IbraMater

IbraMater Somos especializados em assistência e capacitação em saúde mental materna. Bem-vindos ao IbraMater! Olá! Todas nós podemos viver isso, e te direi como! Bem-vindas!

Me chamo Ana, sou mãe de 3, psicóloga, professora e pesquisadora. O grupo surgiu com o intuito de juntar estas minhas grandes paixões : maternidade, ensino e psicologia. Com uma longa experiência em atendimento clínico a gestantes e puérperas, mestrado e doutorado na área de saúde mental materno infantil, e com uma vivência de três partos normais, pretendo contribuir para que as mulheres recebam informações qualificadas, tenham aqui um espaço de escuta e ressignificação de seus medos na gestação e parto. As histórias do nascimento dos meus filhos mudaram completamente minha vida e da minha família, em todos os sentidos. A gestação pode ser uma grande oportunidade para o autoconhecimento, controle emocional e aumento da auto confiança. Reconhecendo e aprendendo técnicas para controle do medo e ansiedade, é possível transformar seu parto no dia mais incrível da sua vida. Venham comigo!

23/12/2025

Existe uma romantização perigosa sobre a “Magia do Natal”. Nós crescemos acreditando que a magia simplesmente acontece. Que a casa se enfeita, que a ceia aparece e que as memórias se formam sozinhas.

Mas, sob a ótica da Psicologia e da Sociologia do Cuidado, o que chamamos de “magia” tem nome técnico: Trabalho Cognitivo e Emocional.

É o seu cérebro que está rodando 24h por dia com abas abertas: o presente da professora, a roupa que serve nas crianças, o ingrediente da farofa, a mediação dos conflitos familiares.

Esse Reels é para validar as suas mãos. Mãos que muitas vezes chegam ao dia 25 ressecadas e trêmulas de exaustão, mas que foram as verdadeiras arquitetas das memórias que seus filhos terão.

Não é o Polo Norte. É você. É a sua dedicação. É a sua renúncia de sono. É o seu amor em forma de serviço.

Se ninguém te disser isso hoje, eu digo: Obrigada por fazer o Natal acontecer.

👇 Envie este vídeo para uma mãe que precisa saber que a magia dela é vista e valorizada.

Dezembro tem um cheiro específico no consultório: cheiro de urgência. 🍂 É fascinante e assustador como projetamos no fin...
18/12/2025

Dezembro tem um cheiro específico no consultório: cheiro de urgência. 🍂

É fascinante e assustador como projetamos no final do ano a obrigação de “zerar” nossas angústias. Como se o dia 31 de dezembro fosse um portal mágico onde deixamos nossas dores para trás.

Para você, mãe e mulher: Essa correria interna para “ficar bem logo” muitas vezes é apenas mais uma forma de ansiedade se manifestando. O adoecimento psíquico tem um tempo de maturação, e a cura também. Respeite o seu relógio biológico, ele não usa agenda de papel.

Para você, colega profissional: Sei que o peso da agenda lotada e o manejo do recesso geram culpa. “Será que meus pacientes ficarão bem?” Lembre-se que a constância do ano todo vale mais do que a onipresença nas férias. O suporte precisa ser sólido, não ininterrupto a ponto de te adoecer.

17/12/2025

“E eu me perdoei”. A frase final da Juliana Paes é o ponto de chegada que toda mãe que trabalha merece alcançar.

A culpa por “faltar” é pesada. A gente acha que o amor é medido pelo número de horas que passamos sentadas no chão brincando. Mas o filho da Juliana (e o seu também) mede o amor pela qualidade da presença e pela segurança do vínculo.

Foi exatamente para explicar isso às crianças que eu escrevi “Ciça e o Coração da Mamãe”.

No livro, a Ciça vê a mãe correndo, equilibrando pratos como uma malabarista, e sente medo de não ter mais espaço naquele coração ocupado. O que ela descobre?

🌟 Que existe a Estrela Rosa. Uma parte do coração da mamãe que brilha só para ela. E essa estrela continua brilhando mesmo quando a mãe está trabalhando, viajando ou cansada.

Seu filho não precisa que você pare o mundo. Ele só precisa saber que, mesmo no meio do furacão, a estrela de vocês nunca apaga.

🎁 Quer ajudar seu filho a entender isso (e aliviar o seu coração)? O link para o livro “Ciça e o Coração da Mamãe” está na minha Bio. É um presente de cura para vocês dois.

