Hipnoterapeuta Joanildo Silva

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Hipnoterapeuta OMNI/Filósofo/Graduando em Psicologia e Direto; Especialista em Depressão/ Ansiedade/Síndrome do Pânico, Atende nos estados da Bahia, Tocantins e Rio Grande do Sul.

04/01/2026

Houve um tempo em que a vida das mulheres era moldada por estruturas sociais rígidas que as colocavam em posição de submissão e dependência integral. Financeira e emocionalmente vinculadas aos homens pais ou maridos , seu espaço era predominantemente o doméstico, e suas escolhas, limitadas. A identidade feminina estava frequentemente atrelada ao papel de esposa e mãe, com pouca autonomia para definir seu próprio caminho fora desses moldes. Essa realidade não era uma escolha, mas uma condição imposta, um script social que vigorou por séculos.

Hoje, o cenário se transformou profundamente. A conquista da independência financeira, fruto da entrada massiva no mercado de trabalho e do acesso à educação, aliada a uma revolução nos costumes, deu à mulher a liberdade de ser arquiteta da própria vida. No âmbito dos relacionamentos, essa autonomia se reflete em novas dinâmicas. A parceria moderna busca a igualdade e o compartilhamento das responsabilidades. Se um homem se mostra ausente, irresponsável ou relapso com os compromissos do vínculo, a mulher contemporânea, dotada de recursos e autoestima, não hesita em reavaliar a situação. Ela tem a liberdade e a força de não mais aceitar o inadmissível. O resultado é claro: ou o homem evolui e assume seu papel de parceiro presente e responsável, ou ela simplesmente segue em frente, porque seu valor e seu bem-estar não mais dependem da manutenção de um relacionamento que não a satisfaz.

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27/12/2025

O perdão é, antes de tudo, um ato de libertação pessoal, um gesto de desprendimento do peso da mágoa que carregamos. Quando escolhemos perdoar quem nos feriu, estamos essencialmente decidindo não permitir que a sombra daquele ato continue a definir nossa paisagem emocional. É um processo que visa a nossa própria paz, um reconhecimento de que o ressentimento só corrói quem o abriga. No entanto, essa escolha interior de soltar a corda do ódio não implica, de forma alguma, reatar o laço que foi rompido.

Perdoar não é sinônimo de reconciliação ou de reabertura das portas. Manter uma distância segura daquela pessoa é um ato de auto-preservação e um mínimo necessário para a sanidade mental. É o limite claro que protege nosso espaço emocional, garantindo que a experiência passada não se repita. Podemos desejar o bem de longe, sem ilusões de que a história será diferente. Esta postura não é vingança, mas sim a sabedoria de quem aprendeu a lição e agora prioriza sua própria integridade e tranquilidade acima de qualquer falsa obrigação de convívio.

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18/12/2025

O abandono familiar não é um ato isolado, mas um terremoto que sacode os alicerces emocionais de todos os que dependiam daquela presença. A esposa, deixada para carregar sozinha o peso material e afetivo do lar, muitas vezes adoece sob o fardo da sobrecarga, do abandono e da perda de confiança. Os filhos, por sua vez, crescem com uma ferida primordial: a rejeição de quem deveria ser seu porto seguro. Essa ausência paterna pode se manifestar como ansiedade, dificuldades de relacionamento, baixa autoestima e um profundo sentimento de insegurança que os persegue na vida adulta. O rastro de destruição não se limita ao núcleo imediato; estende-se aos avós, amigos e à comunidade que testemunham o colapso, carregando consigo a desilusão e a quebra de um contrato social fundamental.

Paradoxalmente, aquele que perpetua esse abandono, imaginando talvez encontrar liberdade ou uma nova prosperidade, raramente alcança o equilíbrio que busca. Um homem que vira as costas para seus compromissos mais sagrados carrega consigo uma culpa invisível e uma fenda em seu caráter. Como um diamante com uma profunda inclusão, sua estrutura interna está comprometida. Por fora, pode até brilhar por um tempo, com novas conquistas ou relações superficiais, mas falta a solidez e a integridade necessárias para uma prosperidade verdadeira e duradoura. A fuga não apaga a responsabilidade; ela a transforma em um peso morto que dificulta cada novo passo. A vida, em sua justiça implacável, tende a negar o florescimento genuíno àqueles que semeiam a destruição no próprio jardim que deveriam cultivar. A prosperidade não é apenas material, é também emocional e espiritual, e nesse terreno, o abandonador condena a si mesmo à esterilidade.

