Psicóloga Psicopedagoga

Psicóloga Psicopedagoga Oferecer o serviço de psicologia infantil na cidade de Serro.

Com foco em crianças com dificuldade de aprendizagem, TDAH, dislexia, síndrome de down, autismo, transtorno invasivos do desenvolvimento, transtorno emocional ou comportamental, depressão, ansiedade, estresse...

02/02/2026

Manter uma rede de apoio e vínculos afetivos é fundamental para a saúde mental e emocional ao longo da vida.

Os vínculos nos lembram que não precisamos dar conta de tudo sozinhos. Ter pessoas com quem podemos compartilhar alegrias, medos, dúvidas e dores reduz o sentimento de isolamento, fortalece a autoestima e aumenta a sensação de pertencimento. Quando somos escutados e acolhidos, nosso sofrimento diminui e nossa capacidade de enfrentar desafios aumenta.

Uma rede de apoio — que pode incluir família, amigos, parceiros, colegas, grupos, profissionais ou comunidades — funciona como um fator de proteção emocional. Ela ajuda a regular emoções, oferece diferentes perspectivas diante dos problemas e serve de amparo nos momentos de crise, luto, adoecimento ou mudanças importantes.

Além disso, o vínculo saudável promove segurança emocional: saber que alguém se importa, que podemos pedir ajuda sem julgamento, cria base para relações mais maduras, empáticas e equilibradas. Cuidar desses laços também é um ato de autocuidado — vínculos precisam de presença, comunicação e reciprocidade.

Em resumo: rede de apoio não é luxo, é necessidade humana. Cultivar vínculos é sustentar a vida emocional, fortalecer a resiliência e lembrar, diariamente, que existir em relação é parte essencial de ser humano

01/02/2026
Na visão da Terapia do Esquema (TE), quebrar um ciclo familiar é um movimento profundamente transformador — e também emo...
31/01/2026

Na visão da Terapia do Esquema (TE), quebrar um ciclo familiar é um movimento profundamente transformador — e também emocionalmente pesado. Isso porque não se trata apenas de mudar comportamentos, mas de enfrentar esquemas emocionais profundos, construídos muitas vezes desde a infância.

Por que dói tanto quebrar um ciclo?

A TE entende que crescemos adaptando-nos ao ambiente familiar para sobreviver emocionalmente. Quando esse ambiente foi marcado por:
• abandono,
• crítica excessiva,
• invalidação emocional,
• negligência,
• controle ou violência,

a criança desenvolve esquemas desadaptativos precoces, como:
• abandono
• defeito/vergonha
• subjugação
• auto-sacrifício
• privação emocional

Quebrar o ciclo significa não repetir o que foi aprendido como “normal”, mesmo que isso gere culpa, medo ou solidão.

O peso emocional desse rompimento

Na prática, quem rompe ciclos costuma sentir:
• Culpa por “desagradar” a família
• Medo de rejeição ou exclusão
• Sensação de estar traindo sua origem
• Conflito interno entre o Modo Criança Vulnerável e o Modo Adulto Saudável

A TE mostra que o sofrimento não vem da mudança em si, mas da ativação desses esquemas antigos que dizem:

“Se eu for diferente, não serei amado.”

O papel do Adulto Saudável

Quebrar ciclos exige fortalecer o Modo Adulto Saudável, capaz de:
• Proteger a Criança Vulnerável
• Colocar limites sem agressividade
• Diferenciar lealdade de submissão
• Entender que respeito não é sinônimo de silenciamento

💬 Importante lembrar:
Romper um ciclo familiar não é rejeitar a família — é interromper a transmissão da dor.

Na Terapia do Esquema, isso é visto como um ato de coragem emocional, não de egoísmo.

31/01/2026

O estado depressivo é uma condição emocional caracterizada por tristeza persistente, desânimo e perda de interesse ou prazer nas atividades do dia a dia. Ele pode variar de leve a intenso e não é a mesma coisa que um diagnóstico de depressão, embora possa evoluir para isso se não for cuidado.

