Psicólogo PAULO Magnani

Psicólogo PAULO Magnani Psicoterapia individual na linha psicanalítica para crianças, adolescentes, adultos, idoso e casal, no tratamento das diversas formas de sofrimento humano.

01/03/2020

O quadro Falando nIsso propõe uma conversa entre os diversos inscritos do canal Christian Dunker e o próprio sobre temas escolhidos através de comentários. P...

20/09/2019
11/09/2019
31/07/2019

Como é, para você, a questão da conquista, da paquera, da sedução da pessoa que é seu objeto de interesse, romanticamente falando? Amar e se Relacionar

Ou, como a moçada diz hoje, seu “crush”? É um jogo, que você participa com entusiasmo; ou uma agonia, onde você não sabe como agir, e f**a com medo de não ser bem sucedido?

Esse tema dos relacionamentos amorosos é, talvez junto com o tema “morte”, um dos mais discutidos pela humanidade, em toda a sua história. Amar e se Relacionar

A maioria das músicas que existem, ou que ainda irão existir, toca exatamente nesse assunto. Livros, séries, filmes… em todo lugar vemos esse tema da conquista, do amor e de suas dificuldades.

E faz sentido, já que é um tema que abrange a praticamente todos. Somos seres sociais, e seres se***is, com libido, criados a base de ideias românticas desde cedo.

E vemos casais o tempo todo, em casa, na televisão, na rua, na internet, em revistas… já somos quase 7 bilhões e meio de pessoas no planeta, e aumentando numa velocidade impressionante.

Ou seja, cedo ou tarde todo mundo, ou quase todo mundo, estará em algum relacionamento amoroso. Amar e se Relacionar

E quem não está, muito provavelmente quer estar (com todas as variações de hoje em dia, como “f**ar”, “pegar”, “tretar”, e não sei mais o quê – apesar disso tudo, ainda se busca bastante um relacionamento fixo, estável). Amar e se Relacionar

Com o advento da internet, muita coisa mudou também nessa área – aliás, o que não mudou com a internet? No futuro, acredito que se falará nos anos A.I., e nos anos D.I., antes e depois da internet.

Hoje em dia, com os smartphones por toda a parte, muitos aplicativos para encontrar seu parceiro ideal apareceram, e fazendo um sucesso enorme (vide o “Tinder”, por exemplo, que em 2014, ultrapassou a marca de 10 milhões de usuários, apenas no Brasil). Sem falar nas diversas redes sociais, com grupos, comunidades, bate-papo, etc. Amar e se Relacionar

Mas o que isso tudo signif**a, todas essas novidades? São mudanças na forma, novas possibilidades de se conhecer pessoas, fazer um primeiro contato, conversar. Amar e se Relacionar

Na essência mesmo, a coisa não é muito diferente do que era na época em que Shakespeare escreveu “Romeu e Julieta”, 400 e poucos anos atrás (pra citar uma história bastante conhecida por pessoas de todas as idades – aliás, Julieta tinha 13 anos na estória; viu como muitas coisas não mudaram?).

Digo isso porque, em essência, na hora H, é a mesma coisa: frio na barriga, suor, batimento cardíaco acelerado… medo de ser rejeitado, medo de passar vergonha… insegurança, autoestima abalada, as palavras se atrapalham na hora de sair, você periga tropeçar, derrubar a bebida na pessoa (puxa!). Era assim, é assim, e provavelmente ainda será assim por muito tempo. Amar e se Relacionar

Para muitos, apesar dos percalços listados acima, a coisa anda relativamente bem, e, aos trancos e barrancos, se chega ao objetivo, e um novo relacionamento se inicia.

Se vai dar certo, ou vai dar errado, não se sabe; se vão f**ar juntos 15 dias, ou 15 anos, só o tempo dirá.

Porém, para outros, esses percalços da conquista são obstáculos grandes demais, pelo menos na visão da pessoa. Amar e se Relacionar

Ela os vê como intransponíveis, impossíveis de serem contornados. E alguns desistem; e, consequentemente, sofrem. Sofrem por estarem sozinhos, e por não terem tido a coragem para ir até lá e agir, pelo menos tentar.

