05/03/2026
Em conversa com Bob Fernandes, Cláudio Leal e Franciel Cruz, o psicólogo e escritor Alessandro Marimpietri reflete sobre aquilo que chama de “cultura da lacração” e sobre o modo como, paradoxalmente, a hiperconexão das redes tem produzido distanciamento. Nesse sentido, afirma:
“Lacrar é fechar pra sempre, né? É game-over. É falar algo que silencia o altero, o outro ponto de vista, o outro lado da história, a polifonia, as outras narrativas. É como se houvesse sempre uma palavra única, absoluta[...]”.
Em um tempo marcado pela hiperconexão e pelo excesso de informações, o sujeito contemporâneo parece viver em busca do seu momento de lacrar, muitas vezes perdendo a possibilidade de se maravilhar com a vida.
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