Dr. Dyego Nunes

Dr. Dyego Nunes 🩺CRM 20895 RQE 14872
🔸️Câncer de Mama e Câncer de Cabeça e Pescoço
🏥Hospital São Rafael
🥼Clinica

Tem um momento que quase todo paciente espera: o dia em que o tratamento acaba. E, muitas vezes, esse momento traz junto...
25/04/2026

Tem um momento que quase todo paciente espera: o dia em que o tratamento acaba. E, muitas vezes, esse momento traz junto a ideia silenciosa de que a vida vai “voltar ao normal”.

Só que nem sempre é assim que acontece.

Tem pacientes que se sentem cansadas, outras ficam mais inseguras, algumas estranham o próprio corpo ou até o ritmo da rotina. E tudo isso costuma pegar de surpresa.

Esse período também faz parte do cuidado.
É um tempo para se reencontrar, entender novos limites, e de retomar as coisas com calma… sem pressa de estar “como antes”.

Com acompanhamento, esse caminho vai ficando mais claro e mais leve.

E, na maioria das vezes, o “normal” deixa de ser o de antes… e passa a ser um novo jeito de viver.

Se você já passou por isso, como foi esse recomeço pra você?

Você sabia que entender cada etapa do seu tratamento faz diferença ao longo do caminho?Do diagnóstico ao acompanhamento,...
24/04/2026

Você sabia que entender cada etapa do seu tratamento faz diferença ao longo do caminho?

Do diagnóstico ao acompanhamento, o cuidado envolve decisões, ajustes e, muitas vezes, dúvidas. Saber o que esperar em cada fase ajuda a reduzir a ansiedade e permite que o paciente participe de forma mais ativa do próprio cuidado.

Cirurgia, quimioterapia, radioterapia, hormonioterapia… nem todo mundo vai passar por todas essas etapas. E, quando passam, elas não acontecem da mesma forma para todos.

Entender o que está sendo feito não é só sobre informação. É o que permite fazer perguntas melhores, acompanhar as decisões e se sentir mais seguro em cada fase do tratamento.

Você sente que entende bem as etapas do seu tratamento?

Quando se fala em risco genético para câncer de mama, muita gente lembra apenas dos genes BRCA1 e BRCA2.Eles são, sim, o...
23/04/2026

Quando se fala em risco genético para câncer de mama, muita gente lembra apenas dos genes BRCA1 e BRCA2.

Eles são, sim, os mais conhecidos, principalmente após o caso da Angelina Jolie. Mas sabia que estes não são os únicos.

Hoje já sabemos que existem outras mutações que também podem aumentar o risco e, em alguns casos, mudar a forma como o acompanhamento é feito.

Entre elas:
🧬 PALB2: associada a um risco significativo de câncer de mama, podendo se aproximar dos níveis observados em mutações de BRCA em alguns casos;
🧬 CHEK2: relacionada a um aumento moderado de risco, especialmente quando há histórico familiar
🧬 TP53: mais rara, mas com alto impacto, geralmente associada a síndromes hereditárias e risco elevado em idades mais jovens.

Entender essas alterações ajuda a definir estratégias de rastreamento mais individualizadas e, em alguns casos, medidas de redução de risco. Por isso, histórico familiar importa. E investigação genética, quando bem indicada, também.

Você já conversou com seu médico sobre o seu risco individual?

Às vezes, o que mais muda no tratamento não são grandes viradas. São os pequenos passos que se repetem.Para quem está em...
18/04/2026

Às vezes, o que mais muda no tratamento não são grandes viradas. São os pequenos passos que se repetem.

Para quem está em tratamento, ser 1% melhor pode significar coisas que, de fora, parecem simples, mas fazem muita diferença na rotina.

Levantar da cama em um dia mais difícil.
Conseguir se alimentar melhor.
Manter uma pequena caminhada.
Retomar algo que ficou pausado.
Fazer uma pergunta importante na consulta.

Nada disso é pequeno. Tudo isso faz parte do processo.

Com o tempo, esse acúmulo de pequenas decisões muda a forma como o paciente atravessa o tratamento e se reconecta com o próprio corpo.

Cuidar da saúde também passa por reconhecer esses avanços.

O que tem sido o seu 1% nos últimos dias?

Nem todo histórico familiar de câncer de mama indica a necessidade de teste genético. Mas saber quando investigar faz di...
17/04/2026

Nem todo histórico familiar de câncer de mama indica a necessidade de teste genético. Mas saber quando investigar faz diferença.

Existem alguns critérios bem definidos que apontam para a necessidade da investigação genética, como:

Câncer de mama em idade mais jovem

Casos repetidos na família

Associação com outros tumores, como câncer de ovário, pâncreas ou próstata

Por outro lado, um caso isolado, especialmente em idade mais avançada, muitas vezes não justifica a testagem.

Por isso, essa decisão não deve ser tomada de forma isolada. A avaliação individualizada é o que realmente define a necessidade do teste e evita tanto exames desnecessários quanto atrasos na investigação.

💬 Você já conversou com seu médico sobre o seu histórico familiar?

No dia 25 de abril, Fortaleza recebe o VI Simpósio Mama Gonne!Estarei lá junto com outros especialista para discutir as ...
16/04/2026

No dia 25 de abril, Fortaleza recebe o VI Simpósio Mama Gonne!

Estarei lá junto com outros especialista para discutir as principais evidências científicas e as condutas práticas que estão moldando o cenário da saúde mamária em 2026.

