12/03/2026
Passado o domingo de celebrações pelo Dia da Mulher, já podemos falar sobre o que f**a quando as flores murcham?
Bom, muitas vezes, o que recebemos como ‘elogios’ são, na verdade, ferramentas de controle que a sociedade usa para nos manter em papéis rígidos. Na psicologia social, entendemos que nossas crenças têm uma função adaptativa: elas organizam a realidade e funcionam como um filtro para o que vivemos.
No entanto, quando essas crenças são pautadas em estereótipos, elas se tornam um fator de risco para a violência. Precisamos entender como o nosso cérebro organiza esses preconceitos para podermos desorganiza-los.
Dentro das relações, a violência pode começar de forma silenciosa, quando crenças legitimadoras pautadas em estereótipos de gênero passam a comandar a dinâmica da relação.
Quando dizemos que uma mulher é ‘guerreira’ por suportar tudo, ou ‘sábia’ por calar diante do desrespeito, ensinamos ao nosso cérebro que o abuso é o padrão correto.
Mudar a realidade exige coragem para questionar o que nos ensinaram como ‘normal’/‘natural’.
Como psicóloga, eu te convido a refletir:
Quais ‘’verdades’’ sobre ser mulher você precisa desaprender hoje para proteger a sua saúde mental e a sua vida? 🧠🫀
“Esse post não é sobre quem falou a(s) frase(s). mas sobre as ideias que aprendemos a repetir sem perceber.”