E vendo outras pessoas conseguindo fazer isso, se sentem covardes, fracas, menores. Muitas vezes são chamadas assim até por pessoas próximas. Amar e se Relacionar

Elas não são fracas, não são covardes. Elas estão com um impedimento que está fazendo com que não consigam criar a coragem para ir atrás do que querem, seja esse impedimento causado por timidez, ansiedade, fobia social, depressão, ou o que for.

Freud já dizia que uma pessoa apaixonada está “desamparada”, no sentido de que sua libido, seu amor, sua energia está voltada para uma outra pessoa, e que a reciprocidade ou não desse amor faz com que a pessoa se sinta fortalecida, ou, ao contrário, despedaçada pelo chão.

Leia Também: Resiliência: A Capacidade de SUPERAÇÃO – Como Seus Pensamentos Podem Te Ajudar a Ser Resiliente?

Talvez esse estado de desamparo seja assustador demais para algumas pessoas; talvez a pessoa esteja com uma autoestima baixa, o que a deixa bastante insegura, e não se sinta “merecedora” de ter seu amor correspondido. Amar e se Relacionar

Talvez a possibilidade de receber um “Não” pareça sofrida demais para essas pessoas; a sensação de rejeição seja forte demais para seu orgulho.

Talvez a possibilidade de que a fantasia de amor que ela está nutrindo desmorone perante a realidade seja o impeditivo. Amar e se Relacionar

A questão é que o aparelho psíquico de cada pessoa, sua mente, tenta sempre protegê-lo de um sofrimento mais óbvio. Mas muitas vezes, isso gera um sofrimento ainda maior no longo prazo.

Não temos como saber as razões de cada um, cada indivíduo é um indivíduo, um universo, e nossas mentes são como “máquinas” super complexas. Amar e se Relacionar

Porém, o que é claro é que essas pessoas estão em sofrimento, e que devem buscar algo para sair dele. Tentar achar alguma forma de se provocar, de se mexer, de sair da posição que está.

Buscar se autoconhecer, entender o que é necessário para ultrapassar esse impedimento, e ir atrás do que lhe interessa. Amar e se Relacionar

Nisso tudo, a psicoterapia pode ajudar, e bastante. Fazer com que a pessoa analise a situação, e tente perceber o que a está travando nessa situação, o que a está impedindo de ser feliz, e como sair desse ciclo.

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Paulo Francisco Magnani - CRP 06/135332

Psicólogo clínico, atendimento a idosos, adultos, crianças e adolescentes

Experiência e saúde mental, acompanhamento terapêutico, Orientação vocacional, Recrutamento e seleção, avaliação psicológica e de personalidade.

Qualif**ações:

- Graduação em Psicologia Faculdade de Americana

- Pós Graduando em Psicologia Hospitalar (Instituto Israelita Albert Einsten)

- Curso de Psicanálise Com Crianças (Sociedade Brasileira de Psicanálise Lacaniana)

- Curso de Psicanálise Saúde Mental (CEFAS)

- Curso de Formação em Psicanálise Lacaniana (Sociedade Brasileira de Psicanálise Lacaniana)

- Introdução à Acompanhante Terapêutico Clinica Vivência

- Extensão Psicoterapia, Transtornos de Personalidade e Entrevista Motivacional pela UNISAL

- Criminologia e psicanálise pela IPP

Atendimento em:
Av. Bandeirantes, 421
Jardim Bandeirantes - São Roque - SP
CEP: 18134-220

Disponibilidade para atendimento presencial ou online!

Contatos:
Email: paulomagnani.psicologia@gmail.com
Cel: (11)98829-3974

22/07/2019

Segundo Carl Gustav Jung (1875-1961), o Arquétipo Self é o princípio organizador da Personalidade, sendo o principal Arquétipo do Inconsciente Coletivo.

