Carla Verdiano

Carla Verdiano Me dedico a cuidar do seu emocional através das terapias: Transpessoal Sistêmica; Barra de Acess e Tarot Terapêutico.

Com atendimento online e horários flexíveis, entre 7h às 21h, juntos buscaremos tratar suas questões pessoais.

Existe uma dor que quase ninguém percebe.Ela usa agenda cheia, metas batidas e elogios profissionais como disfarce.Muita...
18/02/2026

Existe uma dor que quase ninguém percebe.

Ela usa agenda cheia, metas batidas e elogios profissionais como disfarce.

Muitas pessoas consideradas “fortes” vivem em alerta constante. Produzem muito, resolvem tudo, ajudam todos… mas não conseguem descansar sem culpa.

Alta performance, quando nasce da autocobrança extrema, não é sinal de equilíbrio é, muitas vezes, uma estratégia inconsciente para evitar sentimentos como inadequação, medo ou rejeição.

O problema não é ser produtiva.
O problema é sentir que só merece amor quando entrega resultado.

Se você só se sente suficiente quando está performando, talvez não seja disciplina — talvez seja sobrevivência emocional.

Cuidar da saúde mental também é aprender que seu valor não depende da sua produtividade.

Você pode desacelerar.
Você pode falhar.
Você continua sendo suficiente.

16/02/2026

Esse vídeo apareceu para mim e eu não podia deixar de compartilhar com vocês. Afinal, conselho bem tem que ser divulgado.

Carnaval é tempo de festa, encontros, intensidade e muita energia. E, no meio de tantos estímulos, é fácil se desconecta...
14/02/2026

Carnaval é tempo de festa, encontros, intensidade e muita energia. E, no meio de tantos estímulos, é fácil se desconectar de si mesmo.

Na Gestalt-terapia, olhamos para a importância do contato com o aqui e agora: perceber o que você sente, o que seu corpo sinaliza e quais são, de fato, os seus limites.

A folia pode ser alegre e potente, mas ela também pode ser cansativa e atravessar emoções que estavam ali, quietas.

Respeitar seus limites, fazer pausas, hidratar-se, moderar o álcool e escolher bem suas companhias são formas concretas de autorresponsabilidade.

Antes de reagir, respire. Antes de aceitar tudo, perceba se isso faz sentido para você.

Cuidar da saúde mental também é conseguir aproveitar o Carnaval sem se abandonar no processo.

11/02/2026

As emoções não surgem para atrapalhar.
Elas são sinais às vezes sutis, às vezes intensos, de algo que precisa ser cuidado.

Quando você se permite escutá-las com curiosidade e sem julgamento, começa a se aproximar de si mesmo(a) com mais verdade.

Não para ter respostas imediatas, mas para construir compreensão.

O que a sua emoção de hoje está tentando te contar?

09/02/2026

No consultório presencio com frequência pessoas que chegam machucadas não apenas pelo transtorno mental ou emocional que vivem, mas pelo julgamento que recebem por adoecerem.

Porque, diferente de outras doenças, o sofrimento psíquico ainda é tratado como falta de esforço, fé ou controle.

Transtornos mentais e emocionais não são escolha.
Eles envolvem o corpo, o cérebro, a história de vida, os vínculos e o contexto em que essa pessoa existe.

E, em muitos casos, o tratamento passa, sim, por medicação, não como solução mágica, mas como um recurso de cuidado.

Medicar não é desistir de si.
É, muitas vezes, o que permite que a pessoa volte a sentir, pensar, elaborar e seguir o processo terapêutico.

Força de vontade não cura sofrimento emocional.
Como terapeuta, eu escuto isso todos os dias no consultório.

Pessoas que chegam machucadas não apenas pelo transtorno mental ou emocional que vivem, mas pelo julgamento que recebem por adoecerem.
Porque, diferente de outras doenças, o sofrimento psíquico ainda é tratado como falta de esforço, fé ou controle.

Transtornos mentais e emocionais não são escolha.
Eles envolvem o corpo, o cérebro, a história de vida, os vínculos e o contexto em que essa pessoa existe.
E, em muitos casos, o tratamento passa, sim, por medicação — não como solução mágica, mas como um recurso de cuidado.

Medicar não é desistir de si.
É, muitas vezes, o que permite que a pessoa volte a sentir, pensar, elaborar e seguir o processo terapêutico.

Saúde mental se cuida com escuta, responsabilidade e respeito.