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18/12/2025

Ao longo das últimas décadas, a mulher tem redefinido seu lugar na sociedade, conquistando independência financeira e autonomia por meio de sua inserção no mercado de trabalho, da busca por educação e do fortalecimento de sua própria voz. Essa transformação demonstra, de forma clara, que a mulher não precisa do homem para custear suas despesas ou garantir seu sustento. Pelo contrário, ela tem construído seu espaço com mérito e determinação, assumindo o controle de sua vida econômica e pessoal, e desafiando antigas estruturas que a colocavam em posição de dependência.
É preciso entender, no entanto, que essa independência não se limita à questão financeira ela se estende ao respeito pela integridade e pelas escolhas da mulher.

A ideia de que um homem, por pagar um drink ou oferecer ajuda em uma situação qualquer, adquire algum tipo de direito sobre ela é um pensamento profundamente machista e ultrapassado. A mulher não é uma moeda de troca, e sua companhia ou atenção não devem ser tratadas como uma dívida a ser paga. Reconhecer sua autonomia significa compreender que gestos de gentileza devem ser desinteressados, e que qualquer relação, seja afetiva ou social, deve basear-se no respeito mútuo e na igualdade.

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14/12/2025

Ao longo de nossa trajetória, é quase inevitável que tenhamos sido bombardeados por palavras negativas, críticas destrutivas e expectativas alheias que buscaram nos depreciar e minar nossa autoestima. Essas vozes, muitas vezes internalizadas, criam dúvidas sobre nosso potencial e nos convidam ao conformismo. No entanto, desistir não pode ser uma opção justamente porque carregamos dentro de nós sonhos que são a expressão mais genuína de nossa identidade e propósito. Eles não possuem prazo de validade; são sementes que aguardam o momento adequado para germinar, independentemente da idade ou das circunstâncias que tenhamos vivido.

Acreditar fielmente em nossos sonhos e persistir na busca por realizá-los é, portanto, um ato de resistência e autoafirmação. Significa escolher honrar a própria jornada, transformando as experiências passadas em combustível para seguir adiante. Cada passo dado, por menor que seja, é uma vitória contra aquelas forças que tentaram nos definir como incapazes. A realização não está apenas no destino, mas na coragem de continuar caminhando, reescrevendo nossa história com base naquilo que verdadeiramente acreditamos ser possível para nós mesmos e para o legado que desejamos deixar.

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10/12/2025

A bondade e a integridade, embora virtudes admiráveis, podem inadvertidamente transformar-se em pontos de vulnerabilidade. Indivíduos de bom caráter, guiados pela honestidade, pela lealdade e pelo compromisso com a palavra dada, operam a partir de um princípio de confiança e reciprocidade. No entanto, essa mesma firmeza moral é frequentemente identificada e explorada por personalidades narcisistas e mal-intencionadas. Para essas pessoas, a honestidade alheia não é um valor a ser respeitado, mas uma fraqueza a ser instrumentalizada. Elas percebem que podem fazer promessas vazias, manipular sentimentos de culpa ou exigir sacrifícios contínuos, confiando que a vítima, por seu próprio código de conduta, se sentirá obrigada a cumprir acordos, a desculpar atitudes abusivas ou a priorizar o bem-estar do outro em detrimento do seu. A boa-fé, assim, é pervertida e usada como uma arma silenciosa, criando ciclos de exploração onde o lado mais íntegro acaba sistematicamente prejudicado.

Diante dessa dinâmica perversa, torna-se fundamental o reconhecimento de que a verdadeira força do caráter não reside na complacência infinita, mas na sabedoria de estabelecer limites. A capacidade de dizer "não" não é uma falha de bondade, mas sua salvaguarda essencial. É o ato de preservação que protege os próprios valores da exploração e da exaustão. Ao impor limites claros e se distanciar de quem consistentemente busca tirar proveito da boa conduta, a pessoa boa não está se tornando menos generosa; está, na realidade, sendo fiel a si mesma e resguardando sua integridade para que possa ser direcionada a relações e causas verdadeiramente recíprocas. Dizer não, portanto, é um ato de coragem e auto-respeito, um filtro necessário que separa aqueles que merecem sua lealdade daqueles que só desejam consumi-la.