O Arquétipo Self é o Centro, assim como o Sol é o Centro do Sistema Solar. A função desse Arquétipo de extrema importância consiste na organização e na unif**ação, pois ele tem a poderosa missão de atrair e harmonizar os demais arquétipos.

Quando uma pessoa relata estar de bem com a vida e em paz com o mundo a sua volta, podemos afirmar que o Self está cumprindo o seu papel. No entanto, quando uma pessoa sente que está tudo fora do lugar e tem a impressão de que o mundo irá desabar, podemos afirmar que o Self não está atuando de forma clara na vida dela.

O principal objetivo de toda Personalidade, seja ela qual for, é chegar à auto-realização e conhecimento do próprio Self.

A busca pelo autoconhecimento é o único caminho para tal realização. Esta é a tarefa mais difícil que o homem pode encontrar durante toda a sua existência. Tarefa esta que exige demasiado esforço, disciplina constante e muita sabedoria aliada à intensa responsabilidade.

O Self tem a capacidade de ser o regulador e o governante de nossa personalidade. Através do desenvolvimento desse arquétipo, o homem f**a motivado e impulsionado a uma ampliação da consciência e começa a perceber o rumo de sua própria vida.

O homem só poderá viver em harmonia com a própria natureza a partir do momento em que tornar consciente aquilo que é inconsciente.

“O Self é a meta da nossa existência, por ser ele a mais completa expressão da combinação a que estamos fadados e que denominamos individualidade.”

(Carl Gustav Jung)

Encontre seu caminho, busque sempre pelo equilíbrio.

Faça terapia!

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Paulo Francisco Magnani - CRP 06/135332

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20/07/2019

Chama atenção a frequência com que chegam à clínica psicanalítica pessoas com diagnóstico de depressão, encaminhadas por médicos psiquiatras que reconhecem na intervenção terapêutica um valioso complemento da medicação ministrada.

Outro fenômeno que chama a atenção e surpreende é o número de pacientes que, mesmo sem a chancela médica, apresentam-se como depressivos. A reincidência desses casos faz pensar: qual seria o sentido de um leigo diagnosticar-se dessa forma?

São inúmeros os signif**ados e geralmente aparecem entrelaçados. O primeiro deles parece estar relacionado ao uso do termo depressão ou depressivo pelo senso comum, para identif**ar estados de abatimento, desesperança e desinteresse pela vida.

A segunda possibilidade, que não exclui a anterior, seria usar a patologia para precisar, a priori, a razão de um sofrimento particular, expresso por um mal-estar, uma falta de vitalidade, uma desesperança, cuja origem o paciente ignora. Nesses casos, a utilização do termo depressão mostra-se uma estratégia não só para aludir a algo que se desconhece, como também para localizá-lo em um campo e em um grau. Nomear o sofrimento resulta, portanto, em uma forma de apropriação.

Seja o uso do termo depressão derivado de avaliação médica ou de um autodiagnóstico, o certo é que a investigação psicanalítica não pode ater-se a ele, ainda que deva, sem dúvida, levá-lo em conta. Ao analista cabe, sobretudo, concentrar-se nas particularidades do sofrimento de cada paciente.

Entretanto, parece haver uma característica semelhante, que aproxima os casos de depressão. Trata-se de uma perda do sentido do viver, que se manifesta num desligamento afetivo. Este serve como defesa contra o sofrimento. Porém, ao se buscar não sofrer, todas as demais vivências emocionais experimentam uma espécie de “desbotamento”.

Nas situações depressivas, a dor parece estar predominantemente ligada a um distanciamento do que se é e uma aproximação a modelos de perfeição idealizada. As pessoas sofrem por não estarem à altura de ideais construídos.

Apesar de buscarem na terapia um espaço para respirar e existir, encontram um obstáculo interno, que as devolve para o mesmo lugar de desalento. A esperança advém da possibilidade de transformação e atualização dessa crença de que não estão à altura dos ideais construídos.

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Paulo Francisco Magnani - CRP 06/135332

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