Sinais comuns de um estado depressivo
• Tristeza frequente ou sensação de vazio
• Cansaço excessivo, mesmo sem esforço físico
• Falta de motivação ou prazer
• Irritabilidade ou apatia
• Dificuldade de concentração
• Alterações no sono (insônia ou sono excessivo)
• Mudanças no apetite
• Pensamentos negativos recorrentes sobre si ou sobre a vida

Possíveis causas
• Situações de perda, luto ou frustrações
• Sobrecarga emocional e estresse prolongado
• Conflitos familiares ou afetivos
• Falta de descanso, lazer ou apoio emocional
• Questões hormonais ou de saúde (em alguns casos)

O que pode ajudar
• Falar sobre o que sente com alguém de confiança
• Buscar apoio psicológico (terapia faz muita diferença)
• Manter uma rotina mínima de autocuidado (sono, alimentação, movimento)
• Evitar o isolamento completo
• Respeitar o próprio tempo — não é fraqueza, é cuidado

⚠️ Se os sintomas durarem mais de duas semanas, piorarem ou vierem acompanhados de pensamentos de morte ou desesperança intensa, é fundamental procurar ajuda profissional o quanto antes.

31/01/2026

Escolher é renunciar.

Para toda escolha, abrimos mão de algo.
Escolher é assumir prioridades, aceitar limites e reconhecer que não dá para viver todos os caminhos ao mesmo tempo. Cada “sim” carrega um “não” implícito — e isso não precisa ser motivo de culpa.

Renunciar também é maturidade emocional: entender o que faz sentido agora, respeitar o próprio momento e sustentar as consequências com responsabilidade. Às vezes, o que deixamos para trás não era perda, mas espaço para o que realmente importa.

“A saúde mental não mora na perfeição, mas no reconhecimento de que você já é suficiente enquanto caminha. Ser real é ma...
30/01/2026

“A saúde mental não mora na perfeição, mas no reconhecimento de que você já é suficiente enquanto caminha. Ser real é mais curativo do que ser ideal.”

29/01/2026

Aqui estão orientações essenciais para pais que têm filhos g**s, com foco em acolhimento, saúde emocional e fortalecimento do vínculo familiar:



🌈 1. Ame sem condições

A orientação sexual não muda quem seu filho é. Amor, respeito e aceitação são necessidades básicas para o desenvolvimento emocional saudável.



👂 2. Escute mais, julgue menos

Permita que seu filho fale sobre sentimentos, medos e experiências. Às vezes, ele não precisa de respostas, apenas de escuta e presença.



📚 3. Informe-se

Busque informações confiáveis sobre diversidade sexual. O desconhecimento alimenta medos e preconceitos que machucam — e podem afastar.



🛡️ 4. Seja um porto seguro

Infelizmente, o mundo ainda pode ser hostil. Saber que a família é um lugar de proteção reduz riscos de ansiedade, depressão e isolamento.



🚫 5. Evite frases que ferem

Comentários como “é só uma fase”, “onde erramos?” ou “não conta pra ninguém” invalidam sentimentos e geram culpa. Palavras também educam (ou machucam).



🤝 6. Defenda seu filho

Em situações de preconceito, inclusive dentro da própria família, posicione-se. O silêncio também comunica — e pode doer.



🧠 7. Cuide de você também

É normal sentir confusão ou medo no início. Buscar apoio psicológico ou grupos de pais pode ajudar nesse processo de adaptação e aprendizado.



💬 Lembre-se:

Um filho aceito em casa tem mais chances de ser um adulto seguro, saudável e confiante.

Endereço

Rua São José, 415, Centro
Sêrro, MG
39150000

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Psicóloga Psicopedagoga posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Psicóloga Psicopedagoga:

Compartilhar

Share on Facebook Share on Twitter Share on LinkedIn
Share on Pinterest Share on Reddit Share via Email
Share on WhatsApp Share on Instagram Share on Telegram

Categoria