Psicóloga Luana Karina Pereira

Psicóloga Luana Karina Pereira Psicóloga formada pela Universidade Federal da Bahia, CRP03/17165. Atualmente atuo em consultório particular. Realizo atendimento presencial e online.

Ei, psi! Você já viu o novo grupo de supervisão que estou abrindo? Não? Então correeee pra se inscrever que só tem UMA v...
02/03/2026

Ei, psi! Você já viu o novo grupo de supervisão que estou abrindo? Não? Então correeee pra se inscrever que só tem UMA vaga no grupo agora!

Você pode estar se perguntando o que esse grupo de supervisão tem de diferente, e eu já vou te explicar! Criei o grupo com a finalidade de unir duas coisas super importantes pra nossa prática, que raramente têm andado juntas: discussão de casos clínicos & desenvolvimento de competências para lidar com todas as questões que envolvem ser terapeuta (burocracias, contrato, trilha de estudos, e tudo o mais que impacta seu atendimento que acontece fora dele).

Os encontros em grupo serão quinzenais, e cada supervisionanda(o) terá um encontro só comigo no mês, pra que eu possa pegar na mão e fazer junto de verdade!

Você pode conferir mais informações no formulário que está aqui na bio do instagram. Será um prazer ter você comigo nessa construção!

É com muita alegria que coloco pra fora esse projeto que eu há tanto tempo desejava, que vem sendo elaborado com muito c...
11/02/2026

É com muita alegria que coloco pra fora esse projeto que eu há tanto tempo desejava, que vem sendo elaborado com muito carinho!

Estou abrindo um Grupo de Supervisão quinzenal, que terá início no dia 10 de março desse ano, e ele terá um formato um pouquinho diferente do habitual: além dos momentos em grupo, você terá acesso a um acompanhamento personalizado comigo, pra que possa desenvolver melhor as habilidades que são fundamentais para o bom exercício da sua prática! Bacana, né? Mas olha, será somente um grupo nesse momento e ele terá apenas 3 vagas, então se você se interessou, corre no forms que tá na bio e demonstra seu interesse por lá!

Nesse comecinho de 2026 muita coisa está mudando por aqui - pessoal e profissionalmente. Por isso, me permitam me reapre...
02/02/2026

Nesse comecinho de 2026 muita coisa está mudando por aqui - pessoal e profissionalmente. Por isso, me permitam me reapresentar pra vocês :) Esse é um breve resumo sobre mim, sobre meus valores e meu trabalho. Se você se sentiu convidada(o) a trocar mais comigo por aqui, chegue mais que esse espaço é pra você!

No post anterior, falei um pouquinho sobre alguns dos problemas nos quais o marketing apelativo que temos visto no unive...
11/09/2024

No post anterior, falei um pouquinho sobre alguns dos problemas nos quais o marketing apelativo que temos visto no universo da psicologia tem incorrido.

Agora, queria aprofundar um pouquinho essa discussão, trazendo a questão racial para o centro dessa conversa. Se você leu, me conta: o que você pensa a respeito?












Quero falar mais uma vez sobre esse bombardeio diário que nós psis temos sofrido com psis vendendo cursos de marketing c...
05/09/2024

Quero falar mais uma vez sobre esse bombardeio diário que nós psis temos sofrido com psis vendendo cursos de marketing com propagandas que prometem salários “de 3 dígitos” e uma quantidade x de clientes entrando todo mês a “preço cheio” ou “preço justo de sessão”. Hoje eu quero falar sobre essa questão do valor.











Você já fracassou ao longo de sua caminhada? Eu já, e te conto nesse post que momentos foram esses. Se você leu toda ess...
29/08/2024

Você já fracassou ao longo de sua caminhada? Eu já, e te conto nesse post que momentos foram esses.

Se você leu toda essa minha trajetória de "fracassos" até o final, me conta: o que você sentiu e pensou ao ler tudo isso?