11/12/2025

O vídeo da Isis Valverde sobre chorar por causa de um sushi é engraçado, mas esconde uma verdade profunda sobre o puerpério. Muitas vezes, ouvimos que o Baby Blues (ou ) é apenas uma questão biológica, uma queda de hormônios.

Sim, a biologia existe. Mas reduzir a dor da mulher a hormônios é simplista demais.

O é também: 🥀 O luto pela identidade da mulher que ficou para trás. 🌪️ O choque cultural de uma sociedade que exige a “mãe plena” enquanto você está sangrando e exausta. 💔 O medo de não dar conta. ⚖️ A ambivalência de amar o bebê, mas estranhar a nova vida.

É um momento de travessia. E toda travessia balança o barco.

Se você está nessa fase, saiba que chorar pelo sushi (ou pelo nada) é esperado. Atinge 80% de nós. ⚠️ Mas fique atenta: essa tristeza adaptativa tem prazo de validade (geralmente de 15 a 20 dias). Se a tristeza persistir, se tornar um buraco fundo ou te impedir de viver, procure ajuda. Pode ser Depressão Pós-Parto.

Você não precisa atravessar isso sozinha.

👇 O que foi o “sushi” para você? Qual foi o gatilho do seu choro no ?

03/12/2025

No vídeo, eu conto como transformei a minha exaustão em um diálogo de amor. Ao dizer “não é falta de amor, é cansaço”, a Ciça não se afastou. Pelo contrário: ela me acolheu.

📖 Foi dessa vivência real que nasceu o meu livro infantil, “Ciça e o Coração da Mamãe”.

Eu escrevi essa história para ser uma ferramenta para você. Para que, na hora de dormir, você possa ler com seu filho e mostrar que o coração da mamãe é grande: tem lugar para o amor infinito por ele, mas também tem lugar para o trabalho, para as preocupações e, sim, para o cansaço.

O livro ajuda a criança a entender que mãe cansada não é mãe que deixou de amar. E ajuda a gente a lidar com essa culpa que pesa tanto.

O resultado? Vínculo, empatia e um colinho inesperado, igual ao que eu ganhei no final desse vídeo.

🎁 Quer levar essa mensagem para a sua casa? O link para adquirir o livro “Ciça e o Coração da Mamãe” está na minha Bio (ou comente “CIÇA” que eu te envio).

Vamos construir essa ponte de afeto com nossos pequenos? 🌻

26/11/2025

O maternar é sobre amar o outro sem se perder de si.

Aprendemos culturalmente que o amor materno exige sacrifício total. Que para ser uma “boa mãe”, precisamos deixar de existir como mulher, profissional ou indivíduo.

Mas a psicologia perinatal nos ensina o oposto: o autoabandono não sustenta o cuidado.

Quando você se anula, você ensina ao seu filho que o amor exige desaparecimento. Quando você se cuida, se prioriza e mantém seus espaços, você ensina sobre autorrespeito e limites saudáveis.
Recuperar a sua identidade não é egoísmo. É a única forma sustentável de maternar a longo prazo.

Se você precisava ler isso hoje, salve para não esquecer: você ainda existe aí dentro.

24/11/2025

Amanhã, 25 de novembro, é o Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher, uno a minha voz à dessas mulheres potentes (, , , , , ...) para um alerta urgente.

Muitas vezes, no consultório ou na vida, vejo mulheres que não se reconhecem como vítimas porque acreditam que violência é apenas agressão física. Mas a violência tem muitas faces. E o primeiro passo para sair do ciclo é dar nome ao que está acontecendo.

⚠️ Não se deixe silenciar. A violência pode ser:

Psicológica: Humilhação, isolamento, manipulação (gaslighting), ameaças.

Patrimonial: Reter seu dinheiro, quebrar seus objetos de trabalho, controlar recursos.

Moral: Calúnia, difamação, destruir sua reputação.

Sexual: Qualquer ato sexual não consentido, mesmo dentro do casamento.

Física: A que deixa marcas visíveis, mas que raramente é a primeira a acontecer.

O silêncio protege o agressor, nunca a vítima. Se você se identificou com algum desses sinais, saiba: a culpa não é sua e você não precisa carregar esse peso sozinha.