Será uma imersão de alto nível técnico e troca de experiências. Inscreva-se através do link: https://lp.gomaiseventos.com.br/vi-mama-gonne

Muita gente começa a hormonioterapia achando que é um tratamento mais leve. Mas o Anastrozol mexe diretamente no eixo ho...
15/04/2026

Muita gente começa a hormonioterapia achando que é um tratamento mais leve. Mas o Anastrozol mexe diretamente no eixo hormonal e isso tem impacto no corpo inteiro.

Ao reduzir o estrogênio circulante, ele pode levar a mudanças como:
▪️ Cansaço e falta de energia
▪️ Perda de força muscular
▪️ Dificuldade para emagrecer
▪️ Alterações de memória e concentração

Esses efeitos não são isolados. Também pode haver impacto na saúde óssea, no colesterol e, em alguns casos, no risco cardiovascular. Por isso, não é um tratamento que deve ser acompanhado de forma passiva.

Ele é fundamental no controle de muitos cânceres de mama hormônio-dependentes, mas exige um olhar atento para o que acontece no corpo ao longo do tempo.

Mais do que tratar o câncer, é preciso cuidar de como o corpo responde ao tratamento. E isso muda a forma de acompanhar cada paciente.

Você já conhecia esses efeitos?

O tratamento oncológico não acontece só na sala de infusão ou no centro cirúrgico.Existem fatores que impactam diretamen...
14/04/2026

O tratamento oncológico não acontece só na sala de infusão ou no centro cirúrgico.

Existem fatores que impactam diretamente na resposta ao tratamento, na segurança e na qualidade de vida ao longo do processo. No dia a dia, alguns pontos fazem diferença:

🔹 acompanhamento regular e alinhamento com a equipe
🔹 seguir as orientações propostas
🔹 atividade física, quando indicada
🔹 alimentação ajustada ao momento do tratamento
🔹 cuidado com a saúde emocional
🔹 rede de apoio

Nada disso é detalhe. É parte do cuidado. E não existe regra única: cada conduta precisa ser individualizada, de acordo com o tipo de tratamento, o momento da doença e as condições de cada paciente.

Se você está em tratamento ou acompanha alguém, vale levar essas questões para a consulta. Ajustar o cuidado também passa por essa conversa.

Durante a quimioterapia, pequenos cuidados podem fazer diferença no conforto do paciente. Um exemplo disso é  o uso de p...
11/04/2026

Durante a quimioterapia, pequenos cuidados podem fazer diferença no conforto do paciente. Um exemplo disso é o uso de picolé, que costuma ter boa aceitação.

Em alguns casos, ele é indicado para ajudar a prevenir a mucosite, um efeito colateral comum que causa inflamação na boca. Isso acontece porque o frio reduz temporariamente a circulação na região, diminuindo o impacto da quimioterapia nessas células.

Além de acessível, versões à base de frutas ou preparações específicas também podem contribuir para aliviar sintomas como náuseas e desconfortos durante o tratamento.

Mas é importante lembrar: nem todos os pacientes têm indicação para essa estratégia. Em caso de dúvidas, a orientação da equipe de saúde, especialmente da nutrição, faz diferença.

Você já conhecia essa recomendação durante a quimioterapia?

Movimento também faz parte do tratamento do câncer de mama.A prática de atividade física tem impacto direto no corpo ao ...
10/04/2026

Movimento também faz parte do tratamento do câncer de mama.

A prática de atividade física tem impacto direto no corpo ao longo da jornada de tratamento. Entre os benefícios do movimento, estão:

- redução da fadiga e das dores articulares;
- manutenção da massa muscular;
- melhora do sono, da disposição e da qualidade de vida.

Outro ponto importante é a relação com a recidiva da doença. Manter-se ativo e cuidar do peso também faz parte do tratamento e pode ajudar a reduzir o risco de retorno do câncer.

Incorporar o movimento na rotina não precisa ser algo complexo. Caminhadas, exercícios de força ou atividades ao ar livre já trazem benefícios quando feitos com regularidade e orientação adequada.

Você tem conseguido incluir o movimento na sua rotina durante o tratamento?

Sabia que nem todo câncer dá sinais no começo?Nas fases iniciais, muitas doenças ainda não causam alterações perceptívei...
09/04/2026

Sabia que nem todo câncer dá sinais no começo?

Nas fases iniciais, muitas doenças ainda não causam alterações perceptíveis no corpo.

No câncer de mama, por exemplo, a doença pode estar presente sem dor, sem nódulo palpável ou qualquer outro sintoma. É por isso que o rastreamento tem um papel tão importante.

Exames como a mamografia permitem identificar alterações antes mesmo de qualquer manifestação clínica, ampliando as possibilidades de tratamento e melhores desfechos.

Lembre-se: o cuidado começa antes dos sintomas.

Seu acompanhamento está em dia?

No Dia Mundial de Luta contra o Câncer, um ponto importante: não existe uma única forma de conduzir a doença.O cuidado n...
08/04/2026

No Dia Mundial de Luta contra o Câncer, um ponto importante: não existe uma única forma de conduzir a doença.

O cuidado não segue um modelo padrão. Ele é construído caso a caso, a partir de uma avaliação individualizada. Idade, histórico de saúde, características do tumor e contexto clínico influenciam diretamente cada decisão ao longo do tratamento.

E é justamente essa individualização que permite decisões mais adequadas e melhores resultados.

Você já teve espaço para entender as decisões do seu tratamento?

Endereço

Salvador, BA

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Dr. Dyego Nunes posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar

Categoria