Hoje, dia 27 de agosto, é dia das psicólogas (sim, no feminino mesmo, porque somos majoritariamente mulheres nessa profi...
27/08/2024

Hoje, dia 27 de agosto, é dia das psicólogas (sim, no feminino mesmo, porque somos majoritariamente mulheres nessa profissão), e esse dia sempre é muito marcante pra mim, por me levar a fazer uma retrospectiva da minha vida profissional até aqui. É marcante, também, porque a cada ano eu conheço novas(os) colegas e atualizo a pergunta: “o que eu e minha comunidade psi estamos fazendo pelo nosso povo?“
Acredito que essa reflexão, sobre o que nós enquanto categoria estamos fazendo, sobre o que EU estou fazendo como psicóloga, precisa ser um exercício constante, diário. Eu levo muito à sério o compromisso social que nossa profissão tem, por isso tenho escolhido há tantos anos acolher pessoas no consultório e conversar com outras(os) psis sobre nossos deveres éticos e sobre nosso compromisso social.
Tenho visto, infelizmente, nossa comunidade se render cada vez mais à saúde mental de mercado, que é aquela que cria ou agrava necessidades pra vender. Me observo constantemente pra jamais cair nessa lógica, pra jamais esquecer quem eu sou, o que eu tô fazendo, por quem, pra quem, com quem, a serviço de quem eu faço o que faço. Por isso, tenho tido mais coragem de falar mais abertamente aqui sobre esses temas que são muito sensíveis, mas precisam ser trazidos.
Você, colega, tem se feito essas perguntas por aí? Se não tem feito, recomendo fortemente que as faça. Nossa comunidade precisa de autocrítica pra mostrar na prática o que tem f**ado apenas no discurso.











Sempre que eu tenho oportunidade de falar com outros terapeutas, falo sobre a necessidade de que fiquemos muito atent@s ...
20/08/2024

Sempre que eu tenho oportunidade de falar com outros terapeutas, falo sobre a necessidade de que fiquemos muito atent@s aos aspectos socioculturais que atravessam as vivências da pessoa que está na nossa frente no consultório. Digo isso porque a clínica não está isolada da sociedade, — e sim, é óbvio, mas eu preciso dizer isso — portanto nós, terapeutas, precisamos estudar mais sobre a cultura na qual estamos inseridos.

⚠️ Eu não consigo ver como nossa atuação pode ser verdadeiramente benéf**a para o nosso consulente se não mostrarmos para ele o contexto social que o está adoecendo. Exemplo disso é o número cada vez maior de pessoas que estão sofrendo por trabalharem cargas horárias extenuantes, muitas vezes sem condições dignas de remuneração e descanso e, por consequência, estão com sintomas de burnout.

Pessoas que estão passando por isso não o passam por uma questão meramente individual: elas vivem isso porque vivemos sob um sistema capitalista, que visa o lucro ao invés da saúde da população. Se eu não nomear isso, vou manter a pessoa alienada do contexto real que a adoece. Se eu não nomear isso, provavelmente ela comprará a narrativa meritocrática de que é ela quem não faz o suficiente, ela que é um fracasso, ela que precisa aguentar (percebe como isso não só não alivia, como intensif**a o sofrimento?)

O mesmo vale para situações de racismo, machismo, capacitismo, lgbtfobia, gordofobia e tantas outras violências que são cometidas diariamente contra pessoas de grupos minoritários.

Eu genuinamente não vejo como o profissional pode estar sendo efetivo para a melhora dessa pessoa, se dentro desse macro-objetivo “melhora” não estiver um micro-objetivo de auxiliá-la a endereçar corretamente as violências que sofre. Sinceramente, eu tenho muito medo dos efeitos do trabalho de terapeutas que ignoram todos esses fatores.

E você, me conta: o que pensa sobre isso?











Na postagem anterior, falei sobre os efeitos danosos de uma das estratégias de marketing mais utilizadas por profissiona...
15/08/2024

Na postagem anterior, falei sobre os efeitos danosos de uma das estratégias de marketing mais utilizadas por profissionais de saúde que vejo aqui no insta. Tem uma outra estratégia da qual gostaria de falar hoje: o marketing apelativo.

⚠️ Marketing apelativo é aquele que utiliza da forma mais imprudente a sua dor para “te capturar” e vender um produto ou serviço. Discursos como: “acabe com sua insegurança clínica agora!”, “Se você não usar meu método, nunca vai faturar x por mês”, “Seu consultório está vazio? Eu tenho a resposta pra você f**ar rico com essa estratégia infalível”, “Sem isso aqui, você vai continuar pobre”, “Você pode estar num relacionamento abusivo!
Coloque “terapia” nos comentários que eu vou te mandar um direct” etc.