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03/12/2025

A verdadeira e mais profunda resposta a quem nos deseja o mal não se encontra no nível do ódio ou da reciprocidade negativa, mas sim em uma esfera superior: a da própria felicidade. Quando escolhemos evoluir, progredir e avançar, tornamo-nos uma prova viva de que a negatividade alheia não nos definiu, nem nos aprisionou. Estar bem, cultivar a beleza interior e exterior, permitir-se os prazeres de uma vida plena, como um simples passear com o coração leve, são atos de quieta e poderosa resistência. Eles silenciosamente declaram que nosso espírito não se deixou corromper, e que a paz que construímos dentro de nós é um território inacessível para qualquer tentativa de nos diminuir.

Essa é a vingança nobre, aquela que não mancha as mãos, mas ilumina o caminho. Ao mostrar, através da nossa simples existência feliz, que aprendemos com as lições da vida mesmo as mais duras e que estamos cada vez melhores, nós invalidamos o propósito do mal que nos foi direcionado. Transformamos a energia potencial do ressentimento no combustível do nosso renascimento. Assim, não só nos libertamos do peso de carregar alguém em nossos pensamentos de forma negativa, como também nos tornamos um farol possível para outros que enfrentam escuridões similares. No fim, a maior vitória é esta: seguir em frente, tão leve, tão belo e tão completo, que o passado e seus personagens negativos simplesmente perdem qualquer relevância na história brilhante que estamos escrevendo para nós mesmos.

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03/12/2025

O amor próprio constitui a base fundamental sobre a qual se ergue uma existência plena e autêntica. Muito além de um conceito abstrato ou de mera vaidade, ele é, acima de tudo, um ato profundo de respeito por si mesmo. Manifesta-se na coragem de estabelecer limites, na escolha consciente de não negociar valores internos e na recusa em compactuar com situações que depreciam a essência do ser. Cultivar essa relação de cuidado consigo não é um gesto de egoísmo, mas sim uma pré-condição necessária para oferecer ao mundo uma versão genuína e saudável de quem se é.

Esse compromisso consigo mesmo exige, naturalmente, um discernimento prático sobre o que se permite na vida. Significa, de forma concreta, afastar-se de ambientes e relações que corroem a paz interior e desrespeitam a dignidade humana. Evitar lugares e pessoas que não reconhecem o próprio valor não é isolamento, mas uma estratégia vital de autopreservação. Ao fazer essa filtragem, protege-se a própria integridade e abre-se espaço para conexões que nutrem e ambientes que respeitam. Dessa forma, o amor próprio deixa de ser apenas um sentimento e transforma-se numa ação diária de resistência, um compromisso inegociável de honrar a própria história e a pessoa que se decidiu ser.

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02/12/2025

É verdade que, muitas vezes, nos damos conta de que circulam ao nosso redor pessoas que veem em nós, antes de qualquer coisa, uma função. Procuram-nos pela solução que podemos oferecer, pelo conforto que proporcionamos, pela ponte que representamos - mas raramente pelo simples e desinteressado prazer da nossa companhia. Essa percepção é amarga, pois reduz a relação a uma transação silenciosa, na qual o afeto é condicional e a presença, utilitária. Carregar o peso dessa expectativa, a obrigação constante de ser útil, é desgastante. Exaure a alma, porque nos transforma em instrumentos, e não em seres humanos completos, dignos de amor pelo que somos, e não apenas pelo que fazemos.

Diante disso, aprender a dizer "não" torna-se um ato de profunda libertação. Não se trata de um gesto de egoísmo ou indiferença, mas de um necessário exercício de autopreservação. Ao recusarmo-nos a desempenhar um papel que nos esvazia, rompemos as correntes que nos mantêm reféns da necessidade alheia. Dizer "não" é, paradoxalmente, dizer "sim" a nós mesmos: sim à nossa integridade, sim aos nossos limites, sim à possibilidade de nos relacionarmos a partir de um lugar genuíno. Livra-nos da tirania de querer agradar a todos e nos devolve a responsabilidade mais importante: a de honrar a nossa própria essência. Só a partir desse lugar de verdade interior podemos, então, oferecer algo real aos outros - não por obrigação, mas por escolha livre e afetuosa.

