04/01/2026
Houve um tempo em que a vida das mulheres era moldada por estruturas sociais rígidas que as colocavam em posição de submissão e dependência integral. Financeira e emocionalmente vinculadas aos homens pais ou maridos , seu espaço era predominantemente o doméstico, e suas escolhas, limitadas. A identidade feminina estava frequentemente atrelada ao papel de esposa e mãe, com pouca autonomia para definir seu próprio caminho fora desses moldes. Essa realidade não era uma escolha, mas uma condição imposta, um script social que vigorou por séculos.
Hoje, o cenário se transformou profundamente. A conquista da independência financeira, fruto da entrada massiva no mercado de trabalho e do acesso à educação, aliada a uma revolução nos costumes, deu à mulher a liberdade de ser arquiteta da própria vida. No âmbito dos relacionamentos, essa autonomia se reflete em novas dinâmicas. A parceria moderna busca a igualdade e o compartilhamento das responsabilidades. Se um homem se mostra ausente, irresponsável ou relapso com os compromissos do vínculo, a mulher contemporânea, dotada de recursos e autoestima, não hesita em reavaliar a situação. Ela tem a liberdade e a força de não mais aceitar o inadmissível. O resultado é claro: ou o homem evolui e assume seu papel de parceiro presente e responsável, ou ela simplesmente segue em frente, porque seu valor e seu bem-estar não mais dependem da manutenção de um relacionamento que não a satisfaz.
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