Às vezes, sobreviver foi o máximo que deu para fazer.E isso já diz muito sobre a força de alguém.A clínica pode ser esse...
03/02/2026

Às vezes, sobreviver foi o máximo que deu para fazer.
E isso já diz muito sobre a força de alguém.

A clínica pode ser esse espaço onde a pressa diminui, o corpo encontra apoio e a história pode ser olhada com mais cuidado até que viver volte a ser possível, do próprio jeito.

30/01/2026

Talvez o passado não tenha oferecido o amor que era necessário. Isso não pode ser mudado.

Mas é no aqui e agora que podemos acolher essa criança interior, oferecendo o cuidado, o respeito e a presença que antes faltaram.

Olhar para o passado é muito diferente de viver do passado!

Você costuma acolher a sua criança interior?

Uma coisa não anula a outra, viu? 🤓😂
28/01/2026

Uma coisa não anula a outra, viu?
🤓😂

Burnout não é classificado como doença mental pela Organização Mundial da Saúde. A OMS reconhece o burnout como um fenôm...
27/01/2026

Burnout não é classificado como doença mental pela Organização Mundial da Saúde. A OMS reconhece o burnout como um fenômeno ocupacional, resultante de estresse crônico no trabalho que não foi adequadamente gerenciado.

Na Classificação Internacional de Doenças, o burnout aparece no CID 11 sob o código QD85, inserido no capítulo de fatores que influenciam o estado de saúde, e não entre os transtornos mentais.

Segundo a OMS, o burnout é caracterizado por exaustão intensa, distanciamento mental ou sentimentos negativos em relação ao trabalho e redução da eficácia profissional. Esses sinais estão diretamente ligados ao contexto laboral.

Embora não seja uma doença mental, o burnout é um alerta importante sobre condições de trabalho adoecedoras e pode contribuir para o desenvolvimento de outros sofrimentos psíquicos quando não reconhecido e cuidado.

Antes de ser Psicologia, isso foi uma escolha difícil.
E muito necessária.Hoje, a colação de grau não é só o encerrament...
23/01/2026

Antes de ser Psicologia, isso foi uma escolha difícil.
E muito necessária.

Hoje, a colação de grau não é só o encerramento de um curso. Pra mim, ela representa um retorno a mim mesma.

Cheguei até aqui depois de sair de uma carreira que fez parte da minha história por muitos anos. Era onde eu me sentia segura, reconhecida, pertencente.
Mas, com o tempo, também foi onde eu comecei a me perder.

O corpo cansava, a cabeça não desligava, e nada parecia suficiente. Eu seguia, mesmo já não estando inteira.
O esgotamento foi me mostrando, aos poucos, que daquele jeito não dava mais.
Reconhecer isso doeu. Mas também foi libertador.

Escolher a Psicologia foi um recomeço cheio de medo — e, ao mesmo tempo, cheio de vida. Nesses quatro anos, fui reencontrando algo que eu achava que tinha ficado pra trás: entusiasmo, curiosidade, paixão por aprender. E, principalmente, a confiança em mim. A sensação de que eu sou capaz, de que ainda posso construir caminhos novos.

Não foi um percurso fácil. Teve cansaço, insegurança, vontade de desistir.

Mas teve também muita alegria, encontros importantes e aquele sentimento silencioso de “é aqui”.

Hoje eu celebro.
Celebro essa conquista, agradeço a quem esteve perto, a quem me apoiou, a quem acreditou — e agradeço a mim, por ter seguido mesmo com medo.

Que esse novo ciclo seja vivido com verdade, cuidado e presença.
Um passo de cada vez, do meu jeito, sendo quem eu sou.

19/01/2026

Pertencer a si mesmo é assumir a própria experiência como válida. É reconhecer emoções, limites e desejos sem negá-los ou terceirizá-los.

Quando alguém se autoriza a sentir o que sente e a responder a partir disso, deixa de se fragmentar para agradar ou se encaixar. A coragem aparece justamente nesse ponto: sustentar quem se é no encontro com o mundo.

Assim, coragem não é um ato heroico isolado, mas um compromisso contínuo com a própria presença. É estar inteiro nas escolhas, responsabilizar-se pelo que se faz e pelo que se evita, e aceitar que viver de forma autêntica implica tensão, incerteza e mudança.

Pertencer a si mesmo é, portanto, um processo vivo de se reconhecer e se assumir a cada momento.

Você tem se pertencido?

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