diferente: pra uns é silêncio, pra outros é bagunça criativa; alguns florescem cuidando, outros criando, outros simplesmente sendo. E tá tudo bem. Prioridades não são luxo, são bússola.
Cuidar delas é um ato de carinho consigo mesmo — meio científico, meio poético, meio engraçado, tipo lembrar que a vida não é só pagar boletos… é também rir do próprio caos e escolher, sempre que der, aquilo que faz os olhos brilharem. Afinal, felicidade não é pressa: é direção.