A rede de apoio salva. A informação liberta. Seja a voz por você. Seja a voz por outra mulher.

📞 Precisa de ajuda ou quer denunciar? Disque 180. O serviço é gratuito, confidencial e funciona 24h.

15/11/2025

A sociedade te ensinou que “cuidar” é esvaziar-se completamente pelo outro.

Mas a verdade, na ciência e na vida, é outra: Você não pode servir de um recipiente vazio.

O seu cansaço, a sua irritação e a sua falta de paciência não são sinais de que você é uma mãe ruim. São apenas o alarme de que você não está fazendo parte do próprio cuidado.

Lembre-se: A sua saúde mental é o ambiente emocional do seu filho.

Não é egoísmo. É a base científica do vínculo seguro e da regulação emocional que você “empresta” para a sua criança. Você só pode regular o caos do seu filho se você estiver minimamente regulada.

Parem de nos exigir que sejamos apenas doadoras. Exijam de nós que sejamos nutridas.

“Você também deve fazer parte do cuidado que oferece.”

11/11/2025

“Me senti a pior mãe.”

Essa frase, dita por Isis Valverde, poderia ter sido dita por milhares de mulheres: talvez até por você.

A mesma estrutura social que julga o corpo da Paolla Oliveira é a que se sente no direito de decretar que uma mãe não pode viajar a trabalho.

O ENEM falou sobre a fiscalização do corpo da mulher. Mas existe uma fiscalização ainda mais cruel e silenciosa: ➡️ a que vigia cada gesto da mãe.

Isis não estava “em festa”.
Estava trabalhando.
Estava no puerpério.
Estava hormonalmente vulnerável.
E bastou uma manchete para desmontar sua estrutura emocional.

Porque quando a sociedade aponta, a mãe internaliza.

E o julgamento externo vira a voz interna que machuca: “Eu sou a pior mãe.”

Essa dor não nasce dentro da mãe.
Ela é criada fora, alimentada por uma cultura que acredita ter o direito de opinar sobre tudo:
o corpo da mulher, sua vida, suas escolhas, seu trabalho, sua maternidade.

A culpa materna não é falha individual.
É consequência de uma fiscalização permanente que adoece, fragiliza, cobra, esgota.

06/11/2025

A ampliação da licença-paternidade é um avanço histórico.

Pesquisas mostram que quando o pai pode estar presente, o vínculo familiar se fortalece, o risco de depressão pós-parto diminui e a sobrecarga materna reduz.

Quando um pai chora, não é fraqueza: é amor pedindo mais tempo.

A licença-paternidade é sobre isso: sobre permitir presença, vínculo e cuidado.

Cuidar do pai também é cuidar da mãe.
E cuidar dos dois é proteger o bebê.

29/10/2025

Durante a gestação da Cecília, vivi momentos intensos de medo, entrega e reconexão. Entre afirmações positivas e técnicas de respiração, encontrei um espaço de presença e força e compreendi que meu corpo sabia o caminho.

Não foi sobre romantizar a dor, mas sobre entendê-la. Sobre confiar. Sobre permitir que cada onda me aproximasse mais da minha filha.

Foi dessa vivência: entre cores, mantras e autoconhecimento, que nasceu a inspiração para criar o livro Mandalas para Gestantes, uma ferramenta de conexão, acolhimento e preparação emocional para o parto. Ele está disponível na Amazon e nas principais livrarias do país!

Esse é um trecho da minha conversa no Podcast Laços Fraternos (), onde compartilho minha jornada de parto consciente e empoderador.

29/10/2025

Durante a gestação da Cecília, vivi momentos intensos de medo, entrega e reconexão. 🌸
Entre afirmações positivas e técnicas de respiração, encontrei um espaço de presença e força e compreendi que meu corpo sabia o caminho.

Não foi sobre romantizar a dor, mas sobre entendê-la. Sobre confiar. Sobre permitir que cada onda me aproximasse mais da minha filha.

Foi dessa vivência: entre cores, mantras e autoconhecimento, que nasceu a inspiração para criar o livro Mandalas para Gestantes, uma ferramenta de conexão, acolhimento e preparação emocional para o parto. Ele está disponível na Amazon e nas principais livrarias do país!

Esse é um trecho da minha conversa no Podcast Laços Fraternos (), onde compartilho minha jornada de parto consciente e empoderador.

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