11/04/2026
Muito se fala sobre cooperativismo, mas na saúde esse modelo ganha um peso ainda mais concreto.
Aqui, ele não se limita à ideia de gestão compartilhada. Ele ajuda a organizar profissionais, ampliar atendimento, fortalecer redes e manter o cuidado mais conectado com a vida real das comunidades.
Talvez seja justamente por isso que esse formato faça tanto sentido nesse setor. Saúde pede presença, continuidade, confiança e capacidade de atender com estrutura. E o cooperativismo responde a isso de um jeito muito próprio, porque une trabalho, organização e impacto social no mesmo movimento.
Hoje, esse modelo já tem presença ampla no Brasil, com atuação em mais de 90% do território nacional. No país, as cooperativas de saúde atendem mais de 22 milhões de pessoas e respondem por mais de 32% dos beneficiários da saúde suplementar.
Na Bahia, o cooperativismo já alcançou mais 422.905 cooperados.
Somando forças, somos mais fortes!