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29/11/2025

A honra aos pais não se encerra com o fim de suas vidas, mas se transforma em um compromisso eterno com sua memória. Honrar um pai ou uma mãe que já partiu vai além do luto; é manter viva a essência de quem eles foram. É relembrar seus ensinamentos nos momentos de decisão, perpetuar seus valores no cotidiano e contar suas histórias para as novas gerações. Através desses atos, o legado deles não é apenas preservado, mas continua a frutificar, guiando e inspirando mesmo em sua ausência física. Esta não é uma obrigação triste, mas um tributo amoroso que garante que sua influência permaneça uma força ativa e positiva na vida da família.

Essa honra à memória constitui a própria base da identidade de uma família. Quando os filhos escolhem lembrar com gratidão, focando nos bons momentos e no amor recebido, eles fortalecem os laços que unem irmãos, primos e demais parentes. A memória compartilhada dos pais se torna um pilar de força e um farol de referência. Dessa forma, honrar aqueles que nos deram a vida e nos guiaram é, em última análise, honrar a própria história que nos define. É um ato de profunda gratidão que enobrece tanto quem recorda quanto aquele que é recordado, tecendo uma continuidade de afeto e respeito que o tempo não pode apagar.

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29/11/2025

Em nossa jornada emocional, carregamos muitas vezes a sombra de uma necessidade infantil: a busca incessante pela aprovação e pelo amor alheio. Esse anseio, enraizado na infância, onde a validação externa era crucial para nossa sobrevivência e formação, transforma-se em um fardo na vida adulta. No cerne da questão, o que verdadeiramente importa não é o aplauso dos outros, mas o consentimento da nossa própria consciência. É o nosso olhar interno, capaz de discernir entre o erro e o acerto, e de reconhecer a autenticidade dos nossos desejos, que deve ser o nosso guia principal. Viver em função da aceitação dos outros é negar a soberania do próprio eu.

Quando priorizamos a validação externa, abrimos mão da nossa autonomia e criamos uma necessidade disfuncional que pode intoxicar toda a nossa existência. Essa busca se torna uma armadilha, levando-nos a uma perigosa dependência afetiva daqueles que nos rodeiam. Nesse estado, nossas escolhas, opiniões e até nossa personalidade são moldadas pelo medo da rejeição e pela ânsia de agradar. Deixamos de viver a nossa própria vida para nos tornarmos atores num palco montado para os outros, o que gera ansiedade, esvazia nossa identidade e nos afasta de uma realização genuína. A verdadeira paz, portanto, não é encontrada no espelho dos outros, mas na quieta e firme aprovação da nossa própria consciência.

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23/11/2025

Uma relação conjugal saudável não se sustenta sobre bases hierárquicas ou funções rigidamente demarcadas, mas sim na premissa fundamental de que marido e mulher são, antes de tudo, parceiros. Essa parceria se manifesta, primeiro, no campo emocional, onde um se torna o porto seguro do outro. É na cumplicidade de compartilhar medos, alegrias e vulnerabilidades que o casal constrói um vínculo inquebrável, funcionando como dois alicerces que se fortalecem mutuamente. Nessa dinâmica, um complementa o outro não por serem "metades", mas por serem inteiros que escolhem somar forças, preenchendo as lacunas um do outro com apoio, respeito e compreensão.

Essa colaboração, no entanto, não se restringe à esfera sentimental; ela se estende de forma prática e vital para a construção de um projeto de vida comum. A gestão financeira e as responsabilidades do cotidiano tornam-se tarefas compartilhadas, onde ambos contribuem conforme suas capacidades e combinados, visando o bem-estar do casal e da família. Seja no planejamento do orçamento, nas decisões de investimento ou na divisão das tarefas domésticas, a atitude é de cooperação, e não de cobrança. É dessa parceria integral – que abraça tanto o coração quanto as realidades práticas da vida – que nasce uma relação verdadeiramente resiliente, equilibrada e capaz de florescer diante dos desafios, transformando o "eu" e o "você" em um "nós" forte e unido.

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