O jogo aqui se tornou causar (ou agravar) a doença pra vender a suposta cura. Essa forma de divulgação se tornou uma estratégia também muito utilizada, e acho profundamente triste, irresponsável e antiético que profissionais de saúde estejam utilizando esse tipo de gatilho pra fornecer um serviço.

Acredito que ser um verdadeiro profissional de saúde é colocar o bem-estar das pessoas que te acompanham em primeiro lugar, não usar a dor delas como um grande mercado onde o que vale é lucrar. 💰












🤔 Tenho visto uma quantidade cada vez maior de profissionais da saúde que postam boa parte da sua vida nas redes sociais...
07/08/2024

🤔 Tenho visto uma quantidade cada vez maior de profissionais da saúde que postam boa parte da sua vida nas redes sociais. Isso é uma forma de aproximar o profissional do seu público, claro, uma vez que quanto mais “gente como a gente” o profissional parece, mais os seguidores sentem conexão com ele; essa é uma estratégia clássica e bastante efetiva do marketing. Em princípio, pode não haver um grande problema com essa abordagem, desde que o profissional pondere o que realmente faz sentido expor para o seu público de forma que o ajude - e não é o que vem acontecendo por aqui.

Nós, profissionais de saúde, sabemos - ou deveríamos saber - que as redes sociais foram pensadas não só para gerar conexão, como também (talvez principalmente) para gerar COMPARAÇÃO. Sim, porque a gente abre o Instagram e vê mil pessoas fazendo mil coisas legais - que por vezes parecem muito mais legais do que as nossas. Essa comparação adoece muito as pessoas, e é tema frequente na terapia com meus clientes, imagino que com os seus também. Esse adoecimento muitas vezes faz com que a pessoa queira se distanciar daquela “pessoa perfeita”, que tem “uma vida perfeita” e ache que tem algo de muito errado consigo mesma - e na verdade, esse profissional não está mostrando a vida real, está tentando te convencer do quanto a sua vida pode ser linda se você fizer como ela e adquirir aquele serviço que ela vende.

Então, diante disso, eu me pergunto: quando nós, profissionais de saúde, postamos todas as coisas “super incríveis” das nossas vidas apenas porque é uma grande estratégia de venda de serviços, estamos considerando o potencial efeito adoecedor no nosso público? Estamos considerando o quanto isso pode afastá-lo, no fim das contas? E mais: devemos nos render a toda e qualquer estratégia que “capture clientes”, mesmo que a estratégia envolva agravar dores alheias?

👇🏾Me conta: o que você pensa sobre isso?

Quando eu me descobri grávida, uma das primeiras coisas que pensei, em termos de carreira, foi: como uma psicóloga clíni...
25/07/2024

Quando eu me descobri grávida, uma das primeiras coisas que pensei, em termos de carreira, foi: como uma psicóloga clínica se prepara pra isso? Eu simplesmente não conhecia ninguém que tivesse dito como passar por esse processo.

Somos autônomas e lidamos com a saúde mental de pessoas que têm vínculo conosco, então… como ter preparo financeiro pra f**ar meses sem receita? Como os consulentes f**am nesse meio tempo? E que meio tempo é esse?

Essas perguntas rondaram minha mente por um bom tempo. Eu busquei arduamente pessoas que tivessem passado por isso, e descobri que de fato é muito difícil se planejar pra isso porque pra nossa categoria tem sido difícil se planejar de forma geral. Então… peguei umas dicas aqui e ali, mas fui descobrindo qual era o meu jeito de passar por essa fase.

Hoje, eu entendi que não consigo trabalhar no ritmo de antes, porque meu autocuidado e o cuidado do meu filho são prioridades. Entendi que quero ser uma mãe presente e muitas coisas além de mãe e psicóloga, e isso demanda tempo. É desafiador ser autônoma e querer ter um tempo considerável pra outras atividades. Tem dias que eu não consigo fazer nada direito, ou o trabalho f**a em segundo plano porque os cuidados com Hugo se fizeram mais necessários… Então sim, mesmo com todo suporte (e eu tenho bastante, diga-se de passagem), conciliar carreira e maternidade é desafiador. Mas é um desafio que tem sido encarado com a flexibilidade que o momento pede, e com toda minha autocompaixão de ser a psicóloga possível e a mãe possível.

E por aí: Como você tem feito para conciliar carreira e a maternidade?












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